Deputado federal Sóstenes Cavalcante alega perseguição política em investigação da Polícia Federal sobre desvio de recursos públicos
O deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, descreveu a investigação da Polícia Federal (PF) como uma perseguição política. A operação, deflagrada na quarta-feira, 1º de julho, apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos por meio de contratos de locação de veículos custeados com verba parlamentar.
A PF busca apurar se houve irregularidades e desvio de verbas nesses contratos. Apesar de não ter sido alvo direto da operação, Cavalcante se manifestou publicamente para defender a legalidade das ações de seu gabinete e negar qualquer participação em um esquema de lavagem de dinheiro.
“Não há irregularidade nas minhas ações, e essa investigação é uma tentativa de deslegitimar meu trabalho.”
Segundo o deputado, todos os contratos de aluguel de veículos firmados por seu gabinete seguiram as normas estabelecidas pela Câmara dos Deputados. Ele reafirmou sua inocência e classificou as investigações como politicamente motivadas.
A declaração de Sóstenes Cavalcante gerou diversas reações entre seus colegas na Câmara. A investigação levanta questões sobre a transparência e a fiscalização do uso de recursos parlamentares, um tema que tem ganhado destaque nas discussões políticas recentes.
A ação da PF faz parte de um esforço maior para combater a corrupção e garantir o uso adequado dos recursos públicos, refletindo a crescente demanda social por maior transparência na gestão de verbas.
