Atirador ligado ao ISIS que gritou ‘Allahu Akbar’ é morto por estudantes da ROTC na ODU após tiroteio
Um homem identificado pelas autoridades como Mohamed Bailor Jalloh, que teria gritado “Allahu Akbar” antes de abrir fogo, foi morto por estudantes do Corpo de Treinamento de Oficiais da Reserva (ROTC) na Old Dominion University (ODU) na quinta-feira. O incidente resultou na morte de uma pessoa e deixou duas feridas em Constant Hall, edifício da escola de negócios da universidade.
O FBI confirmou que Jalloh, suspeito do tiroteio, já havia se declarado culpado em 2016 de tentar fornecer apoio material ao Estado Islâmico (ISIS). Ele era um cidadão americano naturalizado, originário da Serra Leoa, e um ex-membro da Guarda Nacional do Exército.
A agência federal informou que Jalloh foi neutralizado e morto pelos alunos da ROTC antes que pudesse causar mais danos. O diretor do FBI, Kash Patel, destacou a ação heroica dos estudantes. “O atirador está morto por causa de um grupo de estudantes corajosos que intervieram”, disse Patel.
Dois dos feridos no ataque são membros do ROTC da ODU. Jalloh cumpria uma sentença de 11 anos por um plano terrorista relacionado ao ISIS e foi liberado da custódia federal em dezembro de 2024. Em 2017, o Departamento de Justiça havia solicitado uma pena de 20 anos para Jalloh, citando sua tentativa de adquirir uma arma para executar um plano de assassinato nos Estados Unidos.
Documentos judiciais de 2017 revelaram a motivação do atirador, que buscava cometer um assassinato nos EUA. “Ao colocar a ideia deste plano de assassinato em termos religiosos e ao sugerir que assassinar membros das forças armadas dos EUA seria um caminho para o céu, o réu mostrou o quão fortemente ele estava comprometido com a ideologia mortal” do Estado Islâmico, argumentaram os promotores.
