Jogador cristão Jackson Martínez lidera momento de fé e arrecadação em massa para atingidos por terremoto na Colômbia
Mais de 35 mil pessoas se reuniram no estádio El Campín, em Bogotá, na Colômbia, para uma partida beneficente em apoio às vítimas do terremoto que atingiu o país em 10 de agosto. Antes do jogo começar, o atleta cristão Jackson Martínez conduziu um momento de oração e encorajou a multidão a se voltar para Deus.
A iniciativa, organizada pelo ex-zagueiro Mario Alberto Yepes, visou arrecadar fundos para as famílias e comunidades afetadas pelo tremor de magnitude 7,4. O evento contou com a presença de 36 jogadores, incluindo nomes como Falcao García e Carlos Alberto “El Pibe” Valderrama.
“Senhor, nós te damos graças. Tu és o Criador dos céus e desta terra. Elevo a ti esta oração de gratidão, sabendo que és tardio em irar-se e rico em misericórdia. Senhor, toca cada coração aqui presente e ajuda-nos a refletir sobre tudo o que está acontecendo, sobre os nossos próprios caminhos e a voltarmo-nos para Ti com confiança, expondo as nossas almas diante de Ti com corações sinceros — tanto em arrependimento quanto em gratidão”, declarou Jackson Martínez no gramado.
O atleta Juan Cuadrado também participou ativamente da oração coletiva. A partida beneficente, que terminou com placar de 4 a 3, arrecadou cerca de 2,5 bilhões de pesos, aproximadamente US$ 810 mil, segundo a agência EFE.
Mario Alberto Yepes expressou sua gratidão ao público presente antes do início da partida. “Bogotá, obrigado por se juntarem a nós, obrigado por manterem em seus pensamentos todas as vítimas desta catástrofe, e queremos que esta partida seja em homenagem a elas. Esperamos que vocês gostem e saibam que podem contar com todos nós quando chegar a hora de ajudar”, afirmou Yepes.
O terremoto, que ocorreu em 10 de agosto, deixou um rastro de destruição. De acordo com a Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres (UNGRD), a tragédia resultou em 329 mortos e 247 desaparecidos.
Teólogo Luiz Sayão detalha a estratégia de Paulo de Tarso em focar o evangelho nas grandes cidades do Império Romano, em contraste com o ministério inicial de Jesus.
O teólogo e hebraísta Luiz Sayão abordou a metodologia missionária do apóstolo Paulo, destacando a decisão estratégica de concentrar a pregação do Evangelho nos centros urbanos do Império Romano. A explanação ocorreu durante o 9º Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica, em São Paulo, que reúne mais de 500 participantes.
Sayão explicou que a trajetória de Jesus Cristo, por outro lado, teve um caráter predominantemente rural, com foco na região da Galileia e no entorno do Mar da Galileia. O ministério de Cristo, segundo o teólogo, utilizava analogias ligadas à agricultura e ao pastoreio, refletindo um ambiente de pequenas aldeias e contexto agrícola.
“A trajetória de Jesus Cristo está distanciada dos grandes centros urbanos e tem esse pano de fundo mais agrícola”, declarou Sayão. Ele observou que Jesus era visto como um rabino independente atuando em uma região mais afastada do centro do Império Romano, e que seus ensinamentos eram moldados para a audiência local.
A população judaica, conforme Luiz Sayão, representava uma parcela significativa do Império Romano, estimada em cerca de 10% dos 65 a 70 milhões de habitantes da época, com presença disseminada por todo o território.
Mudança para o ambiente urbano
Com as viagens missionárias de Paulo, o cristianismo passou a assumir um caráter marcadamente urbano. Sayão ressaltou a figura de Paulo como alguém singularmente preparado para essa expansão, sendo simultaneamente judeu, romano e grego, o que se configurou como uma vantagem estratégica para o anúncio da mensagem cristã.
“Você tem a figura extraordinária, única e diferenciada de Paulo, que é muito judeu, muito romano e muito grego. É uma questão estratégica para o anúncio do Evangelho”, enfatizou o teólogo.
Paulo, como cidadão romano, usufruía de privilégios que facilitavam sua mobilidade e sua defesa legal. Suas viagens o levaram a cidades importantes, que funcionavam como polos de atração para pessoas de diversas origens e províncias romanas, como foi o caso de Éfeso.
“As maiores cidades do Império Romano, tanto no Ocidente quanto no Oriente, eram cidades que juntavam pessoas de toda a parte. Por exemplo, Paulo em Éfeso gente de toda a província romana da Ásia veio ouvir a mensagem do Evangelho. Essa concentração facilitava a ideia de você atingir todo tipo de etnia”, comentou Sayão.
Os vilarejos menores, por sua vez, ficaram em segundo plano na estratégia paulina, por serem mais difíceis de alcançar.
Atração pela mensagem e vulnerabilidade social
O ambiente urbano atraía muitas pessoas para a mensagem do Evangelho, em parte pela atenção que o cristianismo primitivo dispensava aos mais vulneráveis. O teólogo apontou que as cidades concentravam pessoas doentes, viúvas e órfãs, grupos que encontravam na mensagem cristã um acolhimento particular.
“Nesse ambiente da cidade, você vai encontrar muitos vulneráveis, pessoas doentes, viúvas, órfãs. E a mensagem cristã, desde o começo, dava muita atenção a isso. E, portanto, isso chamava a atenção de modo particular”, ensinou Luiz Sayão.
Ele também mencionou que muitos não-judeus se interessavam pelo judaísmo, mas evitavam o ritualismo e o legalismo dos fariseus, encontrando no cristianismo uma alternativa.
Fatores linguísticos e geográficos
A propagação da mensagem de Cristo foi favorecida pela questão linguística e política do Império. O grego, idioma universal da época, era falado nas cidades, facilitando a comunicação.
“E uma coisa que nós nunca pensamos é que, exatamente nas áreas urbanas, as pessoas estavam mais abertas a novas ideias, novas reflexões. Na zona rural não. A Zona Rural é o ambiente da agricultura, que funciona conforme os paradigmas do paganismo antigo com suas ideias de fertilidade. Então, há muito mais resistência”, ponderou Sayão.
A malha de estradas que conectava o Império Romano, como a Via Ignácia no norte da Grécia utilizada por Paulo, também desempenhou um papel crucial na expansão do cristianismo.
Sayão concluiu que o foco do Novo Testamento e da expansão da igreja primitiva estava nas grandes cidades, demonstrando uma adaptação e flexibilidade da mensagem cristã. O ministério de Paulo exemplifica essa capacidade de adaptação, como sua mudança para pregar na escola de Tirano em Éfeso quando um plano inicial não funcionava.
Jornalista nigeriano absolvido após caso de anos sobre reportagem de violência contra cristãos
Um jornalista nigeriano foi absolvido de acusações criminais relacionadas à difamação, encerrando um caso legal que se arrastava há anos. Luka Binniyat foi preso em novembro de 2021 após a publicação de um artigo no The Epoch Times que investigava a violência religiosa na região do Cinturão Central da Nigéria, incluindo o estado de Kaduna.
O artigo, intitulado “Na Nigéria, a polícia lamenta massacres como ‘perversos’, mas não faz prisões”, citou o senador nigeriano Danjuma Laah criticando Samuel Aruwan, comissário de segurança interna e assuntos internos de Kaduna. Laah acusou o governo estadual de usar Aruwan, um cristão, para semear confusão e encobrir um genocídio em andamento no sul cristão de Kaduna, descrevendo um ataque a agricultores cristãos como um mero “conflito” em vez de violência direcionada.
Acusações e detenção
Inicialmente, Binniyat foi acusado de cyberstalking contra Aruwan. Ele permaneceu detido por 84 dias antes de ser libertado em janeiro de 2022, embora o caso contra ele permanecesse ativo. A decisão que o absolveu veio em maio de 2026, mais de quatro anos após sua prisão, pela Corte Federal de Kaduna.
A corte determinou que não havia “evidências para provar os elementos essenciais da suposta ofensa” e classificou as evidências da promotoria como “manifestamente não confiáveis”.
Libertação e reflexões
“Sou grato por ter sido libertado e pelas acusações contra mim terem sido descartadas”, declarou Binniyat. “No entanto, minha experiência mostra que há muito trabalho a ser feito na Nigéria em relação à proteção da liberdade de expressão, especialmente quando se trata de falar sobre liberdade religiosa e reportar honestamente sobre o que realmente está acontecendo com os cristãos no país.”
Binniyat expressou preocupação com o fato de ter sido preso por realizar seu trabalho jornalístico. Ele ressaltou a importância da liberdade de imprensa para cobrir a crise enfrentada pelos cristãos na Nigéria. Sean Nelson, conselheiro sênior de liberdade religiosa global na ADF International, concordou, afirmando que Binniyat simplesmente “citou com precisão as próprias palavras de um legislador nigeriano”.
“Esta decisão é uma vindicação para Luka, mas também deve servir como um alerta: reportagens precisas sobre atrocidades não são crime, e jornalistas que cobrem perseguições religiosas merecem proteção, não processo”, disse Nelson. “Em toda a Nigéria, cristãos estão sendo massacrados por sua fé.”
Contexto da violência na Nigéria
A Nigéria tem enfrentado anos de violência que afeta predominantemente comunidades agrícolas cristãs no Cinturão Central, enquanto grupos extremistas islâmicos como Boko Haram e o Estado Islâmico continuam seus ataques no norte do país. A violência é complexa, envolvendo fatores étnicos, disputas por terra e recursos, além de motivações religiosas.
Em um contexto anterior, o então presidente Donald Trump designou a Nigéria como “País de Preocupação Particular” (CPC), citando o que ele descreveu como uma ameaça “existencial” aos cristãos por parte de grupos terroristas islâmicos radicais e pastores radicalizados.
A absolvição de Binniyat representa uma vitória para a liberdade de imprensa e um lembrete das dificuldades enfrentadas por jornalistas que buscam reportar sobre conflitos sensíveis e questões de direitos humanos em diversas partes do mundo.
Justiça colombiana ordena pedido de desculpas do presidente por evento religioso em posse oficial
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, foi formalmente ordenado pela Justiça a se desculpar publicamente por ter supostamente violado o princípio do Estado laico ao incorporar um ato religioso em sua cerimônia de posse, realizada em 7 de agosto na cidade de Cali. A decisão partiu do Quinto Tribunal do Trabalho do Circuito de Bogotá.
A cerimônia de posse contou com a participação de orações, louvores e discursos proferidos por três líderes religiosos distintos. Um pastor, um rabino e um padre estiveram presentes, com o rabino David Michaan citando passagens bíblicas e o pastor Eduardo Cañas Estrada e o monsenhor Francisco Múnera proferindo mensagens em busca do fim do terrorismo, mais segurança e união para o país.
Durante o evento, que teve a presença de autoridades nacionais e internacionais, também foi notada a exibição de uma imagem da Virgem Maria. A inclusão desses elementos religiosos motivou a ação judicial que resultou na determinação do tribunal.
A sentença, ainda passível de contestação, estipula que Abelardo de la Espriella realize um pronunciamento em rádio e televisão na próxima terça-feira, 30 de setembro de 2026, para se retratar por ter infringido a neutralidade religiosa do Estado. A decisão também impõe que o presidente se abstenha de demonstrar publicamente sua afiliação a qualquer religião específica, incluindo sua fé católica.
Adicionalmente, o juiz determinou que o presidente emita uma diretriz presidencial com o objetivo de orientar todos os servidores públicos a respeitar e garantir a neutralidade religiosa do Estado em suas respectivas funções. O presidente do Congresso, senador Honorio Henríquez, também foi instruído a se desculpar com a Colômbia por ter violado a neutralidade religiosa durante a posse, que ocorreu em sessão legislativa.
Abelardo de la Espriella é conhecido por expressar publicamente sua fé, compartilhando em redes sociais sua participação em retiros e momentos de oração.
Pastor relata como fé da sogra transformou escassez em provisão divina diante de sua própria incredulidade
O pastor Gustavo Paiva, da Igreja Dinamus Alphaville, em Santana de Parnaíba, relatou um episódio marcante de fé que vivenciou em seu início de caminhada cristã. O testemunho, compartilhado durante um culto em São Paulo, detalha como a oração de sua sogra, Fátima, em um momento de severas dificuldades financeiras, resultou em uma provisão divina inesperada.
Segundo o relato do pastor, durante uma reunião familiar, a situação financeira era tão crítica que não havia recursos para comprar um novo botijão de gás, com dinheiro disponível apenas quinze dias depois. Diante da escassez, Fátima demonstrou sua fé de maneira contundente.
“Minha sogra colocou as mãos e falou: ‘Deus, eu só tenho dinheiro daqui a quinze dias. Se o Senhor não ligar esse gás, eu não tenho como comprar’”
Paiva descreveu como, logo após a oração de sua sogra, ela virou o botijão e o fogo acendeu, um evento que ele observou atentamente.
“Ela virou o gás e acendeu a chama. Quinze dias depois, o gás acabou”, relembrou o pastor, enfatizando o impacto que a cena teve em sua fé ainda incipiente.
“Eu era bebê na fé. Estava engatinhando com poucos dias de crente e olhei diante dos meus olhos uma escassez se tornando provisão”, declarou ele, destacando a experiência pessoal com o poder de Deus.
Provisão de alimento em meio à falta de recursos
O pastor Gustavo Paiva também compartilhou outro momento de provisão testemunhado por ele, ocorrido na mesma época. Mesmo com a geladeira praticamente vazia, sua sogra preparou um banquete para diversas pessoas presentes.
Ao ser solicitado a buscar água, Paiva encontrou apenas uma garrafa na geladeira e questionou a disponibilidade de comida. Sua sogra respondeu que tudo estaria sobre a mesa, o que o levou a sugerir que os convidados comprassem seu próprio alimento, dada a aparente insuficiência.
“Filho, calma. Deus proverá”
Pouco tempo depois, um vizinho surpreendeu a todos ao chegar com várias bolsas de compras, afirmando que Deus o havia tocado para duplicar suas próprias compras para Fátima e sua família. A cena impressionou o pastor, que ajudou a descarregar o veículo cheio.
“Eu vi a provisão acontecendo diante dos meus olhos”, testemunhou ele à congregação.
Lições sobre confiança e dependência divina
Refletindo sobre a passagem bíblica de Provérbios 24:10, que alerta sobre a fraqueza no dia da angústia, Gustavo Paiva encorajou os fiéis a manterem a confiança no poder de Deus, independentemente das circunstâncias.
“Os nossos filhos precisam conhecer o poder de Deus, por causa do nosso sim. Não é porque eu tenho muito. Não é porque você pode ganhar mais. Não é porque você pode fazer o que você bem entende. A questão é confiar e depender, independente das circunstâncias”, afirmou o pastor.
Em suas redes sociais, o pastor Gustavo Paiva continuou a reflexão sobre a fé em tempos de escassez, ponderando:
“Até onde vai a sua fé quando a escassez bate à porta? Muitas vezes, a nossa rotina é cercada de conforto e previsibilidade, mas é exatamente no dia da angústia que o verdadeiro caráter da nossa dependência de Deus é provado”
Ele concluiu enfatizando que o importante não é a quantidade de recursos, mas a profundidade da dependência de Deus quando estes se esgotam. A inspiração para os filhos, segundo ele, vem das escolhas ousadas de confiança e fé em Deus.
Uruguai avança em secularização com catolicismo em franca queda e aumento de não religiosos
Uma pesquisa nacional realizada pela CIFRA entre 7 e 18 de agosto de 2026 aponta para uma consolidação da tendência secularizadora no Uruguai nas últimas três décadas. O estudo revela uma diminuição geral da religiosidade, com o catolicismo perdendo espaço e identidades não católicas, incluindo as evangélicas, ganhando visibilidade em um país cada vez mais autodeclarado laico.
Os católicos agora representam apenas um terço da população adulta uruguaia, sendo que 33% se identificam com a religião, mas apenas 9% a praticam ativamente. Deste percentual, a maioria (24%) declara-se católica não praticante. Este dado contrasta fortemente com 1997, quando 58% dos uruguaios eram católicos e 21% praticavam a fé.
A pesquisa da CIFRA indica que o catolicismo se tornou uma identidade minoritária e envelhecida no país. Entre os uruguaios com menos de 30 anos, somente 16% se consideram católicos. Simultaneamente, há um crescimento significativo dos autodenominados “creyentes sin religión” (crentes sem religião) e dos não crentes. O estudo mostra que 28% da população acredita em Deus sem se vincular a nenhuma religião específica, enquanto outros 28% se declaram agnósticos ou ateus.
O Uruguai já é reconhecido como o país menos religioso da América Latina, conforme dados do Latinobarómetro 2023, onde 47,3% dos entrevistados afirmaram não professar nenhuma religião.
Evangélicos e outras religiões não católicas ganham espaço
A categoria “outra religião”, que engloba protestantes, evangélicos, judeus e outros grupos, representa 11% dos uruguaios segundo a CIFRA. Dados mais precisos de 2023–2026, oriundos do Latinobarómetro e da CIFRA, apontam que os evangélicos constituem cerca de 5% da população. O restante das religiões não católicas se distribui em minorias.
O Latinobarómetro de 2023 especifica que, entre os uruguaios que professam alguma religião, aproximadamente 5% são evangélicos ou protestantes. Desse grupo, 4,6% são evangélicos não especificados e 0,3% são protestantes históricos. Diferentemente de outros países da região, o Uruguai não tem observado um crescimento explosivo de fiéis.
Outras religiões minoritárias incluem adventistas (0,2%), Testemunhas de Jeová (0,6%), mórmons (0,2%), cultos afro-americanos como Umbanda (2,8%) e grupos judaicos. As religiões não católicas, incluindo a evangélica, mantêm-se estáveis e apresentam um percentual de praticantes superior ao dos católicos.
A pesquisa foi divulgada em um momento de expectativa pela próxima visita do papa Francisco ao Uruguai. Apesar da profunda secularização do país, a maioria da população considera apropriada a visita papal ao Parlamento, inclusive entre aqueles que não seguem nenhuma religião.
Evangelista relata o resgate de homem à beira do suicídio transformado pela fé cristã e hoje é pregador
Um homem que estava prestes a tirar a própria vida foi salvo por um grupo de cristãos há sete anos e, desde então, teve sua vida completamente transformada por Jesus. Atualmente, ele atua como pregador da Palavra.
O evangelista Guilherme Batista compartilhou a história de Valdinei Dos Santos, que em 29 de agosto de 2019 se encontrava em completo desespero no meio de uma rodovia, com intenção de cometer suicídio. Guilherme, juntamente com outros dois cristãos, Pedro e Cleia, conseguiram intervir e mudar o destino de Valdinei.
Ao avistarem a cena, o grupo parou o carro e se aproximou para acolher o homem. Em lágrimas, Valdinei expressou seu desejo de morrer. Os cristãos o impediram de se machucar, e Guilherme o abraçou, orando por ele.
Segundo o evangelista, Valdinei ouviu o Evangelho e experimentou uma profunda transformação, desistindo da ideia de suicídio. “Esse cara que estava à beira da morte, hoje é pregador da Palavra, está casado, é um homem de Deus. O que Deus faz, vai muito além do que a gente consegue imaginar”, testemunhou Guilherme Batista.
O próprio Valdinei comentou na publicação: “Deus é fiel! Ele enviou esse anjo pra minha salvação”.
Batista ressaltou a importância de estar atento a pessoas em sofrimento. “Existe alguém que está no meio do seu caminho, pensando em desistir da vida, e você pode ser fonte de transformação e de salvação para essa pessoa. Fique atento, o Espírito Santo de Deus está querendo te usar de uma forma poderosa”, declarou.
Para pessoas que estão passando por momentos de desespero e pensando em suicídio, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio 24 horas por dia, todos os dias da semana, pelo telefone 188. O CVV também disponibiliza atendimento por e-mail, chat e em postos presenciais em todo o Brasil.
Joana Prado relata virada espiritual no ápice da carreira, onde a fama perdeu sentido perante a fé em Cristo
A atriz e ex-apresentadora Joana Prado, que ficou conhecida nacionalmente como a “Feiticeira” no início dos anos 2000, compartilhou detalhes de sua conversão religiosa. Em um evento de mulheres em Campinas, interior de São Paulo, ela narrou como sua vida foi transformada por Deus em um momento de grande reconhecimento profissional.
No auge de sua popularidade, aos 23 anos, Joana Prado já havia conquistado independência financeira e uma forte autossuficiência. Ela descreveu sua relação com a espiritualidade na época como distante e sem prioridade. “Deus ainda existia para mim, mas era um Deus muito distante. Eu não tinha tempo para Ele, porque eu construí a minha identidade na fama, no sucesso, na minha imagem, na minha autossuficiência”, relatou em sua testimony.
A artista admitiu que sua segurança pessoal estava atrelada às circunstâncias e às conquistas materiais. “A minha base estava completamente errada, porque a minha segurança vinha de tudo aquilo que eu podia controlar e, como o mundo nos ensina muito bem, eu me achava uma mulher forte, mas, na verdade, eu estava completamente perdida. Eu tinha tudo, mas eu não tinha absolutamente nada”, disse Joana Prado.
O relacionamento com o futuro marido, Vitor Belfort, foi um ponto de virada. Segundo Joana, apesar dos desafios iniciais, a relação a aproximou de Jesus. “A gente tinha tudo para dar errado, mas quando Deus chama né”, comentou. Vitor, que ainda não era convertido na época, costumava falar sobre Jesus e chegou a presentear Joana com uma Bíblia em seu aniversário. Inicialmente, ela reagiu com raiva ao presente, por ser espírita kardecista.
Contudo, Joana Prado revelou que começou a folhear a Bíblia escondida do marido e a sentir um desejo crescente por Deus. “Eu confesso que, com o passar do tempo, eu pegava aquela Bíblia escondida do Vítor e começava a folhear, porque eu queria esse Deus”, afirmou. O desejo a levou a pedir para conhecer a igreja evangélica. “Lembro que um dia eu falei: ‘Amor me leva nessa igreja evangélica, eu quero conhecer esse Deus’”, testemunhou.
Em 2003, Joana passou a frequentar cultos em uma igreja liderada por um pastor chamado Maurão, que também atuava como personal trainer e faixa-preta de jiu-jitsu. Foi nesse período que ela sentiu sua vida ser profundamente transformada. “Naquele mesmo dia, em 2003, Deus com sua graça irresistível abriu os meus olhos e me atraiu para esse Evangelho que salva. Naquele mesmo dia, eu creio que Deus regenerou meu coração, me concedeu fé e me concedeu arrependimento”, relatou emocionada.
Ao final de seu testemunho, Joana Prado expressou a insignificância de suas conquistas passadas diante de sua nova fé. “Foi quando eu vi que tudo aquilo que eu tinha conquistado, tudo que eu tinha conquistado na minha época de TV, tudo que eu achava que tinha valor, não tinha valor nenhum diante de Cristo”, concluiu a ex-“Feiticeira”.
Pastor Joel Engel aponta que novo ciclo judaico 5787 simboliza transição do esforço humano para a dependência do Espírito Santo
A virada do ano 5786 para 5787 no calendário judaico marca uma mudança significativa na perspectiva espiritual, segundo o pastor Joel Engel. Ele explica que a passagem representa uma transição de um período focado no trabalho e esforço humano para um tempo de maior dependência de Deus e Seu Espírito. A fonte guiame.com.br divulgou os ensinamentos do pastor sobre a interpretação deste novo ciclo.
O número 6, associado ao ano anterior, é interpretado como o símbolo do trabalho e da força do homem. Já o número 7, que inicia o novo ciclo, remete àquilo que não se obtém por força ou poder, mas pelo agir do Espírito de Deus. O pastor Joel Engel ressalta que isso não significa abandonar o trabalho, mas compreender que nem tudo é alcançável unicamente pela capacidade humana.
“Depois da batalha, você entra no descanso. E depois do descanso, você vai desfrutar daquilo que Deus te deu”, disse o pastor.
Engel também relacionou o número 7 à letra hebraica zayin (ז), que se assemelhante a uma espada com uma coroa. Para ele, o ano de 5787 é “o ano da espada, o ano da coroa, o ano de se aproximar de Deus e receber uma nova unção”.
Mudança de perspectiva e gratidão marcam o novo ciclo
Para vivenciar plenamente este novo ciclo, o pastor Joel Engel enfatiza a importância de mudar a perspectiva, abandonando o foco no que falta e voltando-se para o que já se possui. Ele observa que muitas pessoas tendem a contabilizar as dificuldades financeiras e pessoais, como dívidas ou a falta de recursos.
“Esse é o tempo de fazer um inventário das coisas que você tem”, aconselhou o pastor. Ele incentiva a gratidão pela vida física, pela família, pelos amigos e pelos dons, tanto materiais quanto espirituais, concedidos por Deus.
O número 7, presente em ciclos bíblicos como os sete dias da semana e os sete anos, ensina que o fim de um ciclo abre portas para um novo começo. Engel reforça que não se deve desanimar, pois sempre há algo novo a ser iniciado. A importância do descanso, exemplificada pelo Shabat judaico, é outro ponto destacado para desfrutar das bênçãos divinas.
A importância do descanso e da volta para Deus
Engel alerta que o excesso de trabalho e acúmulo sem desfrutar da vida leva à perda de tempo. O Shabat, como princípio de descanso semanal, ilustra a necessidade de pausar após o labor, para então deleitar-se e usufruir. É um momento para aprender a descansar e desfrutar sob o governo de Deus.
A transição para um novo ciclo exige uma mudança interior, e o pastor aponta a “teshuvá” — o voltar-se para Deus — como o primeiro passo essencial. Citando Malaquias 3, ele lembra a promessa divina: “Voltem-se para mim, e eu me voltarei para vocês”.
Voltar-se para Deus implica em reavaliar e alinhar áreas da vida com os princípios divinos que foram negligenciados. Entre esses princípios, a honra a Deus é primordial. “A cultura do céu é uma cultura de honra. Precisamos aprender a honrar primeiro a Deus”, afirmou.
“A primícia é entregar a Deus o primeiro lugar, o coração, a vida e as mãos”, explicou o pastor Engel.
Ele esclarece que essa entrega é mais profunda que uma oferta financeira, sendo a entrega pessoal ao Criador. A orientação é examinar a própria vida, retornar a Deus e restabelecer os princípios quebrados.
A Palavra de Deus como instrumento de conquista
O pastor Joel Engel também enfatiza o uso da “espada do Espírito”, que é a Palavra de Deus, como instrumento para enfrentar batalhas espirituais com a ajuda do Espírito Santo. Essa espada é apresentada como ferramenta para conquistar territórios, vencer inimigos e recuperar o que foi roubado.
Ao final, Engel reitera que a chegada de um novo ciclo não deve ser meramente uma marcação no calendário, mas um convite à autoavaliação e gratidão por tudo que Deus tem proporcionado.
Cristão batizado em sigilo na Ásia enfrenta rejeição familiar após conversão ao cristianismo
Um jovem cristão, identificado pelo nome fictício de Muhat, foi batizado em completo sigilo na Ásia Central, onde frequenta uma igreja clandestina. O grupo se reúne de forma secreta e chega a realizar orações em sussurros para evitar a descoberta pelas autoridades locais. A conversão ocorreu após Muhat observar as mudanças positivas na vida de um amigo, Zinnat, que havia se tornado cristão secretamente.
Segundo a Portas Abertas, Muhat percebeu que Zinnat demonstrava maior respeito pelas mulheres, reconhecia seus erros e falava frequentemente sobre perdão e um relacionamento com Deus. Intrigado com essa transformação, Muhat buscou saber mais e foi convidado por Zinnat para participar de reuniões de uma igreja secreta.
Durante os encontros, Muhat sentiu que suas muitas perguntas, que ele sentia não terem sido respondidas no islamismo, encontravam espaço. Ele também ficou impressionado com a forma como os cristãos se relacionavam com Deus e entre si. Após continuar frequentando as reuniões secretas, Muhat decidiu entregar sua vida a Jesus.
A conversão, no entanto, trouxe sérias consequências. Os membros da igreja clandestina já estavam cientes da perseguição enfrentada por cristãos no país, especialmente aqueles que abandonam o islamismo. Ao descobrirem a nova fé de Muhat, sua família reagiu com indignação.
Seu pai declarou que ele não era mais seu filho e que não era digno desse título. Consequentemente, Muhat foi rejeitado pela família e expulso de casa. Parceiros locais da Portas Abertas auxiliaram o jovem a encontrar nova moradia e um emprego.
Apesar da dor causada pela rejeição familiar, Muhat reafirmou sua decisão de seguir Jesus, mantendo-se firme em sua nova fé.