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Suprema Corte Permite Que Processo de Pregador Contra Restrições de Palco Avance

Prédio da Suprema Corte dos Estados Unidos com iluminação solar.

Suprema Corte libera pregador para contestar restrições de discurso em anfiteatro municipal nos EUA

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, em caráter unânime, que um pregador de rua do Mississippi pode prosseguir com seu desafio legal contra as limitações de expressão impostas nas proximidades de um anfiteatro público. A decisão, emitida na sexta-feira, esclarece que condenações anteriores não impedem necessariamente ações que buscam alívio futuro.

O caso, conhecido como Olivier v. City of Brandon, Mississippi, permitirá que o evangelista Gabriel Olivier continue suas reivindicações com base na Primeira Emenda. A questão central era se o precedente estabelecido em Heck v. Humphrey proíbe ações sob 42 United States Code Section 1983 quando os requerentes buscam reparações prospectivas, em vez de indenizações por danos ou anulação de uma condenação passada.

A juíza Elena Kagan, redatora da decisão, explicou que a ruling anterior não se aplica a esta situação. “Heck não teve qualquer relação com a ação de Olivier buscando uma reparação puramente prospectiva”, afirmou Kagan.

Dada a solicitação de Olivier por uma medida exclusivamente futura – uma liminar para impedir que os oficiais imponham a ordenança municipal doravante –, seu processo pode avançar, apesar de sua condenação prévia. A Suprema Corte reverteu uma decisão anterior do U.S. Court of Appeals for the 5th Circuit e devolveu o caso para novas deliberações.

A disputa envolve restrições relacionadas ao Brandon Amphitheater, um espaço ao ar livre com capacidade para mais de 8.500 pessoas, que frequentemente sedia shows pagos. Uma ordenança local limita demonstrações durante o período de três horas antes do início de um evento até uma hora após seu término. A política designa uma zona de protesto sem necessidade de permissão, mas restringe veículos, iluminação, alto-falantes audíveis a mais de 100 pés e plataformas elevadas.

Sinais portáteis são permitidos, mas devem ser feitos de materiais que não sirvam como armas e não podem ser fixados a estruturas dentro da área de protesto. Olivier foi detido em 2021 por violar a ordenança e posteriormente aceitou um acordo de não contestação em um tribunal municipal, resultando em multa de US$ 304, um ano de liberdade condicional e 10 dias de prisão, a serem cumpridos apenas em caso de nova violação durante a probation. Ele não recorreu, pagou a multa e não cumpriu pena de prisão.

Após cumprir as penalidades, Olivier entrou com uma ação em um tribunal federal, argumentando que a ordenança restringe ilegalmente a liberdade de expressão ao direcionar os oradores para uma zona de protesto remota. Em vez de buscar indenização, ele solicitou alívio declaratório e liminar para impedir a aplicação futura da ordenança pela cidade.

Um tribunal distrital federal rejeitou sua queixa, e essa decisão foi mantida por um painel de três juízes da 5ª Circunscrição, com o tribunal integralmente recusando-se a reexaminar o caso. A Suprema Corte concordou em julgar o caso em julho passado, finalmente decidindo a favor de Olivier e permitindo que seu desafio prossiga.

Amazônia celebra conversão e batismo de mãe e filha com restauração familiar

Mãe e filha sendo batizadas em um culto religioso na Amazônia com familiares e comunidade presentes

Mãe e filha são batizadas e pai se rende a Jesus durante culto na Amazônia promovendo novos começos para a família

Em um evento marcante na comunidade de Coari, na Amazônia, Eliana e sua filha Marcela foram batizadas no dia 8 de março, após serem alcançadas pelo trabalho evangelístico de missionários. O ato de fé ocorreu na Igreja Batista Água Viva, onde mãe e filha testemunharam publicamente sua decisão de seguir Jesus.

A igreja registrou o momento especial em suas redes sociais, destacando a transformação. “Presenciamos algo que só Deus pode fazer. Celebramos o batismo de Eliana e de sua filha Marcela, que desceram às águas declarando uma nova vida em Cristo”, informou a congregação.

O culto, conduzido pelo pastor Gleidson Almeida, reuniu amigos e familiares, e culminou com a conversão de Marcelo, esposo de Eliana e pai de Marcela. Ele decidiu se render a Jesus durante a celebração, impactado pela mudança em sua esposa e filha.

A igreja descreveu o desdobramento como uma completa restauração familiar. “Vimos uma família sendo restaurada por completo diante dos nossos olhos. Quando o Senhor está presente, Ele transforma histórias, renova vidas e faz nascer novos começos. Jesus transforma! Ele transformou a história de toda essa família”, acrescentou a congregação.

Além dos batismos e da conversão do patriarca, Eliana e Marcelo formalizaram sua união com um casamento realizado na mesma igreja. A cerimônia foi descrita como um momento de forte presença divina, celebrando a aliança do casal com Deus.

“Segundo a igreja, a cerimônia foi marcada por amor e alegria, com a convicção de que Deus está no centro de uma união: ‘Ele fortalece, guarda e conduz cada passo dessa nova caminhada. Que essa aliança seja firmada todos os dias no amor, na fé e na presença do Senhor. Que a nova família que nasce hoje seja um testemunho vivo da graça de Deus’”, concluiu.

A Junta de Missões Nacionais celebrou o desfecho, expressando gratidão pelo alcance do Evangelho. “Louvado seja Deus por mais uma família alcançada pelo Evangelho”, finalizaram.

Flávio Bolsonaro defende castração química e redução da maioridade penal

Senador Flávio Bolsonaro discursando em evento político no Rio de Janeiro.

Flávio Bolsonaro propõe medidas drásticas de segurança pública, incluindo castração química e redução da maioridade penal

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, defendeu nesta quinta-feira (19) a implementação de medidas mais rigorosas na segurança pública. Entre as propostas apresentadas, destacam-se a castração química para condenados por estupro e a redução da maioridade penal para 14 anos em casos de crimes hediondos. A declaração foi feita durante um evento promovido pelo Lide no Rio de Janeiro.

Durante sua participação, Flávio Bolsonaro argumentou que adolescentes a partir dos 14 anos já possuem consciência sobre a natureza e as consequências de seus atos. A proposta de castração química foi justificada com exemplos internacionais, onde, segundo o senador, o procedimento demonstrou ser eficaz na Europa, resultando em uma taxa de não reincidência superior a 90% entre os criminosos que o realizaram.

O senador também endossou a sanção do Projeto de Lei Anti-Facção, com o objetivo de endurecer o sistema penal. Ele acredita que essa medida ajudará a diminuir o que chamou de “porta giratória” da Justiça criminal, prolongando o tempo de permanência de indivíduos violentos no sistema prisional.

Flávio Bolsonaro relacionou a segurança pública ao ambiente econômico, afirmando que a criminalidade e a insegurança jurídica afetam diretamente os investimentos e a geração de empregos, especialmente em áreas sob influência do crime organizado. Ele apontou que regiões com potencial econômico enfrentam limitações devido ao controle territorial exercido por grupos criminosos.

Em suas críticas ao governo federal, o pré-candidato classificou a gestão como “atrasada” e “incompetente”, sugerindo que há uma tendência em priorizar os interesses dos criminosos em detrimento dos “cidadãos de bem”. Ele também mencionou um desconhecimento sobre o potencial da inteligência artificial por parte do governo.

No âmbito político, Flávio Bolsonaro confirmou apoio à candidatura de Sergio Moro ao governo do Paraná. Essa decisão foi comunicada em meio a especulações sobre o lançamento do governador Ratinho Junior como pré-candidato à Presidência.

Surpresa no Torneio NCAA High Point supera Wisconsin com cesta decisiva

Chase Johnston, jogador da High Point University, comemora cesta da vitória no torneio NCAA.
High Point guard Chase Johnston reacts after shooting a 3-pointer during the first half in the first round of the NCAA college basketball tournament against Wisconsin, Thursday, March 19, 2026, in Portland, Ore. (AP Photo/Craig Mitchelldyer)

Zebra no March Madness High Point surpreende Wisconsin com vitória suada e agradecimento a Cristo

A High Point University protagonizou a primeira grande surpresa do torneio de basquete da NCAA, o March Madness, ao derrotar a University of Wisconsin-Madison nesta quinta-feira. A equipe com a 12ª melhor classificação, os Panthers, superaram os Badgers, quintos cabeças de chave, pelo placar apertado de 83 a 82.

A vitória veio com uma cesta decisiva de Chase Johnston, que se tornou o herói da partida. Johnston, responsável pelos 14 pontos de sua equipe, incluindo quatro arremessos de três pontos e a bola que selou o placar, fez questão de exaltar sua fé após o apito final.

“Me senti ótimo! Em primeiro lugar, quero dar toda a glória ao meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, tem sido uma temporada inacreditável. Este é um grupo de caras construído em João 15:13″, declarou Johnston em entrevista. Ele ainda citou o versículo bíblico que diz “Maior amor não há do que este: que alguém se sacrifique pelos seus amigos”, destacando a unidade da equipe.

Chase Johnston também carrega significados em sua numeração e nos calçados. Segundo o Daily Citizen, o número 99 faz referência à Parábola da Ovelha Perdida. Além disso, em seus tênis, constava o texto de Atos 20:24: “Porém, em nada considero a minha vida preciosa para mim, contanto que eu possa completar a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, de testemunhar o evangelho da graça de Deus”.

Irã Lança Mísseis em Jerusalém: Destroços Caem Perto de Locais Sagrados

Destroços de míssil caem perto do Muro das Lamentações em Jerusalém após ataque iraniano

Ataque iraniano lança destroços de mísseis perto de locais sagrados em Jerusalém nesta sexta-feira

O Irã realizou oito ataques com mísseis contra Israel nesta sexta-feira (20). Destroços de um dos projéteis atingiram a Cidade Velha de Jerusalém, área que abriga importantes locais religiosos para judeus, muçulmanos e cristãos. Partes de um míssil interceptado caíram em um estacionamento próximo ao Muro das Lamentações e ao complexo da Mesquita de Al-Aqsa, conhecido como Monte do Templo, a cerca de 400 metros de distância. Segundo o The Times of Israel, não houve feridos na área afetada.

Imediatamente após a queda dos destroços, policiais israelenses foram vistos em um parque infantil público, localizado abaixo do ponto de impacto, em busca de mais fragmentos do míssil iraniano interceptado. A queda ocorreu acima do Portão do Esterco, uma das entradas da Cidade Velha, pouco antes do início do Shabat, o dia sagrado judaico. O forte barulho assustou moradores e interrompeu os preparativos para a celebração.

O professor André Lajst, presidente-executivo da StandWithUs Brasil, comentou o incidente em suas redes sociais. Ele destacou que o ataque iraniano visou novamente a cidade com os locais mais sagrados para as três grandes religiões. Para garantir a segurança civil, o governo israelense impôs restrições temporárias de acesso a pontos centrais de Jerusalém, como a Igreja do Santo Sepulcro, a Mesquita Al-Aqsa e o Muro das Lamentações.

“O fato de isso acontecer na última sexta-feira do Ramadã, mês sagrado do calendário islâmico, mostra bem como o regime iraniano representa uma ameaça para todos, inclusive para os próprios muçulmanos”.

O jornalista israelense Hananya Naftali também se manifestou, contrastando a ação do regime iraniano com a postura de Israel. Ele ressaltou que, de um lado, há um regime islâmico atacando Jerusalém, incluindo seus locais sagrados, e, do outro, Israel, que se apresenta como defensor de judeus, cristãos e muçulmanos na região.

Câmara aprova Semana da Cultura Evangélica e urgência para votação em plenário

Pessoas evangélicas reunidas em evento cultural com semblante de alegria.

Comissão de Cultura na Câmara dos Deputados aprova projeto para instituir a Semana Nacional da Cultura Evangélica

Na última quarta-feira, 18 de março, a Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados deu um passo importante ao aprovar o Projeto de Lei 2433/2025, que propõe a criação da Semana Nacional da Cultura Evangélica. No dia seguinte, 19 de março, a Câmara aprovou um pedido de urgência para que a matéria seja levada diretamente ao plenário, acelerando seu trâmite.

O autor da proposta, o deputado Sargento Gonçalves, expressou sua satisfação com as decisões tomadas. “Deus abençoe a nação brasileira, a todos os homens e mulheres de oração que intercedem por nossa nação”, declarou o parlamentar após a aprovação do projeto.

A iniciativa estabelece que a Semana Nacional da Cultura Evangélica ocorra anualmente, nos dias que antecedem o segundo domingo de dezembro, data em que se celebra o Dia da Bíblia. Caso aprovado, o período será incluído no calendário oficial do país, reconhecendo a importância dessa manifestação cultural e religiosa.

Durante a semana comemorativa, poderão ser promovidas diversas atividades, como cultos, eventos culturais, palestras, campanhas educativas e ações sociais. Essas iniciativas, organizadas por igrejas e entidades evangélicas, deverão refletir a atuação dessas comunidades em diferentes esferas da sociedade.

Em sua justificativa, o deputado Sargento Gonçalves ressalta que o objetivo do projeto é reconhecer a contribuição histórica, cultural e social das igrejas evangélicas no Brasil. Ele destaca que essas instituições desempenham um papel relevante em frentes como educação, assistência social e apoio a indivíduos em situação de vulnerabilidade, integrando a formação da sociedade brasileira.

A cultura evangélica, segundo o texto, abrange práticas religiosas, artísticas e comunitárias que se manifestam em diversas regiões do país. O projeto também prevê que propostas relacionadas ao tema recebam prioridade de análise durante o período comemorativo, em conformidade com as normas regimentais do Congresso Nacional.

O pedido de regime de urgência foi apresentado pelos deputados Sóstenes Cavalcante e Augusto Coutinho. A aprovação desta urgência permite que o projeto seja votado diretamente no plenário, dispensando a necessidade de passar por outras comissões antes da apreciação final.

Louvor e Oração Conectam Mulheres da Ucrânia e EUA em Encontro Inesperado

Brooke Ligertwood e Ksusha conversando em um campus universitário após um encontro surpresa.
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Ministra de louvor revela como oração de ucraniana por estudo teológico se concretizou em evento nos EUA

A líder de louvor Brooke Ligertwood compartilhou um relato tocante em suas redes sociais sobre um encontro inesperado que resultou na concretização de um desejo antigo. Ligertwood conheceu Ksusha, uma estudante ucraniana, em um campus no Texas, que anos antes havia visto um vídeo seu expressando o desejo de estudar teologia.

Ksusha, que tem estudado remotamente para seu doutorado e viaja periodicamente aos EUA para aulas presenciais, começou a orar fervorosamente para que Ligertwood tivesse a oportunidade de realizar seu sonho. O encontro ocorreu na Lanier Theological Library and Learning Center, onde Ligertwood participava de um curso intensivo doctoral.

Ligertwood, conhecida por canções como “A Thousand Hallelujahs” e “Bless God”, descreveu a si mesma como “mal educada” em termos de estudo formal, apesar de sua paixão por ler as Escrituras desde que se converteu. Sua formação teológica se deu através da leitura de autores como C.S. Lewis, Bonhoeffer e Santo Agostinho, mas o estudo acadêmico formal ainda não havia sido parte de seu caminho.

A cantora e compositora relatou ter se sentido imensamente grata ao pisar no campus. Foi nesse momento que avistou duas mulheres se aproximando, que ela presumiu serem estudantes. Ao se apresentarem, Ksusha expressou choque ao reconhecer Ligertwood.

“Meu nome é ‘Chocada’?”, eu brinquei. “Não, meu nome é Ksusha, mas estou chocada”. O choque dela rapidamente se tornou meu assombro enquanto ela explicava.

Ligertwood explicou que Ksusha mora na Ucrânia e está cursando doutorado em teologia à distância. Ksusha contou que, há alguns anos, encontrou um vídeo onde Ligertwood respondia que, se houvesse algo que ainda não tivesse tido a oportunidade de fazer, seria estudar teologia. A partir daí, Ksusha começou a interceder por isso.

Segundo Ligertwood, dois anos depois, não só Deus respondeu às orações de Ksusha, como orquestrou que ambas estivessem na mesma aula. “Deus achou por bem não só me dar um gostinho sublime de uma resposta a uma oração que eu mesma nem ousara fazer, mas fez com que ela, que teve a fé para orar por mim, visse com seus próprios olhos um começo acontecer”, escreveu a ministra de louvor.

Ligertwood concluiu com uma mensagem de encorajamento: “Então, quando vocês oram, saibam disto: Deus é um Pai amoroso com um brilho nos olhos.”

Pastor Luiz Sayão desmente envolvimento de Gondim e Kivitz na tradução da NVI

Pastor Luiz Sayão em escritório com livros

Pastor Luiz Sayão nega participação de Ricardo Gondim e Ed René Kivitz na tradução da Bíblia NVI

O pastor Luiz Sayão, que liderou a comissão de tradução da Bíblia Nova Versão Internacional (NVI) nos anos 1990, refutou nesta sexta-feira (20) um rumor que circula sobre o envolvimento de Ricardo Gondim e Ed René Kivitz no trabalho que resultou na versão publicada em 2000. Sayão utilizou suas redes sociais para esclarecer a informação.

Segundo Sayão, a participação de Gondim e Kivitz no projeto não procede. Ele explicou que ambos tiveram proximidade com a liderança administrativa da Sociedade Bíblica Internacional (SBI) na época, mas nunca participaram de reuniões com a comissão de estudiosos responsável pela tradução. “A informação não procede. Eles tiveram alguma proximidade com a liderança administrativa da SBI na época. Nunca nem tiveram qualquer encontro com a comissão de estudiosos que traduziram a NVI”, afirmou o pastor.

O especialista em hebraico destacou que os membros da comissão eram biblistas e teólogos com especialização nas línguas originais das Escrituras, características que, segundo ele, não se aplicavam a Gondim e Kivitz. “Não era o caso de Ed e de Gondim. Não faria sentido convidá-los”, pontuou Sayão.

Sayão relembrou os bastidores da tradução NVI, enfatizando que o projeto demandou cerca de dez anos de trabalho intenso e milhares de horas, reunindo eruditos de diversas especialidades teológicas e linguísticas. O objetivo era garantir fidelidade aos textos originais, clareza, beleza de estilo e dignidade na linguagem, mantendo a reverência e a autoridade das Escrituras Sagradas.

Ele acrescentou que todos os tradutores assinaram uma declaração afirmando a inspiração e inerrância da Bíblia, em uma referência indireta às polêmicas doutrinárias que envolveram Gondim e Kivitz. A comissão de tradução foi composta por Russell Shedd, Martin Weingärtner, Estevan Kirschner, Carlos Osvaldo Pinto, Carl Bosma, Richard Sturz, Valdemar Kröker, Rudi Zimmer, Enio Mueller, Humberto de Freitas, William Lane, Rubens Damião, Betty Bacon, Odayr Olivetti, Paulo Mendes, Antônio Gilberto, Abraão de Almeida e Randall Cook. Os assistentes foram Vicente de Paula, Daniel Oliveira, Oduvaldo Medeiros e Renato Beda.

Condenado 40 vezes, homem ouve Deus e se transforma radicalmente

Kory Gordon, pastor e ex-criminoso, segurando uma Bíblia em uma cela de prisão.

Criminoso com 40 condenações relata conversão após ouvir voz divina e se torna pastor

Kory Gordon, que acumulou 40 condenações criminais, compartilhou sua jornada de transformação após uma suposta experiência espiritual. Aos 7 anos, nos Estados Unidos, Gordon foi introduzido a um mundo de drogas e atividades ilícitas por seu padrasto, enquanto sua mãe trabalhava.

O padrasto o levava em situações perigosas, como dirigir embriagado e frequentar locais com prostituição e jogos de azar. Essa exposição precoce a atividades mundanas impactou profundamente o jovem Gordon.

Apesar de frequentar a igreja com a mãe, Kory desenvolveu uma visão distorcida de Deus, acreditando que não seria bom o suficiente para agradá-lo, o que o afastou da fé. A situação foi agravada por um abuso sofrido por uma babá e pelo início do vício em maconha aos 11 anos.

Com 14 anos, Gordon já enfrentava problemas sérios, incluindo expulsão escolar por uma ameaça de bomba, e logo se tornou traficante, atuando por cerca de 15 anos transportando drogas do México para os EUA. Sua vida era descrita por ele como “destruída a caminho do inferno”.

A prisão veio após ser pego pela polícia, resultando em quarenta condenações e uma sentença de 17 anos. Durante o cumprimento da pena, Gordon relatou ter sido agredido por membros de uma gangue dentro da penitenciária. Em meio ao desespero, questionou como havia chegado a tal ponto.

Foi em 2014, enquanto procurava por livros em sua cela, que Gordon encontrou uma Bíblia. Ao olhar para o livro sagrado, ouviu uma voz que interpretou como sendo de Deus, perguntando: “Por quanto tempo você vai fugir de mim?”. Inicialmente, ele hesitou em ler a Bíblia, sentindo-se imerso em pecados.

Em vez disso, optou por ler um livro que acreditava ser ficção, mas que, na verdade, era o testemunho de uma ex-criminosa convertida a Jesus na prisão. A história ressoou com ele, levando-o a crer que Deus poderia operar uma mudança semelhante em sua vida.

“Jesus, me entrego totalmente, faça o que quiser comigo”, testemunhou Gordon ter gritado ao se ajoelhar e se render a Cristo.

A partir desse momento, Kory Gordon passou por uma transformação radical. Na prisão, dedicou-se ao estudo da Bíblia, ao jejum e ao louvor, sentindo-se liberto. Ele permaneceu firme em sua fé durante os nove meses seguintes de estudo intenso e enfrentou batalhas espirituais enquanto cumpria sua pena.

Após cumprir os 17 anos de prisão, Gordon foi libertado. Atualmente, ele atua como pastor em uma igreja local nos EUA e dedica parte de seu tempo a evangelizar em penitenciárias, compartilhando sua história de redenção.

Ele formou uma família e descreve Jesus como um salvador, amigo, conforto e defensor, ressaltando que não fez nada para merecer essa graça. Gordon aconselha pessoas feridas a entregarem seus corações a Cristo, pois, segundo ele, Jesus pode transformar o caos em algo belo.

Líder pró-vida gera polêmica ao questionar pena de morte com visão religiosa

Kristan Hawkins discursa sobre pena de morte e princípios pró-vida
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Líder pró-vida defende que pena de morte contradiz princípios de santidade da vida e amor ao próximo

Kristan Hawkins, presidente do Students for Life of America, iniciou um debate acalorado nas redes sociais ao expressar sua visão sobre a pena de morte. Em uma publicação no X (antigo Twitter) em 24 de fevereiro, Hawkins declarou que a pena capital é incompatível com uma perspectiva pró-vida. A declaração gerou reações diversas de usuários da plataforma.

Hawkins explicou à CBN News que, mesmo em circunstâncias onde a pena de morte possa ser considerada justificada, não há espaço para júbilo ou leviandade na sua aplicação. Ela ressaltou que o argumento tradicional para a pena capital é a proteção da sociedade contra indivíduos perigosos.

A líder questiona a eficácia de punir uma mulher que cometeu aborto com a morte. “A questão que tenho que me fazer é se prescrever a ela a pena de morte e dizer que ela deve recebê-la, isso vai salvar a alma dela?”, ponderou, enfatizando que, segundo sua crença, todo ser humano é feito à imagem de Deus, sem exceções.

“Não há ressalva a isso. Isso não é todo ser humano é feito à imagem de Deus se ele for inocente ou sem pecado. Todo ser humano, até os piores pecadores de todos, foram feitos à imagem de Deus.”

Para Hawkins, a comunidade pró-vida deve refletir se é possível punir sem se tornar “assassinos nós mesmos”. Ela criticou a superficialidade com que alguns abordam o tema, apontando a ausência de misericórdia e de um diálogo mais profundo. “O mandamento mais difícil é quando Cristo nos chama a amar nossos inimigos“, acrescentou.

A presidente do Students for Life of America argumenta que a execução encerra permanentemente a possibilidade de arrependimento e busca por redenção. Ela questiona a coerência de defender a morte de outros enquanto se afirma cumprir o mandamento de amar o próximo, especialmente com uma postura de júbilo online.

Em contrapartida, outras opiniões surgiram. O usuário do X, SmythRadio, manifestou: “Impor a pena de morte àqueles comprovadamente tiraram a vida de um ser humano inocente é a posição mais pró-vida possível”. Kat Kanada também compartilhou um ponto de vista similar, afirmando que “Deus é pró-vida e comanda que os malfeitores sejam punidos com a morte. Ser pró-vida significa proteger os inocentes e punir os culpados. Parece bastante óbvio e moralmente consistente para mim.”