Sudário de Turim é apontado como a mais forte evidência arqueológica da existência de Jesus Cristo
Um estudioso do Novo Testamento acredita que o Sudário de Turim representa a mais convincente evidência arqueológica da figura de Jesus. O tecido, que alguns acreditam conter a imagem de Cristo durante a ressurreição, é detalhado em um novo livro do especialista Jeremiah J. Johnston.
Johnston, que dedicou 300.000 palavras à ressurreição de Jesus em sua carreira acadêmica, relata ter superado o ceticismo inicial em relação ao Sudário. Ele viajou o mundo para se reunir com cientistas, matemáticos e médicos que defendem a autenticidade do artefato.
Segundo o estudioso, a probabilidade de o Sudário não ser o linho de sepultamento bíblico de Jesus é de uma em 200 bilhões. Ele argumenta que, além da Bíblia, o Sudário de Turim é o único artefato que documenta o falecimento, o sepultamento e a ressurreição de Jesus, diferenciando-o de outras descobertas históricas.
O livro “The Jesus Discoveries: 10 Historic Finds That Bring Us Face-to-Face with Jesus” explora o Sudário e outras nove descobertas que sustentam a historicidade de Jesus. Johnston busca oferecer ferramentas para discussões sobre fé, especialmente para evangelização e educação de crianças.
O autor espera que as descobertas arqueológicas ajudem as pessoas a navegarem melhor suas dúvidas, afirmando que a fé em Jesus é bem fundamentada, historicamente precisa e cientificamente comprovável.
“Estamos falando de um incremento importante”, disse Johnston sobre o valor dessas descobertas.
