Ex-cético declara autenticidade do Sudário de Turim após anos de estudo

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Pesquisador bíblico defende autenticidade do Sudário de Turim, relíquia associada ao sepultamento de Jesus

O pesquisador bíblico Jeremiah J. Johnston anunciou ter deixado o ceticismo em relação ao Sudário de Turim. Após analisar estudos científicos e evidências históricas, Johnston passou a acreditar na autenticidade da relíquia, associada por muitos ao sepultamento de Jesus Cristo.

Johnston expressou forte convicção na confiabilidade histórica do Novo Testamento. Ele ressaltou que os relatos bíblicos descrevem “pessoas reais, lugares reais e eventos reais”, reforçando sua posição sobre a veracidade das Escrituras. O pesquisador destacou que arqueólogos utilizam textos bíblicos, incluindo os Evangelhos e os escritos de Flávio Josefo, para localizar sítios de escavação em Israel.

“Se os arqueólogos usam o Novo Testamento porque ele corresponde ao mundo do primeiro século, podem ter certeza de que eu também vou usar a Bíblia”, afirmou Johnston, citando a correspondência entre os textos bíblicos e o contexto histórico do primeiro século como fundamento para sua confiança.

Segundo o pesquisador, o Sudário de Turim representa uma evidência crucial fora do texto bíblico. Ele declarou que o artefato é “o único que temos fora da Bíblia que fornece evidências da morte, sepultamento e ressurreição de Jesus, tudo em um único objeto”.

Estudos realizados por mais de cem especialistas indicam que a imagem presente no tecido não foi criada a partir de pigmentos ou técnicas conhecidas. Johnston salientou a ausência de pigmento, corante ou coloração na formação da imagem como um ponto central de debate entre pesquisadores.

Johnston relatou que sua perspectiva anterior era de completo descrédito em relação à relíquia. Sua mudança de visão ocorreu após aprofundar-se em investigações científicas e debates com outros especialistas.

Análises mencionadas por Johnston identificaram a presença de sangue humano do tipo AB e pólen associado à região de Jerusalém. Com base nessas descobertas, ele concluiu: “Agora acredito que o sudário é autêntico”. A alteração em sua perspectiva impactou sua atuação acadêmica e religiosa, sendo considerada por ele “a melhor ferramenta de evangelismo e discipulado que já vi em meu ministério”.

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