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quinta-feira, 19 março 2026

UE corre contra o tempo para controlar custos de energia em meio a conflito no Oriente Médio

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União Europeia debate medidas urgentes contra alta nos preços de energia impactados pela guerra no Oriente Médio

Líderes da União Europeia se reúnem nesta quinta-feira (data não especificada na fonte) para enfrentar a escalada nos preços do petróleo e gás, consequências diretas do conflito em andamento em regiões produtoras e rotas de transporte cruciais no Oriente Médio. A tensão energética tem sido um dos focos centrais do encontro, agravada pela preocupação europeia com uma possível nova crise de refugiados.

A preocupação com o cenário energético foi expressa pelo Primeiro-Ministro belga, Bart De Wever, antes da cúpula do Conselho Europeu. Ele destacou que os preços já estavam elevados antes do conflito, mas a guerra provocou um novo e acentuado aumento. “Se isso se tornar estrutural, estaremos em sérios apuros”, alertou.

“Estamos muito preocupados com a crise energética. Ao nível europeu, algumas medidas podem ser tomadas para resolver o problema dos altos preços da energia.”

A Comissão Europeia apresentou aos líderes um conjunto de instrumentos financeiros que os países membros podem utilizar para mitigar a alta dos custos de energia, conforme relatado pela Associated Press. Contudo, é improvável que uma única política seja capaz de conter os choques econômicos que afetam os diversos mercados do bloco, de Romênia à Irlanda.

As nações europeias têm demonstrado dificuldade em adotar uma posição unificada sobre os combates que envolvem o Irã e o Líbano. Embora críticas ao governo iraniano, não têm oferecido suporte militar. O Primeiro-Ministro holandês, Rob Jetten, classificou a situação como uma guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, citando o regime iraniano como brutal e uma ameaça à segurança europeia.

“Mas não é uma guerra na qual fazemos parte”, declarou Jetten, defendendo o aumento das sanções contra o Irã e o apoio a grupos de oposição.

A instabilidade no Oriente Médio também levanta temores de uma nova crise de refugiados na Europa, adicionando outra camada de urgência à pauta da reunião de líderes europeus.

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