Trump utiliza a tribuna da ONU para condenar a transição de gênero em menores e denunciar a indiferença global sobre cristãos
O ex-presidente americano Donald Trump utilizou seu espaço na 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta terça-feira (22), para proferir duras críticas à atuação de líderes globais e órgãos de direitos humanos. O relato foi publicado pelo portal Guiame.
Em seu discurso, Trump contestou a agenda ideológica promovida dentro da ONU e defendeu as políticas adotadas nos Estados Unidos voltadas à proteção de menores de idade. Ele classificou como inaceitável o foco dos órgãos internacionais em pautas de gênero em detrimento de outros problemas mundiais.
É inaceitável que, com todas as atrocidades genuínas do mundo, os principais responsáveis de Direitos Humanos da ONU gastem seu tempo criticando os Estados Unidos por protegerem nossas crianças da mutilação e insanidade transgênero. O que eles fazem é inacreditável. É uma mutilação transgênero das nossas crianças.
Além das questões comportamentais, o discurso abordou a situação da liberdade religiosa. O republicano reprovou o Conselho de Direitos Humanos da ONU, acusando a entidade de negligenciar o sofrimento de comunidades cristãs ao redor do mundo.
Os hipócritas covardes do Conselho de Direitos Humanos tem pouco a dizer sobre a perseguição aos cristãos. Cristãos estão sendo perseguidos em todo o mundo. Nunca pensei que diria isso, mas isso acontece há muito tempo.
Ao encerrar sua participação, Trump apelou para a união das nações em prol de soluções para os desafios globais contemporâneos. O político defendeu ações corajosas como forma de assegurar um futuro mais seguro e próspero para as próximas gerações, encerrando sua fala com um apelo religioso por bênçãos às nações.
