Fruta bíblica renasce em Israel após 2.000 anos com potencial profético

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Ressurgimento de fruto bíblico milenar em Israel conecta passado e profecias após 2 milênios

Um fenômeno extraordinário, com descrições que beiram o profético, está ocorrendo na Terra Prometida. O reaparecimento de antigas tamareiras judaicas em Israel representa um marco histórico e agrícola. Sementes encontradas na antiga fortaleza de Massada, datadas de 2.000 anos atrás, período que remonta à época do Rei Herodes e do Novo Testamento, foram cultivadas com sucesso, conforme relatado por Yoav Rotem, guia turístico israelense, à CBN News diretamente do deserto de Negev.

O primeiro broto, batizado de Matusalém, surgiu em 2005. Embora esta árvore seja masculina e incapaz de produzir frutos, esforços posteriores entre 2007 e 2011 resultaram no desenvolvimento de tamareiras fêmeas que, agora, frutificaram com êxito.

A tâmara possuía um simbolismo proeminente na província da Judeia durante a era romana e figura como um importante símbolo bíblico. Nos Salmos, representa os justos, e em profecias de Ezequiel sobre o futuro Templo, as palmeiras são esculpidas nas paredes e portas em toda a sua extensão (Ezequiel 41:18-20), ao lado de querubins.

O renascimento dessas árvores é interpretado por alguns como o cumprimento de profecias que anunciam a expansão do deserto, como descrito em Isaías 35, e associado à era messiânica. Adicionalmente, essa iniciativa remonta a uma operação sigilosa do Mossad na década de 1930, que visava assegurar rebentos de tamareiras, estabelecendo as bases para a indústria moderna de tâmaras em Israel.

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