Novo livro de estudioso aponta para achados arqueológicos que corroboram a narrativa bíblica sobre Jesus Cristo e seus feitos
O estudioso do Novo Testamento, Jeremiah J. Johnston, dedica-se a explorar evidências arqueológicas que sustentam a figura de Jesus. Em seu livro “The Jesus Discoveries: 10 Historic Finds That Bring Us Face-to-Face with Jesus”, ele apresenta descobertas que, segundo sua análise, reforçam a autenticidade da Bíblia e a ressurreição de Cristo.
Johnston observa que muitos cristãos confiam unicamente na fé e na Bíblia como prova, sem necessariamente buscar evidências externas. Ele argumenta que a própria existência dos livros do Novo Testamento depende da demonstração física e corporal da vida de Jesus após a crucificação.
“Há muitos cristãos maravilhosos por aí… eles chegam até mim em nossos eventos ao redor do mundo e dizem: ‘Ei, eu não preciso de todas essas evidências. Eu tenho a Bíblia… eu tenho minha fé’”, disse Johnston em entrevista à CBN News. “Bem, quero deixar isso muito claro. Não haveria um único livro do Novo Testamento escrito se Jesus Cristo não tivesse se mostrado evidentemente vivo física e corporalmente após ter sido crucificado pelo Império Romano.”
O autor enfatiza a importância de os crentes reconhecerem o valor dessas evidências, que, segundo ele, são mais robustas do que as que comprovam a existência de figuras históricas como Alexandre, o Grande, ou César cruzando o Rubicão.
Um dos achados destacados é a “Taça de Jesus”. Este recipiente de cerâmica, encontrado em 2008, data de cerca de 50 d.C. e contém inscrições que se referem a Jesus como um “encantador” e “mago”. Johnston sugere que essas podem ser as palavras mais antigas com o nome de Jesus já encontradas em artefatos, precedendo a escrita das Escrituras.
“Esta pode ser a mais antiga inscrição com o nome de Jesus em qualquer artefato. Isso é anterior à escrita das Escrituras, e o incrível é que isso nos diz que Jesus era popular como um fazedor de milagres e exorcista.”
Ele explica que, conforme o Evangelho de Lucas e o livro de Atos, Jesus apresentou “provas infalíveis” de sua vida após a crucificação, incentivando os cristãos a se apoiarem em evidências concretas para sua fé.
Johnston conclui que a fé não se baseia apenas em sentimentos ou em si mesma, mas em seu objeto, que para os cristãos é o “Senhor ressuscitado Jesus Cristo”.
