Trump alerta sobre “comunistas sem Deus” que “fechariam igrejas” se voltassem ao poder

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Trump alerta sobre “comunistas sem Deus” que “fechariam igrejas” se voltassem ao poder

O ex-presidente Donald Trump fez um forte alerta sobre o que ele descreve como a ameaça de “comunistas sem Deus” ao futuro religioso dos Estados Unidos. Durante seu discurso na Faith & Freedom Coalition’s Road to Majority Conference, em Washington, D.C., Trump declarou que a nação deve permanecer “uma nação sob Deus”. Ele expressou preocupação com um cenário onde, caso oponentes políticos retornem ao poder, a liberdade religiosa e instituições como as igrejas poderiam ser alvo.

Em sua fala, realizada na sexta-feira, Trump enfatizou a importância da fé na formação da história e identidade americana. Ele relembrou a Proclamação da Independência, destacando as quatro vezes em que os fundadores invocationaram o Criador. O ex-presidente também atribuiu à fé o impulso para os pioneiros explorarem o oeste, a abolição da escravatura e a construção de uma nação que ele considera a mais excepcional da história mundial. Segundo Trump, a crença na frase bíblica “Com Deus tudo é possível”, encontrada no Evangelho de Mateus, sempre foi um pilar para os americanos.

Iniciativas e legado religioso da administração Trump

Trump relembrou um evento recente, o Rededicate 250, realizado no National Mall, que ele citou como reafirmação do patrimônio religioso americano. “Dezenas de milhares de patriotas se reuniram em nosso National Mall e dedicamos oficialmente a América como uma nação sob Deus”, afirmou, reiterando que a nação “sempre foi e sempre será” assim.

O ex-presidente também destacou iniciativas de sua administração voltadas ao fortalecimento de proteções para pessoas de fé. Entre elas, mencionou a Comissão Presidencial sobre Liberdade Religiosa, o Gabinete de Fé da Casa Branca e a Força-Tarefa da Casa Branca para Erradicar o Viés Anticristão. Ele alegou que seu governo reverteu o que descreveu como hostilidade da administração anterior em relação aos americanos religiosos, ao mesmo tempo que expandiu as salvaguardas para igrejas, sinagogas e a expressão religiosa.

Trump citou a revogação da “peculiar” Johnson Amendment, permitindo que pastores “falassem a verdade”, e esforços para processar aqueles que atacam locais de culto. Ele também mencionou a eliminação de financiamento federal para escolas que promovem ideologia de gênero, o combate ao antissemitismo, a restauração da Política da Cidade do México, o apoio à oração em escolas públicas e a restrição de financiamento público para escolas que promovem ideologia transgênero. Políticas que reconhecem apenas dois sexos e se opõem a procedimentos médicos de transição de gênero para menores também foram citadas.

O alerta sobre “comunistas sem Deus”

Voltando-se para o cenário político, Trump rotulou repetidamente os Democratas como “comunistas sem Deus”, argumentando que movimentos comunistas historicamente buscaram suprimir a religião. “Todos os comunistas são sem Deus”, declarou. “Esses comunistas implacáveis atacarão todas as religiões, mas em particular o Cristianismo. Eles estão atrás do Cristianismo mais do que de qualquer outra religião”, disse.

Ele lamentou que, “em vez de falar sobre Cristo, em vez de falar sobre liberdade e vitórias de todos os tipos, estamos falando sobre mais uma ameaça às fundações da América”. O alerta central foi claro: caso os Democratas retomem o controle do governo, “Eles fecharão suas igrejas neste país. Eles querem acabar com a religião. Eles têm que acabar com a religião porque sua ideologia não funciona”.

Trump encerrou seu discurso incentivando os presentes a permanecerem engajados nas próximas eleições. Ele argumentou que a liberdade religiosa e outras prioridades de sua administração dependem diretamente do resultado eleitoral.

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