Pastor africano chora ao receber moto para missão: ‘Resposta de oração’

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Pastor africano se comove ao receber moto para evangelizar no Malawi como resposta de oração

Um pastor africano, identificado como Joaquim, obreiro local da missão brasileira “Até que Todos Saibam”, foi profundamente tocado ao receber uma motocicleta destinada a auxiliar em seu trabalho de pregação do Evangelho no Malawi. Joaquim integra um grupo de dez líderes religiosos que foram beneficiados com os veículos para facilitar suas atividades ministeriais.

A missionária Tia Jô, líder da “Até que Todos Saibam”, compartilhou o momento emocionante em sua conta no Instagram, através de um vídeo. Ao ter seu nome anunciado como um dos contemplados, o pastor Joaquim demonstrou intensa emoção, chegando a se jogar no chão em sinal de choque e alegria, sendo em seguida abraçado por um missionário enquanto cristãos entoavam um louvor em gratidão a Deus.

“Não é só uma moto! É milagre, é alívio, é resposta de oração. Uma moto para os nossos obreiros é fora da realidade deles”, explicou Jô sobre o impacto do presente.

Outro obreiro presente expressou sua gratidão a Deus de joelhos, com as mãos erguidas em agradecimento pelo recebimento do veículo. A doação das dez motocicletas, além de quarenta bicicletas, foi possível graças a uma contribuição da Abba Church Marlboro, localizada nos Estados Unidos, destinada aos obreiros locais.

Uma equipe da missão “Até que Todos Saibam” encontra-se em viagem ao Malawi com o objetivo de acompanhar o trabalho missionário e prover recursos. A organização mantém projetos voltados para crianças no país africano, oferecendo educação e alimentação, incluindo a inauguração de uma pré-escola no ano passado com a meta de impactar o futuro de cem crianças e alcançar suas famílias com o Evangelho.

Jô enfatizou a importância da missão na região, declarando: “Se o Evangelho não chegar, o islamismo chega. É nossa responsabilidade anunciar a verdade, e nossa responsabilidade levar Jesus para está nação que o Senhor nos confiou”.

Durante a mesma viagem, a missionária também distribuiu oitenta mochilas para os voluntários que atuam na escola. Ela comentou sobre o valor significativo do item para os malawianos, afirmando que “Para um malawiano, uma mochila dessa custa metade do seu salário, mas a missão chegou para mudar destinos. Entregamos mochilas para nossos voluntários para carregar seus materiais enquanto servem”.

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