Mãe de aluguel desafia pais biológicos, recusa aborto e dá à luz bebê com síndrome cardíaca no Texas
Uma mãe de aluguel que se recusou a interromper a gravidez, mesmo diante das exigências dos pais biológicos, deu à luz um menino no Texas. A gestante McKenna West contou com o apoio do Procurador-Geral do Texas, Ken Paxton, para buscar refúgio no estado, onde ela e o bebê foram protegidos pela legislação local até o nascimento.
McKenna West descobriu, em abril de 2026, que o bebê que carregava foi diagnosticado com síndrome hipoplásica do coração esquerdo, uma condição detectada com 20 semanas de gestação. Segundo relatos, os pais biológicos teriam solicitado a interrupção da gravidez devido à anomalia.
No entanto, West recusou o pedido e se mudou para o Texas, onde recebeu suporte legal e médico de Ken Paxton para ela e o bebê, que foi nomeado Gabriel. De acordo com informações divulgadas pela Fox News, Gabriel nasceu na quarta-feira, 13 de agosto de 2026.
O recém-nascido recebeu atendimento médico emergencial do UT Southwestern Medical Center e do Children’s Medical Center of Dallas. A intervenção ocorreu após Paxton reforçar as obrigações legais das instituições médicas sob as leis do Texas.
“O bebê Gabriel merece uma chance de viver, e não permitirei que ninguém negue ilegalmente a ele cuidados médicos necessários”, afirmou Paxton em comunicado. “Meu escritório usará todas as ferramentas disponíveis para proteger vidas inocentes e garantir que toda criança receba os cuidados exigidos pela lei do Texas.”
– Ken Paxton, Procurador-Geral do Texas
O gabinete do Procurador-Geral comprometeu-se a acompanhar o caso de perto, assegurando que McKenna West e Gabriel recebam todas as proteções legais e médicas que o estado pode oferecer. Paralelamente, a disputa judicial pela guarda legal de Gabriel continua entre a mãe de aluguel e os pais biológicos.
O caso de Gabriel não é isolado e reflete situações em que bebês se tornam alvo de batalhas legais e médicas em meio a pedidos de aborto por parte de pais contratantes em gestações de aluguel. Em julho de 2026, outra mãe de aluguel foi processada após se recusar a abortar um bebê que apresentava lábio leporino e uma possível anomalia cardíaca.
