Homem de 36 anos é preso sob acusação de ataque com coquetel molotov a igreja batista no Queens

Mais lidas

Homem de 36 anos é preso por suposto ataque com coquetel molotov a igreja no Queens

Um homem de 36 anos foi detido na semana passada em Nova York, acusado de lançar um coquetel molotov contra uma igreja batista no bairro do Queens. A detenção ocorreu após o suspeito, que não teve o nome divulgado, supostamente atacar a Iglesia Bautista El Mesias na noite de quarta-feira.

Este incidente levanta preocupações sobre a segurança de locais religiosos na cidade. Autoridades e a comunidade local expressaram indignação e esperam que todas as acusações sejam devidamente processadas.

Detalhes do incidente e conexões suspeitas

Segundo informações divulgadas, após o ataque à igreja batista, o mesmo indivíduo teria se dirigido a um Salão do Reino das Testemunhas de Jeová e também lançado um coquetel molotov contra este edifício. A polícia confirmou a prisão do suspeito em uma lanchonete local, conforme relatado pelo jornal Queens Chronicle na quinta-feira passada.

A organização local The Cityline Ozone Park Civilian Patrol emitiu um comunicado, segundo o Chronicle, afirmando que espera que “todas as acusações disponíveis sejam perseguidas pelo escritório do promotor distrital”. A entidade ressaltou a necessidade de que “este indivíduo não esteja de volta às nossas ruas” e que a comunidade “merece mais”.

Contexto de segurança em locais religiosos

O ataque ocorre em um período em que igrejas em Nova York têm enfrentado outros incidentes de segurança. Em outubro do ano passado, três igrejas no Queens foram vandalizadas durante a noite por uma pessoa não identificada. Em janeiro deste ano, as autoridades de Nova York anunciaram o aumento da presença policial em congregações em Staten Island, após uma série de perturbações criminais e atos de vandalismo.

A conselheira municipal de Nova York, Joann Ariola, que representa Howard Beach, comentou o caso em sua conta oficial do Facebook, confirmando a prisão do suspeito. A comunidade local aguarda desdobramentos e demonstra vigilância em relação ao processo judicial.

Ads

Mais notícias

Ads
Ads

Últimas Notícias