Mulher relata transformação após vivenciar encontro com Jesus e abandonar relacionamento de seis anos
MJ Nixon, que cresceu em uma família católica conservadora nos Estados Unidos, compartilhou sua experiência de fé após ter uma visão de Jesus. Aos 12 anos, Nixon se identificou como lésbica e, aos 18, como transgênero. A decisão de frequentar a igreja pela primeira vez, acompanhada de sua namorada na época, foi motivada pela música do louvor. Naquele dia, a mensagem de salvação a confrontou.
“Ambas sabíamos instintivamente que sempre há uma disputa entre o espírito e a carne, então começamos a orar por uma saída do relacionamento”, contou Nixon à CBN News. A jornada espiritual da ex-lésbica incluiu experiências sobrenaturais marcantes. Em um momento crucial, ela relatou ter visto Jesus.
“Encontrei o Deus vivo enquanto Ele se sacrificava por mim”, testemunhou Nixon. Em outra ocasião, enquanto dirigia, ela ouviu uma voz que identificou como sendo de Deus a encorajando a escolher entre a vida e a morte, bênçãos e maldições. Impactada por essas vivências, a ex-jogadora de basquete decidiu deixar o relacionamento homossexual que durava seis anos e aceitar Jesus, iniciando um processo de santificação.
Nixon encontrou em Cristo seu propósito e verdadeira identidade, optando por uma vida de renúncia no celibato. “Eu ainda era uma pecadora até o momento em que Jesus me viu. Ele queria ter um relacionamento comigo. Qualquer coisa que eu tenha que largar não se compara ao que Jesus fez por mim”, declarou. Ela acrescentou que essa escolha trouxe paz e alegria, mesmo que nem sempre seja fácil.
Atualmente, Nixon lidera um ministério que apoia homens e mulheres que renunciaram à homossexualidade para viverem o que considera sua verdadeira identidade em Cristo. A iniciativa promove a “Marcha pela Liberdade”, um evento que reúne ex-homossexuais para testemunhar a libertação através de Jesus, com momentos de adoração, oração e evangelismo.
“Acreditamos que há uma corrente acontecendo nesta geração de tantos que saem deste lugar de identidade falsa para sua verdadeira identidade como filhos e filhas”, comentou Nixon. Ela expressou o desejo de que a igreja sirva como uma família acolhedora para aqueles que escolheram o celibato após deixarem a comunidade LGBT, oferecendo um espaço seguro para processar a transformação espiritual.
