Trump declara fim do conflito com Irã e sinaliza acordo iminente após diálogos

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Trump antecipa acordo iminente com Irã após retomada de diálogos e avalia fim do conflito

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou uma forte expectativa de que o conflito com o Irã esteja próximo do fim. A declaração surge em um momento de expectativa pela retomada das negociações entre os dois países, conforme apurado pela Fox Business.

Em entrevista, Trump declarou sua visão sobre o cenário atual. “Acho que está perto do fim, sim. Considero que está muito próximo de terminar”, afirmou o presidente, indicando um possível desfecho para as tensões.

As conversas entre as nações devem ser reiniciadas na quinta-feira, 16 de abril. Essa retomada ocorre após reuniões realizadas no Paquistão, no fim de semana anterior, que não culminaram em um acordo. Na segunda-feira, 13 de abril, Trump já havia determinado o bloqueio naval de portos iranianos, uma medida adotada após a suspensão de bombardeios por parte dos Estados Unidos.

Apesar do otimismo quanto ao encerramento do conflito, Trump ressaltou que as ações militares ainda não foram completamente finalizadas. Ele comentou sobre o impacto das intervenções norte-americanas, sugerindo que a capacidade de reconstrução do Irã levaria décadas caso ele se retirasse imediatamente.

“Se eu saísse agora, levaria 20 anos para eles reconstruírem aquele país. E nós não terminamos. Vamos ver o que acontece. Acho que eles querem fechar um acordo desesperadamente.”

O vice-presidente J.D. Vance esteve envolvido em reuniões com representantes iranianos no Paquistão, juntamente com outros membros do governo americano, para discutir o programa nuclear de Teerã. Embora não tenha havido um acordo formal, Vance indicou que houve progressos nas conversas.

“A bola está muito do lado deles. Você pergunta o que vai acontecer agora, acredito que os iranianos vão decidir o próximo movimento”, declarou.

O confronto teve início em 28 de fevereiro, resultado de ações militares coordenadas entre Estados Unidos e Israel. Segundo informações divulgadas pelo governo norte-americano, os ataques resultaram na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Trump avaliou que essa operação reduziu significativamente a capacidade militar do Irã.

Trump justificou a intervenção com base na prevenção da obtenção de armas nucleares pelo Irã, declarando que a ação era necessária para evitar que o país se tornasse uma potência nuclear, o que, segundo ele, mudaria a dinâmica geopolítica global. A informação sobre a morte de Khamenei e a justificativa de Trump foram publicadas pela revista Oeste.

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