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Lutador brasileiro prega fé cristã após vitória histórica na Casa Branca

Mauricio Ruffy discursando após vitória na Casa Branca

Lutador brasileiro Mauricio Ruffy declara Jesus após vencer Michael Chandler em evento na Casa Branca

O lutador brasileiro Mauricio Ruffy utilizou o palco de uma expressiva vitória sobre Michael Chandler, no UFC Freedom 250, para compartilhar uma mensagem religiosa. O evento ocorreu no domingo, nos Estados Unidos, em uma estrutura montada no gramado da Casa Branca, como parte das comemorações dos 250 anos da independência americana.

Após derrotar o adversário por nocaute técnico no primeiro round, Ruffy concedeu entrevista e citou o versículo bíblico João 3:16. O atleta expressou sua crença e seu desejo de que outros também experimentem a fé cristã.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Jesus salvou a minha vida; ele quer salvar a sua também. Entregue a sua vida a Jesus.

Posteriormente, Ruffy reforçou suas convicções em suas redes sociais. Ele destacou que a mensagem mais importante para ele não era o resultado esportivo, mas sim sua experiência com a fé.

“Jesus mudou completamente a minha história e está de braços abertos para transformar a sua também. Nossa maior vitória não é conquistada pela nossa própria força, mas quando deixamos que Ele assuma o controle de tudo”, escreveu.

O combate contra Michael Chandler, ex-campeão do Bellator e conhecido na categoria dos leves, foi marcado pela estratégia de Ruffy, que utilizou velocidade e alcance para controlar a luta. O lutador brasileiro aplicou uma sequência de golpes no corpo e jabs, culminando em ataques giratórios que prepararam o nocaute.

Nos momentos finais do primeiro assalto, Ruffy acertou uma combinação que derrubou Chandler. O árbitro encerrou a luta aos 4 minutos e 29 segundos, confirmando a vitória por nocaute técnico para o brasileiro.

Ruffy expressou otimismo em relação à disputa pelo cinturão da categoria após o triunfo. Ele afirmou estar focado em se tornar campeão e acredita ser o próximo na fila por uma disputa de título.

Em outro momento marcante, o lutador aproveitou a ocasião para pedir sua namorada, Nadine, em casamento. Ele mencionou que o desejo de fazer o pedido já existia, mas que a situação financeira anterior o impedia.

“Há algum tempo, quando conheci minha esposa, Nadine, eu realmente queria pedi-la em casamento, mas não tinha dinheiro. E agora, que lugar melhor para pedir minha esposa em casamento?”, declarou.

O evento contou com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acompanhado da primeira-dama, Melania Trump, e do presidente do UFC, Dana White. White declarou que o objetivo do evento foi celebrar o aniversário dos Estados Unidos e promover a união, sem agendas políticas.

Este evento foi para comemorar o 250º aniversário dos Estados Unidos. Não havia nenhuma agenda política. Acredito que, se você é americano, não importa sua posição política, esta noite foi simplesmente uma noite de orgulho. Espero que tenhamos criado alguma união no país e no mundo, e conquistado novos fãs.

Fé Inabalável em Meio a Perseguição: Cristão Etíope Escolhe Jesus

Homem etíope crente em Jesus, olhando para frente com expressão de fé e resiliência em meio a um cenário rural.

Fé em Cristo ressoa em meio à perseguição religiosa na Etiópia com histórias de coragem e perseverança

Juhar Bekele, que se converteu ao cristianismo em 2016 na Etiópia, transformou radicalmente sua vida ao abraçar a fé em Jesus. Enfrentando rejeição, ameaças e violência após deixar o islamismo, Bekele tornou-se um ministro que compartilha o evangelho, mesmo sob constante pressão. Ele relata que sua decisão não foi bem recebida pela comunidade, especialmente entre os muçulmanos, que passaram a odiá-lo assim que ele começou a divulgar sua nova crença.

A hostilidade enfrentada forçou Bekele a se mudar de sua residência em Hurumu para Metu, buscando segurança e a liberdade para continuar seu trabalho pastoral. No entanto, a perseguição o seguiu até Metu, onde ele sofreu agressões físicas devido à sua fé. Em busca de paz para si e sua família, Bekele se deslocou novamente, desta vez para Jimma, mas a vida ali permaneceu difícil e perigosa, com assédios e ameaças o obrigando a mudar de cidade várias outras vezes.

Em dezembro de 2025, Bekele foi atacado secretamente enquanto realizava seu ministério em igrejas domésticas clandestinas. Ele expressa o temor constante de ser atacado e até mesmo morto, o que afeta seu sono. Contudo, Bekele reafirma sua convicção de que Deus o chamou para continuar sua obra e se recusa a abandonar Cristo, pregando a mensagem em diversas cidades no sudoeste da Etiópia, onde seu ministério continua a crescer mesmo em meio às adversidades.

A situação de Bekele reflete a realidade de muitos cristãos na Etiópia, que sofrem violência por sua fé. Embora as origens dos conflitos variem, o resultado frequentemente culmina em morte ou deslocamento. A guerra em Tigray, por exemplo, lança uma sombra de medo e destruição. No entanto, aqueles que perseveram se recusam a negar Cristo para ter uma vida mais fácil.

“Sofri por causa da minha fé, mas não posso negar Jesus”, Bekele declarou. “Mesmo quando as pessoas me ameaçam, ainda quero que outros conheçam a esperança encontrada em Cristo.”

A coragem de Bekele tem servido de inspiração para as pessoas que ele atende, que também enfrentam oposição por suas crenças. O medo constante impacta profundamente sua vida diária e a de sua família, gerando preocupações com a segurança. Apesar disso, Bekele afirma que confia no Senhor e que Ele está com sua família, fortalecendo-o a cada dia.

Pregador cristão chinês notificado por autoridades por estudos bíblicos online

Pregador cristão chinês recebe advertência de autoridades em sua casa por realizar reuniões online.

Pregador cristão em Yunnan é advertido por autoridades chinesas por conduzir reuniões de oração e estudo bíblico online

Um pregador cristão da província de Yunnan, no sudoeste da China, foi advertido por autoridades locais por realizar estudos bíblicos e reuniões de oração através da plataforma Zoom. A notificação foi entregue em sua residência por sete representantes do Departamento de Assuntos Étnicos e Religiosos, acompanhados por outros agentes governamentais, na quarta-feira, 3 de junho. A ação visa interromper o que as autoridades consideram uma violação dos Regulamentos da China sobre Assuntos Religiosos, por envolver ensino da doutrina cristã e organização de reuniões sem permissão.

De acordo com a organização cristã ChinaAid, o documento entregue a Chang Hao exigia o encerramento imediato das atividades. A notificação também alertava para a possibilidade de sanções administrativas ou abertura de investigação criminal caso as diretrizes não fossem cumpridas. Durante a visita, os agentes apresentaram capturas de tela de uma das reuniões, parte da iniciativa “17h na China – Reunião de Oração do Reino”, que une cristãos para orações diárias por pessoas presas por motivos de fé.

Chang relatou a chegada de cinco viaturas à sua residência durante a abordagem, e que tanto ele quanto os agentes registraram o momento em fotos e vídeos. No dia seguinte à visita, sua conta na plataforma WeChat foi restringida. Em resposta, ele contestou a decisão das autoridades.

“Fé não é um crime. Minha fé não viola a Constituição da República Popular da China ou a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Pelo contrário, quaisquer disposições que entrem em conflito com a Constituição e o direito internacional são leis injustas, e os cidadãos têm o direito de se recusar a cumpri-las”, declarou o pregador.

Chang Hao, conhecido por defender a liberdade religiosa e direitos de grupos vulneráveis, possui histórico de enfrentamento com autoridades chinesas. Em abril de 2023, ele foi detido após comentários sobre liberdade religiosa na internet e posteriormente condenado a um ano e dois meses de prisão, período em que seu estado de saúde piorou, segundo relatos. Após ser liberado em junho de 2024, retomou suas atividades evangelísticas.

A ChinaAid indicou que a recente notificação sugere que as autoridades continuam monitorando as atividades do pregador. Organizações cristãs e grupos de direitos humanos, dentro e fora da China, acompanham o caso e expressam preocupação com potenciais restrições ou medidas legais contra Chang e outros participantes da rede de oração.

A saga por trás de ‘Em Deus nós Confiamos’ nas notas de dólar

Nota de dólar com a inscrição 'Em Deus nós Confiamos' em destaque.

A inspiradora jornada para estampar ‘Em Deus nós Confiamos’ nas cédulas de dólar

A frase ‘In God We Trust’ (“Em Deus nós Confiamos”) nas notas de dólar é o resultado de uma campanha liderada por Matthew Rothert Sr., empresário do Arkansas, que via uma iniciativa individual com potencial para gerar impacto nacional. A trajetória de Rothert, que era presbiteriano, fabricante de móveis e colecionador de moedas, começou após uma experiência em um culto em 21 de junho de 1953.

Segundo sua filha, Alice Rothert Nelson, a inspiração divina o motivou a defender a inclusão da expressão nas cédulas, uma vez que a inscrição já constava nas moedas americanas. “O prato da coleta estava circulando, e ele sentiu que Deus lhe dizia que as moedas tinham a inscrição ‘In God We Trust’, mas eram as notas que davam a volta ao mundo”, relatou Alice.

A expressão possui raízes históricas nos Estados Unidos, tendo sido utilizada em moedas desde a Guerra Civil Americana. Em 1861, o pastor batista Mark Richards Watkinson solicitou ao então secretário do Tesouro, Salmon P. Chase, o reconhecimento público da fé em Deus em meio aos desafios do conflito. Essa iniciativa obteve apoio federal e resultou na aprovação de leis que permitiram a inclusão da frase nas moedas a partir de 1864.

Décadas depois, durante a Guerra Fria, Rothert intensificou sua defesa pela impressão do lema nas cédulas. Relatos familiares indicam que ele dedicou tempo considerável à campanha, enviando cartas a autoridades, realizando discursos e buscando apoio político, inclusive ao presidente Dwight Eisenhower e ao secretário do Tesouro, George W. Humphrey.

Em uma entrevista em 1987, Rothert expressou que acreditava estar cumprindo uma missão. “Parecia que o Senhor me dizia para fazer isso. Ele colocou a ideia tão fortemente em minha mente que trabalhei nela até alcançar meu objetivo”, declarou.

A mobilização contou com o endosso de vários parlamentares, com Rothert mantendo contato com figuras influentes como os senadores Mike Monroney, John L. McClellan e J. William Fulbright, além do deputado Oren Harris. Em janeiro de 1955, um projeto de lei para incluir a frase nas cédulas foi apresentado ao Congresso, avançando rapidamente para a mesa do presidente Eisenhower em julho do mesmo ano.

A implementação foi facilitada por otimizações nos processos de impressão governamental, minimizando os custos da alteração. A frase começou a aparecer oficialmente nas cédulas de um dólar em 1º de outubro de 1957, um ano após o Congresso ter aprovado unanimemente sua adoção como lema nacional dos Estados Unidos.

Hope Rothert Taft, outra filha de Rothert, descreveu a sequência de eventos como um resultado da providência divina. “Dá para ver como tudo se encaixou perfeitamente para que isso acontecesse”, afirmou, conforme informações do The Christian Post, usando a história do pai como exemplo da capacidade de pessoas comuns influenciarem a sociedade.

Documentos familiares revelam que Rothert via a iniciativa como uma forma de disseminar uma mensagem religiosa internacionalmente, especialmente em países sob regimes comunistas, onde as cédulas circulavam. Ele atribuía o sucesso da campanha a Deus, declarando em entrevista ao National Enquirer: “Estou imensamente orgulhoso do papel que desempenhei, mas dou todo o crédito a Deus, porque Ele colocou isso em minha mente”.

Nos últimos anos de vida, Rothert demonstrou preocupação com o que percebia como um distanciamento dos valores religiosos nos Estados Unidos. Ele faleceu em 1989, mas, segundo seu filho Matthew Rothert Jr., acreditava que a gratidão a Deus deveria permanecer parte da identidade nacional americana. A família considera que o legado de Rothert perdura na inscrição que continua presente nas cédulas em circulação.

Mercados de apostas em eventos futuros viram alvo de escrutínio no Congresso americano

Membros do Congresso dos EUA em debate sobre mercados de previsão.

Congresso dos EUA investiga mercados de previsão por riscos de insider trading e segurança nacional

Plataformas online onde usuários apostam no resultado de eventos futuros, como eleições e operações militares, estão sob intenso escrutínio no Congresso dos Estados Unidos. O que antes era visto como um nicho de apostas digitais agora gera preocupações crescentes em Washington devido ao potencial uso indevido de informações não públicas.

Diferentemente das apostas esportivas tradicionais, os mercados de previsão permitem que pessoas apostem dinheiro em desdobramentos globais significativos. Críticos argumentam que essas plataformas podem incentivar o acesso e a exploração de informações privilegiadas, uma preocupação que se intensificou após um caso de alto perfil envolvendo um soldado das Forças Especiais dos EUA.

O caso em questão envolve o Master Sgt. Gannon Ken Van Dyke, acusado de lucrar com informações internas ligadas a uma operação militar. Segundo as autoridades, Van Dyke teria feito apostas na Polymarket poucas horas antes da captura reportada do presidente venezuelano Nicolás Maduro, obtendo um lucro aproximado de US$ 400.000. Ele agora enfrenta acusações que incluem roubo de informações governamentais e fraude em commodities.

Este incidente transformou-se em um ponto focal nas discussões legislativas. Durante uma troca recente, a Senadora Elizabeth Warren questionou o Secretário de Defesa Pete Hegseth sobre atividades comerciais suspeitas ligadas a informações de guerra. “Parece que os insiders têm se dado muito bem”, declarou Warren, indagando se o momento de certas negociações poderia ser explicado por algo além de negociação privilegiada. Hegseth, por sua vez, respondeu que o manuseio de informações pelo departamento havia sido “completamente transparente”.

Em resposta a essas preocupações, legisladores buscam implementar restrições mais rigorosas. Propostas em andamento visam proibir militares e funcionários civis do Pentágono de utilizarem mercados de previsão para apostar em eventos globais. O Congresso também considera aplicar regras semelhantes a membros do próprio legislativo e suas equipes.

A questão, no entanto, apresenta complexidades políticas. O Presidente Trump já expressou apoio a esses mercados, mesmo com alguns republicanos e democratas defendendo maior fiscalização ou proibições totais. O Governador de Maryland, Wes Moore, criticou a ideia de permitir apostas baseadas em informações internas sobre operações militares, afirmando que servidores públicos jamais deveriam lucrar com informações privilegiadas. Ele também mencionou sua própria iniciativa de banir funcionários estaduais do uso de informações internas em mercados de previsão.

“É insano que as pessoas possam usar informações internas para apostar em coisas como operações militares. É por isso que fui o primeiro governador do país a proibir funcionários estaduais de usar informações internas para lucrar em mercados de previsão.”

Alguns estados já tomaram medidas. Legisladores de Minnesota proibiram completamente os mercados de previsão. Além do debate legal e político, líderes religiosos e defensores da ética levantam questionamentos morais mais profundos sobre essas plataformas.

O Dr. RaShan Frost, da Ethics & Religious Liberty Commission, argumenta que esses mercados podem degradar vidas e sofrimento humanos ao transformá-los em instrumentos financeiros. “Isso reduz os seres humanos a meras commodities”, disse Frost. “Alguém está lucrando com a calamidade alheia.” Frost também associou a expansão do jogo a danos sociais mais amplos, incluindo devastação financeira, desestruturação familiar, violência e crises de saúde mental, destacando que essa é uma questão que transcende linhas ideológicas. “Pessoas da extrema direita e da extrema esquerda veem isso como problemático”, afirmou.

Enquanto o debate se intensifica em Washington, os legisladores avaliam se os mercados de previsão representam uma nova forma de previsão ou um sistema perigoso que recompensa o acesso privilegiado, mina a confiança e coloca o interesse público em risco.

Igreja de Iowa mantém placa ‘Ditch Pride’ após protesto LGBT

Igreja de Iowa mantém placa controversa após protesto LGBT

Uma pequena igreja em Des Moines, Iowa, tem se mantido firme na decisão de manter uma placa com a mensagem “Ditch Pride. Embrace Humility!” (Rejeite o Orgulho. Abrace a Humildade!) em sua fachada. A atitude veio à tona após um protesto realizado por manifestantes LGBT do lado de fora da igreja no último domingo, durante o culto.

O pastor Michael Demastus, da Fort Des Moines Church of Christ, explicou que a placa foi afixada dias antes do início de junho, em um esforço para comunicar o que ele considera um ensinamento cristão fundamental, especialmente durante um mês em que o tema do orgulho ganha destaque na esfera pública.

Contexto da mensagem e a reação dos manifestantes

“A mensagem foi intencional, pois ouviremos falar muito sobre orgulho durante todo o mês de junho”, declarou Demastus em entrevista. “E a mensagem do cristianismo é o oposto disso. Acho que é aceitável dizer isso dentro de nossas paredes, certo? Mas assim que você leva uma mensagem como essa para fora de nossas paredes, ela não é bem recebida.”

O pastor citou as escrituras para reforçar seu ponto de vista: “Cristo não disse apenas que era uma possibilidade, Ele prometeu. Eles me odiaram; eles vão odiar vocês. Então, qualquer crente que vive sua fé na arena pública será odiado pelo mundo. Isso é uma verdade de ser uma pessoa de fé que segue Jesus.”

Segundo informações, a ativista local Heather Ryan organizou o protesto, que reuniu aproximadamente uma dúzia de participantes. Os manifestantes, embora respeitando as leis locais, utilizaram megafones para gritar em direção aos fiéis que chegavam para o serviço religioso.

“Eles tinham megafones, e eram obscenos, e eram barulhentos, e respeitaram todas as leis, mas as pessoas em nossa igreja estavam entrando no estacionamento, e eles estavam gritando com eles com seus megafones, e agindo de forma bastante grosseira.”

Ryan, por sua vez, afirmou que o objetivo do grupo era “sair e mostrar [seu] apoio a todos os [seus] amigos e vizinhos da comunidade gay”. Ela acrescentou: “Estamos aqui lutando por valores, decência e dignidade para todos. Todos são bem-vindos no estado de Iowa.”

Firmeza diante da pressão e atos de graça

Apesar da controvérsia e da pressão, o Pastor Demastus afirmou que a manifestação apenas fortaleceu sua determinação em manter a placa exposta durante todo o mês de junho. “Vou mantê-la o mês todo de junho agora”, disse ele. “Porque eles são valentões, e a intenção de algo assim é intimidar as pessoas para que mudem suas atividades. Não vou me intimidar por um grupo de valentões como esse. Isso simplesmente não vai acontecer.”

Em um gesto de distensão, vários membros da congregação levaram donuts para os manifestantes, que os aceitaram. A igreja também orou pelos manifestantes durante o culto dominical.

“Cristo morreu por eles. Cristo os ama. Cristo ama Heather Ryan. E nós sabemos que Heather Ryan não conhece Cristo, e ela está perdida; ela não entende isso, mas nós a amamos apesar de sua angústia para conosco.”

Histórico de polêmicas e protocolos de segurança

A igreja já enfrentou repercussões semelhantes no passado. Em fevereiro de 2012, a Fort Des Moines Church of Christ recebeu críticas após exibir em sua placa a frase “Gay is not okay” (Ser gay não é legal), título de um sermão do pastor Demastus. Na época, a mensagem gerou ameaças e vandalismo contra a igreja.

Demastus explicou que o sermão de 2012 surgiu de questões frequentes dos fiéis sobre os ensinamentos bíblicos a respeito da homossexualidade. Ele esclareceu que a intenção não era julgar as pessoas, mas sim o “estilo de vida gay”. Após os incidentes de 2012, a congregação implementou protocolos de segurança e estabeleceu uma equipe de segurança.

O pastor ressaltou que, mais de uma década depois, a situação se repete, mas enfatizou que, assim como em 2012, a mensagem da placa atual não tem a intenção de comunicar ódio. “Não há ódio envolvido nisso. É a mensagem do Evangelho, não é? Rejeitar o orgulho e abraçar a humildade, é quem somos como povo”, concluiu.

Tumor cerebral em homem desaparece após orações e intriga médicos na Holanda

Homem na Holanda orando com gratidão após suposta cura de tumor cerebral

Homem na Holanda relata desaparecimento de tumor cerebral após orações e choca a medicina com recuperação inesperada

Um morador da cidade de Den Helder, na Holanda, experimentou uma cura considerada milagrosa para um tumor cerebral diagnosticado previamente. O caso ganhou notoriedade após o homem participar de cultos de cura da missão Schud de Plaatsen e de um encontro com o evangelista Willem Fiege. A Revive, portal que divulgou o testemunho, destaca que o indivíduo não teve sua identidade revelada.

Nas duas reuniões religiosas, o homem recebeu orações específicas por um milagre. O evangelista Jelthe Kloens, da Schud de Plaatsen, compartilhou detalhes em sua conta no Instagram. “Eu o vi se apresentar cheio de fé, o ungimos com óleo e depois recebemos os exames do hospital. Jesus cura!”, declarou Kloens, ressaltando a fé demonstrada pelo paciente.

Após os cultos, o homem realizou novos exames médicos que, para espanto geral, não apresentaram mais o tumor. “Estive chorando de gratidão e orando de gratidão a noite toda. Os médicos já estavam falando em quimioterapia ou radioterapia no meu prontuário no ano passado. E agora eles não entendem mais”, testemunhou o indivíduo, emocionado com o desfecho.

Jelthe Kloens enfatizou a importância da fé ativa na cura. “O fato de este homem ter participado de vários cultos mostra que ele entendeu como a fé vem e age. A cura não é como visitar um McDrive; é uma audição ativa da Palavra de Deus e então receber na fé o que Deus quer fazer”, explicou o evangelista.

O culto da missão Schud de Plaatsen também relatou outras ocorrências de curas durante o evento. “Testemunhamos grandes milagres durante o culto. Pessoas foram curadas de desalinhamentos; um ombro que deslocava constantemente foi tocado durante a oração e voltou a funcionar normalmente depois”, informou Kloens, indicando que o evento foi marcado por múltiplos testemunhos de intervenções divinas.

Pastor Silas Malafaia revela que dono de TV investigou Bolsonaro e não achou corrupção

Pastor Silas Malafaia falando em um podcast

Pastor Silas Malafaia relata investigação sobre vida de Bolsonaro sem acharem corrupção por parte de dono de TV

O pastor Silas Malafaia trouxe à tona na quinta-feira (11) uma afirmação de que um empresário do setor de comunicação teria investigado intensamente a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Malafaia, essa investigação não teria encontrado nenhum caso de corrupção envolvendo o político.

Conforme relatado pelo líder evangélico durante sua participação no podcast Iron Talks, a informação partiu do próprio proprietário de uma emissora de TV em uma conversa particular. O pastor optou por não divulgar a identidade do empresário.

“Não vou dar o nome por uma questão de ética, mas um dono desses grupos poderosos de comunicação falou assim pra mim ‘Pastor, pode falar o que quiser do Bolsonaro, ele fala uma bobagem, algo que não deve, mas nós reviramos a vida desse cara de cabeça pra baixo e não tem nada de corrupção’”, declarou Malafaia.

Malafaia comentou com o entrevistador, Felipe Sestaro, que Bolsonaro é frequentemente alvo de críticas diversas, mas que a acusação de corrupção não figura entre elas. O pastor destacou que nem mesmo a oposição mais ferrenha ousa fazer tal imputação.

“Você vê que o chamam de tudo, é tão interessante, chamam o Bolsonaro de tudo, mas não o chamam de corrupto. Nem a esquerda, que combate Bolsonaro, tem a coragem de chamá-lo de corrupto”, disse.

A fala remete a uma frase que o próprio ex-presidente costumava repetir durante seu mandato: “Me chame de qualquer coisa, quero ver me chamar de corrupto?”. Malafaia reiterou a observação, enfatizando a ausência de corrupção como uma marca, mesmo para seus opositores.

Na mesma entrevista, Silas Malafaia abordou outros temas de relevância política e social. Ele expressou críticas ao comunismo, classificado por ele como “a ideologia mais sangrenta”, e mencionou o cenário de perseguição a cristãos em nações que adotam regimes comunistas.

Acordo Trump-Irã choca Israel e dissidentes; o que vem a seguir?

Reunião diplomática tensa entre representantes dos EUA e Irã
President Donald Trump attends the UFC Freedom 250 on the South Lawn of the White House, Sunday, June 14, 2026, in Washington with Lara Trump, Tiffany Trump and Donald Trump Jr. (AP Photo/Alex Brandon)

Acordo surpreende Israel e opositores iranianos com fim de bloqueio naval e cessar-fogo em diversas frentes

O presidente Donald Trump anunciou um memorando de acordo com o Irã, autorizando o fim do bloqueio naval dos EUA contra portos iranianos no Estreito de Hormuz. A declaração, feita via Truth Social, também confirmou a cessação imediata e permanente de operações militares em todas as frentes, incluindo no Líbano, segundo autoridades paquistanesas. Mediadores facilitarão reuniões para estabelecer as bases de futuras negociações técnicas, com uma cerimônia de assinatura prevista para esta sexta-feira na Suíça.

A televisão estatal iraniana exibiu um banner celebrando a decisão, com a mensagem “EUA foram forçados a assinar um acordo para acabar com a guerra”. A reação oficial de Israel, que não participou do acordo, foi cautelosa. Anteriormente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu havia parabenizado Trump por seu aniversário.

Relatos da mídia americana indicam que Trump ficou insatisfeito com Netanyahu por um ataque recente a um reduto terrorista em Beirute, apesar dos contínuos lançamentos de foguetes e drones do Hezbollah contra tropas e residentes do norte de Israel. O líder do Partido Democrata de Israel, Yair Golan, criticou o acordo, afirmando que conquistas militares significativas foram anuladas enquanto Netanyahu demonstrava fraqueza e falta de influência.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou o acordo, parabenizando Estados Unidos e Irã pela “paz que prevê um cessar-fogo imediato e permanente, a reabertura do Estreito de Hormuz e um quadro para futuras negociações”.

O senador americano Lindsey Graham expressou otimismo quanto à abertura do Estreito, mas ressaltou a importância de monitorar de perto as negociações sobre o programa nuclear iraniano. Ele manifestou preocupação com a possibilidade de interpretações divergentes do acordo entre as partes, lembrando que qualquer acordo nuclear com o Irã será submetido à aprovação do Congresso dos EUA.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que o país não se retirará de sua zona de segurança no sul do Líbano, contrariando alegações paquistanesas de que o Líbano estaria incluído no cessar-fogo.

Dissidentes iranianos que protestaram contra o regime anteriormente no ano se sentiram chocados com o desenrolar dos eventos. Uma fonte comentou ao The Jerusalem Post que a promessa de Trump de que “ajuda está a caminho” foi substituída por uma colheita de resultados plantados por outros, prejudicando o processo.

O presidente Trump se dirigirá aos Alpes franceses nesta segunda-feira para participar da cúpula do G7.

First Baptist Dallas Inicia Projeto de Reconstrução com Reabertura do Santuário Prevista para 2028

A First Baptist Dallas deu início oficial às obras de um novo santuário, quase dois anos após um incêndio devastador destruir um dos edifícios mais icônicos da igreja. Líderes da congregação celebraram a ocasião com uma cerimônia de lançamento e reafirmaram o compromisso de reconstruir para as futuras gerações.

O evento, realizado em 7 de junho de 2026, reuniu pastores, líderes eclesiásticos, membros e autoridades locais para marcar o começo do tão aguardado projeto. O Pastor Sênior Robert Jeffress e o Pastor Executivo Ben Lovvorn estiveram presentes, juntamente com o Prefeito de Dallas, Eric Johnson, e membros da equipe de planejamento da igreja, à medida que a construção avançava formalmente.

Reconstrução após incêndio histórico

O esforço de reconstrução sucede um incêndio de quatro alarmes ocorrido em 19 de julho de 2024, que danificou severamente o santuário histórico, erguido desde 1890. Embora não tenha havido feridos, a destruição do marco levou a congregação a lançar a campanha “Mission 1:8”, com o objetivo de restaurar o campus e honrar sua herança.

Líderes da igreja estimam que o novo projeto do santuário, orçado em aproximadamente US$ 130 milhões, seja concluído a tempo da Páscoa de 2028.

“Hoje é um dia histórico na vida da nossa igreja, um marco em que lembramos a fidelidade e a bondade de Deus para conosco nos últimos 158 anos. Mas comemoramos este dia acreditando que o melhor ainda está por vir”, declarou Lovvorn na cerimônia de lançamento da pedra fundamental. “Mesmo na noite de 19 de julho de 2024, enquanto aquelas chamas rugiam neste mesmo lugar, fomos capazes de dizer que Deus faz com que todas as coisas concorram para o bem daqueles que o amam e são chamados segundo o seu propósito.”

Missão e identidade mantidas

Jeffress enfatizou que, embora a igreja tenha perdido um edifício, sua missão e identidade permanecem intactas. “Edifícios podem queimar. Mas igrejas não podem ser queimadas. Uma igreja construída sobre o Senhor Jesus Cristo jamais poderá ser destruída. As portas do inferno não prevalecerão”, afirmou.

Detalhes do novo santuário

Um dos momentos mais simbólicos da cerimônia foi a descida de uma pedra recuperada do santuário incendiado por um guindaste. A peça, gravada com uma Bíblia e uma âncora, sobreviveu ao fogo e fará parte da nova estrutura.

Os planos para o santuário incluem uma série de 16 vitrais projetados para ilustrar a narrativa redentora da Bíblia. Segundo Lovvorn, a obra de arte será inspirada no conhecido sermão de W.A. Criswell, “O Fio Escarlate Através da Bíblia”, apresentando oito cenas do Antigo Testamento e oito do Novo Testamento.

O campus redesenhado também contará com novos espaços de convivência e eventos. Abaixo do santuário, um espaço multiuso com capacidade para aproximadamente 550 pessoas será equipado com tecnologia moderna. Áreas de lobby expandidas, juntamente com novas escadas rolantes e elevadores, visam melhorar a acessibilidade e oferecer espaço adicional para reuniões.

Financiamento do projeto

As receitas de seguros e doações privadas forneceram financiamento significativo para o projeto. Documentos da igreja indicam que o seguro cobrirá a maior parte dos custos de reconstrução, deixando a congregação responsável por cerca de US$ 27 milhões. Grandes doações incluem compromissos de US$ 7 milhões do fundador da Hobby Lobby, David Green, e da família Jim Donald, além de mais de US$ 10 milhões contribuídos por outros membros da igreja.