Distrito Escolar de Washington enfrenta processo por “fanatismo religioso” contra estudante

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Distrito escolar de Washington processado por alegado “fanatismo religioso” após menina afirmar que sua fé foi violada

O American Center for Law and Justice (ACLJ) entrou com um processo contra um distrito escolar no estado de Washington, alegando que uma jovem estudante foi forçada a violar sua consciência em sala de aula, resultando em lágrimas.

Segundo o ACLJ, a menina foi obrigada a assistir a uma assembleia cujos conteúdos entravam em conflito com sua fé cristã, mesmo estando em prantos. Esta não seria a primeira vez que os direitos religiosos da aluna teriam sido desrespeitados, sendo este o terceiro incidente relatado pela organização.

A primeira ocorrência, registrada quando a estudante estava no segundo ano, envolveu uma repreensão e revista de sua mochila após ela compartilhar sua fé. O ACLJ afirma que a criança foi submetida a buscas por funcionários escolares que confiscaram sua Bíblia e panfletos religiosos.

Um segundo incidente teria ocorrido no início deste ano, quando a aluna foi retirada de aula e repreendida por conversar sobre Jesus com colegas.

Christina Compagnone, conselheira sênior do ACLJ, declarou que a estudante identificou um conflito com suas crenças religiosas e solicitou respeitosamente para se retirar.

“Uma criança identificou um conflito com suas crenças religiosas. Ela respeitosamente pediu para sair. Ela buscou ajuda dos funcionários da escola. Ela explicou suas preocupações. Ela estava visivelmente chateada. E a resposta dos adultos responsáveis por proteger seu bem-estar foi simplesmente ultrajante: você não tem escolha”.

Compagnone acrescentou que nenhuma criança deveria ter que escolher entre sua educação e sua fé.

O ACLJ informou ter enviado três cartas de demanda ao Highline Public Schools, solicitando que o sistema escolar proteja a liberdade religiosa da menina e cesse o “fanatismo religioso” ocorrido dentro do distrito.

A assessoria de comunicação do Highline Public Schools informou à CBN News que não pôde responder ao processo, pois a escola ainda não havia sido notificada oficialmente.

Um incidente anterior, em março de 2022, já havia registrado a repreensão de uma aluna da segunda série e a revista de sua mochila por compartilhar sua fé.

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