Justiça federal da Califórnia decide arquivar ação que acusava ministério de Sean Feucht por suposto uso indevido de doação de 250 mil dólares
Um juiz federal da Califórnia determinou o arquivamento sem prejuízo de uma ação judicial que acusava o ministério do missionário e cantor gospel Sean Feucht de gerir indevidamente uma contribuição de 250 mil dólares. O caso, iniciado em março pelo empresário Steve Bray, foi encerrado após o magistrado David O. Carter identificar falhas na fundamentação e insuficiência de provas nas alegações apresentadas, conforme reportado pelo Christianity Daily.
Detalhes da disputa judicial
A denúncia movida por Bray, proprietário de uma empresa de serviços elétricos, alegava que o montante doado via National Christian Foundation teria sido desviado para benefícios pessoais de Feucht, incluindo a possível aquisição de imóveis. O autor da ação solicitava condenações por práticas comerciais desleais, roubo civil e declarações falsas.
A defesa de Sean Feucht argumentou que não havia restrições quanto à aplicação do valor doado pelo empresário e que as acusações careciam de provas. Os advogados do missionário também contestaram a motivação da ação, sugerindo que o processo foi influenciado por uma avaliação desfavorável de um observatório de ministérios que criticou a ausência do formulário IRS 990, documento que o ministério alega não ser obrigado a apresentar por ser organizado como uma associação de igrejas.
Pronunciamento oficial
Após a decisão, Feucht classificou o episódio como um momento de vindicação. “Desde que Deus colocou esse mandato de adoração em nossos corações, vimos uma oposição intensa ao movimento Let Us Worship“, declarou o líder religioso ao comentar o encerramento do caso e a anulação de uma audiência que ocorreria nesta semana.
O arquivamento realizado pela justiça é “sem prejuízo”, o que concede à equipe jurídica de Steve Bray um prazo de 20 dias para que apresentem uma nova petição ajustada às exigências judiciais. Além deste processo, o missionário já enfrentou anteriormente alegações de má conduta feitas por ex-colaboradores de suas organizações.
