Congo se junta a seleções que expressam fé abertamente em campo durante a Copa do Mundo
A Seleção Democrática do Congo marcou sua presença na Copa do Mundo com uma partida histórica contra Portugal, que terminou empatada em 1 a 1. Este jogo representa a primeira vez que o Congo participa da competição após 52 anos, com o jogador Wissa anotando o primeiro gol da história do país no torneio. Após o confronto, alguns atletas congoleses demonstraram sua devoção religiosa unindo-se em um círculo de oração em campo, liderados por Joris Kayembe, Noah Sadiki e Gael Kakuta.
A demonstração de fé em campo gerou repercussão nas redes sociais, com muitos usuários celebrando a coragem dos jogadores em expressar publicamente sua crenças. Comentários destacaram o orgulho em ver jogadores cristãos, como o capitão Mbemba e Sadiki, compartilhando abertamente sua fé. A jornada do Congo até a Copa foi vista por alguns como uma narrativa divina.
“Tem uma onda de jogadores de futebol orgulhosos de serem os ‘garotos de Jesus’. Alegra meu coração ver homens que estão amando a Jesus sem vergonha e com entrega total!”, escreveu uma internauta, refletindo o sentimento de outros que viram o momento como uma glorificação de Jesus na Copa.
Outras seleções também manifestam sua devoção religiosa
A Seleção do Congo não é a única a manifestar sua fé durante a Copa do Mundo. Na mesma quarta-feira (17), as seleções de Gana e do Panamá também realizaram momentos de oração após seus respectivos jogos. Mesmo diante de uma derrota, os jogadores e a equipe técnica do Panamá se ajoelharam, levantaram as mãos e se prostraram em um clamor coletivo.
A equipe de Gana seguiu o exemplo, com jogadores e comissão técnica se abraçando em oração no gramado, sob a liderança do goleiro Benjamin Asare. Anteriormente, no domingo (14), jogadores da Alemanha e de Curaçao também compartilharam um momento de oração após a partida entre as duas seleções, que terminou com a vitória alemã por 7 a 1.
Felix Nmecha, jogador da Alemanha, explicou a união em oração com os adversários. “No jogo, somos adversários. Depois do jogo, somos todos cristãos e irmãos. Simplesmente fizemos uma breve oração juntos porque estamos todos muito gratos”, declarou Nmecha à emissora ARD, ressaltando a fraternidade que transcende a rivalidade esportiva.
