Sábios conselhos bíblicos revelam segredos de saúde e longevidade ainda atuais

Mais lidas

Especialistas Jordan Rubin e Dr. Josh Axe defendem que a sabedoria bíblica de saúde é cientificamente validada e aplicável hoje

Dois renomados especialistas em saúde, Jordan Rubin e o Dr. Josh Axe, argumentam que os ensinamentos bíblicos sobre bem-estar oferecem respostas eficazes para os desafios de saúde atuais. Segundo eles, muitos dos princípios de saúde descritos há milhares de anos nas escrituras sagradas são comprovados por pesquisas científicas contemporâneas.

Em seu livro “The Biblio Diet”, Rubin e Axe detalham como a observância de preceitos bíblicos pode impactar positivamente o metabolismo, reduzir dores, combater a depressão e até auxiliar no tratamento de doenças. Jordan Rubin destacou a importância de confiar na orientação divina, afirmando: “Eu sempre acredito que Deus sabe o melhor. Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre”.

Dr. Axe compartilhou experiências pessoais e de familiares, relatando: “Isso ajudou a curar Jordan de câncer e da doença de Crohn. Ajudou a curar minha mãe de câncer, me ajudou a me curar, e queremos ver o povo de Deus saudável. E sabemos que a melhor maneira de ficar saudável é seguir os princípios baseados na Bíblia”.

Pesquisas modernas validam práticas antigas como o jejum

O jejum, uma prática mencionada em diversas passagens bíblicas, é destacado como um mecanismo poderoso para a saúde. Figuras bíblicas como Moisés, o Rei Davi e a Rainha Ester, além de Jesus e seus discípulos, praticavam o jejum.

“Quase todas as figuras bíblicas jejuaram. Vemos Jesus jejuando, vemos os discípulos jejuando e a igreja primitiva jejuava.”

Pesquisas atuais confirmam que o jejum ativa a autofagia, um processo de cura que o corpo realiza. Dr. Axe explica que esse mecanismo leva o corpo a um modo de hiperdetoxificação, limpando células mortas e combatendo infecções.

“Ele [o jejum] aumenta o mecanismo de cura chamado autofagia. Onde nosso corpo pode entrar neste modo de hiperdetoxificação, limpando células mortas e se livrando de infecções como parasitas, doença de Lyme e vírus do nosso corpo”, detalhou o médico. “Ele apoia a perda de peso. Ele apoia o combate ao câncer.”

A conexão mente-corpo e o poder do pensamento positivo

A dupla também ressalta os benefícios de pensar biblicamente, um conceito que a ciência moderna tem corroborado ao demonstrar a conexão entre mente e corpo. Estudos indicam melhores resultados de saúde em pacientes com uma perspectiva de fé.

“É crítico se você foi diagnosticado com uma doença crônica incurável, que você escolha a vida e acredite nas promessas de cura de Deus.”

Rubin incentiva a adoção de uma mentalidade focada na cura e na vida, citando provérbios bíblicos como “Pois ele [o homem] pensa em seu coração assim é ele” e “Da abundância do coração fala a boca”.

Alimentação baseada na Bíblia e a importância do microbioma

A Bíblia frequentemente faz referências a alimentos benéficos para o intestino, cujo papel fundamental na saúde tem sido reconhecido pela ciência nas últimas décadas. Dr. Axe enfatiza que cerca de 70% do sistema imunológico reside no intestino.

Ele acrescenta que estudos revelam a conexão entre o intestino e o cérebro, influenciando quadros de depressão, ansiedade e Alzheimer, além de impactar o sistema hormonal. “90% da sua serotonina é criada no seu intestino”, afirmou.

As escrituras mencionam especificamente peixes selvagens e carne bovina alimentada a pasto. Alimentos fermentados, como pão de fermentação natural e vegetais fermentados, também são citados.

Superalimentos bíblicos e o que evitar

Figos e romãs são exemplos de superalimentos mencionados na Bíblia, com benefícios que vão desde a cicatrização até a contribuição com antioxidantes e o equilíbrio do açúcar no sangue. O azeite de oliva, um pilar da dieta bíblica, é amplamente reconhecido por nutricionistas como uma gordura saudável.

Mel é recomendado como adoçante, embora a Bíblia também alerte sobre o consumo excessivo. Quanto a alimentos a serem evitados, o Dr. Axe aponta o porco e os frutos do mar como fontes potenciais de parasitas e infecções.

Diante disso, Rubin e Axe propõem o conceito de “Bibliotariano”, um indivíduo que alinha sua alimentação, hábitos e pensamentos aos princípios bíblicos, buscando assim uma saúde integral.

Ads

Mais notícias

Ads
Ads

Últimas Notícias