Prefeito de Nova York avalia prender Netanyahu na ONU como criminoso de guerra

Mais lidas

Prefeito de Nova York considera prender Benjamin Netanyahu na ONU, citando acusações de crime de guerra

O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, revelou em entrevista ao jornal The New York Times que está ponderando a possibilidade de tentar prender o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante a próxima Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). A declaração, que já gera polêmica, classificou Netanyahu como um “criminoso de guerra”.

Mamdani, que se identifica como socialista e é filiado ao Partido Democrata, baseou sua afirmação nas acusações levantadas contra o líder israelense pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), afirmando que “o primeiro-ministro Netanyahu pertence a Haia”. A declaração surge em um contexto de intensa atenção sobre as relações de Israel com comunidades muçulmanas e a percepção internacional sobre o país.

Em suas declarações, o prefeito de Nova York também descreveu Israel como um “regime de Apartheid”, ecoando opiniões que, segundo ele, são compartilhadas por muitos. Esse posicionamento, divulgado pela Redação Gospelmais em 18 de julho de 2026, intensifica o debate sobre a legitimidade do governo israelense e a posição dos Estados Unidos como aliado tradicional de Israel.

As falas de Mamdani provocaram reações divididas. Enquanto grupos de apoio a Israel criticaram a declaração, alertando para o potencial de incitar divisões, defensores de direitos humanos e críticos às políticas israelenses elogiaram a postura do prefeito. A polarização reflete a complexidade das discussões envolvendo a questão israelense-palestina, que entrelaça aspectos políticos, religiosos e culturais.

A controvérsia ganha destaque com a proximidade da Assembleia Geral da ONU. As declarações de Mamdani podem influenciar a agenda e as discussões do evento, levantando a possibilidade de ações legais contra Netanyahu e gerando expectativas de novas tensões diplomáticas.

Ads

Mais notícias

Ads
Ads

Últimas Notícias