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Reforma Policial na Nigéria Avança Buscando Fim de Falhas de Segurança Crônicas

Policiais estaduais nigerianos em patrulha em um vilarejo

Parlamento Nigeriano Dá Passo Crucial Para Criação de Polícias Estaduais em Reforma Histórica de Segurança

O parlamento da Nigéria deu um passo significativo em direção a uma das reformas de segurança mais importantes do país em décadas, aprovando uma legislação que permitirá que cada um dos 36 estados estabeleça e opere suas próprias forças policiais. Esta medida, que conta com amplo apoio político e o aval do Presidente Bola Tinubu, agora necessita da aprovação de pelo menos dois terços das assembleias estaduais para entrar em vigor.

A proposta visa transformar a abordagem do país ao terrorismo e à violência comunitária, que têm sido marcados por falhas consistentes sob o sistema centralizado atual. Por décadas, a segurança na Nigéria tem sido controlada quase exclusivamente a partir de Abuja, a capital federal. Oficiais federais frequentemente são deslocados de suas regiões de origem e desconhecem as comunidades que deveriam servir, em meio a tensões sociais profundas.

Governadores estaduais detêm responsabilidade política pela segurança, mas possuem controle operacional limitado sobre as polícias locais. Críticos apontam que essa estrutura contribui para respostas lentas a ataques e, em alguns casos, negligência, conforme documentado por organizações como a International Christian Concern (ICC).

Exemplos recentes ilustram a urgência da reforma. Em 2022, moradores de Owo, no sudoeste, alertaram sobre insegurança antes de um ataque a uma igreja católica ligada ao Estado Islâmico na África Ocidental (ISWAP), que resultou na morte de dezenas de fiéis. Na mesma linha, comunidades no sul de Kaduna há anos relatam ataques de militantes Fulani que terminam antes da chegada das forças de segurança, apesar da proximidade de instalações militares.

A violência interna na Nigéria, em grande parte perpetrada por grupos como Boko Haram e militantes Fulani, já causou dezenas de milhares de mortes e centenas de milhares de deslocados. Cristãos têm sido desproporcionalmente afetados, com igrejas, pastores e aldeias sendo alvos frequentes.

Advogados da reforma argumentam que polícias estaduais poderiam aprimorar a coleta de inteligência e agilizar o tempo de resposta. No entanto, preocupações com o possível mau uso dessas forças por governadores contra oponentes políticos ou minorias persistem. Questões sobre financiamento, prestação de contas e coordenação entre os níveis estadual e federal ainda precisam ser resolvidas.

A história nigeriana já apresentou exemplos de abuso de poder por líderes políticos em estruturas de segurança, como quando o ex-governador de Kaduna, Nasir El-Rufai, usou forças de segurança contra manifestantes pacíficos. Para que a polícia estadual seja bem-sucedida, defensores de direitos humanos enfatizam a necessidade de mecanismos robustos de responsabilização, transparência e respeito às normas de direitos humanos.

A implementação eficaz desta reforma pode representar um avanço crucial para a segurança de comunidades vulneráveis, oferecendo a possibilidade de instituições de segurança mais responsivas e conectadas localmente, o que pode significar a diferença entre a vida e a morte para populações sob ameaça constante.

Pais que frequentam a igreja semanalmente são mais propensos a transmitir a fé aos filhos, aponta estudo

Família lendo a Bíblia
Família lendo a Bíblia

Pais que frequentam a igreja semanalmente são mais propensos a transmitir a fé aos filhos, estudo encontra

Crianças criadas por pais que frequentavam a igreja regularmente têm mais do dobro de chances de manter uma vida religiosa ativa na vida adulta. Essa descoberta vem de um novo relatório que analisou a transmissão intergeracional da fé, destacando a importância da participação religiosa dos pais no desenvolvimento espiritual dos filhos.

O relatório, intitulado “Passing the Torch: How Faith Moves Across Generations” (Passando a Tocha: Como a Fé se Move Entre Gerações), foi divulgado em junho pelo Institute for Family Studies e pela Communio. Os pesquisadores examinaram dados de quatro estudos nacionais envolvendo milhares de americanos que foram criados em lares religiosos.

Frequência na igreja como preditor de fé adulta

A frequência dos pais na igreja emergiu como um preditor chave da fé adulta. De acordo com os dados analisados, 26% dos adultos cujos pais frequentavam a igreja semanalmente também frequentavam regularmente, em comparação com apenas 12% daqueles cujos pais não frequentavam.

A importância da fé para os pais

A importância que os pais atribuem à fé também parece influenciar seus filhos a longo prazo. Quando os pais descreveram a religião como “muito importante em suas vidas”, quase dois terços de seus filhos expressaram posteriormente um nível semelhante de compromisso na vida adulta.

O papel da oração familiar

Pesquisadores também identificaram uma forte conexão entre os hábitos de oração dos pais e a vida espiritual de seus filhos. Pais que oravam diariamente apresentaram uma probabilidade de 47% de criar filhos que continuavam a orar regularmente como adultos. Esse índice cai para menos de um terço entre os pais que não mantinham uma rotina diária de oração.

Práticas religiosas em família fortalecem a fé

Além da frequência na igreja, práticas religiosas em família foram associadas a resultados de fé mais fortes mais tarde na vida. Atividades compartilhadas, como orações familiares e agradecimentos antes das refeições, foram ligadas a níveis mais altos de engajamento religioso durante a vida adulta.

“Crianças que participam dessas práticas com seus pais têm maior probabilidade de ir à igreja, dizer que a religião é muito importante para elas, orar regularmente, identificar-se como cristãs e relatar crença na divindade de Jesus Cristo até meados ou final dos seus 20 anos”, concluiu o relatório.

Influência da participação de ambos os pais

A presença de ambos os pais nas atividades religiosas mostrou-se especialmente significativa. Entre os indivíduos que frequentavam a igreja ao lado de sua mãe e de seu pai, 41% permaneceram frequentadores assíduos como adultos. Essa taxa é substancialmente maior do que entre aqueles criados em lares onde apenas um dos pais frequentava os cultos regularmente.

Qualidade do casamento e transmissão da fé

A qualidade do casamento também foi correlacionada à transmissão da fé. Pesquisadores descobriram que pais que estavam “completamente satisfeitos” com seus casamentos se envolviam em quase cinco conversas relacionadas à fé por semana com seus filhos. Em contraste, pais que estavam “pouco” ou “nada satisfeitos” com seus casamentos realizavam menos de quatro conversas semanais.

Relações familiares positivas e compromisso religioso

Dados de longo prazo sugerem que casamentos saudáveis podem contribuir para melhores resultados espirituais para os filhos. Adultos cujos pais se descreveram como “muito felizes” em seus casamentos tiveram uma probabilidade de 46% de orar diariamente, em comparação com 41% entre aqueles criados em lares menos felizes.

O estudo também apontou que fortes relacionamentos pais-filhos estavam intimamente associados ao compromisso religioso duradouro. Comparados a indivíduos que relataram relacionamentos distantes ou ruins com seus pais, aqueles que desfrutavam de relacionamentos positivos com ambos os pais eram 76% mais propensos a frequentar a igreja semanalmente, 66% mais propensos a orar todos os dias, 87% mais propensos a considerar a religião altamente importante e 97% mais propensos a expressar crença em Deus.

Documentos forjados em caso de Maria Shahbaz levantam suspeitas de fraude judicial

Ativistas e especialistas legais denunciam falsificação de documentos no caso de Maria Shahbaz, validado pelo tribunal constitucional

Ativistas pelos direitos cristãos e especialistas jurídicos revelaram em Lahore, Paquistão, no dia 6 de junho, que os documentos apresentados para validar o casamento de Maria Shahbaz, então com 13 anos, foram extensivamente forjados. As alegações surgiram após o Tribunal Constitucional Federal (FCC) ter considerado o casamento válido em março, com base em observações sobre a idade aparente da menor e permissões da lei islâmica para casamentos com mulheres do “Ahl-e-Kitab” (Povo do Livro).

A decisão do FCC, que negou o pedido da família para reaver a filha, foi contestada pelos especialistas. Eles apontaram falhas cruciais nos documentos, incluindo um certificado de casamento (Nikahnama) sem a assinatura ou impressão digital de Maria, nem seu número de identidade nacional. Adicionalmente, o clérigo muçulmano listado como celebrante negou formalmente ter realizado ou testemunhado a cerimônia.

Outro ponto levantado pelos denunciantes diz respeito à declaração de Maria perante o magistrado. O documento foi redigido em inglês, idioma que Maria não domina, sendo seu idioma nativo o punjabi. Isso levanta sérias dúvidas sobre a autenticidade da declaração e se ela compreendeu o conteúdo do que foi registrado.

Especialistas jurídicos consideram que o caso expõe falhas sistêmicas profundas no judiciário e nas forças de segurança do Paquistão. A apresentação de documentos falsificados a uma corte constitucional, sem consequências aparentes imediatas, demonstra uma sensação de impunidade para criminosos envolvidos em tais atos.

Apesar dos obstáculos, a família de Maria Shahbaz mantém a luta pela sua recuperação. O pai, Shahbaz Masih, protocolou um pedido de revisão em 30 de abril para contestar a decisão judicial. A comunidade cristã local e ativistas continuam a se mobilizar, exigindo uma investigação completa sobre a autenticidade dos documentos apresentados.

Casos como o de Maria não são isolados no Paquistão. Estima-se que cerca de 1.000 meninas, muitas delas cristãs, sejam sequestradas anualmente. Frequentemente, são forçadas à conversão e a casamentos com homens muçulmanos mais velhos. Quando os pais buscam seus direitos legalmente, a ausência de certidões de nascimento que comprovem a menoridade dificulta a recuperação das jovens, com decisões judiciais frequentemente favorecendo os raptores.

Mais de 25 cristãos feridos após invasão de igreja por extremistas hindus na Índia

Igreja atacada por extremistas na Índia com fiéis feridos

Intolerância religiosa na Índia deixa mais de 25 fiéis feridos em ataque a igreja por extremistas hindus

Mais de 25 cristãos sofreram ferimentos após uma igreja ser invadida por um grupo de extremistas hindus durante um culto religioso. O ataque ocorreu na sexta-feira, 31 de maio, na vila de Sadrapal, localizada no distrito de Sukma, no estado de Chhattisgarh, Índia. Entre as vítimas estão homens, mulheres, idosos e a esposa grávida do pastor da congregação.

A violência irrompeu enquanto aproximadamente 70 cristãos participavam de uma reunião de oração, liderada pelo pastor Hunga Mandavi. Segundo informações da International Christian Concern (ICC), os agressores interromperam a cerimônia e atacaram os presentes com paus, arcos, flechas e facões. Pelo menos oito cristãos apresentaram traumatismos cranianos graves e necessitaram de atendimento médico emergencial. Os casos mais graves foram encaminhados para o Hospital Governamental do distrito de Sukma e outras unidades de saúde da região.

Após o incidente, os responsáveis pela agressão alegaram que a motivação seria uma disputa de terras. Contudo, líderes cristãos refutaram essa versão, afirmando que o ataque foi impulsionado pela hostilidade contra a fé cristã e a realização de cultos na comunidade.

Aumento da violência religiosa em Chhattisgarh

Um representante da Aliança Cristã Progressista (PCA), rede que congrega pastores, líderes religiosos e assistentes sociais, relatou um aumento significativo nos casos de violência contra cristãos em Chhattisgarh desde março deste ano. A aprovação da revisão da lei anticonversão no estado é apontada como um fator que contribui para essa escalada.

“Quase todos os dias ouvimos falar de incidentes desse tipo no estado, e isso pode perturbar a harmonia comunitária nas comunidades locais. Os cristãos estão muito preocupados”, declarou o representante da PCA.

Líderes locais também conectaram o ataque ao crescimento das tensões religiosas na área. Em abril, uma família cristã do mesmo distrito foi agredida sob a exigência de participar do ritual “Ghar Wapsi”, promovido por grupos nacionalistas hindus para converter cristãos de volta ao hinduísmo.

Embora tenha sido elaborada para regulamentar conversões religiosas, a Lei de Liberdade Religiosa de Chhattisgarh de 2026 acabou por permitir que extremistas locais classifiquem cultos de oração dominicais como atividades ilegais. Atualmente, Chhattisgarh figura como o segundo estado com maior registro de discursos de ódio e violência contra cristãos na Índia, atrás apenas de Uttar Pradesh.

Em resposta ao ocorrido, famílias das vítimas, organizações de direitos humanos e líderes cristãos têm demandado das autoridades de Chhattisgarh uma investigação rápida, justa e imparcial. Eles solicitam que o caso seja reconhecido como violência comunitária e que os envolvidos sejam responsabilizados, em vez de ser classificado apenas como uma disputa territorial.

Irã Reprime com Força Brutal Dissenters e Minorias Religiosas

Manifestantes em Paris clamam por direitos humanos no Irã.
In this frame grab from footage circulating on social media shows protesters dancing and cheering around a bonfire as they take to the streets despite an intensifying crackdown as the Islamic Republic remains cut off from the rest of the world, in Tehran, Iran, Friday, Jan. 9, 2026.(UGC via AP)

Arcebispos e rabinos denunciam escalada de repressão e execuções no Irã em meio a clima de guerra, segundo analista de direitos humanos

Autoridades iranianas estariam usando o clima de guerra como pretexto para intensificar a repressão interna e silenciar a crescente oposição, segundo uma análise de direitos humanos. Dezenas de pessoas foram executadas após julgamentos considerados injustos e confissões obtidas sob coação. Um comunicado conjunto de 30 arcebispos, bispos e rabinos destacou que o chefe do judiciário solicitou publicamente a aceleração de sentenças, suprimindo salvaguardas legais e o devido processo para agilizar a emissão e execução de penas de morte.

O analista de direitos humanos, com mais de cinquenta anos de experiência em casos de direitos humanos em diversas regiões do mundo, observa que uma parcela significativa dos executados foi alvo devido à sua afiliação com a Organização Mojahedin do Povo do Irã (PMOI/MEK). Outros detidos ligados à organização permanecem no corredor da morte, incluindo jovens protestantes detidos durante a revolta de janeiro e indivíduos com idades entre 18 e 60 anos.

Relatos indicam que as famílias frequentemente são informadas sobre as execuções somente após o ocorrido, sendo convocadas a cemitérios onde os corpos aguardam. Em muitos casos envolvendo membros da PMOI, os corpos são retidos, negando aos familiares o direito básico de sepultamento. Em uma situação documentada, irmãs que insistiram em saber a localização do túmulo de seu irmão foram presas e permanecem detidas.

As vítimas de execuções e detenções teriam sido submetidas a torturas físicas e psicológicas severas para obtenção de confissões forçadas. Essas práticas são descritas não como procedimentos de um estado de direito, mas como marcas de uma inquisição motivada pelo medo. O Irã figura entre os piores perseguidores de minorias religiosas, especialmente a cristã.

Igrejas domésticas são alvo de batidas policiais, e fiéis são detidos durante cultos. Pastores enfrentam sentenças por possuir Bíblias, e conversos podem receber longas penas de prisão, em alguns casos culminando em execução. A perseguição se estende à fé como um todo, considerada uma ameaça pelas autoridades.

A fonte relembra o caso do Bispo Haik Hovsepian Mehr, superintendente das igrejas Assembleias de Deus no Irã, que desapareceu em 19 de janeiro de 1994 e cujo corpo mutilado foi encontrado posteriormente. Sua oposição pública à perseguição de cristãos levou ao seu desaparecimento, e as autoridades iranianas são amplamente apontadas como responsáveis. Um dia antes de seu sequestro, o bispo escreveu sobre os perigos enfrentados pelos cristãos, expressando disposição para morrer pela causa da igreja.

O sofrimento dos inocentes, na tradição cristã, não é silencioso, e as vozes das vítimas ecoam além das forcas, testemunhando a injustiça e apelando à consciência mundial. O povo iraniano clama por liberdade, demonstrando coragem em levantes nacionais recentes, que resultaram em milhares de mortos e dezenas de milhares de presos por buscarem direitos fundamentais.

Um protesto internacional contra as execuções está agendado para 20 de junho em Paris, reunindo mais de 100 mil iranianos e apoiadores. Políticos de ambos os lados do Atlântico confirmaram presença para expressar apoio ao Conselho Nacional de Resistência do Irã (NCRI), uma coalizão de movimentos de oposição que rejeita tanto a antiga ditadura Pahlavi quanto a teocracia atual. O NCRI propõe um plano de dez pontos para uma transição democrática, que inclui a separação entre religião e Estado, igualdade de gênero, um Irã não nuclear e liberdade de religião.

Em 28 de fevereiro, o NCRI anunciou a formação de um governo provisório com base neste plano democrático. A análise conclui que é crucial ouvir e amplificar a mensagem que emanará de Paris, pois este é um momento em que responsabilidade moral e interesse estratégico se alinham. Permanecer em silêncio diante do sofrimento é considerado cumplicidade, e a defesa da luta do povo iraniano por liberdade e dignidade é apresentada como um imperativo.

Após seis anos sob árvore, congregação africana inaugura templo histórico

Congregação africana celebra inauguração de novo templo no Malawi.

Comunidade em Malawi celebra a inauguração de templo após seis anos de cultos realizados debaixo de árvore

Uma congregação no interior do Malawi celebrou em 31 de maio a inauguração de seu próprio templo, marcando o fim de seis anos de cultos realizados ao ar livre. A comunidade na região de Nsanje, que anteriormente se reunia sob uma árvore, agora conta com um espaço dedicado à adoração.

A construção do templo foi uma iniciativa conjunta da Abba Church Marlboro, sediada nos Estados Unidos, e da missão brasileira “Até que Todos Saibam”, liderada por Tia Jô. O novo espaço, edificado em alvenaria, é equipado com cadeiras, sistema de som, bateria e até um sistema de energia solar, beneficiando uma localidade sem acesso à rede elétrica.

Durante a cerimônia de inauguração, missionários, líderes e membros da congregação declararam em uníssono a expectativa de que a nova estrutura supere a anterior em importância. A missão brasileira ressaltou a perseverança da comunidade: “Essa comunidade em Malawi permaneceu firme, adorando a Deus, ouvindo Sua Palavra e perseverando na fé. Hoje, eles receberam sua própria igreja, um testemunho vivo de que a fidelidade produz frutos!” A declaração foi compartilhada no perfil da missão no Instagram.

O missionário Josué Fernandes, presente no evento, testemunhou o cumprimento de um propósito: “Deus atendeu as orações dos teus servos”. O terreno para a construção foi adquirido no ano anterior, durante uma viagem da equipe da missão ao país.

A missionária Tia Jô relatou um momento significativo durante a aquisição do terreno: “No dia em que comprei o terreno para construirmos a Igreja da Árvore, uma mãe se ajoelhou aos meus pés…não por mim, mas pela esperança que Deus acabou de entregar para o povo dela”. Segundo ela, a mulher expressou com lágrimas nos olhos o cansaço de anos cultuando em condições adversas, como chuva, vento e sol intenso, mas que nunca abandonaram a fé.

A missão “Até que Todos Saibam” atua no Malawi com projetos voltados para crianças, oferecendo educação e alimentação. No ano passado, a organização inaugurou uma pré-escola com o objetivo de impactar o futuro de 100 crianças e alcançar suas famílias através do Evangelho.

“Se o Evangelho não chegar, o islamismo chega. É nossa responsabilidade anunciar a verdade, e nossa responsabilidade levar Jesus para está nação que o Senhor nos confiou”, afirmou Tia Jô sobre a importância do trabalho missionário na região.

Recentemente, a Abba Church Marlboro também apoiou as atividades de evangelização local com a doação de 10 motocicletas e 40 bicicletas para obreiros da região.

Muçulmanos em Massa Abandonam Islã Buscando Fé em Cristo Em Visões

Homem do Oriente Médio em reflexão espiritual

Ex-muçulmano relata conversões em massa ao cristianismo impulsionadas por visões divinas no Oriente Médio

Uma notável expansão do cristianismo tem sido observada no Oriente Médio, levando muitos a questionar as razões por trás da adesão de tantos muçulmanos à fé em Jesus Cristo globalmente. John Ghanim, originário do Iêmen e criado em uma família muçulmana devota, compartilhou sua experiência e observações sobre esse fenômeno em uma entrevista.

Ghanim descreveu que muitas pessoas têm experimentado visões e sonhos com Jesus, levando-as a questionar ensinamentos de infância. Essa vivência espiritual tem sido um catalisador para a busca por uma nova fé.

Em sua jornada pessoal, Ghanim, que deixou o Islã em Meca, compartilha como essas experiências sobrenaturais o levaram a questionar tudo o que lhe foi ensinado desde cedo. Sua história foi apresentada em um episódio do podcast Radical Revelations.

“Estamos falando de um incremento importante…”

A ascensão de relatos como o de Ghanim sugere um movimento significativo de indivíduos deixando o Islã após experiências espirituais profundas que os conduzem à fé cristã.

Médico missionário se recupera de Ebola no Congo e agradece: ‘Gratidão a Deus’

Médico missionário sorri aliviado após receber alta hospitalar após tratamento de Ebola.

Médico missionário americano recebe alta após contrair Ebola no Congo e expressa gratidão

O médico missionário americano Peter Stafford, que contraiu Ebola enquanto servia na República Democrática do Congo (RDC), recebeu alta do hospital em Berlim. Stafford passou semanas em tratamento intensivo após ser infectado. Segundo a organização cristã Serge, sua família também foi liberada da quarentena.

Rebekah Stafford, esposa do médico e também profissional da saúde, expressou gratidão em nome da família pelas orações recebidas. “Em nome da nossa família, gostaria de expressar a nossa profunda gratidão a Deus por preservar a vida de Peter e a todos os que oraram e continuam a orar em nosso nome”, declarou.

Peter Stafford atua como cirurgião pela Serge e foi exposto ao vírus Ebola durante uma cirurgia no Hospital Nyankunde, no leste congolês, onde trabalha desde 2023. A infecção ocorreu antes da confirmação oficial do surto da variante Bundibugyo na região.

Após apresentar sintomas, o médico foi transferido em maio para o Hospital Universitário Charité, em Berlim. Considerada uma referência europeia em doenças infecciosas, a unidade de saúde aplicou terapias experimentais contra a variante específica do Ebola.

Os exames realizados no final de maio indicaram a ausência do vírus, e Stafford permaneceu mais de 72 horas sem sintomas, cumprindo os critérios internacionais para o fim do isolamento. Durante a recuperação, o médico ressaltou a qualidade do atendimento recebido, mas também apontou a disparidade de recursos disponíveis para pacientes no Congo.

O caso acontece em meio a um dos mais significativos surtos recentes de Ebola na África Central. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já implementou um plano emergencial para conter a disseminação da doença na RDC e em países vizinhos.

Autoridades sanitárias alertam que a variante Bundibugyo, embora menos comum, ainda carece de vacinas e tratamentos amplamente aprovados, o que representa um desafio para o controle da epidemia. A missão Serge também informou sobre a evacuação de outro médico missionário americano, Patrick LaRochelle, após exposição de alto risco, embora ele não tenha apresentado sintomas.

SBC Messengers Aprovam Emenda Reforçando Proibição de Pastoras

SBC reforça proibição de pastoras com nova emenda constitucional

Messengers da Convenção Batista do Sul (SBC) aprovaram, de forma avassaladora, uma emenda constitucional que visa fortalecer as restrições da denominação para que mulheres sirvam em funções de liderança pastoral. A decisão foi tomada durante a Reunião Anual da SBC em Orlando, Flórida.

A medida, conhecida como a “Emenda da Verdade e Unidade”, recebeu 6.028 votos a favor e 2.026 contra, atingindo 74,66% do apoio. Este percentual superou o limiar de dois terços necessário para a aprovação de emendas constitucionais. Para ser formalmente incorporada à Constituição da SBC, a emenda ainda precisará de uma segunda rodada de aprovação na próxima Reunião Anual, que ocorrerá em Anaheim, Califórnia.

Detalhes da emenda e debate

A proposta estabelece um novo requisito para as igrejas que buscam manter uma cooperação amistosa com a SBC. A partir de agora, uma congregação deve se comprometer a não “afirmar, nomear ou endossar uma mulher servindo no ofício ou função de pastor/ancião/supervisor, como pregar para a congregação reunida”.

O debate que precedeu a votação revelou visões divergentes sobre o alcance da supervisão denominacional sobre as igrejas locais. O Pastor Doug Mize, da First Baptist Church em Greer, Carolina do Sul, argumentou que os processos existentes na SBC já são suficientes para lidar com igrejas que reconhecem pastoras. Ele afirmou que a proposta ia além do necessário, citando a diminuição no número de igrejas lideradas por pastoras seniores dentro da denominação.

Por outro lado, os defensores da emenda sustentaram que ela proporcionaria maior clareza doutrinária em meio a debates culturais sobre gênero e liderança eclesiástica. Colin Smothers, pastor pregador da First Baptist Church de Maize, Kansas, endossou a proposta, descrevendo-a como “fiel às Escrituras” e alertando que “a cultura está atacando o gênero em todas as frentes”. Smothers enfatizou a importância de afirmar a ordem da criação de Deus relacionada ao ofício pastoral.

Contexto histórico da votação

A votação deste ano apresentou um resultado diferente da Reunião Anual de 2025, realizada em Dallas, Texas. Na ocasião, uma emenda semelhante não foi aprovada, apesar de ter recebido apoio majoritário. Naquele momento, a proposta obteve 3.421 votos e 60,74% de aprovação, mas ficou aquém da maioria de dois terços exigida para sua adoção.

A aprovação da “Emenda da Verdade e Unidade” em 2026 representa um passo significativo na consolidação da posição da Convenção Batista do Sul em relação ao papel das mulheres na liderança pastoral, estabelecendo um critério mais explícito para a afiliação denominacional.

Apresentadora da Fox & Friends lança livro para reacender o orgulho americano nas crianças

Apresentadora Ainsley Earhardt segura seu livro infantil sobre o orgulho americano.
Steve Doocy, left, Ainsley Earhardt, center, and Brian Kilmeade, right, arrive at the Fox Nation's Patriot Awards, Thursday, Nov. 16, 2023, in Nashville, Tenn. (AP Photo/George Walker IV)

Apresentadora da Fox & Friends lança livro infantil para reacender o orgulho americano e a gratidão pela liberdade

A apresentadora do “Fox & Friends”, Ainsley Earhardt, está dedicando seus esforços a inspirar as crianças a amarem os Estados Unidos. Com o lançamento de seu novo livro infantil, intitulado “America, I’m So Glad You Were Born: Celebrating the Country We Love”, Earhardt busca oferecer um lembrete sobre a nação para jovens e adultos.

Segundo Earhardt, a iniciativa visa reconectar as pessoas com os fundamentos e as razões para serem gratas por serem americanas, destacando as liberdades concedidas por Deus e reconhecidas pelos Fundadores do país na Constituição.

A apresentadora acredita que a negatividade crescente em relação aos EUA entre os jovens se deve, em parte, à falta de vivência de eventos marcantes como os ataques de 11 de setembro. Gerações anteriores, que enfrentaram grandes adversidades, como a Segunda Guerra Mundial, desenvolveram uma profunda apreciação pelo país e suas conquistas.

“Nossos avós eram tão patriotas porque lutaram na Segunda Guerra Mundial”, explicou Earhardt, ressaltando o sacrifício e o trabalho árduo dessas gerações para garantir um futuro melhor para seus filhos. Essa gratidão pela República e pelas liberdades americanas era evidente, especialmente ao compararem com outros países.

Earhardt também pontuou que muitas liberdades, como a de ir à escola, dirigir ou a livre expressão, são frequentemente tomadas como garantidas nos Estados Unidos, diferentemente de países como o Irã, onde as mulheres enfrentam severas restrições.

Ao discutir a importância de valorizar a liberdade, ela mencionou casos de perseguição a cristãos em outras partes do mundo, onde a prática da fé pode levar à prisão ou à morte. A apresentadora alertou contra a adoção de um sistema socialista, sugerindo que aqueles que migraram de países como Cuba podem oferecer um testemunho valioso sobre o que esse modelo representa.

Com seu livro, Ainsley Earhardt tem como objetivo enfatizar que os Estados Unidos foram fundados sobre valores cristãos e um legado de fé. O 4 de julho, para ela, não deve ser apenas uma celebração de fogos de artifício e festividades, mas uma ocasião para lembrar que as cores da bandeira representam liberdades e direitos divinos.

Earhardt concluiu que o propósito da vida é servir a Cristo, e que reconhecer o quão afortunados são por viverem nos Estados Unidos, com o direito de escolher onde ir à igreja, votar, expressar-se livremente, escrever, protestar e viver sem medo de serem presos, é um dom fundamental.