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Israel confirma morte de novo chefe militar do Hamas; fala em “profundezas do inferno”

Rua destruída em Gaza após bombardeio com escombros e fumaça.

Israel anuncia eliminação de novo líder militar do Hamas em bombardeio na Faixa de Gaza

O governo de Israel comunicou nesta quarta-feira, 27 de maio, a morte de Mohammed Odeh, que assumiu recentemente a liderança das Brigadas Izz ad-Din al-Qassam, o braço armado do Hamas. A operação, que resultou na morte de Odeh e de outros membros da família, ocorreu em um bombardeio na Faixa de Gaza, conforme relatado pelo Ministério da Defesa israelense.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, utilizou a rede social X para divulgar a ação militar. Ele descreveu Mohammed Odeh como “comandante do braço armado da organização terrorista Hamas em Gaza” e declarou que o objetivo foi alcançado.

>Em comunicado oficial, o Ministério da Defesa israelense declarou: “O comandante número quatro da ala militar da organização terrorista Hamas em Gaza foi abatido ontem [terça, 26] e enviado para se reunir com seus cúmplices nas profundezas do inferno”.

Segundo informações obtidas pela Agência EFE junto ao necrotério do Hospital Shifa, o bombardeio teve como alvo o bairro de Rimal, na Cidade de Gaza. A ofensiva resultou em oito mortos, incluindo Mohammed Odeh, sua esposa Umm Amro, os filhos Yasser e Yahya, a filha Yamila, além de um casal cujas identidades não foram divulgadas.

Mohammed Odeh havia assumido o comando das Brigadas Al Qassam há menos de duas semanas. Ele sucedeu Izz al Din al Haddad, morto em outro bombardeio israelense em 15 de maio, na capital de Gaza. Antes disso, em julho de 2024, Mohamed Deif, figura central nos ataques de 7 de outubro de 2023, foi morto em Al Mawasi, no sul de Gaza. Já em maio de 2025, Mohamed Sinwar, irmão de Yahya Sinwar e sucessor de Deif, foi anunciado como morto pelas forças israelenses em Khan Younis.

Liberdade Cristã na Austrália em Declínio Rápido Segundo Novo Relatório

Grupo de cristãos australianos em frente ao Parlamento expressando preocupação com a liberdade religiosa.

Índice Australiano de Liberdade Cristã aponta erosão significativa na expressão pública da fé

Um relatório pioneiro lançado no Parlamento Australiano, em Canberra, revela um cenário preocupante para a liberdade religiosa no país. O Índice Australiano de Liberdade Cristã (ACFI), que realizou um levantamento nacional com mais de 10.000 cristãos australianos e analisou 74 leis, indica uma percepção generalizada de maior risco ao expressar crenças cristãs publicamente.

De acordo com os dados coletados, 92% dos respondentes sentem que é mais arriscado afirmar suas crenças cristãs em público atualmente do que há cinco anos. O estudo, que representa a primeira auditoria completa sobre liberdades cristãs e religiosas na Austrália, também identificou um aumento expressivo na legislação com impacto negativo.

O levantamento aponta que 74 Atos do Parlamento agora afetam negativamente a liberdade cristã dos australianos, com quase metade dessas leis promulgadas nos últimos cinco anos. O relatório detalha seis causas principais para a discriminação e perseguição de cristãos no país.

Entre os fatores estão a “deriva doutrinária”, onde instituições acomodaram valores secular-progressistas em detrimento da proteção legal daqueles que mantêm doutrinas tradicionais. Outro ponto destacado é a “benevolência mal colocada”, entendida como a crença de que a humildade cristã exige silêncio diante da injustiça.

O relatório também menciona como o progressismo secular tem reconfigurado crenças ortodoxas bíblicas como danos sociais, com o aparato estatal expandido concedendo força legal a essa visão moral. A assimetria legal, onde a liberdade religiosa depende de isenções restritas passíveis de revogação judicial ou posterior, é outro fator crítico.

Por fim, o extremismo islâmico é citado como uma causa, com o relatório referenciando o caso de alto perfil do esfaqueamento do Bispo Mar Mari Emmanuel em 2024 como documentação.

O Australian Christian Freedom Index foi lançado em 28 de maio de 2026, conforme noticiado pelo Daily Declaration.

Curso gratuito via WhatsApp auxilia brasileiros a superar vícios diversos

Mão segurando celular com interface de apoio a vícios no WhatsApp

Curso gratuito no WhatsApp oferece suporte a brasileiros que enfrentam vícios e comportamentos compulsivos

Diante do aumento de vícios e comportamentos compulsivos que afetam a saúde emocional, as finanças e as relações familiares no Brasil, um novo curso gratuito foi lançado. Desenvolvido pela Novo Tempo, o programa “Livre do Vício” visa oferecer apoio a pessoas com dependências e a seus familiares.

O material aborda uma gama de dependências, incluindo álcool, apostas online, compras por impulso, uso de redes sociais, pornografia, drogas e descontrole alimentar. O lançamento oficial do curso ocorreu na última segunda-feira (1º), propondo um caminho de reflexão, acolhimento e recomeço.

Panorama alarmante dos vícios no Brasil

Dados do Ministério da Saúde evidenciam a gravidade do cenário. O consumo pesado de bebidas alcoólicas entre adultos em capitais brasileiras e no Distrito Federal aumentou de 15,7% em 2006 para 20,4% em 2024, com um crescimento ainda mais acentuado entre as mulheres. O tabagismo, apesar de queda histórica, ainda impacta 11,5% da população adulta monitorada.

A obesidade também apresentou um crescimento expressivo, saltando de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024, com o excesso de peso atingindo 62,6% da população adulta.

Dependências comportamentais, como as apostas online, também ganharam atenção especial. O Ministério da Saúde reconhece que essas práticas estão associadas à ansiedade, depressão, endividamento e ruptura de vínculos.

Acessibilidade e suporte personalizado pelo WhatsApp

Uma das grandes inovações do curso “Livre do Vício” é sua total acessibilidade via WhatsApp. O participante pode iniciar o estudo de qualquer lugar, de forma simples e rápida, sem nenhum custo.

Ao ingressar, o usuário seleciona o tipo de vício a ser trabalhado e indica se a luta é pessoal ou se é para apoiar alguém próximo. Com base nessa escolha, o acompanhamento se torna personalizado, guiado pela Esperança, uma instrutora bíblica virtual da Novo Tempo, que oferece orientação e interação contínua.

A iniciativa busca proporcionar uma jornada de apoio espiritual, emocional e prático para quem almeja o primeiro passo em direção à liberdade, ao equilíbrio e à reconstrução de suas vidas.

Para começar a participar gratuitamente do estudo “Livre do Vício”, basta enviar a mensagem “Livre do Vício” (em texto ou áudio) para o número de WhatsApp da Esperança: (12) 98200-0062.

James Talarico Defende o Direito ao Aborto e Afirma que a Bíblia é “Silenciosa” Sobre o Tema

James Talarico reitera defesa do direito ao aborto e afirma que a Bíblia é “silenciosa” sobre o tema

O deputado estadual democrata do Texas e candidato ao Senado dos EUA, James Talarico, reiterou em recente entrevista a sua posição em defesa dos direitos reprodutivos. Talarico argumenta que as Escrituras Sagradas não condenam explicitamente o aborto e que o governo não deve intervir em tais decisões. A declaração ocorreu durante a terceira parte de uma conversa com a podcaster Jamie Kern Lima, ex-CEO da L’Oréal, divulgada no último domingo.

Questionado sobre como seus estudos teológicos como “seminarista presbiteriano” moldaram sua visão sobre o aborto, Talarico descreveu o tema como um dos mais divisivos entre os cristãos. Ele defendeu a necessidade de permitir espaço para o desacordo dentro da igreja e na vida pública.

“É uma questão que aflige muitos cristãos, e sobre a qual existe um debate acirrado e apaixonado dentro de nossas comunidades de fé”, afirmou Talarico. Ele acrescentou que “pessoas de boa fé podem chegar a conclusões morais diferentes, e sinto que não temos a tolerância necessária para esse desacordo no momento, tanto na igreja quanto na política, e isso é corrosivo.”

Embora elogie figuras como o Papa Francisco e o Papa Leão XIV como seus “heróis espirituais”, Talarico admitiu divergir deles quanto à política de aborto.

Confiança nas mulheres e o papel do governo

“Confio nas mulheres do Texas para tomarem decisões sobre seus próprios corpos, para moldarem seus próprios destinos em consulta com seus familiares, seus médicos, seus líderes religiosos. Não acredito que esse seja um lugar para o governo. Não acredito que seja um lugar para políticos. Não acredito que seja um lugar para o Estado. E essa é uma crença que mantenho não apesar da minha fé, mas por causa da minha fé.”

Talarico também sustentou que o aborto não é abordado diretamente nas Escrituras, argumentando que os cristãos devem interpretar os ensinamentos morais gerais da Bíblia ao formar conclusões éticas.

Interpretação bíblica e consentimento

“Jesus nunca fala sobre aborto. A Bíblia é silenciosa sobre o aborto. E quando isso acontece com uma questão social tão importante quanto o aborto, nós, cristãos, temos que considerar as Escrituras como um todo. E temos que tentar fazer algum tipo de determinação ética”, explicou o deputado, ao mesmo tempo em que criticou as restrições ao aborto no Texas por limitarem o acesso em casos de estupro e incesto.

O legislador democrata já defendeu tanto o aborto quanto a homossexualidade argumentando que Jesus nunca discutiu especificamente esses assuntos na Bíblia. Ao mesmo tempo, ele já citou passagens bíblicas – incluindo o relato da Anunciação no Evangelho de Lucas – em apoio aos direitos ao aborto. Durante uma participação no podcast de Joe Rogan em julho do ano passado, Talarico argumentou que a aceitação da Virgem Maria do anúncio do anjo Gabriel sobre a concepção de Jesus refletia a importância do consentimento na narrativa da criação e apoiava uma interpretação pró-escolha.

James Talarico garantiu a nomeação democrata para a corrida ao Senado dos EUA pelo Texas em março e deve competir em novembro contra o vencedor do segundo turno republicano entre o senador John Cornyn e o procurador-geral do Texas, Ken Paxton.

Acordo de cessar-fogo EUA-Irã em negociação; Vance alerta sobre verificação

Diplomatas em negociações tensas em sala de conferências durante discussão de cessar-fogo.
Vice President JD Vance, right, salutes a cadet during the United States Air Force Academy Graduation Ceremony at Falcon Stadium, Thursday, May 28, 2026, at the United States Air Force Academy in Colorado Springs, Colo. (AP Photo/David Zalubowski)

Relatos apontam para acordo provisório de cessar-fogo de 60 dias entre Estados Unidos e Irã, mas assinatura pendente

Negociadores teriam chegado a um memorando de entendimento (MOU) para um cessar-fogo de 60 dias entre os Estados Unidos e o Irã, um acordo que pode impactar os preços globais de petróleo e gás. A informação surge em meio a meses de diplomacia tensa e deixa a incerteza pairando sobre o futuro de uma frágil trégua na região do Oriente Médio. O acordo proposto, segundo relatórios, ainda não foi oficializado com assinaturas de ambas as partes.

Um oficial americano indicou que o presidente dos EUA solicitou alguns dias para ponderar a proposta. Detalhes do plano incluem a exigência de que o Irã remova minas do Estreito de Hormuz em um prazo de 30 dias. Em contrapartida, os Estados Unidos suspenderiam gradualmente o bloqueio naval de portos iranianos e aliviariam sanções. Caso o acordo seja aceito e o cessar-fogo estendido, a questão do programa nuclear iraniano, especificamente o urânio altamente enriquecido, será um ponto chave de negociação nos 60 dias subsequentes.

O vice-presidente JD Vance expressou cautela, afirmando que o acordo ainda não foi selado. Em declarações à Fox News, Vance destacou que a assinatura presidencial e os termos exatos do MOU estão em debate, com ajustes sendo feitos em pontos de linguagem específicos. Ele também enfatizou a importância crucial da verificação de quaisquer compromissos assumidos pelo Irã, especialmente no que tange à não proliferação nuclear.

“Você não pode aceitar nada com base na fé, nem mesmo a garantia de que eles não construirão ou adquirirão um programa nuclear, algo com que concordaram. Teremos que verificar isso ao longo do tempo”, declarou Vance.

Enquanto as negociações avançam, a Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC) teria disparado tiros de advertência contra quatro embarcações que tentavam cruzar o Estreito de Hormuz, forçando seu recuo, segundo a mídia estatal iraniana. As forças militares americanas permanecem em alerta máximo no Golfo Pérsico.

O Secretário de Guerra Pete Hegseth, durante treinamento com a Marinha dos EUA em Singapura, enviou uma mensagem firme a Teerã, ressaltando as opções disponíveis para o país. Hegseth dirigiu-se aos militares, dizendo: “O Irã tem uma escolha, e como o presidente disse: ‘Bem, o Irã pode fazer do jeito certo, com um acordo à mesa, ou eles podem lidar com o meu cara da esquerda.’ Acontece que esse cara era eu. Mas não sou eu. São vocês. Vocês vão pegá-los, e Deus abençoe vocês.”

O presidente Trump teria compartilhado um rascunho do acordo com aliados importantes, incluindo Israel. Contudo, as Forças de Defesa de Israel alertam que o acordo atual não aborda o arsenal de mísseis balísticos do Irã, uma ameaça significativa para a população civil israelense. O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu sinalizou que as IDF estão expandindo seu controle sobre a Faixa de Gaza, com o objetivo de alcançar 70% de controle inicialmente.

Na fronteira com o Líbano, militares israelenses reportam a eliminação de um terço da força de combate do Hezbollah desde outubro de 2023, indicando um revés para a rede de influência regional do Irã. A região aguarda os desdobramentos para determinar se um acordo com o Irã será concretizado.

Em uma mensagem final às tropas americanas no Oriente Médio, Hegseth encorajou os soldados, assegurando-lhes o apoio do povo americano em sua missão.

Garoto recusa ajoelhar em ritual muçulmano e viraliza na web

Jovem em pé durante ritual muçulmano enquanto outros se ajoelham.

Jovem que se recusou a ajoelhar em ritual muçulmano gera debate online e é comparado à história bíblica

Um vídeo divulgado nas redes sociais capturou o momento em que um jovem se manteve em pé durante um ritual de oração islâmica (salah) em uma mesquita, enquanto crianças e um homem, aparentemente liderando a cerimônia, se ajoelhavam. A cena ganhou repercussão após ser compartilhada pela jornalista conservadora americana Megan Basham no X, antigo Twitter, acompanhada de um trecho da música cristã “Not Gonna Bow” (Não Vou Me Curvar) de Russ Taff.

A gravação mostra um grupo, possivelmente ligado a uma atividade de escotismo, em oração com movimentos de inclinar, ajoelhar e prostrar. O detalhe da recusa do jovem em se ajoelhar chamou atenção, levando a comparações com a história bíblica de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que se recusaram a se curvar diante da estátua de Nabucodonosor, conforme narrado no livro de Daniel.

A origem exata do vídeo não foi confirmada, mas especulações apontam para o Reino Unido, embora a postagem original seja atribuída a um perfil espanhol. Esse perfil criticou a participação de crianças em rituais de outras religiões, levantando questões sobre os pais e costumes culturais.

A jornalista Megan Basham classificou a música de Russ Taff, que faz alusão à resistência em se curvar a ídolos, como um “clássico”. A postagem gerou diversos comentários de usuários elogiando a postura do garoto. Um deles escreveu: “Foi preciso muita coragem para esse jovem permanecer de pé por sua fé. Ele tem bons pais”. Outra usuária comentou: “Louvado seja o Senhor! Este menino realmente entende quem é o seu Deus”.

Um internauta também relacionou a cena a uma geração que cresceu com a música cristã contemporânea dos anos 1980: “Bom ver alguns ‘Bobbys’ se recusando a se curvar”. A situação levanta discussões sobre os limites da participação infantil em rituais religiosos distintos e a responsabilidade parental nessas decisões. A música “Not Gonna Bow” foi lançada em 1987.

180 famílias cristãs punidas com privação de água e direitos básicos na Índia

Famílias tribais em Chhattisgarh enfrentam escassez de água e restrições de sustento.

Famílias cristãs em Chhattisgarh são privadas de água e direitos como punição por manterem a fé

Mais de 180 famílias cristãs em 32 aldeias no distrito de Kanker, em Chhattisgarh, Índia, foram supostamente impedidas de acessar fontes de água comunitárias e oportunidades de sustento nas últimas três semanas. A punição seria uma retaliação pela recusa em abandonar a fé cristã.

A informação foi divulgada em 29 de maio de 2026. Muitas famílias na região de Antagarh foram proibidas de utilizar rios, lagos, torneiras e bombas d’água comunitárias. Paralelamente, indivíduos foram negados trabalho em um programa de emprego governamental e famílias impedidas de coletar e comercializar produtos florestais.

Privação de recursos naturais afeta sustento

O distrito de Kanker, localizado na região central de Chhattisgarh, é predominantemente tribal, com extensas áreas de florestas decíduas. As principais fontes de subsistência para essas comunidades, conhecidas como Adivasis, incluem agricultura de subsistência e a coleta de Produtos Florestais Não Madeireiros (PFNM). Essas atividades estão interligadas, com as florestas servindo como uma rede de segurança econômica vital para segurança alimentar e renda suplementar.

As comunidades tribais utilizam os abundantes recursos florestais estaduais para coletar produtos para consumo direto e vender excedentes em mercados locais semanais, conhecidos como “haat-bazars”. Folhas de Tendu, usadas na fabricação de cigarros locais, representam uma fonte significativa de renda, com forte apoio de esquemas de preço mínimo de suporte (MSP) do estado. Outros produtos incluem flores e sementes de mahua, coletados para alimentação, extração de óleo e produção de bebidas tradicionais, além de chironji, amla, tamarindo, mel e bambu.

Esses produtos florestais, assim como a água, um recurso essencial especialmente durante a temporada de verão, estão sendo negados aos Adivasis cristãos.

Denúncias de exclusão e ameaças

Cerca de 26 famílias alegam ter sido excluídas do acesso a fontes de água como bombas d’água, torneiras, lagos e rios. Aproximadamente 41 famílias teriam sido impedidas de participar de oportunidades de emprego sob o Mahatma Gandhi National Rural Employment Guarantee Act (MGNREGA). Mais de 100 famílias foram supostamente excluídas das atividades de aquisição de folhas de Tendu.

Além disso, lenha destinada ao cozimento de quatro famílias, estimada em quatro cargas de trator-carretinha, teria sido confiscada à força. Há o temor de que essas famílias não sejam autorizadas a cultivar suas terras agrícolas durante a estação chuvosa, trabalhar em suas fazendas ou colher plantações de lac de árvores.

Pressão para abandonar a fé

Líderes da comunidade cristã indicam que os boicotes severos visam pressionar os fiéis a renunciarem à sua fé e a participarem de programas de “Ghar Wapsi”, ou “retorno para casa”, o que implica em re-conversão ao Hinduísmo.

Essas áreas do distrito de Kanker já presenciaram tensões anteriores, com autoridades locais emitindo resoluções para restringir enterros cristãos e a entrada de pastores. Muitas dessas situações, anteriormente reportadas pela International Christian Concern (ICC), culminaram em violência, com a polícia e as administrações distritais demonstrando inabilidade em tomar ações decisivas para prevenir tais atrocidades.

Grupos extremistas e líderes locais frequentemente impõem essas proibições cortando o acesso a rios, lagos e bombas d’água, impedindo cristãos de cultivar e até mesmo bloqueando locais de sepultamento para os falecidos.

Reclamações apresentadas sem solução

Representantes de organizações de direitos civis de Chhattisgarh, como a Progressive Christian Alliance e o Jila Masih Astha Samaj, apresentaram reclamações formais à administração distrital e às autoridades policiais sobre a negação de água e as ameaças recebidas. Apesar dessas queixas, as comunidades afetadas continuam a enfrentar severas dificuldades.

Igreja evangélica na Ucrânia é alvo de drones russos e tem telhado destruído

Igreja evangélica "Luz do Evangelho" em Balakliya com telhado destruído após ataque de drones russos.

Igreja evangélica na Ucrânia é destruída por drones russos em ataque aéreo

A igreja evangélica Svitlo Ievangelii, traduzida como “Luz do Evangelho”, foi atingida e incendiada durante um ataque aéreo russo na cidade de Balakliya, ao sul de Kharkiv, Ucrânia, no sábado, 23 de maio. O bombardeio, ocorrido por volta das 16h, provocou incêndios que consumiram a estrutura do templo. Imagens registradas por moradores capturaram as chamas se alastrando pela edificação.

Segundo relatos divulgados pela congregação, o fogo destruiu completamente o telhado do templo na véspera do culto de domingo. Autoridades locais informaram, por meio do Telegram, que não havia pessoas no interior da igreja no momento do ataque. Representantes da administração de Balakliya declararam que “Nada é sagrado para o inimigo. Um lugar onde as pessoas vinham para orar tornou-se alvo de armas russas”.

Em comunicado oficial, a liderança da igreja detalhou que o incêndio causou danos severos à estrutura, com a destruição do telhado e de várias salas importantes, além de danos significativos a todo o interior. Enquanto equipes de emergência atuavam no local, moradores e membros da igreja acompanharam a destruição em meio à comoção.

No domingo, 24 de maio, voluntários iniciaram os trabalhos de remoção de escombros, limpeza das áreas afetadas e recuperação de livros e outros bens da congregação. Ligada à denominação Aliança Cristã e Missionária, a igreja já enfrentou a ocupação russa em anos anteriores, com o pastor Alexander Sergeevich Suffetnikov tendo sido detido e posteriormente libertado por tropas russas.

A igreja destacou que, apesar dos danos, ninguém ficou ferido no ataque. “Em meio à escuridão e às ruínas, a comunidade sentiu claramente a presença de Deus”, declarou a congregação, segundo informações do Evangelical Focus. Além das atividades religiosas, a organização realizava trabalho comunitário em Balakliya, oferecendo refeições, abrigo e assistência espiritual a afetados pela guerra.

O mesmo ataque com drones também atingiu um prédio residencial e casas particulares, segundo autoridades municipais. Horas antes, outro bombardeio russo havia danificado um centro cultural, um café e outras estruturas civis na cidade, ferindo quatro pessoas.

Um relatório divulgado em fevereiro de 2025 apontou que 643 locais de culto foram atingidos desde o início da invasão russa à Ucrânia em 2022, sendo 176 deles pertencentes a comunidades protestantes ou evangélicas.

África pode se tornar o maior polo mundial de jovens até 2073, aponta relatório

África desponta como futuro centro global de juventude

Uma análise recente do Pew Research Center, baseada em dados da ONU, projeta que a África poderá se tornar o maior polo mundial de pessoas jovens até 2073. Atualmente, o continente já abriga 28% de todos os indivíduos com menos de 25 anos, uma proporção que tende a aumentar significativamente nas próximas décadas.

Essa projeção reflete o crescimento populacional contínuo do continente, que difere da tendência de desaceleração observada em outras partes do mundo. A África, que representava 19% da população global em 1950, deverá concentrar uma fatia ainda maior de jovens no futuro.

Trajetória demográfica da África

A população africana cresceu expressivamente desde meados do século XX. Em 1950, o continente contava com cerca de 230 milhões de habitantes. Atualmente, esse número ultrapassou 1,5 bilhão, com projeções indicando que poderá atingir 3,8 bilhões até 2100, segundo a projeção de médio alcance das Nações Unidas.

A taxa de fertilidade africana, atualmente em torno de 3,9 nascimentos por mulher, é a mais alta entre as regiões do mundo e a única que permanece acima do nível de reposição global (aproximadamente 2,1 nascimentos por mulher). No entanto, espera-se que essa taxa caia para 2,8 até 2050 e para 2,0 até 2100, uma diminuição considerável desde o pico de 6,7 registrado em 1972.

Impacto na estrutura etária e população global

A queda na fertilidade, combinada com o aumento da expectativa de vida, remodelará o perfil etário do continente. A idade mediana na África, que é de cerca de 19 anos atualmente, deve atingir 35 anos até 2100. Apesar desse envelhecimento gradual, a África está a caminho de se tornar o lar dominante da juventude mundial.

Até 2073, espera-se que o continente ultrapasse a Ásia, atualmente o maior lar de jovens, em sua participação na população global com menos de 25 anos. Ao final do século, 46% de todas as pessoas com menos de 25 anos deverão viver na África, em comparação com 39% na Ásia.

Transformação no ranking populacional

Essa mudança demográfica também alterará o mapa das nações mais populosas do mundo. A Nigéria, atualmente o país mais populoso da África e o sexto do mundo, deve se tornar a quarta nação mais populosa até 2100. A República Democrática do Congo, Etiópia e Tanzânia também figurarão entre os dez países mais populosos.

Ao todo, 12 dos 25 países mais populosos do mundo deverão ser africanos até 2100, um aumento significativo em relação aos seis atuais. Em contraste, a representação europeia nessa lista deve diminuir consideravelmente, com a Rússia sendo possivelmente a única nação europeia entre as 25 mais populosas.

Perspectivas internas da população africana

Dentro da própria África, a proporção de residentes com menos de 25 anos, que hoje é de cerca de 60%, deve cair para 35% até 2100. Paralelamente, a parcela de adultos entre 25 e 64 anos deve crescer para 51%, enquanto os maiores de 65 anos, que representam cerca de 5% da população atual, devem chegar a 15%.

A análise do Pew Research Center, publicada em maio de 2026, baseia-se nas “World Population Prospects” de 2024 da ONU. As projeções a partir de 2024 refletem estimativas futuras, e não dados registrados.

Nearly 450 Planned Parenthood Clinics Provide Sex-Rejecting Procedures: Report

Uma parcela significativa das clínicas Planned Parenthood nos Estados Unidos, cerca de 80%, oferece intervenções médicas relacionadas à transição de gênero, um número que, conforme um novo relatório, supera o de unidades que realizam serviços de aborto. Essa é a principal revelação de um estudo divulgado em 2026 pelo American College of Pediatricians (ACPeds) em parceria com o American Principles Project.

O relatório aponta a organização como um dos maiores provedores de “intervenções de rejeição de sexo”, que incluem bloqueadores de puberdade, hormônios sexuais cruzados e encaminhamentos para cirurgias. A pesquisa levanta questões importantes sobre o alcance dessas práticas e o financiamento público envolvido.

Relatório detalha a abrangência dos serviços

O estudo, acessível através de uma publicação da Christianity Daily, descreve que as afiliadas da Planned Parenthood fornecem uma ampla gama de serviços a pacientes que se identificam como transgêneros. Isso engloba terapia hormonal com estrogênio e testosterona, medicamentos anti-andrógenos, bloqueadores de puberdade, aconselhamento relacionado à transição e encaminhamentos para cirurgias.

Em alguns locais, pacientes tão jovens quanto 16 anos recebem esses procedimentos e serviços. Além das intervenções médicas, a Planned Parenthood também distribui ligaduras peitorais gratuitas para menores, oferece recursos informativos sobre sites de “roupas que afirmam o gênero”, “guias de saúde trans” e dicas para “ligadura/dobra segura, treinamento vocal e muito mais”.

“A Planned Parenthood é um dos maiores provedores de intervenções de rejeição de sexo para menores, incluindo hormônios do sexo oposto e bloqueadores de puberdade”, afirmou a Dra. Jill Simons, diretora executiva do American College of Pediatricians, criticando a continuidade do financiamento federal à organização.

Crescimento e financiamento público sob escrutínio

Os próprios relatórios anuais da Planned Parenthood servem como evidência de seu envolvimento nesses serviços. No período de 2019-2020, a organização afirmou que mais de 200 centros de saúde em 31 estados ofereciam tratamentos hormonais de sexo cruzado. Já em seu relatório anual de 2022-2023, 45 de suas 49 afiliadas em todo o país forneciam esses procedimentos transformadores para pessoas diagnosticadas com disforia de gênero.

O documento destaca que quase 450, ou 80%, das clínicas da Planned Parenthood oferecem procedimentos de rejeição de sexo em nível nacional, superando o número de locais que oferecem serviços de aborto. Embora pesquisas indiquem que a maioria dos americanos se opõe ao financiamento público para tais procedimentos, a Planned Parenthood recebeu aproximadamente US$ 832 milhões em verbas de contribuintes em 2024–2025. A expectativa é que continue recebendo centenas de milhões de dólares em financiamento federal se o Congresso não agir.

Uma pesquisa do Concerned Women for America Legislative Action Committee, citada no relatório, identificou um aumento significativo de 40% nesses procedimentos em instalações da Planned Parenthood entre os anos fiscais de 2024 e 2025. Exemplos de clínicas em Idaho e Washington registraram aumentos de até 434% em procedimentos de transição de gênero entre 2018 e 2025.

Expansão da ideologia de gênero na educação

Além dos serviços médicos, o relatório acusa a Planned Parenthood de expandir iniciativas de educação sexual focadas na ideologia de gênero, visando crianças e educadores. No ano fiscal de 2025, a organização destinou US$ 72,6 milhões para treinar 1,3 milhão de participantes em programas de ideologia de gênero e educação sexual explicitamente sexual.

Através de seu programa online “Sex Ed To-Go”, a Planned Parenthood forneceu 30.000 cursos a 10.000 educadores, estudantes e pais em apenas dois anos. O relatório menciona, ainda, que a organização oferece recursos e currículos para ensinar crianças em idade pré-escolar, a partir dos 3 anos, sobre a ideologia transgênero.

Os dados apresentados pelo American College of Pediatricians e seus parceiros pintam um quadro claro da crescente e abrangente atuação da Planned Parenthood nos procedimentos de transição de gênero e na disseminação da ideologia de gênero, muitas vezes com apoio financeiro dos contribuintes e impactando até mesmo crianças muito jovens. O relatório sublinha a urgência de um debate público sobre as implicações e o alcance dessas práticas.