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Sete bebês nasceram no horror de Dachau: A esperança que desafiou a morte

Mulheres em campo de concentração com um bebê recém-nascido, simbolizando esperança em meio ao horror.

A incrível saga de sete bebês que nasceram em meio ao inferno do campo de concentração de Dachau desafiando a morte

Em meio à brutalidade da Segunda Guerra Mundial, onde a vida parecia ter pouco valor, o campo de concentração de Dachau testemunhou um evento de rara esperança: o nascimento de sete bebês. Um deles, George Legmann, veio ao mundo em dezembro de 1944, tornando-se o primeiro de muitos a nascer naquele local de desespero.

A fonte, com base no trabalho de Alex Solnik, narra a história de George Legmann, cujos pais eram judeus da Transilvânia. A região, disputada entre Hungria e Romênia, viu sua comunidade judaica ser alvo de perseguições após a Hungria se aliar ao Eixo. Famílias inteiras, incluindo tios e avós de Legmann, foram deportadas para Auschwitz-Birkenau, o maior centro de extermínio nazista. O tio de George, com apenas 16 anos, e seu avô foram enviados diretamente para as câmaras de gás.

O campo de Dachau, que possuía mais de 150 subcampos, chegou a ter sete mulheres grávidas sob os cuidados de um médico. Diante do avanço soviético e da tentativa nazista de apagar evidências de seus crimes, a ordem vinda de Auschwitz sobre o que fazer com as gestantes foi de “agir como quisesse”. George nasceu em dezembro de 1944, e poucos meses depois, em abril de 1945, o campo foi libertado pelas forças aliadas.

O médico responsável pela sobrevivência das mães e bebês teve sua sentença amenizada em troca do auxílio prestado, recebendo de oito a dez anos de prisão em vez da pena de morte. O ginecologista judeu húngaro Dr. Kovács, um dos prisioneiros, auxiliou em todos os partos. A mãe de George Legmann, após dar à luz, auxiliou o médico nos demais nascimentos, demonstrando força em meio ao caos.

Um dos bebês, Leslie, enfrentou uma situação crítica devido ao tifo contraído por sua mãe e a complicações na placenta, mas sobreviveu graças à intervenção médica. Miriam, sua mãe, é lembrada como a última das sete mulheres a falecer, evidenciando uma resiliência notável.

Após a guerra, um tio de Legmann, que deixou a Romênia, encontrou em um jornal alemão um anúncio de fábrica de chocolates em São Paulo. Com experiência familiar, ele se candidatou e foi contratado. Em 1960, graças a um acordo diplomático, cinquenta famílias romenas, incluindo a de Legmann, puderam emigrar legalmente para o Brasil, onde reconstruíram suas vidas com segurança.

Mãe encontra paz em Cristo após filha ser morta em protesto no Irã

Mulher iraniana encontra paz em sua fé cristã após tragédia pessoal.

Mãe iraniana encontra profunda paz em Cristo após filha de 16 anos ser morta em protesto contra o regime

Uma mãe iraniana, que pediu para ser identificada apenas como Sameera, encontrou consolo em sua fé cristã após a trágica morte de sua filha de 16 anos durante um protesto contra o regime iraniano em janeiro. A jovem foi morta por forças de segurança que abriram fogo contra manifestantes.

Em entrevista à CBN News, Sameera relembrou o dia 19 de janeiro, descrito por ela como um dia terrível, quando o governo ordenou que atirassem nos manifestantes. Mesmo ciente dos riscos, ela e a filha decidiram ir às ruas.

Sevda, a filha de 16 anos, demonstrou coragem inabalável, segundo a mãe. “Ela lutou. Ela cantou. Ela gritou. Ela foi direto para a frente da multidão, confrontando homens que tinham armas nas mãos“, relatou Sameera.

Momentos depois, um disparo atingiu Sevda no coração, e ela morreu instantaneamente. “Ela costumava dizer: ‘Proteste em nome de nossa terra, em nome da liberdade, em nome de Reza Pahlavi’. Ela fez vários vídeos falando sobre a liberdade do Irã”, contou Sameera, expressando o desejo de que a voz da filha jamais seja silenciada.

A tragédia de Sevda não foi um evento isolado; a família já participava de movimentos de protesto contra o regime. “Nós também participamos dos protestos ‘Mulher, Vida, Liberdade’ por Mahsa Amini. Muitas pessoas perderam a vida durante esses protestos”, disse Sameera, lembrando que Sevda, com apenas 13 anos na época, adorava estar nas manifestações.

A jovem incentivava a mãe a continuar a luta. “Muitas vezes ela me implorou para ir às ruas. Ela insistia, dizia que tínhamos que nos manifestar em nome daqueles que perderam a vida”, relatou.

Semanas após a morte de Sevda, Sameera fugiu do Irã e agora reside no norte do Iraque, buscando reconstruir sua vida. Em meio à dor, ela descobriu uma nova fé.

“Eu não era uma muçulmana muito religiosa crescendo. Eu não aceitava o Islã Xiita. No entanto, eu sempre tive curiosidade sobre Jesus Cristo”, compartilhou Sameera, que conheceu Jesus Cristo em um pequeno culto doméstico, onde foi batizada.

“Desde que encontrei Cristo, muitas coisas boas vieram para minha vida. Sinto uma paz especial e confiei minha vida e meu destino a Ele.”.

Apesar da dor contínua pela perda da filha, Sameera afirma sentir uma paz profunda. “Hoje, mesmo passando por muita coisa, sinto uma paz profunda e especial por causa de Cristo”, declarou.

Sameera enfatiza que a morte de sua filha não deve ser esquecida e que o regime iraniano é um “câncer” que precisa ser destruído. Ela pede aos líderes mundiais o fim do regime e expressa gratidão a figuras como o ex-presidente Trump e Netanyahu, a quem ora diariamente.

Ela continuará a se manifestar até que o Irã seja livre e o sacrifício de sua filha não tenha sido em vão.

Militares expressam “fome de Deus” e buscam salvação em oração com evangelista

Evangelista falando com militares em rua pública

Evangelista Philip Renner compartilha mensagem bíblica com militares e destaca “fome de Deus” em ação nas ruas dos EUA

Durante uma ação evangelística em ruas dos Estados Unidos, o evangelista Philip Renner abordou um grupo de militares, oferecendo-lhes uma mensagem sobre o sacrifício de Jesus. A iniciativa buscou despertar a reflexão sobre a salvação e o propósito da vida.

Renner iniciou o diálogo questionando os presentes sobre a certeza de irem para o céu, caso fosse o último dia na Terra. Após a admissão da incerteza por parte dos militares, o evangelista compartilhou a passagem bíblica de Romanos 3:23, enfatizando que as boas obras não garantem a salvação, pois apenas Deus é perfeito. O conceito de que “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” foi apresentado como um ponto central.

A pregação continuou com a explicação sobre a redenção através de Cristo, citando que “o salário do pecado é a morte, mas o dom de Deus é a vida eterna”. Renner destacou que aceitar Jesus Cristo como Senhor e Salvador pessoal é o caminho, e que “todo aquele que invocar o Seu nome será salvo”, independentemente da origem ou do passado.

“Esta oração não é apenas um passe livre para escapar do inferno. É onde Deus busca o seu coração, Ele quer te conhecer. Ele quer ter um relacionamento com você”, afirmou Philip.

Apesar das distrações do ambiente, os militares demonstraram atenção à mensagem. Tendo sido impactados pela pregação, eles foram conduzidos por Renner a uma oração de arrependimento e entrega a Jesus.

O evangelista explicou que a oração oferecida não se trata apenas de evitar o inferno, mas de iniciar um relacionamento com Deus. Ele acrescentou que a oração pode trazer alívio para os pesos da vida e preencher o vazio no coração.

Os militares então realizaram a oração: “Jesus, me perdoe pelos meus pecados. Eu creio que o Senhor morreu na cruz por mim e ressuscitou dos mortos. Seja o Senhor da minha vida, me purifique com o seu sangue e me encha com o seu Espírito Santo. Em nome de Jesus, amém”. Renner, ao compartilhar o momento no Instagram, comentou que o vídeo é uma prova de que os militares demonstram “fome de Deus”.

Santuário antigo deilité em Shiloh renova esperança de mães que anseiam por filhos

Pessoas em oração nas ruínas antigas de Shiloh ao pôr do sol.

Em Shiloh, local bíblico de adoração, ecoam orações por fertilidade como há 3.000 anos

Três milênios após uma mulher ter pedido a Deus por um filho em Samaria e ter sua prece atendida, o mesmo local, a antiga cidade de Shiloh, continua a ser palco de súplicas e milagres. Shiloh foi o centro de adoração de Israel por quase 400 anos, antes de Jerusalém se tornar capital. Moriyah Shapiro, de Shiloh, relatou à CBN News que a história local remonta ao retorno do povo de Israel do Egito, através do deserto do Sinai e da travessia do Rio Jordão.

Descobertas arqueológicas em Shiloh corroboram a narrativa bíblica. Eliana Passentin, diretora do departamento internacional do Conselho Regional de Binyamin, explicou que em sítios antigos, arqueólogos buscam inscrições, nomes bíblicos preservados e versos com explicações. “E aqui, nós encontramos os três”, afirmou Passentin sobre as evidências.

Shiloh atrai visitantes de todo o mundo, movidos pela sua história milenar e pela fé. “As pessoas vêm de todos os lugares do mundo para orar no lugar onde Ana realmente orou”, disse Shapiro, que se mudou para a região em 1978, quando o local era ainda desabitado.

Visitantes como Kamesh Flynn e Carolyn Burns percorreram longas distâncias para pisar no território onde ocorreu a história de Ana, narrada no livro de Samuel. Ana, que era estéril e sofria zombaria, derramou seu coração a Deus em silêncio e foi recompensada com um filho, o profeta Samuel.

“O que eu percebo é que o mesmo Deus a quem Ana orou então é o Deus a quem servimos agora”, declarou Flynn. Ela compartilhou a experiência do seu filho de 10 anos, que teria se sentido tocado pelo divino durante uma oração no local.

“A moral das histórias não é vir a Shiloh, tocar nas pedras e você será curado. De forma alguma. É sobre ser humilde – quando falamos com Deus de um lugar de humildade.”

Passentin compartilhou o caso de Hannah, de Miami, que rezou por um menino há 32 anos e nove meses depois deu à luz seu filho, batizando-o de Samuel. Anos mais tarde, Passentin testemunhou a chegada de outra geração da família, quando a filha de Hannah, que também enfrentava dificuldades para engravidar, veio ao local e orou por um menino e uma menina, que posteriormente nasceram.

Carolyn Burns descreveu seu filho Easton como um milagre e uma bênção após um período de perdas. “Eu orei a oração de Ana pela nossa família porque eu sabia que nossa família não estava completa, e ele é a minha oração de Ana”, contou Burns.

Flynn incentivou: “Imploro que tragam seus pedidos, tornem-nos conhecidos a um Deus que vive e respira, tão vivo e disposto a respondê-los quanto foi há 3.000 anos hoje. Aqui em Shiloh, a arqueologia confirma a Bíblia, a oração une passado e presente, e a oração respondida testemunha de um Deus imutável.”

COI Impõe Mudança Radical Comitê Olímpico Banindo Transgêneros de Esportes Femininos

Membros do Comitê Olímpico Internacional em reunião discutindo novas políticas.

Comitê Olímpico Internacional estabelece banimento de atletas transgêneros de competições femininas visando integridade

O Comitê Olímpico Internacional (COI) definiu uma nova política que proíbe a participação de atletas transgêneros em todas as modalidades femininas. A medida, anunciada nesta quinta-feira (26), entrará em vigor a partir das Olimpíadas de Los Angeles em 2028 e se estenderá aos Jogos Olímpicos futuros.

A organização determinou que somente mulheres biológicas poderão competir nas categorias femininas, tanto em esportes individuais quanto coletivos. A decisão também abrange a exclusão de atletas com diferenças no desenvolvimento sexual (DSD) das competições femininas. Para garantir a conformidade, todos os atletas que almejam competir no feminino passarão por exames genéticos para a identificação do sexo biológico.

Segundo o documento da nova política, o COI se baseia em evidências científicas que indicam a presença do gene SRY como um marcador altamente preciso de desenvolvimento sexual masculino ao longo da vida. A organização considera que a triagem genética via saliva, swab de bochecha ou amostra de sangue é um método não intrusivo.

Kirsty Coventry, presidente do Comitê, ressaltou que a nova regra visa assegurar justiça e proteção para as atletas mulheres. Ela destacou que, nos Jogos Olímpicos, margens mínimas podem definir vitórias e derrotas, tornando injusta a competição com homens biológicos, e em alguns casos, insegura.

“A política que anunciamos é baseada na ciência e liderada por especialistas médicos. Nos Jogos Olímpicos, até as menores margens podem ser a diferença entre vitória e derrota. Portanto, está absolutamente claro que não seria justo que homens biológicos competissem na categoria feminina. Além disso, em alguns esportes isso simplesmente não seria seguro”

Coventry acrescentou que cada atleta será avaliada apenas uma vez, com educação clara sobre o processo e aconselhamento médico especializado disponível. A decisão encerra mais de uma década de debates sobre equidade de gênero e vantagens competitivas no esporte feminino.

A medida busca evitar situações como a participação de Laurel Hubbard no levantamento de peso em Tóquio 2021 e casos de medalhistas em Paris, como Imane Khelif e Lin Yu-ting, que enfrentaram desclassificações em campeonatos anteriores por não atenderem critérios de gênero.

O COI aponta que atletas transgêneros e com DSD apresentam vantagens físicas significativas sobre mulheres, mesmo após tratamentos hormonais. O documento cita vantagens de desempenho de cerca de 12% em corridas e natação, mais de 20% em arremessos e saltos, e mais de 100% em eventos que exigem poder explosivo.

A ex-jogadora brasileira de vôlei, Ana Paula Henkel, celebrou a decisão em sua conta na rede social X, descrevendo-a como uma “vitória espetacular para as mulheres” e um retorno à justiça e segurança no esporte feminino, destacando a vitória da ciência e da realidade.

Bullying contra cristã de 12 anos na Ásia Central gera mobilização

Menina na Ásia Central sentada em sala de aula com expressão pensativa

Estudante de 12 anos na Ásia Central relata bullying contínuo na escola por ser cristã, com ofensas verbais e notas injustas

Uma estudante de 12 anos, conhecida como Mina, tem sido alvo de frequentes episódios de assédio em um ambiente escolar na Ásia Central, conforme relatado por sua família. A mãe, Adilya, cristã em uma região predominantemente muçulmana, aponta a participação da família em atividades religiosas como a causa das agressões que a filha tem sofrido.

Segundo Adilya, a estudante tem recebido notas consideradas injustas e passado por ofensas verbais, humilhações públicas e falta de reconhecimento por suas conquistas acadêmicas e artísticas. Os ataques, que teriam começado no ambiente escolar, se estenderam para o período de férias através de mensagens em grupos e conversas privadas, algumas mencionando explicitamente a fé cristã da jovem. Incidentes semelhantes também ocorreram na escola de música que Mina frequenta.

Ao tomar conhecimento das mensagens, Adilya contatou os responsáveis pelos alunos envolvidos. A maioria não respondeu às suas preocupações, e alguns minimizaram a gravidade da situação. Uma das respostas recebidas pela mãe foi: “Está tudo bem, sua filha vai superar. Que ela fique feliz por não ter sido espancada”. Apenas uma colega enviou um pedido de desculpas no dia seguinte, enquanto os demais não reconheceram o ocorrido, segundo o relato familiar.

O caso chamou atenção de iniciativas voltadas ao apoio de cristãos na Ásia Central, que têm desenvolvido ações para encorajar famílias e crianças que enfrentam pressões religiosas.

EUA adiam ataque a setor energético iraniano; Teerã recruta jovens de 12 anos

Reunião de gabinete na Casa Branca discutindo a crise com o Irã
President Donald Trump speaks during a Cabinet meeting at the White House, Thursday, March 26, 2026, in Washington. (AP Photo/Alex Brandon)

Trump prorroga ofensiva contra Irã e diálogo avança; Teerã baixa idade de recrutamento para 12 anos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quinta-feira (data não especificada, mas que permitiu o adiamento para 6 de abril de 2026) a extensão de dez dias no prazo para ataques ao setor de energia do Irã. A decisão visa dar prosseguimento às negociações diplomáticas entre os dois países para o fim do conflito. A informação foi divulgada pelo próprio presidente em suas redes sociais.

Trump declarou que as conversas estão progredindo de forma positiva, apesar de informações contrárias veiculadas pela mídia. Ele descreveu a posição do Irã como de busca por um acordo. “Eles estão implorando para fazer um acordo. Não eu. Eles estão implorando para fazer um acordo”, afirmou o presidente em uma reunião de gabinete na Casa Branca.

O enviado especial do Oriente Médio, Steve Witkoff, confirmou o andamento das negociações. “Posso relatar hoje que apresentamos, juntamente com sua equipe de política externa, uma lista de ações de 15 pontos que formam a base para um acordo de paz“, disse Witkoff, destacando que a proposta foi circulada pelo governo do Paquistão, atuando como mediador, e gerou respostas positivas.

Como parte das negociações, o Irã enviou uma remessa inicial de oito petroleiros, posteriormente ampliada para dez embarcações, segundo Trump. “Eu disse: ‘Bem, acho que estamos lidando com as pessoas certas’. E, na verdade, eles então se desculparam por algo que disseram e disseram: ‘Vamos enviar mais dois barcos’. E acabou sendo 10 barcos”, relatou o presidente.

Contudo, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, alertou sobre a natureza do regime iraniano. “As pessoas que dirigem este país são clérigos xiitas radicais. Esses são fanáticos religiosos”, declarou, citando ataques a embaixadas e hotéis como exemplos. Rubio ressaltou que a posse de armas nucleares por esse regime representaria um risco inaceitável para o mundo.

Em paralelo, a pressão militar é mantida, com o Pentágono considerando o envio de dez mil tropas adicionais para o Oriente Médio, conforme reportado pelo The Wall Street Journal. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou a eliminação do chefe da marinha iraniana, descrevendo-o como responsável pelo fechamento do Estreito de Hormuz e um exemplo da cooperação EUA-Israel.

O Comandante do CENTCOM, Almirante Brad Cooper, confirmou que o comandante iraniano era um terrorista global especialmente designado. Ele também exortou membros da Guarda Revolucionária Iraniana a abandonarem seus postos para evitar mais riscos. Em um sinal de desespero, o regime de Teerã lançou uma campanha para recrutar um milhão de combatentes, baixando a idade de recrutamento para 12 anos.

A dura sina dos profetas bíblicos perseguição e resistência ao longo da história

Profeta bíblico em paisagem desértica, representando perseguição e fé.

O padrão profético de perseguição a mensageiros divinos ao longo da história revela a confrontação entre verdade e engano

A Bíblia registra um padrão de perseguição contra aqueles que transmitiam a mensagem divina, um tema que se inicia com Caim e Abel no livro de Gênesis. A adoração fiel de Abel expôs a rebelião de Caim, culminando em violência e estabelecendo um ciclo que se repetiria nas escrituras e na história da igreja. Esse padrão é marcado pelo confronto entre retidão e pecado, verdade e falsidade, e fidelidade e corrupção, frequentemente resultando em oposição para os mensageiros de Deus.

Os profetas bíblicos, longe de serem meros adivinhos, tinham a tarefa central de proclamar a verdade de Deus no presente. Eles confrontavam injustiças, expunham a idolatria, desafiavam líderes corruptos e convocavam nações ao arrependimento. Essa função tornava seu papel intrinsecamente desafiador, pois suas mensagens, que muitas vezes as pessoas não queriam ouvir, impactavam o poder político, a hipocrisia religiosa e os ídolos culturais, tornando-os alvos de hostilidade.

Jesus Cristo, em suas palavras sobre Jerusalém, resumiu essa trajetória trágica ao dizer: “Jerusalém, Jerusalém, você que mata os profetas e apedreja os que são enviados a você.” A perseguição aos mensageiros de Deus não era um evento isolado, mas um ciclo recorrente na vida de Israel, refletindo a tensão entre a voz da verdade divina e a rebelião humana.

Elias enfrentou a fúria real após confrontar a idolatria em Israel

Um dos exemplos mais proeminentes de perseguição profética é a história de Elias. No século IX a.C., sob o reinado de Acabe e Jezabel, Israel havia abandonado amplamente a adoração ao Senhor em favor de Baal. Elias foi enviado por Deus para declarar que somente o Senhor era o verdadeiro Deus. Em um confronto dramático no Monte Carmelo, Elias desafiou os profetas de Baal, mas somente após sua oração o fogo do Senhor desceu. Apesar da reafirmação pública da soberania divina, a Rainha Jezabel jurou matar Elias, forçando-o a fugir para o deserto. A verdade profética ameaçou as estruturas de poder estabelecidas pelo falso culto.

Jeremias sofreu por alertar sobre o juízo divino

O profeta Jeremias oferece outro testemunho poderoso de enfrentamento. Chamado a profetizar em um período de grande instabilidade em Israel, ele se recusou a participar da ilusão promovida por líderes políticos e religiosos que asseguravam o bem-estar do povo. Jeremias alertou sobre o juízo iminente caso a nação não se arrependesse, confrontando falsos profetas e clamando pelo retorno à fidelidade ao pacto. Sua mensagem o tornou impopular, levando-o a ser ridicularizado, espancado e aprisionado. Chegou a ser jogado em uma cisterna lamacenta. A angústia de Jeremias, expressa em suas orações, reflete o mistério da fidelidade que conduz ao sofrimento, uma realidade que a hostilidade enfrentada pelos profetas não indicava fracasso, mas sim sua perseverança.

Daniel resistiu à pressão política para manter sua devoção a Deus

A trajetória de Daniel na Babilônia e no Império Persa demonstra a fidelidade sob pressão política. Mesmo em uma cultura estrangeira, Daniel manteve sua devoção a Deus. Quando o Rei Dario proibiu a oração a qualquer divindade que não fosse o rei, Daniel continuou a orar ao Senhor três vezes ao dia. Seus inimigos, cientes de sua prática, o denunciaram, resultando em sua prisão e lançamento na cova dos leões. A perseguição a Daniel ocorreu não por um crime, mas por sua devoção a Deus, que desafiou a autoridade humana.

Jesus Cristo culmina o padrão de perseguição profética

A vida de Jesus Cristo representa o ápice desse padrão. Assim como os profetas, Ele confrontou a hipocrisia religiosa, expôs a injustiça e proclamou o Reino de Deus. Sua mensagem atraiu multidões, mas também provocou forte oposição de líderes religiosos e políticos que se sentiram ameaçados por sua autoridade e verdade. Essa hostilidade culminou em sua crucificação. Estêvão, o primeiro mártir cristão, refletiu sobre esse ciclo ao questionar os líderes de Israel: “Qual profeta seu povo não perseguiu?” Essa linhagem de testemunhas fiéis, iniciada com Abel e estendida pelos profetas, culmina em Cristo e continua na igreja.

A perseguição, portanto, não é estranha ao povo de Deus. Aqueles que falam a verdade em um mundo de enganos e adoram fielmente em culturas dominadas por ídolos podem enfrentar hostilidade. A coragem dos profetas e de incontáveis crentes ao longo da história serve de lembrete de que a fidelidade a Deus pode exigir oposição a sistemas poderosos, e a obediência nem sempre é confortável ou segura. Suas histórias apontam para Cristo, o testemunho fiel supremo, e questionam a igreja contemporânea sobre sua disposição em ouvir vozes que chamam ao arrependimento e em valorizar a verdade, mesmo com riscos.

Bíblia Incólume em Incêndio Que Devorou Carro Inteiro em Goiás

Bíblia intacta ao lado de carro incendiado em Goiás

Bíblia resiste a incêndio que consumiu veículo por completo na cidade de Caçu em Goiás

Um incidente surpreendente ocorreu na última terça-feira (24) em Caçu, Goiás, onde um carro foi totalmente destruído por um incêndio. No entanto, um exemplar da Bíblia encontrado no porta-malas do veículo permaneceu milagrosamente intacto, sem danos causados pelas chamas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater o fogo, que tomava conta de um veículo em uma avenida central do município. Ao chegarem ao local, os bombeiros se depararam com o carro envolto em grandes labaredas e perigosamente próximo a uma rede elétrica. Após a contenção das chamas, a inspeção do interior do veículo revelou a presença da Bíblia inteira no porta-malas, para surpresa dos agentes.

As imagens divulgadas pelos bombeiros mostram que tanto a capa quanto as páginas internas do livro sagrado não foram afetadas pelo fogo. Embora o carro tenha sofrido perda total, ninguém se feriu durante o ocorrido, conforme informado pela corporação.

Casos de Bíblias que resistem a incêndios não são inéditos. Exemplos notáveis incluem uma igreja em Sumaré (SP), onde a Bíblia de um pastor ficou intacta após um incêndio criminoso destruir equipamentos e o interior da Assembleia de Deus. Em julho do ano passado, uma Bíblia também permaneceu ilesa após um incêndio em um carro na PR-092, no Paraná. Em março deste ano, em Salvador (BA), uma Bíblia sobreviveu a um incêndio que devastou uma residência, poupando móveis e pertences.

Amanda Santos, proprietária da residência em Salvador, à época declarou ao jornal Correio que o fato foi um verdadeiro milagre. “Mistério de Deus nos mostrando que a Palavra dele nem o fogo apaga”, afirmou.

Adolescentes que usam maconha têm risco dobrado de transtornos psiquiátricos

Adolescente pensativo em seu quarto, simbolizando os riscos do uso de maconha.

Estudo inédito revela que uso de maconha na adolescência duplica risco de desenvolver transtornos mentais graves

O consumo de maconha durante a adolescência está associado a um aumento de duas vezes no risco de desenvolvimento de transtornos psicóticos e bipolares, conforme aponta uma pesquisa divulgada na revista JAMA Health Forum. Os dados, oriundos de universidades da Califórnia e de instituições médicas, também indicam uma maior probabilidade de surgimento de sintomas de depressão e ansiedade entre os jovens que utilizaram a substância no último ano desta fase da vida.

Segundo o levantamento, os adolescentes que relataram o uso de cannabis receberam diagnósticos psiquiátricos em média de 1,7 a 2,3 anos após o início do consumo. A pesquisa acompanhou mais de 460 mil jovens, com idades entre 13 e 17 anos, até que completassem 26 anos, analisando também registros de consultas pediátricas entre 2016 e 2023.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, do Kaiser Permanente e do Instituto de Saúde Pública de Oakland, considerou a exposição à cannabis como um fator de risco para doenças mentais. A análise levou em conta triagens realizadas em consultas de rotina, não se limitando a casos de uso intenso da substância.

A coautora Lynn Silver destacou a potência crescente e a comercialização agressiva da cannabis. “À medida que a Cannabis se torna mais potente e é comercializada de forma mais agressiva, este estudo mostra que seu uso em adolescentes está associado a um risco duas vezes maior de transtornos psicóticos e bipolares, duas das condições de saúde mental mais graves”, afirmou.

A autora principal Kelly Young-Wolff ressaltou a robustez dos achados. “Mesmo ao levar em consideração condições de saúde mental preexistentes e uso de outras substâncias, os adolescentes que relataram o uso de cannabis apresentaram um risco substancialmente maior de desenvolver transtornos psiquiátricos”, declarou.

Nos Estados Unidos, a maconha figura como a substância ilícita mais consumida por adolescentes, com o consumo aumentando de 8% na 8ª série para 26% na 12ª série, segundo o estudo Monitoring the Future. No Brasil, o Terceiro Levantamento Nacional de Álcool e Drogas indica que a maconha é a droga ilegal mais consumida, com o percentual de usuários subindo de 2,8% para 6% em 2025, comparando edições do estudo.