Islam nos eua Adoção crescente suscita preocupações em ex-muçulmanos

Mais lidas

A crescente receptividade do Islã nos Estados Unidos levanta sérias preocupações para quem já viveu sob suas regras e busca liberdade

Uma análise recente aponta para um cenário de maior aceitação do Islã nos Estados Unidos. No entanto, para indivíduos que cresceram sob o Islã radical e hoje vivem livres, essa tendência gera apreensão, pois observam sinais sutis que muitos americanos parecem ignorar.

A preocupação central reside na natureza da ideologia islâmica, que, segundo relatos, pode ser totalizante e não necessariamente pacífica, apesar de muitas vezes se apresentar com gentileza e benevolência. A presunção ocidental de que todos aspiram a um modo de vida semelhante ao americano pode estar cegando para grupos que buscam impor sua própria visão de mundo através de engano e adoção de normas culturais para desmantelar barreiras ao longo do tempo.

Essa estratégia, descrita como a agenda do Islã, utiliza linguagem que pode mimetizar a do cristianismo, como termos como “verdade”, “paz” e “liberdade”. Contudo, as compreensões e manifestações desses conceitos diferem substancialmente, revelando um plano de longo prazo com objetivos opostos. Mesmo quando usam a linguagem liberal ocidental, seus fins podem não ser alinhados com os valores liberais.

É importante notar que, enquanto muitos muçulmanos vivem vidas pacíficas, indivíduos influentes dentro da religião podem não compartilhar dessa mesma postura. A estrutura do Alcorão, não organizado cronologicamente, e a interpretação por adeptos dedicados podem oferecer um roteiro para infiltrar e controlar culturas.

Em sua essência, o Alcorão, segundo a análise, prioriza o domínio sobre a paz, a manipulação sobre o amor e o abuso sobre a benevolência. Embora partes do texto possam conter aspectos positivos, as exortações sobre domínio sobre os outros, uma estratégia de integração de longo prazo, permanecem centrais para os mais devotos e visam o controle das nações.

Essa abordagem já levou à devastação de culturas em outras partes do mundo. O Islã, sob um disfarce atraente, busca desmantelar sociedades de dentro para fora. Essa agenda, comandada no Alcorão, é visível em diversas nações.

Iranians que viveram essa realidade lideram o movimento de conscientização, descrevendo a perda de liberdade e voz sob o regime islâmico. “Vimos o que o Islã fez com nossa nação. Não temos liberdade. Nenhuma voz.”, relatam.

Contudo, a perspectiva não é de generalização. A maioria dos muçulmanos encontrados na América pode ser composta por indivíduos extremamente gentis e respeitosos. A compreensão aprofundada do Islã deve, portanto, impulsionar a empatia e o amor pelos vizinhos, em vez de suspeita. O objetivo deve ser entender os prejuízos que o Alcorão pode causar a indivíduos e sociedades, e como se conectar com os muçulmanos através de relacionamentos e orações.

Lana Silk, presidente e CEO da Transform Iran, compartilha sua experiência como alguém que deixou o Irã após a Revolução Islâmica. “Eu amo profundamente os muçulmanos – precisamente por isso me oponho ao Islã”, afirma Silk. “Minha própria vida e ministério são dedicados a servir os muçulmanos, para mostrar-lhes o amor de Deus. Mas não entramos ingenuamente. Compreendo os objetivos mais profundos e as ramificações da estratégia cultural do Islã, especialmente a lavagem cerebral de seu próprio povo.”

Silk ressalta os riscos envolvidos na luta contra esse controle, chegando a colocar vidas em perigo para que os muçulmanos possam conhecer a esperança e a liberdade. A questão que se coloca é por que os Estados Unidos parecem tão dispostos a abraçar uma religião da qual milhões no mundo buscam escapar. Permitir que o Islã se integre à sociedade americana, enquanto os vizinhos muçulmanos são mantidos à distância, não beneficia ninguém. A reflexão necessária é se os EUA estão dispostos a se tornarem a próxima “Irã”.

Ads

Mais notícias

Ads
Ads

Últimas Notícias