Novos confrontos no Estreito de Ormuz complicam diálogo de acordo com o Irã

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Novos confrontos no Estreito de Ormuz levam negociações com Irã à beira do colapso após resposta militar dos EUA

Ações militares recentes no Estreito de Ormuz, iniciadas após ataques iranianos com drones contra embarcações, colocaram as negociações de um acordo com o Irã em uma situação crítica. A resposta americana incluiu a derrubada de quatro drones iranianos e ataques a uma estação de controle de drones perto de Bandar Abbas, segundo o Wall Street Journal.

O presidente Donald Trump, em reunião de gabinete, declarou que a pressão contínua e os reveses militares deixaram o regime iraniano em uma posição de fragilidade para as negociações. “Tudo se foi e eles estão negociando com o que resta”, afirmou Trump, em referência ao estado atual do Irã.

Trump rejeitou a ideia de que a política eleitoral americana esteja moldando sua estratégia de negociação com o Irã. Ele destacou que o regime iraniano subestimou sua determinação, confiando que ele se concentraria nas eleições de meio de mandato. O presidente também pressionou as nações do Golfo a aderirem aos Acordos de Abraão, alertando que a decisão delas pode influenciar qualquer acordo futuro com o Irã.

Em Israel, durante o Café da Manhã da Oração de Jerusalém, o membro da Knesset Ohad Tal expressou ceticismo sobre a possibilidade de um acordo com o atual regime iraniano. “Qualquer negociação e qualquer acordo de paz com o Irã que mantenha o regime iraniano no poder apenas significa adiar a guerra”, disse Tal, enfatizando que a existência do regime é voltada para a destruição de Israel.

Tal também alertou sobre as consequências de ignorar as crescentes ameaças na região, citando ensinamentos bíblicos sobre a necessidade de confrontar o mal. Amichai Chikli, Ministro de Assuntos da Diáspora de Israel, elogiou o apoio dos cristãos evangélicos a Israel, descrevendo a relação como uma “família estendida” para o povo judeu.

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