EUA intensificam pressão econômica sobre o Irã com bloqueio naval e novas medidas contra Teerã em meio a crescentes tensões regionais e alertas de conflitos
Os Estados Unidos preparam novas ações para sufocar economicamente o Irã, com a administração Trump afirmando que o bloqueio naval atual já causa sérios impactos na economia iraniana. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, indicou que medidas ainda mais rigorosas serão implementadas na próxima semana.
“Será uma combinação de isolamento econômico como o mundo nunca viu antes. E o bloqueio contínuo no Estreito de Ormuz, que impedirá que qualquer coisa entre ou saia dos portos iranianos”, declarou Bessent, como reportado pela CBN News.
Ainda que o Irã conteste o controle total do Estreito de Ormuz, a Marinha dos EUA sustenta a capacidade de manter o bloqueio por tempo indeterminado, rotacionando navios conforme necessário, segundo Pete Hegseth, secretário de Guerra. A disputa pelo estratégico estreito, contudo, permanece acesa.
O vice-presidente JD Vance reiterou os objetivos de Washington, que incluem impedir o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã e restaurar a estabilidade dos preços de petróleo e gás para o povo americano através da normalização do Estreito de Ormuz.
Paralelamente, Israel monitora atentamente outro foco de tensão. Soldados na fronteira com Gaza alertam para atividade terrorista armada dentro do território, evocando memórias de advertências anteriores não atendidas. A situação se agrava com a acusação dos Emirados Árabes Unidos de que o Irã atacou duas embarcações de sua companhia nacional de petróleo, embora sem relatos de feridos.
Na Judeia e Samaria, autoridades israelenses e americanas condenam a violência de israelenses contra palestinos. O Ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, expressou oposição a tais atos, afirmando que as autoridades devem ser as únicas a tomar as medidas necessárias, pois ações paralelas causam danos significativos.
O cenário atual apresenta múltiplos pontos de atrito, desde o Irã até Gaza e a Judeia e Samaria, enquanto os Estados Unidos buscam pressionar Teerã sem escalar o conflito regional.
