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Baterista histórico do Novo Som deixa banda após 37 anos devido a sequelas de AVC

Geraldo Abdo, baterista, em um estúdio de música

Geraldo Abdo anuncia despedida do Novo Som após mais de três décadas, citando sequelas de AVC

O baterista Geraldo Abdo comunicou oficialmente sua saída da banda Novo Som, após 37 anos de dedicação ao grupo. A decisão, formalizada em carta aberta divulgada na segunda-feira, 30 de março de 2026, tem como motivo principal as complicações de saúde decorrentes de um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico em março de 2025.

Segundo o músico, o AVC resultou em sequelas que afetaram sua capacidade de tocar bateria. Em suas próprias palavras, Abdo esclareceu: “É importante deixar claro que essa mudança foi motivada por um AVC Isquêmico, ocorrido em março de 2025, que comprometeu meus movimentos para a bateria”.

A notícia de sua saída gerou expressiva repercussão nas redes sociais, acumulando milhares de interações em pouco tempo. Em sua mensagem de despedida, Geraldo Abdo expressou gratidão aos colegas de banda, como Alex Gonzaga e Mito Pascoal, à produtora Mônica Silva, e a todos os admiradores.

Geraldo Abdo foi membro fundamental do Novo Som desde 1989, contribuindo para as fases mais importantes do grupo, que superou a marca de um milhão de cópias vendidas. Sua longa permanência ajudou a consolidar uma formação estável no cenário da música gospel brasileira.

“Agradeço também a toda a Família Novo Som, aos amigos que passaram pela banda em todas as épocas, aos que oraram por mim e a todos os admiradores da minha jornada”, declarou o baterista, reforçando o laço com a banda ao afirmar: “Uma vez Família Novo Som, sempre Família Novo Som”.

O Novo Som continua suas atividades e tem planos para novos lançamentos. Em fevereiro de 2026, a banda participou da gravação da música “Em Silêncio”, em colaboração com a dupla André e Felipe.

Natural do Rio de Janeiro, Geraldo Abdo iniciou sua carreira musical na infância e já atuava profissionalmente na adolescência, integrando outros grupos antes de se juntar ao Novo Som, onde construiu uma trajetória de mais de três décadas.

Ataques de multidão no Egito cristãos alvos fáceis em conflitos

Rua de vilarejo egípcio com tensão após ataque de multidão, mostrando sinais de vandalismo e observadores apreensivos.

Ataques de multidão no Egito exploram vulnerabilidades de minorias cristãs em incidentes violentos

Em certas regiões do Egito, conflitos que começam com desentendimentos triviais podem rapidamente escalar para agressões comunitárias, com alvos preferenciais sendo os cristãos. Geralmente em menor número, a minoria cristã sofre com a destruição de propriedades e agressões físicas, onde a pertença religiosa basta para torná-los culpados coletivamente.

O objetivo desses ataques, segundo relatos, parece ser a demonstração de poder e a reafirmação de quem detém o controle local. Embora os gatilhos iniciais nem sempre envolvam a religião, a hostilidade anti-cristã se manifesta rapidamente. Um exemplo ocorreu em janeiro de 2023 após um acidente de trânsito envolvendo um muçulmano e um cristão, pouco depois de outro ataque em dezembro de 2022 motivado pela reforma de um telhado de igreja.

“Começam por uma razão, mas nem sempre uma verdadeira”, declarou “Barnabas”, membro da Igreja Copta, a maior minoria cristã no Egito. Rumores sobre relacionamentos inter-religiosos, especialmente entre mulheres muçulmanas e homens cristãos, também desencadeiam violência. Um caso notório envolveu uma idosa cristã arrastada e agredida publicamente.

Boatos elaborados sobre intenções de batismo e envio de um caixão para os Estados Unidos ou conteúdo online considerado ofensivo ao Islã também servem como estopim. Contudo, a razão mais frequente, seja verdadeira ou fabricada, gira em torno da construção ou reparo de igrejas, vistas por alguns como uma ameaça iminente.

Apesar das regulamentações oficiais que permitem construções e reformas religiosas, essas normas perdem força diante de extremistas. Autoridades por vezes ordenam a paralisação de obras para evitar confrontos. Tais incidentes, especialmente em vilarejos remotos, podem passar despercebidos pela mídia.

Os ataques são mais comuns em áreas rurais e bairros urbanos empobrecidos no sul do país, como Asyut e Minya, onde a população cristã pode chegar a um terço. Nessas regiões, a presença de extremistas islâmicos é maior, resultando em um histórico de violência recorrente.

Barnabas estima que 40% a 50% das aldeias egípcias possuem indivíduos prontos para se ofender e transformar a situação em um ataque anti-cristão. Ele observou que os líderes desses ataques variam, alguns sendo devotos muçulmanos, outros buscando aceitação comunitária.

As multidões podem chegar a 300 pessoas, com indícios de saques sugerindo motivações materiais além das espirituais. Há relatos de muçulmanos que arriscam sua segurança para abrigar cristãos durante os conflitos, um ato de solidariedade que Barnabas reconhece.

Embora a violência anti-cristã tenha sido um problema crítico na década anterior, ataques terroristas em larga escala cessaram há mais de oito anos, e a frequência de ataques de multidão diminuiu. No entanto, como relatou “Sabina”, uma egípcia copta, esses ataques continuam ocorrendo, muitas vezes sem consequências legais significativas para os agressores, que podem ser liberados após detenção ou pagamento de fiança.

Sabina descreveu as chamadas “reconciliações costumeiras” como uma “ausência de justiça real”, que apenas silencia as vítimas. Sobre o empenho das autoridades em garantir justiça, Barnabas preferiu não comentar.

Janja critica Nikolas por vídeo sobre PL da misoginia; deputado rebate

Debate político entre deputado Nikolas Ferreira e primeira-dama Janja sobre PL da misoginia

Primeira-dama Janja critica Nikolas Ferreira por vídeo sobre PL da misoginia; deputado rebate com alegações de controle e uso eleitoral

A primeira-dama Rosângula da Silva, conhecida como Janja, dirigiu críticas ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) após a divulgação de um vídeo pelo parlamentar. No vídeo, Ferreira comentou o projeto de lei que visa tipificar o crime de misoginia, proposta que já foi aprovada pelo Senado e aguarda análise na Câmara dos Deputados.

Segundo Janja, o deputado teria disseminado informações falsas a respeito do texto legislativo, associando o conteúdo publicado à violência contra as mulheres. “Eu quero dizer que enquanto você, deputado, se preocupava em produzir um vídeo cheio de mentiras e protegendo aqueles homens que vão pra internet disseminar discurso de ódio, uma mulher era assassinada”, declarou a primeira-dama.

Ela reforçou seu compromisso com a defesa da proposta, condenando o que chamou de discurso de ódio nas redes sociais. “Nós mulheres não vamos desistir. Nem eu, deputado, não se preocupe. Eu vou estar sempre ao lado das mulheres nessa luta contra esse discurso de ódio. Eu não vou desistir.”

Em resposta direta, Nikolas Ferreira publicou um vídeo onde afirmou que as críticas de Janja apenas reforçam sua posição contrária ao projeto. Para o deputado, a proposta tem como objetivo controlar opiniões e estabelecer limites para a expressão nas redes sociais.

“Obrigado, Janja, por mostrar que agora eu tenho mais do que certeza de que eu estou no caminho certo”, disse o deputado.

Ferreira sustentou ainda que o projeto de lei em questão não trata de violência doméstica, agressão ou morte de mulheres. “Até mesmo porque as pessoas compreenderam que esse projeto não tem nada a ver com violência doméstica, agressão contra a mulher ou até mesmo morte contra as mulheres”, afirmou.

O deputado também fez menção a governos anteriores do Partido dos Trabalhadores, citando o período de 2003 a 2013, quando Luiz Inácio Lula da Silva, marido de Janja, governou o Brasil. Segundo Nikolas, nesse período os índices de feminicídio já apresentavam crescimento.

“De 2003 a 2013, o governo do PT e o seu marido governou o Brasil. Não fui eu que fui presidente da República, foi o seu”, declarou.

Nikolas Ferreira acusou o governo de utilizar o tema da misoginia com fins eleitorais, prometendo discursos para ganhar eleições sem apresentar ações concretas. Ele reiterou que continuará contestando a proposta.

“É fazer um monte de discurso pra poder ganhar a eleição novamente, enganar as pessoas, mas que na prática não tem ação concreta alguma.”

Ataques no Domingo de Ramos na Nigéria Deixam Mais de 40 Mortos em Novas Tragédias

Cristãos mortos durante ataques no Domingo de Ramos na Nigéria (Foto: Reprodução/ICC)
Cristãos mortos durante ataques no Domingo de Ramos na Nigéria (Foto: Reprodução/ICC)

Violência assola comunidades na Nigéria durante celebrações do Domingo de Ramos com dezenas de mortes registradas em diferentes estados

Ao menos 30 pessoas foram mortas em Ungwan Rukuba, Jos North, no estado de Plateau, durante um ataque ocorrido na noite do Domingo de Ramos. Homens armados teriam invadido a comunidade e disparado contra os moradores, segundo testemunhas que descreveram a ação como coordenada e que afetou diversas residências. Conforme relato de um trabalhador humanitário, Alex Barbir, em vídeo divulgado nas redes sociais, as vítimas eram cristãs atacadas em uma data religiosa.

Em resposta à escalada de violência, o governo do estado de Plateau instituiu um toque de recolher de 48 horas em partes do norte de Jos, na tentativa de conter a situação. Contudo, moradores e jovens foram vistos nas ruas protestando contra os assassinatos e bloqueando vias em algumas áreas. Relatos paralelos de Angwa Rukuba Junction, Eto Baba e comunidades estudantis adjacentes indicam que pelo menos 10 mortes ocorreram durante tiroteios no início do mesmo domingo.

As descrições sobre os perpetradores variaram entre os residentes. Uma testemunha apontou membros do Boko Haram, enquanto outra alegou o envolvimento de milícias Fulani armadas que chegaram em motocicletas, dispararam de forma aleatória e recuaram em direção a áreas montanhosas próximas. Até o momento da publicação, agências de segurança não haviam emitido um comunicado oficial confirmando a identidade dos agressores. Moradores locais aconselharam estudantes nas proximidades das áreas afetadas a permanecerem em suas casas devido à persistência das tensões.

Incidente separado em Kaduna deixa ao menos 13 mortos em ataque matinal

Em um incidente distinto no estado de Kaduna, homens armados mataram pelo menos 13 pessoas em um ataque na madrugada de domingo à vila de Kahir, na área de governo local de Kagarko. Fontes locais informaram que as vítimas participavam de uma festa de despedida de solteiro quando indivíduos armados abriram fogo. Habila Markus, um residente, relatou que vários de seus familiares estavam entre os mortos. Outros indivíduos sofreram ferimentos e receberam tratamento médico.

Registros comunitários identificaram as vítimas nas comunidades de Kahir, Kadda e Kukyer, com idades entre 21 e 31 anos. Os ataques ocorreram durante o mesmo período do Domingo de Ramos, somando-se a uma série de incidentes registrados no estado de Plateau e regiões vizinhas durante a temporada de Páscoa nos últimos anos.

Padrão de ataques durante a Semana Santa se repete na região

Dados compilados de relatórios anteriores apontam para ocorrências em Plateau durante o período da Páscoa em anos recentes. Em 2025, um relatório da International Christian Concern (ICC) documentou a morte de pelo menos 54 cristãos na vila de Zikke, próxima a Jos, após as celebrações do Domingo de Ramos, além da destruição de mais de 100 residências. Em 2024, quatro pessoas morreram em Njukkudel e Tangur, no governo local de Bokkos, na segunda-feira de Páscoa. Incidentes anteriores em 2021 e 2022 envolveram ataques no fim de semana de Páscoa que resultaram na destruição de casas e no deslocamento de moradores.

Em 2020, nove pessoas, incluindo crianças e uma mulher grávida, foram supostamente mortas em Hura-Maiyanga, no governo local de Bassa, durante a Semana Santa. As ocorrências de 2026 em Jos e Kagarko, ambas durante o Domingo de Ramos, reforçam o padrão de violência que afeta a região em datas religiosas importantes.

Agência metodista apoia projeto que revoga proibição de cirurgias de redesignação sexual para menores

Manifestantes seguram cartazes em apoio aos direitos transgênero em frente a um prédio governamental.

Agência da Igreja Metodista manifesta apoio à legislação federal que visa remover restrições para cirurgias de redesignação sexual em menores transgênero

Uma agência vinculada à Igreja Metodista dos Estados Unidos divulgou apoio a um projeto de lei federal com o objetivo de eliminar as proibições em procedimentos de mudança de sexo para menores que se identificam como transgênero. Julius C. Trimble, secretário-geral do Conselho Geral de Igreja e Sociedade da denominação, criticou a discriminação enfrentada por indivíduos transgênero em declaração oficial. A agência reafirma o direito à autonomia corporal e ao cuidado de saúde para pessoas transgênero e não binárias, buscando eliminar barreiras governamentais à atenção médica e aconselhamento para adolescentes.

Trimble destacou a vulnerabilidade dos jovens transgênero, que frequentemente vivenciam assédio sexual, bullying, violência escolar e distanciamento familiar, além de uma maior inserção em programas de assistência social em comparação com seus pares. Ele também abordou as dificuldades enfrentadas por adultos transgênero no cotidiano, como violência sexual e policial, ridicularização pública e uso incorreto de pronomes.

“Como metodistas unidos, somos chamados a ficar ao lado das pessoas transgênero, rejeitando leis que permitem aos políticos ditar suas decisões de saúde.”

A declaração criticou legisladores que implementaram leis consideradas anti-transgênero, restringindo o acesso a cuidados de afirmação de gênero, esportes, banheiros e o uso de pronomes. A agência incentiva o apoio à legislação federal conhecida como Bill of Rights Transgender, descrita como um esforço para proteger e codificar os direitos de indivíduos transgênero e não binários, garantindo acesso a cuidados médicos, abrigo, segurança e estabilidade econômica.

A proposta inclui a reafirmação do direito à autonomia corporal e à saúde para pessoas transgênero e não binárias, buscando eliminar restrições governamentais desnecessárias no fornecimento e acesso a cuidados médicos de afirmação de gênero e aconselhamento para adultos e adolescentes. Este debate sobre tratamentos médicos para menores transgênero tem gerado discussões significativas nos Estados Unidos e internacionalmente, especialmente sobre a legalidade e os efeitos a longo prazo de procedimentos cirúrgicos e terapias hormonais.

O tema já foi abordado por veículos de imprensa, que reportaram a preocupação de especialistas médicos e de indivíduos que se identificaram como transgênero sobre os riscos potenciais associados ao uso de bloqueadores de puberdade e hormônios em crianças. Em dezembro de 2024, o Departamento de Saúde e Assistência Social do Reino Unido anunciou a proibição do uso de medicamentos bloqueadores de puberdade para menores com disforia de gênero, exceto em ensaios clínicos. Anteriormente, em maio, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um relatório crítico sobre os chamados cuidados de afirmação de gênero para menores, descrevendo tais intervenções como invasivas e geralmente irreversíveis.

Mais de 500 voluntários se unem em dia de serviço comunitário pela fé

Voluntários de diferentes idades trabalham juntos em diversas tarefas comunitárias sob a luz do sol.

Igreja em Dallas mobiliza mais de 500 voluntários em grande dia de serviço anual

A Highland Park United Methodist Church, em Dallas, iniciou neste sábado seu evento anual de serviço comunitário, reunindo um contingente superior a 500 voluntários. A iniciativa, realizada na véspera do Domingo de Ramos, tem como objetivo central atuar em parceria com organizações locais para combater a pobreza e oferecer suporte a diversas comunidades da cidade. A expectativa é de que cerca de 525 participantes, abrangendo diferentes faixas etárias, de crianças a idosos, dediquem seu dia a essas ações.

Segundo o arquivista da igreja, Kent Roberts, o engajamento da congregação em trabalhos voluntários é uma tradição antiga, com raízes que precedem a fundação formal da igreja. Ele ressaltou que o espírito de serviço já estava presente desde os primórdios, associado às atividades que viriam a se tornar a United Women in Faith. Registros indicam que, já em 1917, quando os primeiros encontros da congregação ocorriam, o desejo de servir coletivamente já era uma realidade.

Ao longo do século XX, a igreja expandiu suas ações de alcance social. Durante a Segunda Guerra Mundial, membros contribuíram ativamente, preparando ataduras e participando de programas de treinamento da Cruz Vermelha. Nas décadas posteriores, especialmente entre os anos 1970 e 1980, o envolvimento comunitário se aprofundou com projetos como a fundação da Agape Clinic, em 1983, e a colaboração com a Habitat for Humanity por meio do programa Carpenters for Christ. Essas iniciativas consolidaram a reputação da igreja como “a Igreja que Constrói Casas para pessoas”.

O formato atual do evento teve início em 2002, com a organização do primeiro “Great Day of Service”, que à época apoiou dezenas de ministérios com os quais a igreja mantinha laços de longa data. As atividades deste sábado tiveram início no Arden Forest, espaço de adoração ao ar livre no campus da igreja, onde os voluntários se reuniram para café da manhã, culto e uma mensagem de Matt Tuggle, que recentemente assumiu a liderança da igreja.

Após a cerimônia de abertura, os voluntários se dividiram em equipes e se dirigiram a diferentes pontos da cidade. As tarefas programadas variam em intensidade, incluindo a montagem de kits de higiene e a organização de atividades lúdicas, até trabalhos mais exigentes fisicamente como jardinagem, pintura, limpeza profunda e a construção de camas para famílias necessitadas. A diretora de outreach da igreja, Laura Mendoza, explicou que a seleção das organizações parceiras passa por um rigoroso processo de avaliação.

Mendoza detalhou que “a maioria das organizações são designadas como Parceiros de Outreach que passam por um processo anual de concessão de subsídios com nosso Comitê de Outreach liderado por leigos, que inclui visitas ao local e uma extensa verificação organizacional”. Ela acrescentou que “outras organizações que participam do Serving Day incluem aquelas profundamente conectadas com nosso Ministério de Habilidades e nosso departamento de Cuidado Pastoral”.

Vitória recebe ação social com serviços gratuitos de saúde e jurídicos

Carreta Missionária em ação social oferecendo serviços gratuitos em Vitória.

Igreja Batista de Vitória promove mutirão de cidadania e saúde com carreta missionária nos dias 10 e 11 de abril

A Igreja Evangélica Batista de Vitória realizará um evento social abrangente nos dias 10 e 11 de abril. A iniciativa contará com a participação da Carreta Missionária, ligada à Junta de Missões Nacionais, com o objetivo de oferecer diversos serviços gratuitos à população da capital capixaba. A informação foi divulgada pela organização do evento.

O mutirão está agendado para ocorrer das 9h às 17h, com uma vasta gama de atendimentos disponíveis. Entre os serviços oferecidos, destacam-se consultas médicas e odontológicas, avaliações oftalmológicas com entrega de óculos de grau, assistência jurídica e apoio terapêutico. Haverá também orientação espiritual e cortes de cabelo gratuitos.

A ação social visa atender prioritariamente moradores de Vitória em situação de vulnerabilidade social ou que enfrentam barreiras no acesso a serviços básicos essenciais. A revista Comunhão reportou que o atendimento será conduzido por profissionais voluntários e missionários experientes.

O local escolhido para a realização do evento é a sede da igreja, situada na Avenida Saturnino Rangel Mauro, nº 725, no bairro Jardim da Penha. Conforme as informações, o evento busca facilitar o acesso a direitos e cuidados essenciais para a comunidade local.

Para garantir a participação, os interessados precisarão realizar um agendamento prévio. As inscrições serão abertas a partir de terça-feira, 1º de abril, às 10h, através de uma plataforma online. A organização ressalta que o número de vagas é limitado e a expectativa é de que sejam preenchidas rapidamente, incentivando o acesso antecipado.

Comitê Olímpico Internacional veta atletas homens trans de competições femininas em 2028

Atleta em silhueta correndo em pista de atletismo ao pôr do sol.

Comitê Olímpico Internacional estabelece restrições para atletas transgêneros em eventos femininos visando equidade a partir de 2028

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou uma nova política que proíbe a participação de atletas biologicamente masculinos que se identificam como transgêneros em categorias femininas nos Jogos Olímpicos de 2028. A decisão visa garantir a justiça e a integridade das competições esportivas femininas.

A atualização, intitulada “Política sobre a Proteção da Categoria Feminina (Mulheres) no Esporte Olímpico”, foi divulgada juntamente com diretrizes abrangentes para as federações esportivas internacionais. Conforme a nova regra, a elegibilidade para eventos femininos será restrita a atletas que apresentarem resultado negativo para o gene SRY, um segmento de DNA associado ao desenvolvimento sexual masculino. Atletas com o gene SRY positivo, incluindo aqueles que se identificam como transgêneros, poderão competir em divisões masculinas ou em categorias abertas.

A política enfatiza que a biologia masculina confere uma vantagem de desempenho em diversas modalidades esportivas, especialmente aquelas que demandam força, potência e resistência. O documento ressalta que a base de elegibilidade para a categoria feminina deve ser o sexo biológico, considerado necessário e adequado para assegurar justiça e segurança, especialmente em esportes de contato.

O COI baseou sua decisão em um grupo de trabalho que concluiu que atletas XY transgêneros retêm vantagens de desempenho masculino, em parte devido a efeitos de treinamento e características fixas. A política aponta que não há evidências atuais de que a supressão de testosterona ou tratamentos hormonais eliminem completamente essa vantagem.

O documento também detalha diferenças fisiológicas entre homens e mulheres no esporte, como maior massa muscular e óssea, corações e pulmões maiores, mais glóbulos vermelhos e menor percentual de gordura corporal em homens em comparação com mulheres com o mesmo nível de treinamento. Estimativas indicam uma vantagem de desempenho de 10% a 12% em corrida e natação, cerca de 20% em arremessos e saltos, e mais de 100% em atividades explosivas como esportes de colisão, levantamento de peso e luta.

A nova política não será aplicada retroativamente e entrará em vigor antes dos Jogos de Verão de Los Angeles em 2028.

Pastor alerta que guerras globais e crises econômicas são sinais do fim

Pastor Joel Engel fala sobre sinais do fim dos tempos e guerras globais

Pastor Joel Engel conecta eventos mundiais atuais a profecias bíblicas sobre o fim dos tempos

O pastor Joel Engel emitiu um alerta à Igreja relacionando os conflitos e as crises econômicas globais observados atualmente a sinais proféticos do fim dos tempos, conforme descrito no livro de Apocalipse. Segundo ele, os acontecimentos recentes devem servir como um chamado à atenção para os cristãos.

Engel destacou a proximidade do dia 10 de Nissan no calendário judaico, data em que as famílias de Israel separavam o cordeiro para a Páscoa, conforme o Êxodo. Ele explicou que a consagração do cordeiro precede grandes batalhas espirituais e serve como um lembrete da supremacia de Jesus Cristo. “Isso lembra ao mundo espiritual que nós temos o Cordeiro de Deus, Jesus Cristo, que está acima de todo principado e potestade”, afirmou.

Ele recordou que, na primeira Páscoa, o sangue do cordeiro nas portas das casas israelitas garantiu a preservação das famílias durante o juízo sobre o Egito. “O sangue do cordeiro trouxe uma salvação completa: física, emocional, material e espiritual”, disse, enfatizando que esse princípio de redenção através do sacrifício do Cordeiro permanece válido para os cristãos contemporâneos.

Cavalos do Apocalipse indicam cenário de conflitos e escassez

A mensagem do pastor abordou especificamente o capítulo 6 do Apocalipse, que narra os quatro cavaleiros anunciando períodos de juízo. Após o cavalo branco, que representa conquistas e acordos, surge o cavalo vermelho, simbolizando a retirada da paz da Terra. “O cavalo vermelho simboliza guerra. E nós estamos vendo guerras se multiplicando e se espalhando pelo mundo”, declarou Engel, vendo nos conflitos internacionais atuais um reflexo deste cenário.

Engel também fez referência ao cavalo preto, associado à escassez e às crises econômicas. “A Bíblia mostra que, depois da guerra, vem a fome”, comentou. Ele descreveu o colapso econômico onde o alimento se torna caro e o dinheiro perde valor, citando a hiperinflação na Alemanha após a Segunda Guerra Mundial como exemplo histórico, onde “as pessoas levavam dinheiro em carrinhos de mão para comprar pão”. Segundo o pastor, esses eventos financeiros ocorrem “quando Deus permite um juízo sobre o sistema financeiro” e servem como um lembrete para não confiar em riquezas materiais, mas em Deus.

Promessas de proteção divina e fortalecimento familiar

Apesar do cenário de alerta, o pastor Joel Engel ressaltou as promessas bíblicas de proteção para aqueles que permanecem em Deus, citando Apocalipse 6:6 com a instrução de “não danificar o vinho e o azeite”. Para ele, o vinho representa o sangue de Jesus, a salvação, e o azeite, a unção do Espírito Santo. “Se você tem o sangue de Jesus sobre sua vida e está cheio do Espírito Santo, essa crise não vai entrar na sua casa”, assegurou.

Engel incentivou os cristãos a fortalecerem sua vida espiritual e familiar. “Resgate o altar familiar”, orientou. “Reúna sua família, desligue a televisão, abra a Bíblia e ensine seus filhos.” Concluiu afirmando que, em tempos de instabilidade, a fé e o preparo são essenciais. “Quem permanece em Deus pode atravessar qualquer crise, porque o azeite e o vinho não serão danificados.”

Ex-muçulmano do Irã relata aparições de Jesus em sonhos para familiares

Pastor Shah Ahmadi em um ambiente de entrevista

Pastor iraniano relata que Jesus apareceu em sonhos a familiares após sua conversão ao cristianismo

O evangelista Shah Ahmadi, que deixou o Irã após ser investigado por suspeitas de ligação com países estrangeiros, relatou que oito de seus familiares que permaneceram no país experimentaram aparições de Jesus em seus sonhos. Segundo Ahmadi, diretor de alianças estratégicas da Iran Alive Ministries, essa experiência espiritual levou à conversão de seus parentes.

Ahmadi, que cresceu no Irã sob a prática do Islã, inicialmente se dedicou à religião, chegando a memorizar o Alcorão aos 13 anos. Ele se formou em engenharia e alcançou reconhecimento profissional, mas sua trajetória mudou ao ser advertido pelas autoridades sobre risco de morte caso permanecesse no país. A saída foi abrupta, sem despedidas de sua família.

Ao atravessar a fronteira para a Turquia, Ahmadi enfrentou dificuldades e relata que buscou consolo no álcool e no cigarro, sentindo que o Islã não lhe respondia. Posteriormente, no Reino Unido, ele teve contato com a mensagem cristã.

“Alguém se aproximou de mim com palavras simples e disse: ‘Você sabe que Jesus te ama?’”, declarou Ahmadi, destacando a oferta de amor e purificação. “Venham a Ele como vocês são. Ele os ama como vocês são. Ele os purificará”.

Após meses de estudo comparando a Bíblia e o Alcorão, Ahmadi experimentou uma paz profunda, marcando sua conversão. A partir daí, um por um, oito familiares no Irã relataram ter visto Jesus em sonhos, o que culminou na adesão deles à fé cristã.

Em 2016, Ahmadi levou parte de sua família para a Turquia, onde também houve conversões. Atualmente, 32 familiares participam de comunidades cristãs, mas a prática religiosa no Irã acarreta sérios riscos. Ahmadi alertou que frequentar igrejas domésticas pode levar a penas de 5 a 10 anos de prisão, e o batismo pode resultar em 12 a 13 anos de reclusão. Atividades como liderança religiosa ou evangelização podem acarretar sentenças ainda mais severas.