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Pastor alerta que guerras globais e crises econômicas são sinais do fim

Pastor Joel Engel fala sobre sinais do fim dos tempos e guerras globais

Pastor Joel Engel conecta eventos mundiais atuais a profecias bíblicas sobre o fim dos tempos

O pastor Joel Engel emitiu um alerta à Igreja relacionando os conflitos e as crises econômicas globais observados atualmente a sinais proféticos do fim dos tempos, conforme descrito no livro de Apocalipse. Segundo ele, os acontecimentos recentes devem servir como um chamado à atenção para os cristãos.

Engel destacou a proximidade do dia 10 de Nissan no calendário judaico, data em que as famílias de Israel separavam o cordeiro para a Páscoa, conforme o Êxodo. Ele explicou que a consagração do cordeiro precede grandes batalhas espirituais e serve como um lembrete da supremacia de Jesus Cristo. “Isso lembra ao mundo espiritual que nós temos o Cordeiro de Deus, Jesus Cristo, que está acima de todo principado e potestade”, afirmou.

Ele recordou que, na primeira Páscoa, o sangue do cordeiro nas portas das casas israelitas garantiu a preservação das famílias durante o juízo sobre o Egito. “O sangue do cordeiro trouxe uma salvação completa: física, emocional, material e espiritual”, disse, enfatizando que esse princípio de redenção através do sacrifício do Cordeiro permanece válido para os cristãos contemporâneos.

Cavalos do Apocalipse indicam cenário de conflitos e escassez

A mensagem do pastor abordou especificamente o capítulo 6 do Apocalipse, que narra os quatro cavaleiros anunciando períodos de juízo. Após o cavalo branco, que representa conquistas e acordos, surge o cavalo vermelho, simbolizando a retirada da paz da Terra. “O cavalo vermelho simboliza guerra. E nós estamos vendo guerras se multiplicando e se espalhando pelo mundo”, declarou Engel, vendo nos conflitos internacionais atuais um reflexo deste cenário.

Engel também fez referência ao cavalo preto, associado à escassez e às crises econômicas. “A Bíblia mostra que, depois da guerra, vem a fome”, comentou. Ele descreveu o colapso econômico onde o alimento se torna caro e o dinheiro perde valor, citando a hiperinflação na Alemanha após a Segunda Guerra Mundial como exemplo histórico, onde “as pessoas levavam dinheiro em carrinhos de mão para comprar pão”. Segundo o pastor, esses eventos financeiros ocorrem “quando Deus permite um juízo sobre o sistema financeiro” e servem como um lembrete para não confiar em riquezas materiais, mas em Deus.

Promessas de proteção divina e fortalecimento familiar

Apesar do cenário de alerta, o pastor Joel Engel ressaltou as promessas bíblicas de proteção para aqueles que permanecem em Deus, citando Apocalipse 6:6 com a instrução de “não danificar o vinho e o azeite”. Para ele, o vinho representa o sangue de Jesus, a salvação, e o azeite, a unção do Espírito Santo. “Se você tem o sangue de Jesus sobre sua vida e está cheio do Espírito Santo, essa crise não vai entrar na sua casa”, assegurou.

Engel incentivou os cristãos a fortalecerem sua vida espiritual e familiar. “Resgate o altar familiar”, orientou. “Reúna sua família, desligue a televisão, abra a Bíblia e ensine seus filhos.” Concluiu afirmando que, em tempos de instabilidade, a fé e o preparo são essenciais. “Quem permanece em Deus pode atravessar qualquer crise, porque o azeite e o vinho não serão danificados.”

Ex-muçulmano do Irã relata aparições de Jesus em sonhos para familiares

Pastor Shah Ahmadi em um ambiente de entrevista

Pastor iraniano relata que Jesus apareceu em sonhos a familiares após sua conversão ao cristianismo

O evangelista Shah Ahmadi, que deixou o Irã após ser investigado por suspeitas de ligação com países estrangeiros, relatou que oito de seus familiares que permaneceram no país experimentaram aparições de Jesus em seus sonhos. Segundo Ahmadi, diretor de alianças estratégicas da Iran Alive Ministries, essa experiência espiritual levou à conversão de seus parentes.

Ahmadi, que cresceu no Irã sob a prática do Islã, inicialmente se dedicou à religião, chegando a memorizar o Alcorão aos 13 anos. Ele se formou em engenharia e alcançou reconhecimento profissional, mas sua trajetória mudou ao ser advertido pelas autoridades sobre risco de morte caso permanecesse no país. A saída foi abrupta, sem despedidas de sua família.

Ao atravessar a fronteira para a Turquia, Ahmadi enfrentou dificuldades e relata que buscou consolo no álcool e no cigarro, sentindo que o Islã não lhe respondia. Posteriormente, no Reino Unido, ele teve contato com a mensagem cristã.

“Alguém se aproximou de mim com palavras simples e disse: ‘Você sabe que Jesus te ama?’”, declarou Ahmadi, destacando a oferta de amor e purificação. “Venham a Ele como vocês são. Ele os ama como vocês são. Ele os purificará”.

Após meses de estudo comparando a Bíblia e o Alcorão, Ahmadi experimentou uma paz profunda, marcando sua conversão. A partir daí, um por um, oito familiares no Irã relataram ter visto Jesus em sonhos, o que culminou na adesão deles à fé cristã.

Em 2016, Ahmadi levou parte de sua família para a Turquia, onde também houve conversões. Atualmente, 32 familiares participam de comunidades cristãs, mas a prática religiosa no Irã acarreta sérios riscos. Ahmadi alertou que frequentar igrejas domésticas pode levar a penas de 5 a 10 anos de prisão, e o batismo pode resultar em 12 a 13 anos de reclusão. Atividades como liderança religiosa ou evangelização podem acarretar sentenças ainda mais severas.

Tarcísio de Freitas dispara com quase 70% entre evangélicos em SP, aponta pesquisa

Governador Tarcísio de Freitas discursando em evento

Tarcísio de Freitas lidera com expressiva vantagem entre eleitores evangélicos em São Paulo, segundo AtlasIntel

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 30 de março, pelo instituto AtlasIntel em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo, aponta que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) detém uma liderança consolidada entre o eleitorado evangélico em cenários de segundo turno para o governo de São Paulo. O levantamento indicou que 69,8% dos evangélicos ouvidos preferem Tarcísio, enquanto Fernando Haddad (PT) aparece com 19,2%.

A pesquisa ouviu 2,2 mil eleitores entre os dias 24 e 27 de março, utilizando recrutamento digital aleatório, e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-01079/2026.

Entre pessoas que se declaram “crentes sem religião”, Tarcísio também apresenta vantagem, com 58,8% das intenções de voto, contra 28,8% de Haddad.

No recorte geral, Tarcísio de Freitas lidera todos os cenários de segundo turno contra nomes ligados a Lula (PT). A diferença se mantém semelhante em simulações contra o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e a ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB).

A preferência eleitoral varia conforme faixas etárias e escolaridade. Eleitores de 16 a 24 anos favorecem Haddad com 40,5%, seguido por Tarcísio com 33,6%. Já entre os eleitores com mais de 60 anos, Haddad lidera com 56,4%, contra 31,2% de Tarcísio. O governador, por outro lado, lidera em faixas etárias intermediárias, especialmente entre 45 a 59 anos, com 63,9% frente a 28,4% de Haddad.

Em relação à escolaridade, Tarcísio tem vantagem entre eleitores com ensino fundamental e médio, ao passo que Haddad lidera entre aqueles com ensino superior. Na divisão por renda familiar, Tarcísio lidera entre eleitores com ganhos de até R$ 10 mil, enquanto Haddad aparece à frente em faixas salariais superiores.

Regionalmente, Haddad lidera na capital paulista com 47,4% contra 41,5% de Tarcísio. No interior, o governador tem vantagem na maioria das regiões, com destaque para Presidente Prudente e Marília, onde alcança 68% contra 24,8% de Haddad.

Em Campinas e São José dos Campos, a pesquisa aponta um empate técnico. Nas demais regiões do estado, Tarcísio mantém a liderança. Em um cenário contra Simone Tebet, Tarcísio soma 52,9% e a ministra 44,4%, com 2,7% de indecisos, brancos ou nulos.

Entre católicos, o cenário é mais equilibrado, com 50,2% para Tarcísio e 44,7% para Haddad. Em contrapartida, entre agnósticos e ateus, Haddad lidera amplamente com 82,4%, enquanto Tarcísio registra 10%.

Sabedoria intergeracional discipulado no reino de Deus reverte lógica do mundo

Mulher mais velha ensina e orienta uma mulher mais jovem em um ambiente acolhedor.

No Reino de Deus, a experiência das mulheres mais velhas é fundamental para guiar as mais novas em um mundo acelerado e desorientador

Em contraponto à lógica do mundo atual, onde o conhecimento avança rapidamente impulsionado pela tecnologia, a cultura do Reino de Deus preconiza que as gerações mais experientes transmitam sabedoria às mais jovens. Essa orientação bíblica, destacada em Tito 2:3-5, enfatiza o discipulado entre mulheres, com as mais velhas ensinando às mais novas a serem prudentes, bondosas e firmadas na fé.

A psicóloga, pastora e escritora Darci Lourenção, em sua colaboração para o Portal Guiame, ressalta que este princípio de discipulado intergeracional não é meramente cultural, mas um chamado espiritual essencial para a formação de vidas maduras e saudáveis. Em um cenário de excesso de informação e desorientação emocional, a sabedoria das mulheres mais experientes torna-se um farol.

Ninguém cresce isolado no Reino, pois a maturidade cristã floresce no convívio, na escuta e na partilha. As mulheres mais experientes oferecem não apenas conhecimento, mas histórias redimidas, dores curadas e aprendizados que podem iluminar o caminho de outras. Suas cicatrizes, sejam visíveis ou não, podem ser instrumentos de transformação.

Sob a perspectiva psicológica, essa relação atende à necessidade humana de modelos de referência. Mulheres, em diferentes fases da vida, buscam referências para se compreenderem e guiarem seus passos. Crescer diante de modelos reais e coerentes ajuda a nomear emoções, atravessar crises e dar sentido à vida. Uma referência saudável, amorosa e bíblica fortalece a identidade e promove equilíbrio emocional.

A ausência dessa mentoria pode levar à confusão, solidão e repetição de padrões disfuncionais. O ensino das mais velhas às mais novas é sobre presença e cuidado, não controle. Implica sentar-se à mesa, caminhar juntas, ouvir sem julgar e aconselhar com mansidão, vivendo de forma coerente e demonstrando, na prática, que é possível superar adversidades e permanecer firme na fé.

Um exemplo bíblico notável é a relação entre Noemi e Rute. Em meio ao luto e a circunstâncias desafiadoras, Noemi, a mais velha, orientou sua nora Rute, apontando para Boaz como o resgatador. Noemi demonstrou discernimento espiritual ao conduzir Rute a um caminho de restauração e honra, provando que uma mulher experiente pode ajudar outra a enxergar o que, sozinha, talvez não visse.

O livro de Rute ilustra a sabedoria e o encorajamento na relação entre essas duas mulheres, onde Noemi aconselha e direciona, e Rute confia e obedece. O resultado foi a transformação completa de suas vidas, marcadas por redenção, provisão e propósito, configurando a essência da cultura do Reino de Deus.

Lourenção conclui com um convite à reflexão para as mulheres mais velhas sobre quem elas têm discipulado e de quem têm aprendido. O crescimento do Reino, segundo ela, depende de corações dispostos tanto a ensinar quanto a aprender, reconhecendo que o amadurecimento espiritual ocorre no encontro entre gerações.

Trump cogita controlar Ilha Kharg e força naval dos EUA chega à região

Navio de guerra USS Tripoli navega em águas do Golfo Pérsico com a Ilha Kharg ao fundo.
This image from video provided by U.S. Central Command shows U.S. Sailors and Marines aboard USS Tripoli arriving in the U.S. Central Command area of responsibility, March 27, 2026. (U.S. Central Command via AP)

Trump avalia controle da Ilha Kharg e chegada de força de resposta rápida dos EUA na região aumenta tensão com Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que acredita no bom andamento das negociações para um possível fim da guerra com o Irã, ao mesmo tempo em que ações militares prosseguem. Ele indicou a possibilidade de os EUA assumirem o controle da Ilha Kharg, ponto crucial para a exportação de petróleo iraniano, conforme relatado por ele a repórteres no domingo. A declaração ocorre com a chegada do navio USS Tripoli, com 3.500 fuzileiros navais treinados para resposta rápida, à área de responsabilidade do CENTCOM.

Trump afirmou que as negociações e as ações militares estão ocorrendo simultaneamente. Ele descreveu o progresso como muito bom e que muitos alvos adicionais foram destruídos no dia, detalhando que a Marinha e a Força Aérea iranianas foram desmanteladas. “Nós destruímos muitos, muitos alvos hoje. Foi um grande dia”, disse.

O presidente também comentou que uma medida de mudança de regime já teria ocorrido. “Se você olhar já, porque um regime foi dizimado, destruído. Eles estão todos mortos. O próximo regime está em sua maioria morto. E o terceiro regime, estamos lidando com pessoas diferentes do que qualquer um lidou antes”, afirmou Trump, considerando isso como mudança de regime.

Em declarações ao Financial Times no domingo, Trump expressou o desejo de tomar o controle do petróleo iraniano e possivelmente da Ilha Kharg. “Eu quero tomar o controle do petróleo iraniano, talvez tomar o controle da Ilha Kharg”, disse. Ele acrescentou que acredita que a defesa iraniana na ilha é inexistente e que a tomada seria fácil.

A Ilha Kharg é vital para a economia do Irã, sendo o principal local de exportação de petróleo do país. A chegada do USS Tripoli e a presença dos fuzileiros navais aumentam a capacidade de projeção de força dos EUA na região.

Em contrapartida, o presidente do Parlamento Iraniano, Mohammed Bagher Ghalibaf, alertou os EUA contra uma invasão terrestre, ameaçando retaliar contra as tropas americanas. Ele também avisou que o Irã intensificará os ataques contra aliados dos EUA na região.

Fontes americanas indicam que Trump está considerando uma operação militar para extrair cerca de 450 quilos de urânio do Irã, uma missão complexa e arriscada que poderia manter forças americanas em solo iraniano por dias ou mais.

Paralelamente, o ex-príncipe herdeiro iraniano, Reza Pahlavi, discursou na Conservative Political Action Conference (CPAC) no Texas. Ele questionou a possibilidade de o Irã mudar de “Morte à América” para “Deus abençoe a América” e imaginou um novo Oriente Médio com o Irã como amigo de Israel, estendendo os Acordos de Abraão para os Acordos de Ciro.

Pahlavi também criticou o regime atual, mencionando a perseguição a igrejas domésticas subterrâneas, a detenção e tortura de pastores, e a execução de evangelistas e convertidos cristãos, contrastando com a imagem de um Irã que possui a mais rápida taxa de crescimento de cristianismo no mundo.

Enquanto isso, o líder do Irã agradeceu o apoio de líderes religiosos e grupos paramilitares no Iraque. A Embaixada dos EUA em Bagdá emitiu um alerta para que cidadãos americanos deixem o país imediatamente devido a ameaças de milícias apoiadas pelo Irã.

O prefeito de Teerã, Alireza Zakani, interpretou a guerra como um avanço dos objetivos do Islã Xiita, declarando que as previsões americanas falharam e que o Irã pós-guerra atingirá um “pico exaltado” que preparará a humanidade para a vinda do Mahdi, o Messias xiita.

CBF retira ‘Vai, Brasa!’ da Seleção após protestos e resgata identidade nacional

Camisa oficial da Seleção Brasileira de futebol sem a inscrição 'Vai Brasa!'

CBF remove expressão controversa do uniforme da Seleção Brasileira após repercussão negativa

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu retirar a expressão “Vai, Brasa!” dos uniformes da Seleção Brasileira. A medida atende à rejeição pública manifestada nas redes sociais após a divulgação de peças com a frase, que seria utilizada no meião e na gola da camisa para a Copa do Mundo FIFA. A entidade ressaltou o compromisso com a preservação da identidade nacional.

A iniciativa de incluir o bordão foi da designer Rachel Denti, da Nike, como parte de uma campanha publicitária. Contudo, o presidente da CBF, Samir Xaud, anunciou que a inscrição não estará presente no uniforme oficial utilizado em campo. Segundo ele, a decisão visa demonstrar respeito ao país e à sua bandeira.

“Não, não vai ter, até porque isso é respeito. Eu falo muito em respeito em relação ao nosso uniforme e à nossa bandeira, e o nosso nome é Brasil. Então, vai ter Brasil no nosso meião, e não Brasa”, declarou Samir Xaud.

Xaud expressou surpresa com a inclusão da expressão e solicitou a substituição por “Brasil” nas peças. Ele destacou que a atual gestão da CBF tem focado em reforçar a identidade tradicional da seleção brasileira, evitando associações que possam gerar interpretações ambíguas.

O presidente afirmou ainda que, desde o início de sua gestão, a entidade tem se dedicado a assuntos importantes para o futebol nacional, como a discussão sobre a cor da camisa, que ele já havia barrado por saber da importância da identidade e cultura dos torcedores.

“De antemão, pelo respeito que eu tenho com a bandeira do Brasil, que todos já sabem, e pelo respeito que eu tenho pela Seleção Brasileira, não tem ‘Brasa’ no nosso uniforme principal”, reiterou Xaud.

A CBF deixou claro que a expressão “Vai, Brasa!” foi uma criação isolada para uma campanha publicitária específica da Nike. O uniforme principal da seleção, o tradicional verde e amarelo, seguirá o padrão consagrado, sem a referida inscrição, reafirmando o valor do manto sagrado.

Segunda temporada de Casa de Davi mergulha na jornada de liderança e falhas do herói bíblico

Michael Iskander como Rei Davi na segunda temporada de 'Casa de Davi'

Segunda temporada de ‘Casa de Davi’ estreia explorando a ascensão e os conflitos de liderança do Rei Davi após a vitória sobre Golias

A série bíblica ‘Casa de Davi’ lança sua aguardada segunda temporada nesta sexta-feira, 27 de março, com disponibilidade global no Prime Video. A produção, que já cativou mais de 40 milhões de espectadores, concentrará sua narrativa na trajetória de liderança do personagem central, após sua icônica derrota de Golias.

Criada por Jon Erwin e Jon Gunn, a nova fase da série, sob o selo Wonder Project em parceria com a Amazon MGM Studios, aprofunda-se nos desafios políticos e espirituais enfrentados por Davi em sua ascensão. O ator Michael Iskander, intérprete do protagonista, compartilhou que a evolução do personagem demandou significativas mudanças físicas e uma imersão emocional mais profunda.

“A segunda temporada é realmente sobre crescimento e desenvolvimento”, afirmou Iskander. Ele complementou, explicando a conexão com o papel: “À medida que Davi cresce, eu cresço, e quase me fundo com ele”.

Para encarnar o desenvolvimento de Davi como guerreiro, Iskander passou por um rigoroso treinamento físico, que incluiu ganho de peso e aprendizado em combate. “Trabalhei com um preparador físico e ganhei uns 7 quilos”, revelou o ator. Ele detalhou ainda o aprendizado prático: “Aprendi como segurar a espada, como lutar com ela e todos os diferentes movimentos”.

A nova temporada expande o escopo, abordando não apenas as conquistas de Davi, mas também suas falhas, momentos de arrependimento e sua jornada de transformação. “A verdade é que essa é a condição humana. Todos nós somos falhos e todos nós vamos cair às vezes”, disse Iskander. Ele ressaltou a diferença do personagem bíblico: “A diferença é que Davi se arrependeu. Ele se afastou do pecado e voltou para Deus”.

Ao contrastar Davi com outros personagens, o ator comentou a atitude de Saul. “Saul cometeu erros, mas era orgulhoso demais para admitir suas transgressões”. Em seguida, destacou a responsabilidade assumida por Davi: “Davi assumiu a responsabilidade”.

Iskander expressou o desejo de que o público se identifique com a jornada do personagem. “Espero que eles vejam a transformação em Davi”, declarou. Ele compartilhou uma mensagem de fé: “Que Deus não chama os qualificados, Ele qualifica os chamados”.

A experiência de interpretar Davi coincidiu com transformações pessoais na vida de Iskander. O ator, nascido no Egito e residente nos Estados Unidos desde a infância, relatou um processo de crescimento espiritual. “Minha vida mudou em muitos níveis, especialmente no espiritual”, disse. Recentemente, ele se converteu ao catolicismo, momento que compartilhou: “Recentemente, me tornei católico”.

Sobre o aumento de produções religiosas no entretenimento, Iskander observou a receptividade do público. “As pessoas reconhecem a virtude quando a veem”, comentou. Ele acrescentou: “Quando as pessoas veem Deus refletido em uma história, elas não conseguem evitar assistir”.

O cocriador Jon Gunn apontou que o sucesso da série sinaliza uma crescente demanda por conteúdos com valores definidos. “’Casa de Davi’ foi a série que estávamos criando para lançar a plataforma”, disse Gunn. Ele concluiu: “Isso demonstra a demanda por conteúdo inspirador”.

O crescimento da Wonder Project nos últimos anos, segundo Gunn, reforça essa tendência. “Isso comprova a tese de que existe uma demanda muito grande por conteúdo como este”, afirmou.

Gunn também enfatizou a importância da autenticidade em produções de temática religiosa. “A pureza é o que faz tudo funcionar. Se não me emocionar, não quero fazer”, declarou. Ele finalizou alertando sobre a percepção do público quanto à genuinidade das narrativas: “Eles são espertos. Você consegue perceber quando alguém está tentando te vender algo em vez de algo que seja puro e autêntico”.

Alma em conflito como superar dores e sentimentos que limitam a vida

Mulher com expressão pensativa e esperançosa buscando paz interior.

Lidando com a complexidade da alma é essencial para superar limitações internas e conflitos pessoais

A alma, constituída por mente, emoções e intelecto, apresenta desafios únicos por abrigar sentimentos guardados que não são visíveis como problemas físicos. Frequentemente, nos identificamos com o que sentimos, necessitando um esforço considerável para superar dores e danos que impactam nossa trajetória. Questões como sexualidade, rejeição, ansiedade, medo ou timidez extrema podem programar nossas reações e sentimentos de forma intrínseca, tornando a luta contra eles uma batalha árdua.

Enfrentar um conflito na alma significa, primeiramente, encarar a si mesmo. Em vez de atribuir responsabilidades a terceiros, como líderes religiosos, por dificuldades pessoais que se arrastam por anos, é fundamental um olhar introspectivo. A espera por intervenções externas, como um telefonema ou ajuda financeira, pode adiar a resolução de problemas internos que prendem o indivíduo.

A oração em línguas como ferramenta de libertação e renovação mental

A prática da oração em línguas é apontada como um caminho para a libertação de imagens negativas internalizadas ao longo do tempo. Crenças limitantes sobre pobreza, fracasso financeiro ou profissional podem ser desmanteladas. Conforme o apóstolo Paulo sugere em Filipenses 3:13, é preciso esquecer o que ficou para trás para avançar.

Embora memórias dolorosas possam ser trazidas à tona pelo Espírito Santo durante o processo de cura, essa abordagem não é automática. O Espírito Santo confronta medos profundos, impedindo a transferência de responsabilidades para pais, pastores ou outras pessoas. É nesse ponto que muitos desistem da oração em línguas, que, no entanto, é apresentada como a oração perfeita para erradicar tais situações.

Em momentos de angústia e ansiedade, quando as palavras em português se mostram insuficientes para expressar o sofrimento, a oração em outras línguas fortalece o indivíduo. Essa prática ajuda a entender a força de Deus que se aperfeiçoa na fraqueza, conforme Romanos 12:1, permitindo uma nova percepção de si mesmo, distinta daquela imposta pelas adversidades.

O texto enfatiza que um quadro mental negativo, construído por experiências difíceis, é falso. A alma necessita de renovação pela palavra e pelo aprendizado de como pensar corretamente, alinhando-se à vontade de Deus, conforme Filipenses 4:8. A transformação da mente, como descrito em Romanos 12:1, é a única via para a mudança genuína, uma porta que só se abre de dentro para fora.

A mente pode ser contaminada pelo mundo e requer desintoxicação. Profissionais como psicólogos, terapeutas cristãos e conselheiros podem oferecer um impulso inicial necessário. Contudo, o Espírito de Deus é destacado como o principal conselheiro, conhecedor profundo do indivíduo e capaz de oferecer a orientação mais precisa.

Mudança de Rota Esforços para Renomear Dia de César Chavez Ganham Força Emocional

Manifestantes com cartazes em frente a um prédio governamental exigindo justiça social.
FILE - Pedestrians walk past the parking lot of the Cesar Chavez Learning Center in Dallas, March 19, 2026. (AP Photo/Julio Cortez, File)

Esforços para renomear o dia de César Chavez ganham força com alegações de abuso sexual e busca por redefinição do legado

De encruzilhadas como a Califórnia até o coração de Minnesota, líderes eleitos e grupos de direitos civis agem rapidamente para desvincular a figura de César Chavez de eventos e celebrações. As ações ocorrem após alegações de abuso sexual contra mulheres e garotas nos anos 1960, período em que ele se consolidou como rosto do movimento dos trabalhadores rurais.

As iniciativas de renomeação têm sido céleres e abrangentes, antecipando o que tradicionalmente era uma data de celebração à vida e ao legado do defensor dos direitos latinos, em seu aniversário, 31 de março. Em Tucson, no Arizona, a celebração do último fim de semana foi apresentada como uma feira comunitária e de trabalho.

Na cidade de Grand Junction, no Colorado, o evento agora é conhecido como Celebração Sí, Se Puede. El Paso, Texas, designou a terça-feira como Dia da Herança Comunitária e do Trabalho. Autoridades em Minnesota aprovaram nesta semana o fim do feriado de César Chavez no estado, enquanto o governador da Califórnia, Gavin Newsom, sancionou uma lei que renomeia o Dia de César Chavez para Dia dos Trabalhadores Rurais.

No Colorado, legisladores também consideravam um projeto de lei para rebatizar o feriado voluntário estadual para Dia dos Trabalhadores Rurais. Esforços de renomeação estão em andamento para dezenas de escolas, ruas e outros locais nos Estados Unidos que levam o nome de Chavez, incluindo o monumento nacional em Keene, Califórnia.

As discussões resultantes têm sido complexas, com apoiadores do movimento enfrentando sentimentos conflitantes ao tentar honrar o que foi um esforço crucial nos direitos trabalhistas e civis nos Estados Unidos. Sentimentos de decepção, descrença e até raiva compõem um coquetel emocional para aqueles que definem o caminho a seguir.

O jornal The New York Times reportou recentemente que César Chavez teria aliciado e abusado sexualmente de jovens que trabalhavam no movimento. Dolores Huerta, cofundadora do movimento, também revelou ter sido vítima de abuso na faixa dos 30 anos.

“Foi uma dor pessoal e uma traição. Acho que é o que meu comitê sentiu, e acho que quando olhamos para nossa comunidade aqui, é o que as pessoas ainda sentem. Eles sentem muita dor e muita raiva.”

A declaração é de Jose Luis Chavez, fundador e presidente do comitê que organiza a Celebração de César Chavez para o Condado de Mesa, Colorado, há uma década. O comitê é composto por pessoas que trabalharam na indústria agrícola, cujos avós e pais trabalharam na colheita de uvas e pêssegos.

A celebração anual em Grand Junction, nascida do desejo de educar estudantes sobre comunidades marginalizadas, evoluiu para um encontro com música, comida e jovens recebendo bolsas de estudo. Cancelar o evento simplesmente não era uma opção, segundo Jose Luis Chavez. O logo foi adaptado para incluir a frase “Sí, se puede” — o grito de guerra cunhado por Huerta, que se traduz como “Sim, é possível”.

A Marcha e Comício Anual de César Chavez e Dolores Huerta em Tucson foi redimensionada e renomeada. Não houve marcha ou desfile de carros no último fim de semana, e o evento foi anunciado como a Feira de Unidade Comunidade y Labor, focando mais amplamente nos direitos trabalhistas sem mencionar Chavez.

Organizadores da Arizona César E. Chávez + Dolores Huerta Holiday Coalition incentivaram os apoiadores do movimento a continuar demonstrando apoio uns aos outros. “Mesmo quando pensamos em cancelar, escolhemos continuar, porque este movimento é maior do que um nome ou uma pessoa. Nenhum indivíduo o define. … Nós, o povo trabalhador, o fazemos.”

Este é um coro que ressoa alto e consistentemente desde que as alegações vieram a público. Embora tenham havido apelos no Texas e em outros lugares para remover o feriado completamente, os grupos que avançam são impulsionados por um senso de dever para com o legado geral do movimento.

Sehila Mota Casper, diretora executiva de Latinos in Heritage Conservation, afirmou que o resultado será diferente para cada comunidade. “É o devido processo que é necessário para ajudar a lidar com isso. Acho que essa é a melhor resolução que cada comunidade terá que decidir por si mesma, como é que elas chegam a uma decisão que melhor reflete sua comunidade e seus valores.”

A marcha anual em Albuquerque foi cancelada bem antes da notícia vir à tona e por razões não relacionadas. No entanto, a maior cidade do Novo México está apenas começando o processo de análise de mudanças de nomes para estradas e outros espaços públicos. É um processo complexo que levará tempo e envolverá divulgação pública, disse o vereador Joaquín Baca, cujo distrito inclui estradas com nomes de César Chavez e Huerta.

Baca e sua família ainda estão contemplando o destino de um pôster de César Chavez e Dolores Huerta que está pendurado em sua casa. Os e-mails, telefonemas e mensagens de texto que chegaram aos líderes da cidade incluem exigências para que tudo relacionado a César Chavez seja demolido, bem como pedidos para que uma visão mais ampla seja usada para reconhecer os direitos de trabalhadores rurais e outros trabalhadores, disse Baca.

“É todo lado em toda questão dentro do contexto disso. Então, para mim, tem sido muita escuta neste momento.”

Mota Casper, que construiu uma carreira em turismo de patrimônio e preservação histórica, disse que é uma chance para líderes eleitos e formuladores de políticas pausarem e considerarem expandir a narrativa em torno do legado de Chavez. Ela acredita que a sociedade tem a responsabilidade de contar “essa história completa”, entendendo que os seres humanos são complexos e falíveis.

“Portanto, ao comemorar ou glorificá-los, temos que ser capazes de reconhecer o bom e o mau e aceitar isso como vem… mas também entender que não podemos ignorar a história. Não podemos simplificá-la apenas para torná-la fácil. Temos que ser capazes de falar sobre isso.”

Mãe iraniana encontra paz em Jesus após perder filha em protestos

Mulher iraniana com expressão serena e esperançosa após encontrar fé cristã

Mãe iraniana relata encontro com Jesus e paz após perda trágica em protestos

Uma mãe iraniana, que vivenciou a perda de sua filha de 16 anos durante manifestações contra o regime no Irã, compartilhou ter encontrado consolo e paz após entregar sua vida a Jesus Cristo. A declaração foi feita em entrevista recente à CBN News, onde ela detalhou o processo de fé em meio à dor.

O incidente ocorreu em 19 de janeiro, em Karaj, quando forças de segurança abriram fogo contra manifestantes. A jovem Sevda foi atingida e faleceu no local. Sua mãe, Sameera, relatou a coragem da filha até o último momento, descrevendo-a como alguém que lutou, cantou e gritou bravamente. “Atiraram nela no coração. A bala a atingiu e ela morreu instantaneamente”, contou Sameera.

A família já possuía um histórico de envolvimento em protestos contra o governo iraniano. Semanas após a morte de Sevda, Sameera deixou o Irã e se mudou para o norte do Iraque. Foi nesse período de luto intenso que ela afirma ter tido um encontro transformador com Jesus.

“Desde que encontrei Cristo, muitas coisas boas aconteceram na minha vida. Sinto uma paz especial e confiei a minha vida e meu destino a Ele.”

Sameera explicou que, embora não fosse uma muçulmana praticante na infância e tivesse curiosidade sobre Jesus, a experiência a impactou profundamente. Após o encontro espiritual, ela foi batizada em uma igreja doméstica no norte do Iraque.

Apesar da dor, a mãe destaca que sente uma paz profunda por causa de Cristo. Ela também enfatizou a importância de não esquecer a morte da filha e ressaltou as palavras de Sevda, que incentivava a mãe a participar dos protestos e desejava liberdade para o povo iraniano.

A mãe descreveu a República Islâmica como um “câncer” que precisa ser destruído, lamentando a perda de tantos jovens que continuam sendo executados. Relatos do portal Iran International indicam que mais de 36 mil pessoas foram mortas pelo regime iraniano durante os protestos, em um período considerado o “massacre mais sangrento de civis durante protestos de rua” em dois dias na história, segundo a publicação.

A repressão violenta teria sido executada principalmente pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e pela milícia Basij, com apoio de combatentes de outros países.