Cristãos e judeus buscam refúgio e fé em abrigos israelenses durante escalada de conflitos com o Irã
A madrugada deste sábado (28) foi marcada pelo início de uma ofensiva militar conjunta entre Israel e Estados Unidos contra o Irã, um evento de grande impacto na comunidade judaico-cristã global. Enquanto sirenes soavam por diversas cidades israelenses, a população buscou proteção em bunkers ante a retaliação iraniana.
Em meio à tensão e ao medo, cenas de unidade e fé emergiram dos abrigos subterrâneos. Relatos e imagens que circulam nas redes sociais mostram grupos de judeus e cristãos elevando orações e louvores a Deus, transformando os locais de refúgio em espaços de adoração em comum.
Um vídeo compartilhado pelo guia turístico Isaque Levy, fonte que detalha os acontecimentos, registra cristãos com mãos levantadas em intercessão, acompanhando o som das sirenes. Paralelamente, o analista político Saul Sadka publicou imagens de judeus cantando e dançando em um bunker em Tel Aviv, demonstrando resiliência e devoção.
A ofensiva militar, conforme Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, visa neutralizar ameaças do regime iraniano. Ele declarou que a ação busca “criar as condições para que o corajoso povo iraniano tome as rédeas do seu destino”. O presidente dos EUA, Donald Trump, endossou a operação, afirmando que o país iniciou “grandes operações de combate”.
Analistas internacionais sugerem que o objetivo americano pode ir além da contenção militar, visando uma mudança de regime em Teerã. O príncipe herdeiro Reza Pahlavi, exilado há décadas, também se manifestou, pedindo à população iraniana que se mantenha focada no objetivo de retomar o controle do país.
A operação, planejada há meses entre Washington e Jerusalém, envolve ataques por ar e mar contra alvos estratégicos iranianos, com explosões registradas em várias cidades, incluindo a capital Teerã. Fontes indicam ataques a instalações militares, infraestrutura de mísseis e centros do programa nuclear iraniano.
Como resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e bases americanas na região. Países como Iraque, Síria, Líbano e Jordânia fecharam temporariamente seus espaços aéreos. O cenário acende alertas sobre um possível conflito regional mais amplo, com governos ao redor do mundo pedindo contenção.


