Trump expõe fragilidades ‘chocantes’ em sistema eleitoral dos EUA após revelações

Mais lidas

Trump alerta para falhas críticas no sistema de votação dos EUA e exige reformas imediatas em pronunciamento

O presidente Donald Trump fez um pronunciamento em rede nacional na noite de quinta-feira (data não especificada na fonte) para alertar sobre o que descreveu como “vulnerabilidades chocantes” no sistema eleitoral americano. Ele apresentou evidências que, segundo ele, comprovam a fragilidade do processo, com potencial para hacking, exploração e interferência estrangeira.

Durante seu discurso, Trump destacou a liberação de quatro conjuntos de documentos desclassificados pela Casa Branca. As categorias principais abordavam vulnerabilidades de votação, a participação da China no processo, informações sobre o estado de Michigan e listas de eleitores não cidadãos. Estas divulgações, de acordo com o presidente, revelam um sistema eleitoral tão comprometido que se torna indefensável.

“Centenas de milhões de arquivos de eleitores dos EUA estão nas mãos de governos estrangeiros. Nossas máquinas e sistemas de contagem de votos estão expostos a hacking, manipulação e corrupção. A China e outros países têm tentado interferir em nossas eleições. Evidências de fraude foram enterradas”, afirmou Trump.

O presidente enfatizou que o material divulgado reforça a necessidade de requisitos mais rigorosos para o registro de eleitores e medidas adicionais de segurança eleitoral antes das eleições de novembro. Ele pressionou o Congresso a aprovar o “Save America Act”, questionando a inação de quem não deseja a medida.

Enquanto muitos republicanos compartilham da preocupação do presidente com a necessidade de reformas eleitorais, alguns expressaram frustração por ele continuar focando em questões da eleição de 2020. O senador Thom Tillis (R-North Carolina) comentou que não é produtivo “rejulgar” a campanha passada, defendendo um olhar para o futuro.

Por outro lado, democratas criticaram o discurso, alegando que ele visa minar a confiança nas futuras eleições. O deputado Jim Himes (D-Connecticut) opinou que Trump estaria “estabelecendo a base para poder dizer à América, após o Dia da Eleição, que a eleição foi corrupta e, portanto, não deve ser respeitada”. O foco agora se volta para o Capitólio, onde os legisladores decidirão o futuro das propostas de reforma eleitoral da administração antes das eleições de meio de mandato.

Ads

Mais notícias

Ads
Ads

Últimas Notícias