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Paquistão Jovens cristãs sequestradas forçadas a casar após conversão forçada ao Islã

Grupo de meninas paquistanesas em um centro de apoio após serem vítimas de sequestro e casamento forçado.

No Paquistão, cerca de mil meninas cristãs são vítimas anuais de sequestro conversão forçada e casamento arranjado com homens muçulmanos

Anualmente, aproximadamente mil meninas no Paquistão, muitas delas cristãs, são sequestradas de seus lares. Frequentemente, essas jovens são encontradas meses depois, após terem sido obrigadas a se converter ao Islã e casar com homens muçulmanos mais velhos. A organização International Christian Concern (ICC) atua no auxílio a essas meninas e suas famílias, oferecendo abrigo seguro e suporte legal para quebrar esse ciclo de violência.

A dificuldade em provar a idade das vítimas em tribunal, devido à falta de certidões de nascimento, muitas vezes resulta na custódia das meninas sendo concedida aos homens acusados, negando aos pais a chance de reencontrá-las. Embora essa realidade não seja nova no país, histórias de meninas nessa situação têm ganhado mais visibilidade.

Casos emblemáticos revelam a gravidade do problema

O caso de Adan Sabir ilustra a complexidade da situação. Após rejeitar uma proposta de casamento, ela foi sequestrada à força em julho de 2025. Seu agressor apresentou um certificado de casamento forjado, alegando conversão e casamento voluntário. Apesar de uma decisão judicial inicial desfavorável, a família de Sabir apelou e, em setembro de 2025, o Tribunal Superior de Lahore ordenou seu retorno. No entanto, o agressor continuou a ameaçar a família, que vive em constante temor e deslocamento.

Maria Shahbaz, sequestrada em julho de 2025 e forçada à conversão e casamento, teve seu caso negado em primeira instância. Em março, o Tribunal Constitucional Federal do Paquistão considerou Shahbaz de idade madura, validando seu casamento sob a lei islâmica. Os pais alegaram que ela tinha cerca de 13 anos, mas documentos foram considerados não confiáveis pelos juízes.

Farah Shaheen, de 12 anos, foi encontrada acorrentada e confinada em um curral em dezembro de 2020, após ser levada de sua família cristã. O homem que a mantinha forçou sua conversão e casamento. Após uma batalha legal de oito meses, Shaheen foi devolvida à família em fevereiro de 2021.

Huma Younus, então com 14 anos, foi sequestrada em outubro de 2019 e forçada a se converter e casar. Seus pais apresentaram registros escolares e de batismo para provar sua idade, mas o Tribunal Superior de Sindh decidiu que o casamento era válido sob a Sharia, pois Younus já havia tido seu primeiro ciclo menstrual.

Laiba Masih, uma menina de 10 anos, foi entregue a um homem após ser sequestrada. Apesar de sua família ter comprovado sua menoridade, Masih declarou em 2024 que permaneceria com o marido muçulmano. A mãe de Laiba descreveu a angústia da família como indescritível.

Hannah Harper vence American Idol 2026 e louva a Deus em momento emocionante na final

Hannah Harper emocionada no palco do American Idol após vencer a competição

Cantora Hannah Harper celebra vitória no American Idol 2026 com poderosa canção cristã em momento de emoção e fé

A 24ª temporada do American Idol consagrou Hannah Harper como campeã na noite de segunda-feira. Ao final do programa, a cantora natural do Missouri interpretou a canção cristã “At The Cross (Love Ran Red)”, de Chris Tomlin. Durante a performance, Harper demonstrou profunda emoção, chegando a interromper o canto em alguns trechos da música, que fala sobre entrega da vida na cruz. Outros participantes se aproximaram para oferecer apoio durante a apresentação.

A cena, que ganhou destaque nas redes sociais, marcou a presença de elementos da fé cristã em um dos programas musicais de maior audiência nos Estados Unidos. Hannah Harper, mãe de três filhos, frequentemente compartilhou sua devoção ao longo da competição. Em suas plataformas digitais, ela expressa que sua vida é dedicada aos filhos e a Jesus, com o objetivo de que tudo seja “para a glória Dele”.

Em declarações durante as audições, Hannah Harper abordou a superação da depressão pós-parto, citando a música autoral “String Cheese” e o papel de Deus em sua recuperação. Ao longo do reality, a artista também interpretou canções conhecidas do cenário cristão, como “Ain’t No Grave”, da Bethel Music. A música “At The Cross” foi revisitada na noite temática dedicada à fé e escolhida novamente para celebrar seu triunfo.

O cantor Jordan McCullough, identificado como líder de louvor cristão, também participou da final, apresentando a canção “Goodness of God”. Em entrevistas anteriores, Hannah Harper destacou a visibilidade proporcionada pelo American Idol como uma plataforma para falar sobre sua fé. “Estou no ministério desde os 9 anos de idade. Ter uma plataforma neste nível e ainda poder ser tão aberta sobre meu relacionamento com o Senhor é uma honra incrível para mim”, declarou.

A cantora também revelou que momentos de oração coletiva entre participantes ocorriam nos bastidores do programa, antes das apresentações ao vivo, evidenciando a espiritualidade presente nos bastidores.

Jovem presentei a mãe com primeiro apartamento após superarem juntos o câncer

Jovem entrega chaves do primeiro apartamento para a mãe após superarem o câncer juntos.

Jovem de 23 anos surpreende a mãe com primeiro apartamento após ambos vencerem batalhas contra o câncer e viverem em precárias condições

A conquista do primeiro apartamento por Kauan, de 23 anos, simboliza o fim de um período marcado por dor, humilhações e enfermidades enfrentadas ao lado de sua mãe, a quem ele descreve como sua inspiração de fé. O momento, que culminou com a entrega das chaves, celebrou a resiliência de ambos após superarem adversidades de saúde.

A história familiar envolveu a informação médica de que a mãe de Kauan não poderia ter filhos e, posteriormente, o diagnóstico de um câncer. Anos mais tarde, Kauan também enfrentou a leucemia. “A nossa história é que minha mãe não podia ter filho. Deus livrou minha mãe de um câncer. Eu tive câncer também, leucemia no sangue, e assim a gente passou por muita humilhação”, relatou o jovem.

Durante o período de tratamento e dificuldades, mãe e filho residiram em um pequeno quarto com estrutura limitada. Apesar das adversidades, a fé permaneceu como pilar. “Minha mãe sempre foi uma mulher de fé, uma mulher de oração. Então foi algo que marcou muito a nossa vida”, disse Kauan.

Formado em advocacia e com dois empregos, Kauan atribui a aquisição do imóvel à dedicação, perseverança e confiança em Deus. A emoção tomou conta durante a entrega das chaves, com a Bíblia em mãos ao lado da mãe.

“Eu falava: ‘Mãe, eu não vou conquistar nada, eu não vou conseguir’. E ela sempre dizia que eu iria conquistar. Hoje, com 23 anos, consegui ter meu apartamento”, compartilhou Kauan.

O jovem revelou que dividirá o novo lar com a mãe, com planos de deixá-lo para ela no futuro, quando se casar e adquirir outra moradia. “Aqui vai ser da minha mãe, é para ela. Futuramente, quando eu comprar outro empreendimento, vou morar com a minha esposa. Mas esse apartamento é dela”, declarou.

Antes de iniciar os acabamentos, eles planejam realizar uma oração no local para entregar a nova etapa de suas vidas a Deus. “A gente não tem mais nem o que falar. Agora é só gratidão”, concluiu Kauan, abraçando a mãe emocionada.

Ex-militar alerta: crises reais já atingem o cotidiano, não apenas cenários apocalípticos

Ex-militar Chuck Holton em um ambiente comunitário, segurando seu livro.

Ex-militar e correspondente de guerra Chuck Holton argumenta que a sociedade americana está dividida e despreparada para enfrentar adversidades

Os Estados Unidos aparentam estar cada vez mais fragmentados, frágeis e sem preparo para lidar com crises. Essa é a visão de Chuck Holton, ex-militar do Exército e experiente correspondente de guerra. Ele acredita, contudo, que ainda há tempo para reverter esse quadro, apresentando suas ideias em seu novo livro, “RED Teams: Building Brotherhood, Preparing Communities, and Becoming the Church America Desperately Needs”.

Holton aponta que a preocupação excessiva com um suposto “apocalipse zumbi” ou um colapso social generalizado desvia a atenção das crises que já estão em curso e ocorrem no dia a dia.

“O apocalipse é o idoso que mora duas casas abaixo da sua igreja, cuja esposa faleceu há três anos e ele não recebe visitas desde então. O apocalipse se parece com uma mãe solteira que não tem um homem por perto. É assim que o apocalipse se parece.”

Ele defende que as igrejas deveriam voltar a ser o primeiro ponto de socorro para as comunidades em dificuldades, em vez de dependerem exclusivamente de sistemas governamentais. O ex-militar ressalta a importância de mapear as necessidades, habilidades e recursos locais.

“O que estamos fazendo em nossas próprias comunidades para mapear as necessidades, as habilidades e os recursos que existem em nossas próprias comunidades? E, ao fazer isso, descobrimos esses idosos, doentes, mães solteiras e pessoas que simplesmente precisam de Deus em suas vidas.”, explica Holton.

Em seu livro, Holton sugere que os ministérios masculinos deveriam focar no desenvolvimento de habilidades práticas para fortalecer relacionamentos e a utilidade comunitária. Ele propõe que as igrejas se tornem mais do que apenas locais de entretenimento aos domingos.

“Vamos trazer alguém que entende disso, que é um mestre eletricista, e fazer com que ele dê um curso básico de eletricidade para os nossos rapazes… vamos fazer da nossa igreja algo mais do que apenas o lugar onde as pessoas vão para se divertir por uma hora aos domingos.”

Ele argumenta que é o momento para as comunidades cristãs agirem, afastando a sociedade da dependência de programas governamentais. Holton acredita que seria benéfico para a América se as igrejas retomassem a responsabilidade de cuidar dos necessitados.

“Seria tão saudável para a América se as igrejas parassem de abdicar de sua responsabilidade de cuidar das viúvas, órfãos, idosos e enfermos e retomassem isso para nós mesmos, porque é nosso trabalho, de acordo com a Bíblia, e não o trabalho do governo.”

EUA pressionam China sobre direitos humanos em visita de Trump a Pequim

Comitiva presidencial dos EUA chega a Pequim em meio a tensões sobre direitos humanos

Visita presidencial dos EUA à China é marcada por denúncias de perseguição religiosa e detenção de dissidentes

A chegada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Pequim, acompanhado por líderes empresariais e conselheiros econômicos, colocou em evidência não apenas as negociações comerciais e tecnológicas, mas também a tensa situação dos direitos humanos na China. Especialistas apontam que o confronto entre os sistemas de valores ocidentais e a visão autoritária chinesa, que vê a religião como um obstáculo à lealdade absoluta ao Estado, dominará parte da agenda.

O embaixador Sam Brownback descreveu a situação como um “choque de civilizações”, enfatizando a oposição do Partido Comunista Chinês (PCC) a qualquer forma de crença que não se submeta à sua ideologia. “Estamos em uma batalha hoje com o Partido Comunista Chinês e sua visão autoritária de que a religião é o ópio do povo – algo que deve ser jogado fora, descartado, perseguido, pisoteado e morto”, declarou Brownback.

Pastor Jin e Jimmy Lai são símbolos da repressão

O caso do Pastor Ezra Jin, líder da maior rede de igrejas domésticas da China, Zion, preso em outubro de 2025, é um dos focos de preocupação. Sua filha, Grace Jin Drexel, tem sido uma voz ativa na defesa de seu pai, que enfrenta dificuldades de saúde devido à negligência em sua detenção. As acusações criminais confirmadas em novembro garantem que ele permaneça preso por um longo período, mesmo que posteriormente inocentado.

“Eu tirei muitas pessoas de diferentes países, incluindo a China.”

Trump prometeu abordar a situação do Pastor Jin durante o encontro com o líder chinês Xi Jinping. Da mesma forma, a situação do magnata católico de Hong Kong, Jimmy Lai, é esperada na pauta. Lai, preso sob a lei de segurança nacional por operar um jornal pró-democracia, foi sentenciado a 20 anos de prisão. Relatos indicam que ele está sofrendo com cuidados médicos inadequados e impedido de praticar sua fé.

Cultura de perseguição e controle estatal

A perseguição religiosa na China em 2025 reflete o aprofundamento do controle autoritário e da “sinicização“, onde a religião é tratada como um medidor de lealdade política. Iniciativas como a vigilância tecnológica e a regulamentação rigorosa de práticas de culto visam sufocar qualquer expressão religiosa autêntica, enquadrando-as como extremismo sob o pretexto de contraterrorismo.

Grupos minoritários, mulheres e crianças são desproporcionalmente afetados. O governo chinês justifica essas medidas como necessárias para a segurança nacional, argumentando que figuras como Jimmy Lai representam ameaças à estabilidade. A falta de responsabilização internacional agrava o quadro, enquanto a resiliência dos fiéis contrasta com a intensificação da repressão, motivada por ansiedades demográficas e insegurança política.

Evangelismo criativo oferece conforto a quem sente falta da mãe no Dia das Mães

Evangelismo criativo oferece conforto a pessoas que sentem falta da mãe em São Paulo

Ação em São Paulo no Dia das Mães oferece conforto e reflexão a pessoas com ausência materna através de evangelismo criativo

No último domingo, 9 de julho, data em que se celebra o Dia das Mães, o criador de conteúdo cristão Thiago Solrac realizou uma ação evangelística inovadora na capital paulista. A iniciativa buscou oferecer apoio e conforto a indivíduos que enfrentam a ausência de suas mães.

Thiago montou uma mesa na rua com dois bancos e um cartaz convidando: “Se você sente falta da sua mãe, sente aqui”. O criador de conteúdo, com um fone de ouvido, esperou pela reação das pessoas que passavam pelo local. Um vídeo divulgado no Instagram mostra o impacto da ação.

A proposta atraiu uma mulher, que se emocionou ao ouvir a música transmitida pelos fones. Em seguida, jovens se juntaram a ela, chorando enquanto eram ministrados pelo louvor. Um homem, também abordado pela iniciativa, compartilhou suas dores com Thiago, que se comoveu com o relato.

Durante o encontro, Thiago Solrac orou por cada pessoa que aceitou o convite, compartilhando encorajamento através da Palavra de Deus. Ao final, o cartaz foi substituído por outro com o versículo de João 11:25, que afirma “Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá”.

Em sua rede social, Solrac expressou seu desejo de que a mensagem alcance milhares de pessoas. “Declaro que milhares de pessoas serão curadas e confortadas por Jesus através desse vídeo, entendendo que Nele um dia nós e os que já se foram nos encontraremos na glória”, postou o criador de conteúdo.

A publicação gerou centenas de comentários de internautas impactados pela iniciativa. “Não consigo imaginar tamanha dor! Que Deus conforte o coração de cada um que, por razão que seja, não tem sua mãe por perto”, escreveu um usuário. Outra internauta acrescentou: “Se você está lendo isso, agradeça a cada segundo por ter sua mãe e, se você não a tem mais, receba o conforto do Espírito Santo”.

Hannah Harper é coroada campeã do ‘American Idol’ e emociona com performance de adoração

Hannah Harper é coroada campeã do ‘American Idol’

Hannah Harper sagrou-se a mais nova vencedora do popular reality show musical “American Idol” na noite de segunda-feira. A jornada da cantora, mãe de três filhos e natural de Willow Springs, Missouri, foi marcada pela abertura em compartilhar sua fé cristã, as lutas com a depressão pós-parto e sua paixão pela música de adoração com milhões de espectadores.

Aos 26 anos, Harper superou os finalistas Jordan McCullough e Keyla Richardson em uma final emocionante. Sua vitória coroa uma temporada onde sua autenticidade e talento musical cativaram o público e os jurados, consolidando-a como um nome a ser observado na indústria musical.

Desempenho marcante na final

Durante a noite de encerramento, Harper apresentou a canção “Married Into This Town” e emocionou o público com um dueto de “I Hope You Dance” ao lado da estrela country Lee Ann Womack. Ela também revisitou “String Cheese”, sua música original que viralizou após sua audição inicial na temporada.

Carrie Underwood, jurada e ex-campeã do “American Idol”, expressou seu orgulho pela performance e pela pessoa que Harper demonstrou ser. “Você merece estar aqui pela sua voz, por quem você é como pessoa, como mãe, como filha, pelo seu talento para compor. Tenho muito orgulho”, declarou Underwood, visivelmente emocionada.

Uma vitória de fé e gratidão

Após o anúncio de sua vitória pelo apresentador Ryan Seacrest, Harper, tomada pela emoção, encerrou a noite com uma performance poderosa de “At The Cross (Love Ran Red)” de Chris Tomlin. A apresentação contou com a participação dos outros competidores e jurados, que a cercaram no palco enquanto ela cantava em lágrimas.

Horas após a conquista, Harper celebrou o momento em uma postagem no Instagram, agradecendo o apoio incondicional dos fãs. “Que jornada selvagem e linda tem sido. E, de alguma forma, estamos apenas começando”, escreveu. “Obrigada a cada pessoa que acreditou em mim, orou por mim, votou e ajudou a levar este sonho mais longe do que eu jamais poderia imaginar.”

A cantora também ressaltou a importância de sua fé em sua trajetória. “Estou imensamente grata pelas portas que o Senhor abriu e pela oportunidade de trilhar este caminho”, acrescentou, citando Jeremias 29:11: “Porque eu bem sei os planos que tenho para vós”. A vitória de Hannah Harper no “American Idol” não só destaca seu talento vocal e artístico, mas também celebra a força de sua fé e resiliência.

Trump e Xi se reúnem em cúpula comercial tensa com foco em Irã e Taiwan

Donald Trump e Xi Jinping em reunião de cúpula tensa na China
President Donald Trump walks with China's Vice President Han Zheng during a welcome ceremony Wednesday, May 13, 2026, at Beijing Capital International Airport in Beijing. (AP Photo/Mark Schiefelbein)

Trump desembarca na China para cúpula comercial com Xi Jinping e temas sensíveis como Irã e Taiwan dominam a agenda

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou à China para uma cúpula de dois dias com o presidente Xi Jinping, com o encontro com o líder chinês agendado para iniciar na manhã de quinta-feira e se estender até sexta-feira. A chegada à capital chinesa ocorreu por volta das 20h, horário de Pequim. Trump viajou acompanhado por um grupo de líderes empresariais americanos, incluindo Jensen Huang, da Nvidia, e Elon Musk, da Tesla e SpaceX.

A agenda oficial prevê discussões sobre uma variedade de temas, desde tarifas até inteligência artificial. O presidente americano busca fechar acordos para aumentar a compra de soja, carne bovina e aeronaves americanas pela China. Trump afirmou que o foco principal das conversas com Xi será o comércio, e que ele pretende iniciar o estabelecimento de um Conselho de Comércio com a China para gerenciar as divergências entre as duas nações.

Apesar do foco comercial, a disputa com o Irã pelo Estreito de Ormuz é um dos pontos que devem surgir, dado que Pequim é um forte aliado do regime iraniano. Contudo, Trump minimizou a importância do tema para a conversa, declarando que o Irã está “muito sob controle”.

Por outro lado, o presidente Xi Jinping deve abordar o apoio militar dos Estados Unidos a Taiwan. A China expressa descontentamento com a intenção americana de vender armas para a ilha autônoma, que Pequim reivindica como território próprio. Taiwan, como principal fabricante de chips do mundo, assume um papel crucial na corrida pela inteligência artificial. Relatos indicam que os Estados Unidos importaram mais bens de Taiwan do que da China neste ano.

O histórico da China em direitos humanos também pode ser levantado durante o encontro. Há informações de que o presidente Trump planeja discutir o caso de um pastor chinês preso, identificado como Ezra Jin Mingri.

Milagre em Mississippi Cristãos louvam em igreja destruída por tornado

Membros de igreja observam a estrutura devastada após um tornado no Mississippi

Em meio à fúria de um tornado no Mississippi, congregados louvam a Deus e testemunham proteção divina em igreja devastada

Uma congregação cristã no Mississippi vivenciou momentos de extremo perigo na noite de quarta-feira (6), quando um poderoso tornado atingiu a região. Dezenas de membros da Coaltown Baptist Church em Purvis estavam reunidos para uma refeição conjunta quando as sirenes anunciaram a aproximação da tempestade, segundo o pastor Jimmy Breazeale. Ao ouvirem o fenômeno se intensificar, eles se refugiaram em um corredor e, em meio ao caos, iniciaram orações e cânticos de louvor.

O pastor Jimmy Breazeale relatou que, mesmo com a igreja sendo violentamente sacudida, os fiéis entoavam hinos como “Amazing Grace”. “A parede estava se movendo para frente e para trás”, descreveu o líder religioso, que confortou os presentes durante o auge da tempestade. O telhado da igreja foi arrancado, mas, milagrosamente, nenhum dos presentes sofreu ferimentos.

“Devastação total. Estamos gratos a Deus por estarmos todos seguros”, declarou o pastor Jimmy Breazeale.

Jana Keith, membro da igreja, atribuiu a sobrevivência a uma proteção divina sobrenatural. “Houve cantos, houve orações. Dava para ouvir coisas sendo movidas e o telhado sendo rasgado. Embora devastadora, a mão de proteção de Deus estava sobre nós. Ninguém se feriu”, testemunhou ela ao jornal local WKRG News 5.

A força do tornado também afetou a estrutura pessoal do pastor. A esposa dele, Frances Breazeale, contou ao The New York Times que uma parte da torre da igreja caiu sobre o para-brisa de seu carro. “Foi algo que nunca passei e não é algo que eu queira passar de novo”, comentou.

Após a passagem do fenômeno, que causou destruição generalizada no sul do Mississippi – com pelo menos 17 feridos e centenas de casas danificadas –, a comunidade se uniu em solidariedade. Moradores, inclusive aqueles que sofreram perdas com a tempestade, compareceram à Coaltown Baptist Church para auxiliar nos trabalhos de reconstrução. A igreja expressou profunda gratidão em uma postagem no Facebook, agradecendo o apoio recebido.

“O amor e o apoio que recebemos significam mais para nós do que você jamais imaginará. Obrigado, que Deus te abençoe, e vamos reconstruir!”, finalizou a congregação.

Projeto da ERLC entrega a 100ª máquina de ultrassom a centro de gravidez da Carolina do Norte

Projeto da ERLC entrega a 100ª máquina de ultrassom a centro de gravidez da Carolina do Norte

A Ethics & Religious Liberty Commission (ERLC) da Convenção Batista do Sul alcançou um marco significativo em seu compromisso de apoiar centros de recursos de gravidez. Através do seu Projeto Psalm 139, a organização entregou sua 100ª máquina de ultrassom a um centro de gravidez na Carolina do Norte, fortalecendo a capacidade de cuidado e apoio a futuras mães.

A doação foi destinada ao Mercy House Pregnancy Resource Center, localizado em Elizabethtown, e a entrega foi celebrada em um evento de dedicação realizado na sexta-feira. A cerimônia contou com a presença de pastores locais, líderes ministeriais e membros da comunidade, destacando a importância do apoio comunitário a iniciativas como essa.

Um marco para o Mercy House

Megan Knight, Diretora Executiva do Mercy House, expressou profunda gratidão pela doação, descrevendo a máquina de ultrassom como “mais do que apenas tecnologia”. Ela ressaltou que o equipamento é visto como um instrumento sagrado, dedicado ao ministério que a organização desempenha.

“Naturalmente, ficamos além de animados quando recebemos a notícia de que havíamos sido aprovados e correspondidos”, disse Knight. Ela explicou que o centro buscou a oportunidade após incentivo de líderes da Convenção Batista do Estado da Carolina do Norte, que encorajaram a aplicação ao programa da ERLC.

O centro celebrou a doação com um serviço especial de oração e dedicação, que Knight descreveu como “um dia lindo e significativo”. Pastores da comunidade e de todo o estado se uniram em oração pelo centro, pelas mulheres atendidas, pelos bebês em risco e pela equipe.

O Projeto Psalm 139 e sua expansão

O Projeto Psalm 139, iniciado no início dos anos 2000, tem como objetivo principal auxiliar centros de gravidez pró-vida a obterem recursos médicos essenciais, incluindo máquinas de ultrassom e pessoal treinado. Rachel Wiles, diretora do projeto, afirmou que os planos são de continuar fornecendo equipamentos de ultrassom a centros de gravidez em todo o país nos próximos meses.

“Esta semana, estaremos realizando uma dedicação para outra máquina em Fredericksburg, Virgínia”, mencionou Wiles. “Outras dedicações estão agendadas no Tennessee e Michigan para o verão, e máquinas adicionais estão sendo consideradas”.

O projeto também expandiu sua missão. Desde o outono passado, uma iniciativa chamada “Across State Lines” busca oferecer maior apoio e recursos a mães que residem em estados com leis mais permissivas ao aborto.

Histórico do Mercy House

O Mercy House iniciou suas atividades em fevereiro de 2023, operando inicialmente em um pequeno espaço cedido pela Bladen Baptist Association. Desde então, o ministério mudou-se para um prédio maior e ampliou seus serviços, incluindo a adição de um médico à sua equipe, o que demonstra um crescimento contínuo e um compromisso ampliado com o cuidado materno-infantil.