Primeira-dama do Quênia compartilha esperança e fé em evento na Casa Branca com Melania Trump
A primeira-dama do Quênia, Rachel Ruto, participou recentemente de um encontro na Casa Branca com a primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump. O evento reuniu esposas de líderes internacionais para uma cúpula focada no empoderamento de crianças globalmente através da educação e tecnologia.
Ruto compartilhou detalhes sobre as iniciativas que implementa no Quênia para auxiliar mulheres e crianças, por meio de sua fundação “Mama Doing Good”. A conferência “Fostering the Future” discutiu o uso da inteligência artificial nas escolas, um tema que, segundo ela, ainda necessita de maior compreensão para ser aplicado de forma adequada.
Inspiração em meio à pobreza
A inspiração para o trabalho de Rachel Ruto com a fundação “Mama Doing Good” surgiu após conhecer mulheres em situação de extrema pobreza. Ela se recorda de uma mulher sorridente, mas descalça, o que a levou a fazer uma oração por empoderamento econômico para que nenhuma mulher precisasse passar por dificuldades.
Crescendo em uma área rural, Ruto também vivenciou tempos difíceis e a escassez de recursos. “Eu vi como nós crescemos, indo para a escola sem sapatos”, compartilhou. “Muitas famílias eram muito pobres. Nós éramos todos pobres. Mas eu tinha a determinação de que um dia me tornaria algo.”
Empoderamento e comunidade
Ao se tornar primeira-dama, Ruto utilizou sua formação como professora para desenvolver programas de apoio mútuo, tanto físico, espiritual quanto financeiro. Uma das ferramentas implementadas em comunidades rurais é o “table banking”, um sistema onde mulheres poupam, pegam empréstimos e investem em seus negócios.
A iniciativa “Mama Cycling” foi lançada durante a pandemia de COVID-19. O objetivo era unir as comunidades para a prática de ciclismo, promovendo a saúde física e mental das participantes.
A importância da fé
Rachel Ruto destaca o crescimento espiritual como um pilar fundamental em seu trabalho. Sua fé em Jesus Cristo, à qual dedicou sua vida aos 13 anos, é vista por ela como a força propulsora de sua jornada e serviço.
Na Casa de Estado do Quênia, ela introduziu momentos de oração regulares, promovendo encontros noturnos de oração, conhecidos como “keshas”, para orar pela nação.
Minha mensagem para a América é: que a América continue amando a Deus, porque é assim que conhecemos a América. Nós emprestamos muito da espiritualidade do povo americano e dos pais espirituais americanos, então a América precisa permanecer em Jesus e não olhar para o lado.
