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sexta-feira, 13 fevereiro 2026
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Tragédia no Canadá: Atirador tira a vida de mãe, irmão e mais 8 pessoas em escola antes de suicídio

Rua em Tumbler Ridge, Canadá, sob investigação policial após tiroteio em escola

Tragédia choca o Canadá atirador mata 10 pessoas em escola e comete suicídio em evento sem precedentes

Um ataque a tiros em uma escola secundária no oeste do Canadá, na Colúmbia Britânica, resultou na morte de pelo menos dez pessoas e deixou mais de 25 feridos na terça-feira. O incidente culminou com o suicídio do atirador e configura o tiroteio em escola mais letal da história do país.

A polícia encontrou seis corpos dentro da Tumbler Ridge Secondary School e outros dois em uma residência próxima. Entre as vítimas fatais estão cinco adolescentes com idades entre 12 e 13 anos. O subcomissário da polícia da Colúmbia Britânica, Dwayne McDonald, informou em coletiva de imprensa que o suspeito, identificado como Jesse Van Rootselaar, de 18 anos, era uma mulher trans e moradora de Tumbler Ridge. Ela não frequentava a escola alvo do ataque, tendo abandonado os estudos há cerca de quatro anos.

Antes de perpetrar o ataque na escola, Jesse Van Rootselaar assassinou sua mãe, de 39 anos, e seu irmão de 11 anos. A polícia encontrou o atirador morto na escola com um ferimento autoinfligido e acredita que não há outros suspeitos envolvidos.

Pelo menos duas pessoas foram hospitalizadas com ferimentos graves ou que representavam risco de vida. Outras 25 pessoas sofreram ferimentos considerados não fatais. O tiroteio provocou uma ordem de confinamento em Tumbler Ridge, que durou várias horas e foi suspensa no final da tarde. Alunos foram liberados após serem contados em um centro recreativo. As escolas e uma faculdade local permanecerão fechadas pelo restante da semana.

O primeiro-ministro da Colúmbia Britânica, David Eby, comunicou que psicólogos especializados em trauma serão enviados para apoiar a comunidade, enquanto as famílias das vítimas estavam sendo notificadas. Professores relataram ter barricado portas e bloqueado saídas para proteger os alunos, que permaneceram confinados por horas.

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, cancelou uma viagem e expressou pesar, descrevendo o dia como difícil para a comunidade e para o país. “A nação está de luto com vocês. O Canadá está ao seu lado”, declarou.

Este evento se posiciona como o terceiro massacre a tiros mais letal no Canadá e o mais grave em um ambiente escolar. Supera o ataque de 2020 na Nova Escócia, que deixou 23 mortos, e o de 1989 em Montreal, com 14 vítimas fatais.

O tiroteio ocorre em um contexto de rigorosas medidas de controle de armas implementadas pelo governo federal após o massacre de 2020, incluindo a proibição de armas de estilo militar e um congelamento na venda de pistolas. Dados policiais indicam cerca de 1,3 milhão de armas de fogo registradas no Canadá, com muitas armas ligadas a crimes originadas nos Estados Unidos.

Tim Allen conclui leitura da Bíblia inteira após 13 meses e anuncia que recomeçará: “Estou maravilhado”

Tim Allen lendo a Bíblia em sua casa

Ator Tim Allen compartilha jornada espiritual após ler a Bíblia integralmente pela primeira vez em 13 meses

O ator e comediante Tim Allen, conhecido por seus papéis em franquias como “Toy Story” e “Meu Papai é Noel”, surpreendeu seus seguidores ao anunciar a conclusão da leitura completa da Bíblia. A jornada de 13 meses, descrita por ele como um processo “palavra por palavra, página por página, sem folhear”, o deixou “humilde, iluminado e maravilhado”. A experiência foi tão impactante que Allen já planeja reiniciar a leitura das Escrituras Sagradas.

Em uma publicação no X (anteriormente Twitter), Tim Allen, aos 72 anos, compartilhou os sentimentos que o envolveram após a leitura detalhada.

Finished the entire Bible it’s been a 13 month word by word page by page no skimming journey. Humbled, enlightened and amazed at what I read and what I learned. I will rest and meditate on so much. I will begin it again.

A atitude do artista foi recebida com elogios por milhares de pessoas, incluindo Tony Perkins, presidente da organização cristã Family Research Council (FRC). Perkins estendeu um convite a Allen para participar de um estudo bíblico de dois anos promovido pela organização, destacando a importância de permanecer na Palavra de Deus para a melhoria do lar e do mundo.

A jornada de fé de Tim Allen tem se tornado cada vez mais pública, com o ator compartilhando reflexões sobre temas teológicos e sua busca por entendimento. Em uma conversa com o comediante Bill Maher, Allen abordou a relação entre a Lei de Deus e o conceito de pecado, citando os livros de Atos e a Epístola aos Romanos, escrita pelo apóstolo Paulo. Ele explorou a ideia de que a lei, ao definir o pecado, também delimita as fronteiras do conhecimento humano, levando a um ciclo de ignorância filosófica.

Anteriormente, em setembro de 2025, Tim Allen havia compartilhado a dificuldade que enfrentava em perdoar o motorista bêbado responsável pela morte de seu pai, quando ele tinha apenas 11 anos. Contudo, um testemunho de Erika Kirk, esposa do ativista conservador Charlie Kirk, sobre o perdão ao assassino de seu marido, tocou profundamente o ator. Inspirado pela resposta de Erika ao ódio com amor, nos moldes do que Cristo ensinou, Allen expressou em sua publicação ter finalmente conseguido perdoar o homem que tirou a vida de seu pai, buscando paz para todos.

Aliança Inédita Estados Unidos e Hungria se unem em defesa global contra a perseguição religiosa de cristãos

Diplomatas dos Estados Unidos e da Hungria firmam parceria contra perseguição a cristãos

Estados Unidos e Hungria formalizam parceria estratégica para combater a opressão religiosa contra cristãos, com foco em Oriente Médio e África Subsaariana

Uma colaboração bilateral entre os Estados Unidos e a Hungria foi estabelecida em 4 de fevereiro com o objetivo de intensificar o combate à perseguição religiosa. A iniciativa visa a fornecer maior apoio a cristãos e outras pessoas de fé que enfrentam opressão, direcionando esforços especialmente para as regiões do Oriente Médio e da África Subsaariana.

O Departamento de Estado dos EUA comunicou oficialmente que a cooperação busca facilitar ações de suporte a comunidades que sofrem perseguições. A nota oficial ressaltou que os cristãos constituem o grupo religioso mais oprimido globalmente e que atrocidades contra eles frequentemente carecem de resposta adequada.

A perseguição religiosa é vista pelo governo americano como uma ameaça à segurança nacional e um ataque aos valores fundamentais dos Estados Unidos. O governo reiterou o apelo a aliados para que se juntem no fornecimento de assistência a indivíduos ameaçados pela intolerância religiosa.

A Hungria foi reconhecida pelos Estados Unidos como um “líder e defensor de cristãos perseguidos”. O governo húngaro já tem atuado ativamente no auxílio a cristãos perseguidos por meio de seu escritório oficial de Ajuda aos Cristãos Perseguidos e tem promovido eventos durante as Cúpulas Internacionais de Liberdade Religiosa.

Embora o acordo bilateral abranja o Oriente Médio e a África Subsaariana, detalhes específicos sobre a extensão de seu escopo ainda não foram divulgados. Representantes da International Christian Concern (ICC) consideraram a parceria promissora, com potencial para gerar um impacto significativo nas áreas afetadas.

A organização expressou o desejo de que os governos envolvidos detalhem em breve os próximos passos concretos para a execução dos objetivos humanitários. A ICC sublinhou a urgência do trabalho para as comunidades que enfrentam perseguição religiosa em todo o mundo.

Ação evangelística entrega mais de 200 Bíblias e leva esperança a comunidade carente de São Luís

Voluntário entrega Bíblia a morador na comunidade do Barreto em São Luís

Projeto Fome da Palavra leva esperança e palavras de fé a moradores do Barreto em São Luís com a distribuição de 262 Bíblias

Em uma iniciativa voltada para o fortalecimento espiritual e social, o projeto Fome da Palavra, vinculado à Igreja Universal, realizou a entrega de 262 exemplares da Bíblia na comunidade do Barreto, em São Luís, Maranhão. A ação contou com o engajamento de 140 voluntários que alcançaram 270 residentes locais, com o objetivo de levar a mensagem bíblica a uma região que enfrenta desafios socioeconômicos.

A comunidade do Barreto lida com dificuldades recorrentes em áreas essenciais como segurança, saneamento básico, saúde e educação, além de questões relacionadas ao planejamento familiar. Essas adversidades impactam significativamente a qualidade de vida e o bem-estar emocional e espiritual dos seus habitantes, conforme relatado pelo pastor Marcelo dos Santos, responsável pela Evangelização.

O acesso direto às Escrituras é visto pelo pastor Marcelo como uma ferramenta fundamental para a transformação pessoal, provendo direção, força interior e renovação da fé para os moradores.

“Nós cremos piamente que a Palavra de Deus pode recuperar uma pessoa, mudar o interior dela e trazer paz. A Palavra não volta vazia. Onde ela chega, traz vida. Seja para alguém com problemas, doenças ou desânimo, quando a Palavra de Deus chega, a vida muda”

O bispo Tiago Lemos, que coordena o trabalho evangelístico da Igreja Universal no Maranhão, reforçou a convicção no poder transformador das Sagradas Escrituras. A ação evangelística destacou a importância de disseminar a mensagem divina como um pilar de esperança e um agente de mudança para aqueles que enfrentam adversidades cotidianas.

Técnico de TV a Cabo Relata Visão Clara do Paraíso Após Acidente Grave e Convicção da Presença Divina

Homem relata visão do céu após grave acidente de trabalho

Técnico de TV a Cabo Sobrevive a Queda de 8,5 Metros e Narra Experiência Celestial Pós-Acidente

Um profissional da área de TV a cabo está compartilhando seu testemunho após ter sobrevivido a um acidente de trabalho que o levou a uma experiência de quase morte e uma suposta visão do Céu. O incidente ocorreu em 26 de abril de 2007, quando Russ Noll, residente em Pottstown, Pensilvânia, sofreu uma queda de aproximadamente 8,5 metros enquanto realizava suas atividades laborais.

Enquanto subia em uma escada, um cabo de segurança se deslocou, provocando o desequilíbrio e a queda de Noll, que no momento estava prestes a prender seu cinto de segurança. Segundo relatos à CBN News, no instante da queda, seu capacete se soltou.

Colegas de trabalho prontamente acionaram os serviços de emergência. Russ Noll foi encaminhado a um hospital local, onde chegou em estado inconsciente e, segundo informações médicas, esteve clinicamente morto por um breve período.

“Eu estava no paraíso, não estava mais nesta Terra. Estava num ambiente branco e totalmente brilhante, silencioso e cheio de paz”, contou ele.

Durante o período em que esteve desacordado, Noll descreveu ter vivenciado uma experiência sobrenatural no Céu. “Senti que Deus estava lá. Ele estava me protegendo. Não tive nenhuma comunicação com Ele além de sentir sua presença me envolvendo. Não senti nada além de amor”, relatou o técnico.

Ao recobrar a consciência, Russ Noll expressou confusão e desconhecimento sobre sua condição. “Percebi que estava de volta à Terra. E perguntei: ‘O que aconteceu?’. E os médicos disseram: ‘Russ, você acabou de cair de uma altura de 8,5 metros, morreu e está no centro de trauma’. Eu respondi: ‘Não senti nada’”, relembrou.

O acidente resultou em fraturas em duas vértebras, quatro costelas quebradas e um ferimento na cabeça. Após três dias de internação hospitalar, Noll recebeu alta, atribuindo sua recuperação à intervenção divina.

Atualmente aposentado, Russ Noll dedica-se a compartilhar sua história e a esperança de retornar ao Céu. “Eu estive lá. É real. Mal posso esperar para voltar. Sei que Deus está comigo. Ele me levará de volta para o Céu. Foi maravilhoso”, afirmou. Ele também enfatiza a existência de um criador para aqueles que o buscam, aceitam e abrem seus corações.

“O Céu é real. Jesus morreu para perdoar seus pecados e purificá-lo de toda injustiça, para que você possa experimentar o Céu da mesma forma que experimentei”, concluiu.

De estudante do Alcorão a pastor cristão: a inspiradora jornada de fé e superação no Chade

Ibrahim Hassan, pastor cristão ex-muçulmano, no Chade

Homem que estudava Alcorão se torna pastor cristão no Chade após profunda conversão e aceitação da fé bíblica

Um homem que cresceu em um lar muçulmano e almejava ser um líder islâmico proeminente compartilhou sua extraordinária jornada de fé, que o levou à conversão ao cristianismo e posterior ordenação como pastor. Ibrahim Hassan relembrou os momentos cruciais de sua transformação, culminando em sua dedicação ao ministério pastoral no Chade, uma nação que enfrenta significativa perseguição religiosa contra cristãos.

A decisão de Ibrahim de aprofundar seus estudos islâmicos o conduziu a uma nova aldeia após a separação de seus pais. Necessitando de um lugar para ficar, ele encontrou abrigo em uma organização missionária que oferecia acomodações a estudantes. A condição era a participação em cultos matinais de 20 minutos, onde o Evangelho era compartilhado antes do início das aulas.

Inicialmente motivado pela necessidade de moradia e pela oportunidade de estudar, Ibrahim frequentava as reuniões religiosas sem um interesse profundo. Contudo, a exposição contínua às mensagens bíblicas começou a despertar questionamentos sobre o Islã e a atrair sua atenção para a Palavra de Deus.

Um momento de epifania ocorreu quando Ibrahim sentiu sua mente ser aberta pelo Espírito Santo. Ele percebeu que a salvação e a entrada no céu não eram alcançadas por meio de boas obras ou observância rigorosa de preceitos religiosos, como preconizava o Islã, mas sim pela fé. Ele contrastou as doutrinas islâmicas com os ensinamentos bíblicos.

“No Islã, você reza, jejua, faz tudo, mas depende de Alá se ele o enviará para o paraíso ou para o inferno. É ele que decide o que fazer com você”.

Em contrapartida, a mensagem cristã apresentou uma nova perspectiva. “Mas na Bíblia estava escrito que Deus amou tanto o mundo que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Vi que o problema estava resolvido”, declarou Ibrahim Hassan, segundo o portal Folha Gospel com informações de Global Christian Relief.

Aos 14 anos, durante um estudo bíblico que abordava o chamado de Deus a Samuel, Ibrahim tomou a decisão de aceitar Jesus Cristo como seu Salvador. Ele testemunhou um fervor interno, descrevendo seu coração como se estivesse em chamas, e anunciou sua rendição e compromisso de servi-Lo pelo resto de sua vida.

Após sua conversão, Ibrahim passou a enfrentar perseguições, sendo chamado de “cristão perverso” e alvo de cuspidas em sua cidade. Apesar das adversidades, ele respondeu com amor, conquistando amizades e continuando seu caminho de fé.

Hoje, aos 65 anos e pai de nove filhos, Ibrahim lidera um ministério com riscos elevados, apoiando cristãos que abandonaram o Islã no Chade. O país é reconhecido como um dos ambientes mais desafiadores para pessoas com essa origem religiosa, mas um número crescente de indivíduos tem encontrado a fé cristã, muitas vezes através de sonhos ou do testemunho de outros cristãos.

O comportamento e a vida de cristãos, em contraste com estereótipos negativos, têm levado muçulmanos a questionar suas crenças e a buscar a verdade em Cristo. Para pastores como Ibrahim, o ministério se estende ao apoio de cristãos que sofrem rejeição familiar, perseguição comunitária e ameaças à segurança, muitas vezes perdendo bens e posição social ao se tornarem seguidores de Cristo.

Ibrahim Hassan fez um apelo por orações pelos cristãos perseguidos no Chade. Ele pediu que a fé deles seja fortalecida e que o Espírito Santo realize milagres, pois os milagres demonstram a verdade e atraem os muçulmanos. Adicionalmente, solicitou orações para que a igreja receba os meios necessários para construir centros de acolhimento e oferecer formação bíblica, capacitando e sustentando crentes de origem islâmica.

Protestos no Irã: Número de cristãos mortos em repressão violenta sobe para 19, aponta organização

Manifestantes iranianos em protesto sendo dispersados pela polícia em cena dramática e tensa.

Sobe para 19 o número de cristãos mortos em protestos violentos no Irã, aponta monitoramento

O saldo de cristãos mortos durante os recentes protestos contra o regime islâmico no Irã atingiu 19 pessoas. Segundo a organização Article 18, que acompanha casos de perseguição religiosa, pelo menos 12 cristãos foram confirmados entre as milhares de vítimas fatais dos atos. O diretor da Article 18, Mansour Borji, mencionou ainda ter recebido informações sobre a morte de outros sete cristãos da comunidade armênia no país.

Entre os cristãos que perderam a vida pela ação das forças de segurança está Zahra Arjomandi, mãe de 51 anos. Ela foi atingida por disparos durante um protesto na ilha de Qeshm em 8 de janeiro. Relatos indicam que o corpo de Zahra foi retido pelas autoridades por seis dias e liberado sob condições restritas, com a família impedida de realizar um funeral ou divulgar detalhes sobre o ocorrido.

Nader Mohammadi, de 35 anos, também foi assassinado a tiros em outra manifestação no mesmo dia, em Babol. Após dias de busca, sua família localizou o corpo desfigurado em um necrotério, sendo a identificação possível apenas por meio de marcas corporais. Mohammadi deixou três filhos pequenos.

Mohsen Rashidi, 42 anos, foi baleado pelas costas enquanto tentava resgatar o corpo de um amigo morto em uma manifestação na cidade de Baharestão, em 9 de janeiro. Mesmo socorrido por outros manifestantes e levado a um hospital, agentes teriam impedido sua entrada no pronto-socorro, resultando em sua morte.

As manifestações no Irã foram marcadas por forte repressão governamental. De acordo com o portal Iran International, mais de 36 mil pessoas foram mortas durante o auge dos protestos no início de janeiro. A estimativa, baseada em documentos confidenciais, relatórios de campo e testemunhos, aponta para o episódio como o mais sangrento em protestos de rua em um período de dois dias na história do país. A maioria dos assassinatos teria sido executada pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e pela milícia Basij.

Criança cristã sofre agressões em escola no Norte da África após pais revelarem sua fé; discrição vira única saída para proteção

Criança em sala de aula no Norte da África com expressão triste, refletindo sobre sua situação escolar.

Menino de cinco anos sofre perseguições em escola no Norte da África após pais revelarem fé cristã, levando a agressões físicas e psicológicas

Um garoto de apenas cinco anos, identificado pelo pseudônimo Salim, vivenciou perseguições religiosas em uma creche situada no Norte da África. A situação se agravou após seus pais informarem à instituição que, como cristãos, não desejavam que o filho participasse das celebrações de um feriado islâmico, explicando que criavam o menino sob os ensinamentos de Jesus. Essa revelação trouxe sérias consequências para a criança. O pai de Salim, cujo nome também foi alterado para Maarouf, relatou que o filho passou a chegar em casa com hematomas, marcas vermelhas e roupas rasgadas, indicativos de agressões e maus-tratos recorrentes. Inicialmente, os funcionários justificavam os ferimentos como acidentes ocorridos durante brincadeiras com outras crianças. As queixas formais apresentadas à direção da creche não surtiram efeito, e os incidentes continuaram.

Diante da persistência das agressões, os pais de Salim tomaram a decisão de matricular o filho em uma nova instituição de ensino, com a esperança de que ele fosse tratado com respeito, independentemente de sua afiliação religiosa. Na segunda escola, a diretora ofereceu garantias de que todas as crianças receberiam tratamento igualitário, independente de suas crenças. Maarouf expressou alívio diante dessa promessa. Contudo, a tranquilidade foi de curta duração. Hematomas voltaram a surgir no corpo de Salim, e ele retornou para casa com a camisa rasgada em duas ocasiões. A situação escalou a ponto de Salim desenvolver ataques de pânico diários ao se aproximar o horário de ir para a escola, um sinal claro do trauma decorrente das experiências vividas.

Ao confrontar a diretora com fotografias das roupas rasgadas e das marcas no corpo do filho, a resposta recebida foi de que tais ocorrências seriam normais em atividades infantis mais agitadas. Como resultado direto dessas circunstâncias, Maarouf e sua esposa optaram por retirar Salim da segunda escola. Durante todo o período de sofrimento da criança, a família contou com o acompanhamento de um parceiro local da organização Portas Abertas. A organização aconselhou a busca por uma nova escola, mas com a ressalva de que a fé cristã não fosse ostentada abertamente. “Por enquanto, é a única opção para proteger nosso filho”, admitiu Maarouf, reconhecendo a frustração, mas a necessidade de esconder a fé para garantir a segurança e uma infância normal para Salim.

O caso de Salim não se trata de um incidente isolado. Muitas crianças no Norte da África enfrentam circunstâncias semelhantes em ambientes educacionais. Elas lidam não apenas com as exigências acadêmicas, mas também com um ambiente hostil e a imposição do aprendizado de crenças islâmicas, mesmo que estas não correspondam à fé de suas famílias. O ocorrido reforça a necessidade de oração pelas crianças cristãs e suas famílias em regiões como o Norte da África e o Oriente Médio.

Cerimônia de Abertura dos Jogos de Inverno 2026 Explode em Controvérsia com Acusações de Símbolos Satânicos e Sacrilégio

Pira Olímpica dos Jogos de Inverno de 2026 em Milão, com design complexo e iluminação dramática.

Cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno 2026 se torna alvo de polêmica por supostos símbolos satânicos

A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, realizada na sexta-feira (6), gerou intensa repercussão nas redes sociais. Internautas associaram elementos do espetáculo a supostos símbolos satânicos, alimentando debates online sobre as interpretações visuais do evento.

O evento principal ocorreu no Estádio San Siro, em Milão, com apresentações simultâneas em outras três localidades. A polêmica se intensificou no momento final da cerimônia, quando a campeã olímpica italiana Sofia Goggia acendeu a Pira Olímpica. A estrutura, em formato de globo dourado, foi criticada por conter o que usuários descreveram como um pentagrama invertido em seu desenho.

Relatos nas redes sociais também indicaram que, durante a movimentação da esfera dourada, outras formas semelhantes a pentagramas surgiram. Parte do público interpretou a aparência da pira como similar a uma custódia católica, considerando o acendimento da chama um gesto de sacrilégio. Os efeitos visuais posteriores, com fogo, iluminação vermelha intensa e fogos de artifício, reforçaram, segundo críticos, associações com imagens infernais.

A decisão de acender duas piras olímpicas simultaneamente, em Milão e Cortina d’Ampezzo, também foi questionada por alguns internautas, que classificaram a ação como ritualística.

Referências artísticas e explicação oficial para o design da pira

A Pira Olímpica foi concebida pelo diretor criativo italiano Marco Balich, em parceria com a Fincantieri. Construída com alumínio aeronáutico, a estrutura de 4,5 metros de altura é composta por 1.440 componentes.

Documentos oficiais do projeto indicam que o design buscou inspiração na geometria renascentista e nos “nós” entrelaçados encontrados nos cadernos de Leonardo da Vinci. O movimento da esfera objetivava simbolizar unidade e transformação. A cor dourada foi pensada como uma homenagem ao sol, representando vida e renovação.

A cerimônia também incluiu referências visuais à obra “Divina Comédia”, de Dante Alighieri, especificamente aos cantos que descrevem o inferno, um elemento já antecipado pelos organizadores como parte do conceito artístico.

Em resposta às interpretações, o comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 esclareceu que a decisão de acender dois caldeirões simultaneamente teve motivações artísticas e logísticas, negando qualquer conotação religiosa ou ritualística.

— Orthodoxy Above The Clouds (@noetic_healing) February 7, 2026

Declaração de Lula sobre evangélicos inflama o debate religioso e político, gerando duras críticas da oposição e de líderes religiosos

Presidente Lula discursando em evento político do PT em Salvador

Declaração de Lula sobre evangélicos em evento do PT em Salvador gera forte repercussão e críticas da oposição e de líderes religiosos

Uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, proferida durante as comemorações dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT) em Salvador no último sábado (7), desencadeou uma onda de reações entre líderes religiosos e parlamentares da oposição. A afirmação de que “90% dos evangélicos recebem benefícios do governo” e o apelo para que a esquerda dialogue diretamente com esse segmento motivaram críticas.

O presidente defendeu, em seu discurso, que a militância e as lideranças de esquerda não devem esperar por um apoio espontâneo de pastores ou líderes religiosos, incentivando a aproximação direta com os fiéis. Segundo Lula, a estratégia deve ser de ir ao encontro desse público.

A fala ocorreu no Trapiche Barnabé, bairro do Comércio, durante o encerramento de um encontro partidário que reuniu ministros, parlamentares e militantes por três dias. Parte da programação do evento ocorreu no Hotel Fiesta, no bairro de Itaigara.

As declarações foram alvo de duras críticas por parte da oposição. O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, interpretou a fala como uma visão instrumental da fé cristã. Ele acusou o governo de tratar os evangélicos como uma base eleitoral dependente do Estado, utilizando políticas públicas como ferramenta de influência política e associando religião a benefícios sociais em uma lógica de barganha, o que, segundo ele, demonstra desprezo pela autonomia dos cidadãos e pela liberdade de consciência religiosa.

Líderes religiosos também se manifestaram. O pastor Silas Malafaia classificou o presidente como “Pinóquio” e o acusou de manipular dados, afirmando que a informação sobre os 90% de evangélicos recebendo benefícios não condiz com a realidade e seria uma tentativa de enganar a população.

O deputado estadual Delegado Zucco (Republicanos-RS) avaliou que a declaração busca desqualificar um grupo que, em sua visão, historicamente se posiciona de forma crítica ao projeto político do PT. Para o parlamentar, a fala reforça uma tentativa de estigmatizar os evangélicos como eleitores motivados unicamente por interesses econômicos.

O pastor e teólogo Franklin Ferreira considerou a declaração “profundamente cínica”. Em manifestação pública, ele ressaltou que o cristianismo se baseia em valores como trabalho, família e responsabilidade moral, e não em benefícios estatais. “Cristãos não são massa de manobra. Quando o Estado passa a tratar a fé como curral, ainda existem ovelhas que reconhecem outro Pastor”, declarou em suas redes sociais.

A polêmica surge em um contexto de recentes ações do governo federal voltadas ao segmento evangélico, como o decreto assinado em dezembro que reconhece a cultura gospel como manifestação cultural nacional. Contudo, as reações ao discurso do presidente indicam que a relação entre o PT e a comunidade evangélica continua marcada por desconfiança e por uma considerável tensão política.

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