Trump busca desarmamento do Hamas e Israel desmantela túnel do Hezbollah

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Trump anuncia acordo histórico para desarmamento do Hamas e pressiona Israel para não prejudicar plano de reconstrução de Gaza

O presidente Donald Trump anunciou um acordo histórico para o desarmamento completo do Hamas e de outros grupos armados em Gaza, um passo crucial para a paz e segurança regional, segundo autoridades americanas. A iniciativa, que busca evitar um novo conflito como o de 7 de outubro, é parte de um plano de reconstrução para a Faixa de Gaza. Trump alertou Israel para não interferir no processo.

Segundo o presidente, o acordo firmado pela “Board of Peace” representa um avanço monumental. Um alto funcionário dos EUA indicou que Trump ficaria “muito desapontado” caso Israel bloqueasse a próxima etapa do plano de 20 pontos, previamente aceito por Israel e agora aprovado pelo Hamas. O plano prevê a entrega de armas ao longo de oito meses a um comitê tecnocrático palestino, que assumiria a governança de Gaza.

O acordo detalha a destruição de túneis terroristas, depósitos de armas e fábricas de armamentos, com cada fase sendo verificada independentemente. À medida que o desarmamento avançar, as Forças de Defesa de Israel (IDF) se retirariam gradualmente de Gaza, com uma força de estabilização internacional e uma nova força policial palestina assumindo a responsabilidade pela segurança. O plano também inclui o desarmamento de milícias anti-Hamas, um programa de recompra de armas civis e anistia para membros do Hamas que cooperarem.

Um oficial sênior comentou que Israel, embora cético quanto ao desarmamento do Hamas, tem poucas alternativas senão observar o desenrolar dos eventos. Israel, por sua vez, mantém a exigência de desarmamento completo do Hamas, incluindo a remoção de armas da Faixa de Gaza e a demilitarização total como pré-condição para qualquer processo de retirada.

Em outro desenvolvimento, as Forças de Defesa de Israel demoliram um extenso sistema de túneis do Hezbollah no sul do Líbano, próximo à fronteira com Israel. Segundo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa Israel Katz, a operação utilizou 700 toneladas de explosivos. O túnel, financiado pelo Irã, servia como centro de comando do Hezbollah e ponto de lançamento de mísseis e drones contra o norte de Israel, possuindo infraestrutura completa com eletricidade e suprimento de água.

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