Início Site Página 93

Trump pressiona Xi por ajuda militar chinesa ao Irã que visa tropas americanas

Presidentes Donald Trump e Xi Jinping em reunião tensa em Pequim
President Donald Trump, left, stands with Chinese President Xi Jinping at the Temple of Heaven on Thursday May 14, 2026, in Beijing. (AP Photo/Mark Schiefelbein)

Trump e Xi Jinping se reúnem em Pequim sob tensão pela ajuda militar chinesa ao Irã, que mira forças dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encontra o líder chinês, Xi Jinping, em Pequim para conversas de alto risco, com foco na questão do apoio militar chinês ao Irã. A China tem fornecido ao Irã o que precisa em seu conflito, exceto pessoal de combate, configurando um cenário de cumplicidade, conforme análise de Gordon Chang, do Gatestone Institute. A acusação é de que o país asiático está auxiliando Teerã a direcionar ataques contra forças americanas na região.

O apoio chinês ao programa de mísseis balísticos iranianos inclui o fornecimento de precursores químicos, segundo Brad Bowman, da Foundation for the Defense of Democracies. Antecipando a visita presidencial, o Departamento de Estado americano impôs sanções a três empresas chinesas de satélite, acusadas de compartilhar informações sobre instalações e tropas dos EUA no Oriente Médio com o Irã. Há relatos de que satélites chineses forneceram imagens para o Irã, visando forças americanas.

Durante o encontro inicial, Trump expressou otimismo sobre a relação bilateral. “É uma honra estar com você, é uma honra ser seu amigo, e a relação entre a China e os EUA será melhor do que nunca”, declarou. Contudo, a atmosfera tornou-se tensa quando Xi Jinping abordou a questão de Taiwan, vista por Pequim como uma província separatista passível de reunificação forçada. Analistas apontam que Xi busca pressionar o governo Trump a reduzir o apoio à ilha e se opor a qualquer movimento pela independência.

Em reuniões a portas fechadas, o líder chinês alertou que uma má gestão da questão de Taiwan poderia levar a “uma situação extremamente perigosa”. Enquanto a visita oficial de Trump à China é marcada por ostentação, observadores em Taiwan acompanham com apreensão, questionando os acordos que podem ser selados e suas implicações para a soberania local. Em dezembro anterior, Trump autorizou um pacote de armamento de US$ 11 bilhões para Taiwan, a maior venda de armas à ilha.

Ryan Hass, do Brookings Institution, sugere que Trump pode navegar a conversa sobre Taiwan sem fazer alterações permanentes ou drásticas na política americana que comprometam futuras administrações. A importância de Taiwan para a economia global é inegável, dado que a ilha é responsável pela maior parte dos semicondutores avançados que impulsionam a economia global e a revolução da inteligência artificial, como ressalta Henrietta Levin, do Center for Strategic and International Studies.

Executivos americanos de diversos setores, da tecnologia à agricultura, integram a comitiva presidencial, enquanto os dois países discutem tarifas, comércio, minerais de terras raras e a crescente rivalidade em inteligência artificial.

Fux acompanha divergência e absolve réus do 8 de janeiro, STF forma maioria pela condenação

Prédio do Supremo Tribunal Federal em Brasília

Luiz Fux segue divergência e absolve 20 réus dos atos de 8 de janeiro; maioria do STF condena

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), acompanhou os votos divergentes dos colegas André Mendonça e Nunes Marques, resultando na absolvição de 20 réus envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. Apesar dessa decisão individual, o plenário da Corte já consolidou maioria de 7 a 3 votos pela condenação dos acusados.

Nas manifestações divergentes, André Mendonça e Nunes Marques argumentaram que o STF não seria o foro adequado para julgar os casos. Eles apontaram a falta de individualização das condutas atribuídas aos réus e a ausência de provas suficientes para sustentar as acusações pelos crimes imputados. Os ministros defenderam que os processos deveriam tramitar na Justiça Federal do Distrito Federal, uma vez que os acusados não possuem foro privilegiado.

O julgamento, realizado em formato de plenário virtual desde o dia 8 de maio, tem previsão de encerramento nesta sexta-feira, 15 de maio. O relator dos processos, ministro Alexandre de Moraes, votou pela condenação, sendo acompanhado pelos ministros Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Flávio Dino, Dias Toffoli e Cristiano Zanin.

Luiz Fux registrou seu voto de acompanhamento da divergência na última terça-feira, 12 de maio, sem apresentar um voto vogal complementar. O julgamento dessas ações teve início no final do ano passado e foi interrompido previamente por um pedido de vista feito por Fux.

Hamas teria utilizado violência sexual como arma estratégica em ataque de 7 de outubro, aponta investigação

Cena de crime de guerra com evidências forenses e iluminação dramática.

Investigação independente em Israel aponta para uso sistemático de violência sexual pelo Hamas como arma nos ataques de 7 de outubro e contra reféns

Uma comissão civil independente de Israel divulgou um relatório de 300 páginas que acusa o Hamas e outros grupos terroristas palestinos de praticarem violência sexual de forma “sistemática e generalizada” durante os ataques de 7 de outubro de 2023 e contra reféns mantidos em Gaza. A investigação, que reunida mais de 10 mil fotos e vídeos, além de 430 entrevistas, afirma que estupros, agressões sexuais e mutilações teriam sido usados como “instrumentos de terror” para maximizar a dor e o sofrimento das vítimas. O documento é considerado a apuração mais detalhada já publicada sobre as denúncias de violência sexual relacionadas ao ataque que matou cerca de 1,2 mil pessoas em Israel e resultou no sequestro de aproximadamente 250 reféns.

Conforme a comissão, um padrão recorrente de violência sexual foi identificado em diferentes locais, incluindo o festival de música Nova, kibutzim e bases militares israelenses. Testemunhas relataram estupros coletivos, mutilações e corpos de mulheres encontrados sem as vestimentas íntimas. O relatório aponta que muitas vítimas foram executadas após os abusos, frequentemente com tiros na cabeça, e um sobrevivente do festival Nova relatou ter sido tratado como uma “boneca sexual”.

As conclusões da investigação também indicam que abusos sexuais continuaram ocorrendo contra reféns em Gaza, afetando homens e mulheres. Os autores descrevem os atos como uma “instrumentalização da violência sexual” pelos terroristas. Algumas vítimas, como Amit Soussana e Romi Gonen, já haviam compartilhado publicamente relatos de abuso sexual, enquanto outras preferiram falar apenas com profissionais de saúde e investigadores.

Uma nova denúncia apresentada no relatório detalha o caso de dois parentes jovens que teriam sido forçados pelos sequestradores a praticar atos sexuais um com o outro, configurando, segundo os autores, “um padrão distinto de violência direcionada a familiares”. A comissão concluiu que os atos descritos podem ser considerados crimes de guerra, crimes contra a Humanidade e atos genocidas de acordo com o direito internacional.

Apesar das evidências apresentadas, o Hamas nega as acusações de violência sexual. No entanto, uma investigação anterior da ONU para Violência Sexual em Conflitos já havia indicado “fundamento razoável” para acreditar na ocorrência de crimes sexuais durante os ataques de 7 de outubro.

Os autores do relatório destacaram a adoção de rigorosos protocolos de verificação e a exclusão de depoimentos obtidos em interrogatórios de palestinos presos por Israel para garantir a independência da apuração. A comissão informou também sobre dificuldades na coleta de provas, com a perda de evidências forenses nos dias iniciais após os ataques. O objetivo do documento é servir como base para futuras investigações judiciais e manter um registro histórico, garantindo que o sofrimento das vítimas não seja negado ou esquecido.

Israel e Líbano se reúnem nos EUA em meio a tensões e com futuro de Gaza em debate

Diplomatas e militares de Israel e Líbano em reunião tensa em Washington D.C.
High Representative for President Donald Trump's International Board of Peace and its efforts in Gaza Nickolay Mladenov speaks to the media during the Board of Peace press briefing in East Jerusalem, Wednesday May 13, 2026. (AP Photo/Ohad Zwigenberg)

Israel e Líbano buscam acordos em Washington com a segurança de Gaza em foco e dia especial em Jerusalém

Representantes de Israel e Líbano se reunirão em Washington a partir de quinta-feira para retomar negociações sobre o cessar-fogo, cujo acordo está próximo do vencimento. A diplomacia americana se envolve ativamente nas discussões, que contarão pela primeira vez com a participação de militares de ambas as delegações. A pauta inclui a preocupação com a atuação do Hamas na Faixa de Gaza e as recentes ações militares de Israel no sul do Líbano contra o Hezbollah.

As conversas ocorrem em um cenário de escalada de tensões, com drones do Hezbollah atingindo tropas israelenses e Israel respondendo com ataques a armamentos e infraestrutura terrorista. As Forças de Defesa de Israel informaram ter neutralizado mais de 400 terroristas e apreendido mais de mil armas do Hezbollah desde o início das operações.

Paralelamente, o acordo de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos entre Israel e Hamas em Gaza não tem apresentado os resultados esperados. Nikolai Mladenov, Diretor-Geral do Conselho de Paz de Gaza, expressou preocupação com a consolidação do controle do Hamas em áreas sob sua influência, onde o grupo tem imposto impostos à população. Mladenov, que supervisiona o acordo de cessar-fogo para os EUA, destacou a importância de oferecer perspectivas de futuro aos gazenses, e não apenas melhorias imediatas. “Se você não lhes der uma perspectiva para o futuro, você apenas melhorou um dia. Você não mudou a vida de ninguém”, declarou.

“Sete meses após o cessar-fogo, a porta para o futuro de Gaza ainda está fechada. Não é o que os palestinos prometeram, e não é o que eles merecem. E não está dando a Israel a segurança para avançar, como o povo israelense também quer”, Mladenov acrescentou.

Mladenov ressaltou que, embora o Hamas possa permanecer como partido político, a existência de facções armadas com sistemas de comando e controle próprios, arsenais e redes de túneis ao lado da Autoridade Palestina de transição é inegociável. Ele classificou isso como um requisito essencial para o processo de paz.

Em outro desenvolvimento, o embaixador americano em Israel, Mike Huckabee, mencionou que Israel poderia ter que desarmar o Hamas por conta própria, indicando uma possível frustração dos EUA com a ameaça persistente do grupo. O encontro em Washington envolverá os principais diplomatas de Israel e do Líbano nos EUA, além de representantes militares de ambos os países, com o apoio de conselheiros americanos.

Enquanto isso, em Jerusalém, a cidade se prepara para as celebrações do Dia de Jerusalém, que marca o 59º aniversário da reunificação da cidade sob controle israelense após a Guerra dos Seis Dias de 1967. Parlamentares globais reunidos em conferência na Knesset prometeram reconhecer Jerusalém como capital de Israel, com a presença de representantes dos Estados Unidos, Japão, Austrália e nações europeias e africanas, além de embaixadores de Guatemala, Paraguai, Malawi, Argentina, Panamá e Fiji.

Em um gesto de cooperação, antiguidades roubadas, incluindo moedas antigas com a representação da Menorá do Templo, foram devolvidas a Israel pelos Estados Unidos após uma investigação conjunta.

Japão: evangelismo de neto de Billy Graham resulta em mais de 100 conversões

Multidão reunida em evento evangelístico no Japão com o pregador Will Graham no palco.

Evangelista Will Graham atrai multidão no Japão e lidera mais de 100 a conversão ao cristianismo na ilha de Shikoku

Um evento evangelístico realizado na ilha de Shikoku, no Japão, atraiu cerca de 3 mil pessoas e culminou com mais de 100 indivíduos decidindo seguir os ensinamentos de Jesus. A iniciativa, nomeada Celebration of Hope and Love, contou com a pregação do evangelista Will Graham, neto do renomado Billy Graham. A informação foi divulgada pela Billy Graham Evangelistic Association.

O encontro ocorreu no Centro Cultural da Província de Ehime, uma região com expressiva maioria não cristã e uma presença cristã considerada reduzida. Durante sua mensagem, Will Graham baseou-se em uma passagem do Evangelho de Marcos para abordar a identidade de Jesus, explorando temas como sofrimento, morte e ressurreição.

Abordando questões de pecado e perdão, Graham enfatizou a necessidade da graça divina. “Você e eu quebramos as leis de Deus”, declarou o evangelista. “Ele pagou com sangue. Esta noite, você pode aceitar este presente gratuito.”

Entre os participantes que responderam ao chamado estava Yuko, professora de jardim de infância, que compareceu após um convite de sua diretora de escola. Ela expressou ter encontrado força em sua fé: “Sou fraca e pecadora, mas Ele me perdoa e me capacita a seguir em frente”, relatou.

Sachiko, outra participante, decidiu retornar à prática cristã após um longo período afastada. Conhecedora do cristianismo há três décadas, ela manifestou o desejo de viver “com amor profundo e paixão renovada” por Cristo e pretende usar seu talento musical para compartilhar sua fé.

Honoka também compartilhou seu impacto com a mensagem, afirmando que a compreensão de que “o Salvador morreu especificamente por mim” a libertou. “Não importa quão ruins tenham sido as coisas que fiz antes, eu fui perdoada”, declarou, sentindo um renovado desejo de evangelizar pessoas próximas.

Ao final do evento, Will Graham dirigiu-se aos novos convertidos: “Vocês nunca vão se arrepender dessa decisão”, assegurou. A Billy Graham Evangelistic Association informou que Bíblias e materiais de discipulado foram entregues aos que decidiram abraçar a fé cristã.

A família Graham mantém um histórico de atividades evangelísticas no Japão desde 1967, com Billy Graham tendo realizado grandes campanhas no país nas décadas de 1980.

Paquistão Jovens cristãs sequestradas forçadas a casar após conversão forçada ao Islã

Grupo de meninas paquistanesas em um centro de apoio após serem vítimas de sequestro e casamento forçado.

No Paquistão, cerca de mil meninas cristãs são vítimas anuais de sequestro conversão forçada e casamento arranjado com homens muçulmanos

Anualmente, aproximadamente mil meninas no Paquistão, muitas delas cristãs, são sequestradas de seus lares. Frequentemente, essas jovens são encontradas meses depois, após terem sido obrigadas a se converter ao Islã e casar com homens muçulmanos mais velhos. A organização International Christian Concern (ICC) atua no auxílio a essas meninas e suas famílias, oferecendo abrigo seguro e suporte legal para quebrar esse ciclo de violência.

A dificuldade em provar a idade das vítimas em tribunal, devido à falta de certidões de nascimento, muitas vezes resulta na custódia das meninas sendo concedida aos homens acusados, negando aos pais a chance de reencontrá-las. Embora essa realidade não seja nova no país, histórias de meninas nessa situação têm ganhado mais visibilidade.

Casos emblemáticos revelam a gravidade do problema

O caso de Adan Sabir ilustra a complexidade da situação. Após rejeitar uma proposta de casamento, ela foi sequestrada à força em julho de 2025. Seu agressor apresentou um certificado de casamento forjado, alegando conversão e casamento voluntário. Apesar de uma decisão judicial inicial desfavorável, a família de Sabir apelou e, em setembro de 2025, o Tribunal Superior de Lahore ordenou seu retorno. No entanto, o agressor continuou a ameaçar a família, que vive em constante temor e deslocamento.

Maria Shahbaz, sequestrada em julho de 2025 e forçada à conversão e casamento, teve seu caso negado em primeira instância. Em março, o Tribunal Constitucional Federal do Paquistão considerou Shahbaz de idade madura, validando seu casamento sob a lei islâmica. Os pais alegaram que ela tinha cerca de 13 anos, mas documentos foram considerados não confiáveis pelos juízes.

Farah Shaheen, de 12 anos, foi encontrada acorrentada e confinada em um curral em dezembro de 2020, após ser levada de sua família cristã. O homem que a mantinha forçou sua conversão e casamento. Após uma batalha legal de oito meses, Shaheen foi devolvida à família em fevereiro de 2021.

Huma Younus, então com 14 anos, foi sequestrada em outubro de 2019 e forçada a se converter e casar. Seus pais apresentaram registros escolares e de batismo para provar sua idade, mas o Tribunal Superior de Sindh decidiu que o casamento era válido sob a Sharia, pois Younus já havia tido seu primeiro ciclo menstrual.

Laiba Masih, uma menina de 10 anos, foi entregue a um homem após ser sequestrada. Apesar de sua família ter comprovado sua menoridade, Masih declarou em 2024 que permaneceria com o marido muçulmano. A mãe de Laiba descreveu a angústia da família como indescritível.

Hannah Harper vence American Idol 2026 e louva a Deus em momento emocionante na final

Hannah Harper emocionada no palco do American Idol após vencer a competição

Cantora Hannah Harper celebra vitória no American Idol 2026 com poderosa canção cristã em momento de emoção e fé

A 24ª temporada do American Idol consagrou Hannah Harper como campeã na noite de segunda-feira. Ao final do programa, a cantora natural do Missouri interpretou a canção cristã “At The Cross (Love Ran Red)”, de Chris Tomlin. Durante a performance, Harper demonstrou profunda emoção, chegando a interromper o canto em alguns trechos da música, que fala sobre entrega da vida na cruz. Outros participantes se aproximaram para oferecer apoio durante a apresentação.

A cena, que ganhou destaque nas redes sociais, marcou a presença de elementos da fé cristã em um dos programas musicais de maior audiência nos Estados Unidos. Hannah Harper, mãe de três filhos, frequentemente compartilhou sua devoção ao longo da competição. Em suas plataformas digitais, ela expressa que sua vida é dedicada aos filhos e a Jesus, com o objetivo de que tudo seja “para a glória Dele”.

Em declarações durante as audições, Hannah Harper abordou a superação da depressão pós-parto, citando a música autoral “String Cheese” e o papel de Deus em sua recuperação. Ao longo do reality, a artista também interpretou canções conhecidas do cenário cristão, como “Ain’t No Grave”, da Bethel Music. A música “At The Cross” foi revisitada na noite temática dedicada à fé e escolhida novamente para celebrar seu triunfo.

O cantor Jordan McCullough, identificado como líder de louvor cristão, também participou da final, apresentando a canção “Goodness of God”. Em entrevistas anteriores, Hannah Harper destacou a visibilidade proporcionada pelo American Idol como uma plataforma para falar sobre sua fé. “Estou no ministério desde os 9 anos de idade. Ter uma plataforma neste nível e ainda poder ser tão aberta sobre meu relacionamento com o Senhor é uma honra incrível para mim”, declarou.

A cantora também revelou que momentos de oração coletiva entre participantes ocorriam nos bastidores do programa, antes das apresentações ao vivo, evidenciando a espiritualidade presente nos bastidores.

Jovem presentei a mãe com primeiro apartamento após superarem juntos o câncer

Jovem entrega chaves do primeiro apartamento para a mãe após superarem o câncer juntos.

Jovem de 23 anos surpreende a mãe com primeiro apartamento após ambos vencerem batalhas contra o câncer e viverem em precárias condições

A conquista do primeiro apartamento por Kauan, de 23 anos, simboliza o fim de um período marcado por dor, humilhações e enfermidades enfrentadas ao lado de sua mãe, a quem ele descreve como sua inspiração de fé. O momento, que culminou com a entrega das chaves, celebrou a resiliência de ambos após superarem adversidades de saúde.

A história familiar envolveu a informação médica de que a mãe de Kauan não poderia ter filhos e, posteriormente, o diagnóstico de um câncer. Anos mais tarde, Kauan também enfrentou a leucemia. “A nossa história é que minha mãe não podia ter filho. Deus livrou minha mãe de um câncer. Eu tive câncer também, leucemia no sangue, e assim a gente passou por muita humilhação”, relatou o jovem.

Durante o período de tratamento e dificuldades, mãe e filho residiram em um pequeno quarto com estrutura limitada. Apesar das adversidades, a fé permaneceu como pilar. “Minha mãe sempre foi uma mulher de fé, uma mulher de oração. Então foi algo que marcou muito a nossa vida”, disse Kauan.

Formado em advocacia e com dois empregos, Kauan atribui a aquisição do imóvel à dedicação, perseverança e confiança em Deus. A emoção tomou conta durante a entrega das chaves, com a Bíblia em mãos ao lado da mãe.

“Eu falava: ‘Mãe, eu não vou conquistar nada, eu não vou conseguir’. E ela sempre dizia que eu iria conquistar. Hoje, com 23 anos, consegui ter meu apartamento”, compartilhou Kauan.

O jovem revelou que dividirá o novo lar com a mãe, com planos de deixá-lo para ela no futuro, quando se casar e adquirir outra moradia. “Aqui vai ser da minha mãe, é para ela. Futuramente, quando eu comprar outro empreendimento, vou morar com a minha esposa. Mas esse apartamento é dela”, declarou.

Antes de iniciar os acabamentos, eles planejam realizar uma oração no local para entregar a nova etapa de suas vidas a Deus. “A gente não tem mais nem o que falar. Agora é só gratidão”, concluiu Kauan, abraçando a mãe emocionada.

Ex-militar alerta: crises reais já atingem o cotidiano, não apenas cenários apocalípticos

Ex-militar Chuck Holton em um ambiente comunitário, segurando seu livro.

Ex-militar e correspondente de guerra Chuck Holton argumenta que a sociedade americana está dividida e despreparada para enfrentar adversidades

Os Estados Unidos aparentam estar cada vez mais fragmentados, frágeis e sem preparo para lidar com crises. Essa é a visão de Chuck Holton, ex-militar do Exército e experiente correspondente de guerra. Ele acredita, contudo, que ainda há tempo para reverter esse quadro, apresentando suas ideias em seu novo livro, “RED Teams: Building Brotherhood, Preparing Communities, and Becoming the Church America Desperately Needs”.

Holton aponta que a preocupação excessiva com um suposto “apocalipse zumbi” ou um colapso social generalizado desvia a atenção das crises que já estão em curso e ocorrem no dia a dia.

“O apocalipse é o idoso que mora duas casas abaixo da sua igreja, cuja esposa faleceu há três anos e ele não recebe visitas desde então. O apocalipse se parece com uma mãe solteira que não tem um homem por perto. É assim que o apocalipse se parece.”

Ele defende que as igrejas deveriam voltar a ser o primeiro ponto de socorro para as comunidades em dificuldades, em vez de dependerem exclusivamente de sistemas governamentais. O ex-militar ressalta a importância de mapear as necessidades, habilidades e recursos locais.

“O que estamos fazendo em nossas próprias comunidades para mapear as necessidades, as habilidades e os recursos que existem em nossas próprias comunidades? E, ao fazer isso, descobrimos esses idosos, doentes, mães solteiras e pessoas que simplesmente precisam de Deus em suas vidas.”, explica Holton.

Em seu livro, Holton sugere que os ministérios masculinos deveriam focar no desenvolvimento de habilidades práticas para fortalecer relacionamentos e a utilidade comunitária. Ele propõe que as igrejas se tornem mais do que apenas locais de entretenimento aos domingos.

“Vamos trazer alguém que entende disso, que é um mestre eletricista, e fazer com que ele dê um curso básico de eletricidade para os nossos rapazes… vamos fazer da nossa igreja algo mais do que apenas o lugar onde as pessoas vão para se divertir por uma hora aos domingos.”

Ele argumenta que é o momento para as comunidades cristãs agirem, afastando a sociedade da dependência de programas governamentais. Holton acredita que seria benéfico para a América se as igrejas retomassem a responsabilidade de cuidar dos necessitados.

“Seria tão saudável para a América se as igrejas parassem de abdicar de sua responsabilidade de cuidar das viúvas, órfãos, idosos e enfermos e retomassem isso para nós mesmos, porque é nosso trabalho, de acordo com a Bíblia, e não o trabalho do governo.”

EUA pressionam China sobre direitos humanos em visita de Trump a Pequim

Comitiva presidencial dos EUA chega a Pequim em meio a tensões sobre direitos humanos

Visita presidencial dos EUA à China é marcada por denúncias de perseguição religiosa e detenção de dissidentes

A chegada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Pequim, acompanhado por líderes empresariais e conselheiros econômicos, colocou em evidência não apenas as negociações comerciais e tecnológicas, mas também a tensa situação dos direitos humanos na China. Especialistas apontam que o confronto entre os sistemas de valores ocidentais e a visão autoritária chinesa, que vê a religião como um obstáculo à lealdade absoluta ao Estado, dominará parte da agenda.

O embaixador Sam Brownback descreveu a situação como um “choque de civilizações”, enfatizando a oposição do Partido Comunista Chinês (PCC) a qualquer forma de crença que não se submeta à sua ideologia. “Estamos em uma batalha hoje com o Partido Comunista Chinês e sua visão autoritária de que a religião é o ópio do povo – algo que deve ser jogado fora, descartado, perseguido, pisoteado e morto”, declarou Brownback.

Pastor Jin e Jimmy Lai são símbolos da repressão

O caso do Pastor Ezra Jin, líder da maior rede de igrejas domésticas da China, Zion, preso em outubro de 2025, é um dos focos de preocupação. Sua filha, Grace Jin Drexel, tem sido uma voz ativa na defesa de seu pai, que enfrenta dificuldades de saúde devido à negligência em sua detenção. As acusações criminais confirmadas em novembro garantem que ele permaneça preso por um longo período, mesmo que posteriormente inocentado.

“Eu tirei muitas pessoas de diferentes países, incluindo a China.”

Trump prometeu abordar a situação do Pastor Jin durante o encontro com o líder chinês Xi Jinping. Da mesma forma, a situação do magnata católico de Hong Kong, Jimmy Lai, é esperada na pauta. Lai, preso sob a lei de segurança nacional por operar um jornal pró-democracia, foi sentenciado a 20 anos de prisão. Relatos indicam que ele está sofrendo com cuidados médicos inadequados e impedido de praticar sua fé.

Cultura de perseguição e controle estatal

A perseguição religiosa na China em 2025 reflete o aprofundamento do controle autoritário e da “sinicização“, onde a religião é tratada como um medidor de lealdade política. Iniciativas como a vigilância tecnológica e a regulamentação rigorosa de práticas de culto visam sufocar qualquer expressão religiosa autêntica, enquadrando-as como extremismo sob o pretexto de contraterrorismo.

Grupos minoritários, mulheres e crianças são desproporcionalmente afetados. O governo chinês justifica essas medidas como necessárias para a segurança nacional, argumentando que figuras como Jimmy Lai representam ameaças à estabilidade. A falta de responsabilização internacional agrava o quadro, enquanto a resiliência dos fiéis contrasta com a intensificação da repressão, motivada por ansiedades demográficas e insegurança política.