Piloto missionário americano Kevin Rideout é libertado após nove meses no Níger
O piloto missionário americano Kevin Rideout foi libertado após ser mantido em cativeiro por nove meses no Níger. O anúncio foi feito pelo Presidente Donald Trump e pela organização SIM International, confirmando o fim de um período de angústia para o religioso e sua família.
Rideout, que atua como missionário cristão, foi sequestrado por terroristas jihadistas em outubro de 2025, no oeste da África. A região tem sido palco de intensos ataques terroristas islâmicos. A notícia de sua libertação traz alívio e celebração para a comunidade missionária e para os Estados Unidos.
Libertação e retorno para os Estados Unidos
O Presidente Donald Trump comunicou a libertação de Rideout em uma postagem na rede social Truth Social na manhã de sexta-feira. Segundo ele, Rideout está de volta sob custódia dos Estados Unidos. “Obrigado por estar de volta aos Estados Unidos”, declarou Trump, dirigindo-se ao piloto.
A organização SIM International também confirmou a notícia, expressando profunda gratidão pela libertação de seu “amigo e irmão em Cristo”. Kevin Rideout foi sequestrado perto de sua residência em Niamey, capital do Níger, no dia 21 de outubro de 2025. Felizmente, ele se encontra em boa saúde sob os cuidados de autoridades americanas.
Família agradecida e pedido de privacidade
Krista, esposa de Kevin Rideout, e seus filhos, juntamente com a família estendida, expressaram profunda gratidão pelas orações oferecidas mundialmente durante os meses de cativeiro. A SIM International destacou o intenso nível de oração e apoio de sua comunidade.
A família solicitou, no entanto, que sua privacidade seja respeitada enquanto se reencontram após este longo período de separação. A organização convidou cristãos ao redor do globo a se unirem em agradecimento a Deus pelas “notícias incrivelmente boas”.
Contexto da libertação
A libertação de Rideout ocorre em um contexto onde outros americanos também foram libertados de cativeiro. Na mesma semana, o ex-fuzileiro naval dos EUA, Robert Gilman, foi libertado pela Rússia após quatro anos de prisão. Desde o início da segunda administração Trump em 20 de janeiro de 2025, 109 cidadãos americanos que estavam detidos no exterior como reféns, detidos indevidamente ou em circunstâncias preocupantes foram trazidos de volta para casa.
