Trump Exige Reparações Históricas do Irã e Destaca Laços Militares Fortes com Israel

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Trump exige reparações do Irã por quase 50 anos de terrorismo e violência, EUA fortalecem cooperação militar com Israel

O presidente Trump anunciou nesta segunda-feira (data não especificada, mas referenciada como segunda-feira no contexto) que os Estados Unidos demandarão reparações do Irã por supostas décadas de terrorismo e violência. A declaração ocorreu no Salão Oval, após o Irã solicitar compensações por danos relativos aos últimos seis meses de conflito. Trump detalhou o pedido em resposta a uma consulta sobre a guerra.

“Bem, vamos pedir dinheiro por esses danos que eles causaram ao longo de um período de 50 anos, seja o caso do SS Cole, seja todas as pessoas que foram tão gravemente feridas, tão gravemente aleijadas ou mortas, muitos milhares de pessoas”, declarou Trump. Ele também mencionou a possibilidade de incluir os danos relacionados aos protestos recentes no Irã, onde milhares de pessoas teriam morrido nos últimos quatro meses.

A demanda por reparações surge em um momento de pressão militar contínua dos EUA sobre o Irã e de destaque para a estreita colaboração entre os Estados Unidos e Israel. Em contrapartida, o Irã havia advertido que o Estreito de Ormuz não estaria seguro até que os Estados Unidos cessassem seu bloqueio naval.

Em resposta a essa ameaça, Trump afirmou que a Marinha dos EUA agora detém controle total sobre a estratégica via marítima. Ele enfatizou a eficácia do bloqueio, descrevendo-o como uma “parede de aço” que permite a entrada apenas de embarcações autorizadas. “Nós controlamos 100% o Estreito”, garantiu o presidente, indicando que a rota está aberta para terceiros, mas que não há permissão para acesso ao Irã.

Em outro desenvolvimento, O Washington Post reportou que uma ameaça crível de assassinato contra o presidente Trump, originada no Irã, levou o Serviço Secreto dos EUA a empregar uma estratégia de dissimulação para garantir a segurança do presidente após a Cúpula da OTAN. Trump teria simulado o embarque no Air Force One, mas, na realidade, utilizou um veículo de catering e partiu em uma aeronave menor da Força Aérea dos EUA.

Paralelamente a essas tensões, os Estados Unidos sinalizam que sua parceria militar com Israel nunca foi tão forte. Em um fórum fechado para oficiais israelenses de alta patente, o Comandante do CENTCOM, Almirante Brad Cooper, afirmou que Estados Unidos e Israel “alcançaram o inimaginável juntos”. O Chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Tenente-General Eyal Zamir, descreveu a relação como “sem precedentes” e um “pilar estratégico”, alertando para a necessidade de Israel se manter preparado para um retorno rápido à guerra de alta intensidade.

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