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Jogador do Chelsea relata cura inexplicável de grave lesão muscular

Estevão Willian, jogador do Chelsea, sorri em campo após recuperação de lesão.

Atacante do Chelsea testemunha recuperação sem cirurgia após lesão que afastava dos gramados

O jogador cristão Estevão Willian relatou ter sido curado de uma grave lesão muscular no bíceps da coxa, que atingiu 80% do músculo, sem a necessidade de cirurgia. O atleta, que atua no Chelsea, surpreendeu os médicos pela rápida recuperação, conforme testemunhou durante um culto na Igreja Visão do Evangelho, em Franca, São Paulo. Um novo exame revelou que não havia mais sinais da lesão.

Após o incidente em abril deste ano, Estevão recebeu recomendações médicas, inclusive de profissionais do Chelsea, para realizar um procedimento cirúrgico. No entanto, ele optou por não seguir a orientação, confiando em sua fé. “Optei por não fazer a cirurgia. É um procedimento que iria demandar tempo, Deus está no controle”, declarou Estevão para a congregação.

A decisão foi tomada com o suporte de sua família. “Sempre falo que o mais importante é ter as pessoas que você ama ao seu lado, porque numa decisão dessa, é muito difícil você tomar sozinho. Porque você está cercado de muitas pressões, de muitas coisas”, explicou o jogador.

Estevão Willian revelou que sua recuperação progrediu mais rápido do que o esperado. Duas semanas após o diagnóstico inicial, ele realizou uma ressonância magnética. Ao comentar sobre o exame, ele relatou a reação do médico: “Ele me mostrou a imagem do exame e falou que não via mais nenhuma lesão. Ele falou que não sabe o que aconteceu, porque no prazo que está, não deveria estar daquele jeito, tão bem estruturado. Ele falou que nem sabia por que os médicos queriam que eu fizesse a cirurgia”.

Posteriormente, em uma nova avaliação no centro de treinamento do Chelsea, o jogador recebeu um feedback positivo. Um médico do clube o parabenizou pela decisão, afirmando que ele estava caminhando bem e que retornaria aos gramados mais rápido do que o esperado.

A igreja compartilhou o testemunho nas redes sociais, destacando que a lesão o afastou da Copa do Mundo de 2026 pela Seleção Brasileira, mas não do propósito de Deus. A postagem enfatizou que, mesmo em momentos de aparente perda, Deus pode transformar situações em testemunhos e que o que parecia o fim pode ser o começo de algo maior.

Curaçao viraliza em momento de fé antes da estreia na Copa do Mundo

Jogadores da seleção de Curaçao em oração e louvor antes da estreia na Copa do Mundo.

Seleção de Curaçao emociona ao compartilhar momento de oração e louvor antes da estreia na Copa do Mundo em vídeos virais

Imagens registradas no hotel Huis ter Duin, na Holanda, mostram jogadores, comissão técnica e familiares da seleção de Curaçao reunidos em um ato de fé e devoção. O momento de oração e louvor aconteceu poucas horas antes do embarque da equipe para a Copa do Mundo e rapidamente ganhou destaque nas redes sociais.

Os vídeos que viralizaram nas plataformas digitais exibem o atacante Kenji Gorré, que atua no Maccabi Haifa, de Israel, conduzindo a cerimônia. O encontro incluiu momentos de oração intensa, cânticos e a participação de uma banda musical, demonstrando a forte união e espiritualidade do grupo.

A concentração da equipe ocorreu na Holanda devido à condição de Curaçao como país constituinte do Reino dos Países Baixos. Essa ligação viabilizou a preparação da seleção em território holandês, facilitando a logística para o torneio mundial.

A seleção de Curaçao fará sua estreia no Mundial, integrando o Grupo E. O primeiro confronto está marcado para o dia 14 de junho, contra a Alemanha. Posteriormente, a equipe enfrentará Equador e Costa do Marfim, completando sua participação na fase de grupos.

A mobilização religiosa da equipe gerou uma repercussão amplamente positiva entre os torcedores nas redes sociais, que elogiaram a demonstração de fé e união do time. Vale notar que Kenji Gorré já havia compartilhado anteriormente outros registros de momentos de oração ao lado de seus companheiros de seleção.

Segundo informações do site Brasil Escola, aproximadamente 72,8% da população de Curaçao professa a fé católica, o que pode contextualizar a importância dessas práticas religiosas para a equipe.

Governadores republicanos renomeiam junho para celebrar valores bíblicos e família

Família reunida celebrando valores familiares em junho.

Governadores republicanos nos EUA substituem celebrações de junho por temas de valores bíblicos e família

Governadores republicanos em diversos estados americanos estão promovendo uma reconfiguração do mês de junho, tradicionalmente associado às celebrações do Orgulho LGBTQ, para destacar o que definem como valores bíblicos e o conceito de família nuclear. Essa iniciativa busca promover mensagens alinhadas com a visão religiosa de seus governos, conforme noticiado pela CBN News.

Em Oklahoma, o governador Kevin Stitt declarou junho como o “Mês da Vida”, enfatizando a dignidade inerente a cada ser humano. A iniciativa busca também proteger a vida desde a concepção, como um passo fundamental para o sustento da família nuclear. Stitt afirmou em suas redes sociais: “Deus é autor de toda vida. Como portadores da imagem, há dignidade e valor inerentes em toda vida humana. É por isso que Oklahoma tem orgulho de declarar junho como Mês da Vida.” A governadoria expressou compromisso em apoiar mães e garantir a proteção dos não nascidos do início ao fim da gestação.

O governador do Tennessee, Bill Lee, rebatizou o mês como “Mês da Família Nuclear“, celebrando a estrutura familiar composta por “um marido, uma esposa e filhos biológicos, adotados ou de acolhimento”. A iniciativa foi ecoada pelo governador de Indiana, Mike Braun, que também declarou o mês como “Mês da Família Nuclear”. Braun ressaltou a importância do papel das famílias na construção do futuro do estado e do país.

Na visão da governadora do Alabama, Kay Ivey, os pais são “a cabeça do lar” e lares liderados por pai e mãe oferecem a estrutura e disciplina necessárias para o sucesso. Em alinhamento com o Dia dos Pais, Ivey celebrou o “Mês das Famílias Fortes”.

Outras propostas incluem o “Mês da Fidelidade” em Utah, Arkansas e outros estados controlados pelo Partido Republicano. Essa iniciativa convida os americanos a se “rededicarem aos valores de fé, família e patriotismo”.

Em 2025, o Departamento de Educação já havia promovido o “Título IX Mês”, defendendo a segurança de estudantes do sexo feminino contra políticas transgênero consideradas prejudiciais, como o uso de banheiros por homens biológicos. Naquele ano, a congressista Mary Miller também criticou o Orgulho Mês e propôs que junho fosse o “Mês da Família”, declarando que os americanos são “inundados com exibições e eventos perversos do Orgulho Mês que denigrem a família nuclear”.

Essas ações de governadores republicanos são vistas por alguns conservadores como uma oportunidade para uma “redefinição cultural”, marcando a rejeição ao Orgulho Mês em favor de valores bíblicos.

Pastor afirma que dois de três sinais proféticos para o fim dos tempos já ocorreram

Pastor discursa sobre sinais proféticos em igreja

Pastor evangélico declara que dois dos três sinais proféticos sobre a volta de Jesus Cristo já se concretizaram, conforme análise bíblica

Em análise apresentada em entrevista ao podcast “Eu Acredito”, o pastor e expositor bíblico Yossef Akiva Avraham afirmou que dois dos três sinais proféticos delineados por Jesus sobre sua segunda vinda já teriam se concretizado. A declaração, que circula nas redes sociais há cerca de nove meses, detalha os eventos que, segundo sua interpretação, apontam para a proximidade do fim dos tempos.

O primeiro sinal apontado pelo pastor é o restabelecimento do Estado de Israel, associado na Bíblia à imagem da figueira. Yossef Akiva Avraham fundamenta sua visão em passagens que mencionam o florescimento da figueira como marco temporal. “A figueira é Israel. Quando a figueira voltar a florescer de novo, Jesus diz: ‘Não passará uma geração desde o florescimento da figueira’”, explicou, ligando o evento à recriação do Estado de Israel em 1948, após quase dois mil anos de diáspora. A figura da figueira florescendo representa, para ele, a revitalização e existência do Estado.

Como segundo sinal cumprido, Yossef Akiva Avraham cita a exponencial multiplicação do conhecimento científico e os avanços tecnológicos. Ele exemplifica a evolução com o desenvolvimento da inteligência artificial, a comunicação em tempo real e as inovações na área médica. “Se alguém dissesse, há algumas décadas, que as pessoas carregariam um telefone sem fio e falariam com alguém do outro lado do mundo em tempo real, ninguém acreditaria”, comentou o pastor, destacando a velocidade e amplitude dessas transformações. “A ciência se multiplicou em todos os aspectos. Hoje nós temos inteligência artificial, tecnologias que reproduzem voz, projetos para conectar tecnologia ao cérebro humano. É uma velocidade muito rápida.”

O terceiro e último sinal profético, que segundo o expositor bíblico ainda não se cumpriu, é o reaparecimento do Templo de Jerusalém. Yossef Akiva Avraham reconhece que a construção deste templo enfrenta um obstáculo geográfico e religioso significativo, pois o local designado é atualmente ocupado pela Mesquita de Al-Aqsa, um dos locais sagrados do islamismo. “O templo só pode ser construído naquele local”, argumentou.

Para o pastor, a remoção da mesquita para dar lugar ao templo não seria um ato humano. “Só existe um jeito de aquela mesquita sair dali para que o templo seja construído. Ela teria que sair por intervenção divina. Não pode ser por intervenção humana”, concluiu.

Yossef Akiva Avraham atua no ministério evangélico desde 1995 e é conhecido por suas palestras sobre cultura judaica, exegese bíblica e escatologia, mantendo forte presença em redes sociais e eventos cristãos no Brasil.

Ataque brutal ADF deixa 24 cristãos mortos na RDC; segurança é questionada

Vila congolesa em Mbau devastada após ataque do ADF, com moradores expressando choque.

Forças Aliadas Democráticas (ADF) atacam Mbau, na República Democrática do Congo, e matam 24 cristãos dias após outro massacre

A vila de Mbau, localizada a aproximadamente 19 quilômetros de Beni City, no leste da República Democrática do Congo, foi palco de um ataque violento na noite de 2 de junho. O grupo Forças Aliadas Democráticas (ADF) é o responsável pela morte de pelo menos 24 cristãos, entre eles um pastor local e sua esposa, de acordo com informações preliminares.

Esta tragédia ocorre apenas alguns dias após outro ataque devastador ocorrido em 30 de maio na vila vizinha de Ngadi, que resultou na morte de 15 pessoas. Os recentes massacres aumentam a preocupação com a deterioração da segurança na região, que está sob a proteção das Forças Armadas Congolesas (FARDC), com apoio da Força de Defesa do Povo Ugandense (UPDF) e de forças de paz da ONU (MONUSCO).

A capacidade dos militantes em realizar ataques repetidos em áreas com significativa presença de forças de segurança levanta questionamentos entre os moradores. Edgar Mateso, analista político, classificou a situação como extremamente preocupante.

“Não é normal que o inimigo opere duas vezes na mesma área sem ser detido, enquanto a área está sob o controle total do exército regular, apoiado pela UPDF (exército ugandense) e pelas forças de paz da MONUSCO.”

Mateso ressaltou que a recorrência desses ataques expõe falhas graves na estratégia de segurança atual e exige uma resposta urgente das autoridades em Kinshasa. Ele defende uma reavaliação fundamental da abordagem governamental contra a ameaça do ADF no leste do Congo.

O analista argumentou que, sem uma revisão completa das operações militares e da governança de segurança, a população da província de Kivu do Norte continuará a sofrer. Encerrar as atividades desses militantes violentos, segundo ele, deve ser uma das mais altas prioridades nacionais.

Em menos de uma semana, combatentes do ADF foram responsáveis pela morte de mais de 40 pessoas em ataques que atingiram tanto a cidade de Beni quanto seus arredores. Além das vítimas fatais, há relatos de civis sequestrados durante os assaltos, cujo paradeiro e destino permanecem incertos.

A violência tem forçado muitas famílias a procurar parentes desaparecidos, vivendo sob o temor constante de novas agressões. Líderes comunitários apontam que o impacto psicológico sobre os residentes se agrava com a continuidade dos atos violentos.

Kasereka, um pastor batista em Beni, expressou a dificuldade de não se sentir exausto diante dos ataques contínuos.

“Para os cristãos em Kivu do Norte, esses massacres são mais um lembrete da insegurança que assola a região há anos e que tem dificultado a missão que estamos realizando.”

Marcha para Jesus 2026 São Paulo: 2 milhões declaram Jesus como Senhor em SP

Milhões de cristãos marcham em São Paulo em celebração religiosa.

Marcha para Jesus reúne multidão em São Paulo e declara Jesus Cristo como único Senhor com milhões de participantes

A Marcha para Jesus 2026 mobilizou cerca de 2 milhões de cristãos nas ruas de São Paulo na última quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi. O evento, que teve como tema “Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor”, partiu da Estação da Luz com oito trios elétricos e percorreu mais de 3 quilômetros até a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB). A celebração contou com orações, louvores e um momento de intercessão pelo Brasil.

Segundo os organizadores, o evento deste ano foi a maior marcha de todos os tempos, com um testemunho explícito de fé. A multidão reunida teve como objetivo declarar que Jesus é o único Senhor. O pastor Estevam Hernandes, presidente do evento, guiou os presentes citando a passagem bíblica de Isaías 61 para iniciar a marcha.

Durante o percurso, os fiéis entoaram cânticos e realizaram orações. Um momento significativo foi a intercessão de joelhos pelo Brasil e pelas famílias. A Bispa Sonia Hernandes registrou sua fé na ocasião: “A oração subiu ao Céu. O Deus que responde orações está aqui. Declaro que toda enfermidade que você está enfrentando cessou agora”. Para inclusão, o evento contou com intérprete de Libras.

A 34ª edição da Marcha para Jesus em São Paulo também marcou um recorde em caravanas, com mais de 26 mil inscrições vindas de diversas partes do Brasil e do exterior. Já a estimativa de público diverge entre os organizadores e pesquisadores. Enquanto os organizadores apontam para 2 milhões de pessoas, pesquisadores da USP e da ONG More in Common indicaram um público de 37,8 mil no início e durante a caminhada.

Ao final da caminhada, um grande palco recebeu shows gospel com artistas renomados. Gabriela Rocha, Aline Barros, Renascer Praise e Julliany Souza se apresentaram, adorando a Deus junto aos participantes. A dupla Jefferson e Suellen também marcou presença, proferindo uma declaração profética para as famílias brasileiras com o hino “A Bênção”.

Sesame Street Pride Month Post Sparks Renewed Criticism From Christian Leaders

Sesame Street enfrenta críticas por postagem do Mês do Orgulho

O programa infantil Sesame Street voltou a ser alvo de objeções após uma postagem em redes sociais celebrando o Mês do Orgulho. Pastores e organizações cristãs conservadoras expressaram descontentamento com a mensagem, que incluiu um cumprimento especial e uma arte com personagens em padrões de arco-íris.

Na terça-feira, a conta oficial do programa divulgou: “Feliz Mês do Orgulho do Sesame Street! Junte-se a nós para celebrar e elevar os membros [gays e lésbicas] de nossa comunidade.” A publicação veio acompanhada de uma imagem com as pelagens de personagens conhecidos, como Elmo e Cookie Monster, em um design de arco-íris.

Reações conservadoras e preocupações com o público infantil

A postagem rapidamente gerou reações negativas de líderes evangélicos e grupos de defesa conservadores. Eles argumentam que discussões sobre sexualidade não deveriam ser direcionadas ao público jovem do programa. A Turning Point USA foi uma das organizações a criticar a decisão, questionando o uso da plataforma voltada para crianças para promover temas do Orgulho.

“Este é literalmente um programa feito para crianças”, declarou a TPUSA em sua conta no X.

O pastor Josh Howerton, da Lakepointe Church em Rockwall, Texas, também manifestou preocupação, argumentando que crianças não deveriam ser expostas a debates sobre identidade ou atração sexual. “Caras, não existe um universo em que faça sentido falar com crianças sobre desejos sexuais, independentemente da visão de mundo”, escreveu Howerton. “Pare e pense no que vocês estão fazendo.”

Histórico de envolvimento do Sesame Street com temas LGBT

Esta não é a primeira vez que o programa se envolve em controvérsias relacionadas a conteúdo LGBT. No ano passado, o Sesame Street compartilhou uma imagem temática de Orgulho com braços de fantoches unidos em forma de arco-íris. A participação em celebrações anuais do Orgulho através de campanhas em redes sociais tem sido uma prática recorrente.

Em 2019, o programa publicou uma imagem com mãos de fantoches alcançando um coração colorido de arco-íris. Além disso, o programa já incorporou temas LGBT em seu conteúdo. Em 2021, um episódio apresentou o primeiro casal do mesmo sexo do programa, onde Elmo encontra dois homens, um identificado como “marido”, e a filha adotiva deles.

No ano seguinte, a atriz Ariana DeBose, que se identifica como LGBT e vencedora do Oscar, participou do programa como parte das celebrações do Mês do Orgulho.

Contexto social e pesquisa de opinião

A discussão ocorre em um momento em que as atitudes públicas em relação a relacionamentos do mesmo sexo parecem estar mudando. Uma pesquisa anual do Gallup, divulgada na quarta-feira, indicou que o apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo entre adultos americanos caiu seis pontos percentuais em relação ao pico registrado em 2022 e 2023. A pesquisa também relatou que 62% dos entrevistados consideram relacionamentos do mesmo sexo moralmente aceitáveis, o menor nível medido desde 2016.

O Sesame Street, que atende principalmente crianças em idade pré-escolar, continua a ser um ponto focal no debate sobre conteúdo LGBT em programas infantis.

Especialista alerta para acordos ocidentais com Hezbollah: ‘Eles mentiram para nós’

Sarit Zahavi, especialista em Oriente Médio, fala sobre acordos com Hezbollah.
A Lebanese soldier gestures in front of a Spanish U.N peacekeeper vehicle Dibbine village, southeast Lebanon, Friday, June 5, 2026, a day after Israeli forces withdrew following clashes with Hezbollah fighters. (AP Photo/Hussein Malla)

Especialista em Oriente Médio Sarit Zahavi desaconselha acordos ocidentais com Hezbollah citando histórico de enganos

Sarit Zahavi, uma proeminente especialista em Oriente Médio e diretora do Alma Center, expressou fortes ressalvas quanto a acordos mediado pelo Ocidente envolvendo o Hezbollah. Zahavi, que também é cidadã israelense e reside próxima à fronteira libanesa, compartilhou sua perspectiva sobre a situação de segurança na região.

As declarações de Zahavi surgem em um contexto de tensão crescente e levantam questionamentos sobre a confiabilidade das negociações com o grupo. A expertise de Zahavi abrange a complexa dinâmica militar entre o Irã e seu principal aliado, o Hezbollah.

A especialista enfatizou a importância de cautela ao se engajar em tratativas com o Hezbollah, sugerindo que promessas e compromissos anteriores por parte do grupo não foram cumpridos. A região fronteiriça entre Israel e Líbano tem sido palco de preocupações constantes para os residentes locais e para as Forças de Defesa de Israel.

Exposição de funk em SP é antecipada após denúncia ao Ministério Público

Detalhe de obra de arte em exposição de funk com elementos gráficos urbanos.

Exposição de funk no Museu da Língua Portuguesa encerra semanas antes do previsto após representação ao Ministério Público

A mostra “Funk: Um grito de ousadia e liberdade”, que ocorria no Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, teve seu encerramento antecipado. A decisão ocorreu semanas antes da data prevista devido a uma representação formalizada junto ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP).

A representação foi protocolada pelo vereador Lucas Pavanato e pelo pré-candidato a deputado estadual Felipe Sertanejo. A denúncia surgiu após uma visita dos autores à exposição, motivada por relatos de pais de alunos da rede municipal de ensino. Segundo o documento apresentado, a exposição continha imagens de mulheres com trajes considerados curtos, referências diretas à sexualidade e símbolos associados ao uso de drogas. Além disso, as obras foram descritas como promotoras da romantização do crime organizado pelos denunciantes.

Um vídeo produzido por Sertanejo, em colaboração com o influenciador Ben Pontes, durante a visita ao museu, serviu de base para a formalização da representação. O material foi levado à Promotoria da Infância e Juventude.

O promotor Guilherme Onofri Azevedo Figueiredo, responsável pela Promotoria da Infância e Juventude, iniciou uma apuração preliminar. Em sua análise inicial, o promotor apontou que os fatos descritos “em tese, podem configurar afronta às normas de proteção integral previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente”. Figueiredo destacou a garantia contra conteúdos inadequados à faixa etária e a observância da classificação indicativa como pontos de atenção.

A notícia de visitas escolares à exposição reforçou a necessidade de investigação, segundo o promotor. Diante dos elementos coletados, o MP solicitou esclarecimentos detalhados ao Museu da Língua Portuguesa, à Secretaria Municipal de Educação e à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Entre as questões levantadas pela promotoria estão os critérios para a classificação indicativa da mostra, os mecanismos de controle de acesso para menores de idade e a confirmação sobre a realização de visitas escolares. Também foram solicitadas explicações acerca da presença de conteúdos de natureza erótica, sexualização e eventual apologia a práticas ilícitas.

O Museu da Língua Portuguesa não emitiu um comentário oficial sobre o encerramento antecipado da exposição, de acordo com informações divulgadas pelo Pleno News.

Fé que Desloca Família Fronteira: A Coragem de Seguir Cristo na Etiópia

Teshome Getachew, evangelista etíope, com expressão pensativa e determinada em um cenário fronteiriço.

Evangelista etíope relata ameaças e fuga após conversão, levando a família para longe de casa para seguir Jesus

Seguir Jesus perto da fronteira etíope com a Somália impôs a Teshome Getachew um caminho de ameaças, medo e incertezas. Mesmo diante dos perigos de ser cristão em uma comunidade muçulmana somali, Getachew afirma que a jornada vale a pena, segundo informações da Persecution.org.

Após sua conversão ao cristianismo, Getachew iniciou o compartilhamento do evangelho na região de Gode e posteriormente em Jigjiga. Sua fluência no idioma somali permitiu que muitas pessoas ouvissem suas canções e testemunhos. Ele desejava que seu próprio povo pudesse ouvir sobre Jesus em sua língua, mesmo ciente da oposição que enfrentaria.

À medida que o ministério de Getachew se tornava mais visível em 2025, a hostilidade contra ele se intensificou. Em culturas somalis, a fé e a identidade nacional estão intrinsecamente ligadas. Aqueles que abandonam o islamismo são frequentemente vistos como desertores de sua religião e nacionalidade, e quem prega o evangelho a muçulmanos somalis é considerado um inimigo.

“Extremistas islâmicos começaram a me ameaçar abertamente por causa da minha fé cristã e testemunho”, declarou Getachew. “As pessoas começaram a me avisar que minha vida estava em perigo. Alguns disseram que eu havia traído minha comunidade. Outros que eu merecia morrer porque me recusava a parar de pregar o evangelho.”

As ameaças tornaram-se tão graves que Getachew não pôde mais permanecer em sua cidade natal. Em julho de 2025, ele fugiu com sua família para Dire Dawa, deixando tudo para trás. A fuga ocorreu em meio ao medo e à incerteza sobre o futuro, com o único objetivo de escapar antes que algo pior acontecesse.

Mesmo após a mudança, o temor persistiu. “A pressão continuou, e minha família vive com cautela todos os dias”, relatou Getachew. “Não estamos livres do perigo e, toda vez que ouço uma notícia inesperada ou vejo pessoas desconhecidas ao nosso redor, fico preocupado. Minha família vive com medo o tempo todo.”

A perseguição afetou profundamente sua esposa e filhos. Seu filho de 7 anos e sua filha de 3 anos tiveram dificuldades para se adaptar à vida após o deslocamento. “Como pai, isso parte meu coração”, confessou Getachew. “Meus filhos perderam a estabilidade e a paz por causa da minha fé. Às vezes, pergunto-me quanto tempo eles viverão assim.”

Apesar do sofrimento, Getachew reafirma seu compromisso com Cristo. “Continuo adorando silenciosamente e encorajando outros crentes sempre que possível”, disse. “Jesus nunca me abandonou, mesmo no medo. Há momentos em que me sinto fraco, mas minha fé me dá força para continuar. Acredito que o evangelho vale o sofrimento.”