Ex-ministra da Colômbia renuncia ao cargo por priorizar saúde da filha em momento de grave crise familiar
A ex-ministra da Educação da Colômbia, Viviane Morales, oficializou sua saída do governo em 2 de setembro de 2026, apenas semanas após ter assumido o posto. A decisão, segundo informações do Evangelico Digital, ocorreu devido a um diagnóstico médico urgente envolvendo sua filha de 30 anos, Sara.
A jovem apresentou visão dupla causada por paralisia do sexto par craneal, o que levou à descoberta de um meningioma no espaço cavernoso do cérebro, região considerada inoperável por especialistas. A ex-funcionária explicou a dificuldade de conciliar o tratamento com a carga horária do ministério.
“Um ministro é substituível, uma mãe não”
Morales relatou que comunicou a decisão ao presidente Abelardo de la Espriella, que recebeu a notícia com compreensão. A renúncia aconteceu em um cenário desafiador para a pasta, que ainda lida com os impactos de um terremoto ocorrido em 10 de agosto, afetando milhares de sedes educacionais no país.
Recuperação e desfecho positivo
Após a renúncia, a ex-ministra, que se identifica como cristã, relatou um desfecho inesperado. Amigos e igrejas dedicaram-se a orações, e sete dias depois, uma nova ressonância apontou a ausência da lesão anteriormente diagnosticada.
Morales, que também enfrenta desafios de saúde pessoais, descreveu a melhora da filha como um milagre. A jovem começou a recuperar a mobilidade do olho afetado, marcando, nas palavras da mãe, um recomeço para ambas diante da gravidade do quadro médico que enfrentaram.
