Queda do “culto da morte” iraniano é “muito possível”, afirma Michele Bachmann

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Ex-congressista dos EUA Michele Bachmann declara que o regime iraniano é um “culto da morte” e que sua queda é “muito possível”

Em visita a Jerusalém, Michele Bachmann, decana da Robertson School of Government da Regent University e ex-congressista americana, expressou sua visão sobre o cenário político e militar no Oriente Médio. Bachmann, que participa do décimo aniversário do Jerusalem Prayer Breakfast, acredita que a queda do regime iraniano é uma possibilidade real e que o mundo anseia pelo fim de sua influência.

Durante entrevista à CBN News, Bachmann comentou a complexa relação entre os Estados Unidos e o Irã, classificando o regime como “malévolo” e “destrutivo”. Ela ressaltou a persistência da hostilidade iraniana para com os EUA e Israel, declarada há quase cinco décadas. Segundo ela, o presidente Donald Trump tem levado essa ameaça a sério, o que se refletiu em ações passadas voltadas para desmantelar ambições nucleares iranianas.

A ex-parlamentar americana manifestou estranheza com as recentes flutuações na abordagem da administração Trump em relação ao Irã, descrevendo um período de indecisão. No entanto, ela elogiou a estratégia de negociação do presidente, que, segundo Bachmann, mantém os oponentes em desequilíbrio. Ela avalia que as ações de Trump têm sido positivas para os interesses dos Estados Unidos e de Israel.

Bachmann enfatizou a delicada posição em que o mundo se encontra, com o conflito escalando para um lado ou para o outro. “Nós estamos em cima de uma faca”, disse a ex-congressista, que acompanha a questão iraniana desde sua juventude e como congressista.

Em relação a um possível acordo com o Irã, Bachmann mostrou ceticismo. “Um acordo não vai resolver”, afirmou, argumentando que o regime iraniano, descrito por ela como um “culto da morte” com uma ideologia “demoníaca”, não é confiável. Ela distingue o povo iraniano, que considera “maravilhoso”, do regime.

Bachmann expressou esperança de que os líderes americanos e israelenses, referindo-se a Donald Trump e Benjamin Netanyahu como “gatos muito astutos”, consigam levar a situação até o fim, para o bem da paz mundial, dos Estados Unidos e de Israel. Uma preocupação levantada por ela envolve os conselheiros de ambos os líderes, com o receio de que interesses secundários, como os da Arábia Saudita ou do Catar — este último descrito como “principal financiador do terrorismo no mundo” — possam interferir nas decisões cruciais.

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