Jornalista brasileira repudia advogada que exalta Hamas e Hezbollah

Mais lidas

Jornalista Ale Chianelli critica declarações de advogada que elogia grupos como Hamas e Hezbollah

A jornalista Ale Chianelli, reconhecida como uma importante voz feminina conservadora no Brasil, expressou forte repúdio a falas da advogada e doutoranda em Teoria do Direito pela USP, Susana Botár. As declarações ocorreram em uma entrevista onde Botár manifestou apoio ao Hamas e exaltou feitos do Hezbollah, além de alinhar-se ao Irã contra Israel e os Estados Unidos, classificando os ataques de 7 de outubro como luta anticolonial.

Chianelli, que esteve em Israel durante momentos críticos da guerra, circulando por áreas de risco, classificou as falas da advogada como inadmissíveis. A jornalista rebateu a romantização de grupos como o Hamas, argumentando que a comparação com a brutalidade sofrida pelas mulheres israelenses em 7 de outubro é direta.

“Eu ouvi cada palavra sua e meu estômago revirou. Como é que pode uma mulher jovem, olhando nos olhos de outras mulheres, escolher glorificar o Hamas, o Hezbollah, a República Islâmica do Irã, Fidel Castro como os mais inspiradores movimentos contra o imperialismo? É patético”, declarou Chianelli em seu perfil.

A jornalista detalhou o descontentamento ao citar que Botár chamou o ataque de 7 de outubro de “marco” e exaltou o Irã como um exemplo. Chianelli contrapôs a visão da advogada, classificando as ações como sadismo e psicopatia, e não como resistência anticolonial, citando explicitamente as atrocidades contra mulheres israelenses.

Ao abordar a defesa de Chianelli sobre as mulheres iranianas, a jornalista criticou a exaltação do Irã, país governado pelos aiatolás. Ela destacou que o regime transforma o corpo das mulheres em um campo de batalha diário e que a opressão, como a punição de meninas por mostrarem o cabelo, foi criada pelos líderes que a advogada admira, e não pelo imperialismo.

“Esse Irã transforma o corpo das próprias mulheres em campo de batalha diária. Você pode falar de imperialismo o quanto quiser, mas imperialismo nenhum inventou a loucura de matar uma menina por mostrar um pedaço do cabelo. Isso foi criado pelos homens que você endeusa – homens que, se vissem você sozinha neste vídeo, já a teriam sentenciado a 80 chibatadas”, afirmou a jornalista.

Ads

Mais notícias

Ads
Ads

Últimas Notícias