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Oficiais de Imigração Reforçam Aeroportos dos EUA em Meio a Paralisação e Caos

Passageiros em longa fila de segurança em aeroporto dos EUA, com oficial de imigração ao fundo.
People wait in a TSA line at the John F. Kennedy International Airport, Sunday, March 22, 2026, in New York. (AP Photo/Yuki Iwamura)

Oficiais de Imigração Recebem Novas Funções em Aeroportos Americanos para Aliviar Congestionamento Durante Paralisação

Agentes federais de imigração foram designados para auxiliar em aeroportos dos Estados Unidos com o objetivo de reduzir o congestionamento nas filas de segurança. A medida ocorre enquanto a paralisação do governo federal afeta o trabalho de outros funcionários e gera longas esperas para os passageiros.

A decisão, anunciada pelo presidente Donald Trump, visa apoiar a Transportation Security Administration (TSA). Centenas de milhares de trabalhadores de segurança interna, incluindo da TSA, Serviço Secreto e Guarda Costeira, estão sem receber salários desde que o financiamento do Departamento de Segurança Interna não foi renovado no mês anterior.

O coordenador de fronteira da Casa Branca, Tom Homan, nomeado por Trump para liderar a iniciativa, indicou que as funções específicas e o número de oficiais destacados ainda estavam em discussão com as lideranças da TSA e do ICE (U.S. Immigration and Customs Enforcement). Ele afirmou que um plano detalhado seria apresentado ainda no mesmo dia, definindo os aeroportos iniciais e o contingente a ser enviado.

“A prioridade são os grandes aeroportos onde há longas esperas, como três horas”, declarou Homan, explicando que os oficiais de imigração poderiam, por exemplo, cobrir postos de saída atualmente monitorados por agentes da TSA. Essa alocação liberaria os agentes da TSA para se dedicarem às filas de triagem, contribuindo para a redução do tempo de espera.

“Um oficial de lei altamente treinado pode cobrir uma saída e garantir que as pessoas não passem por ali. Isso alivia o oficial da TSA para que ele vá para a triagem e reduza essas filas”, exemplificou Homan. Outra possibilidade mencionada era a verificação de identificação por parte dos agentes do ICE antes que os passageiros acessassem as áreas de triagem. “Seremos um multiplicador de força”, assegurou.

Homan, contudo, ponderou que há limitações, não prevendo que oficiais do ICE operem máquinas de raio-X por falta de treinamento específico. O presidente Trump expressou em uma rede social que o ICE estaria presente nos aeroportos para apoiar os agentes da TSA que permaneceram ativos durante a paralisação.

A situação gerou preocupação entre os viajantes. Em Atlanta, no aeroporto Hartsfield-Jackson, as filas se estendiam por todo o terminal. “Todo mundo parece estar aceitando como está”, comentou Blake Wilbanks, de 43 anos, que chegou duas horas e meia mais cedo para seu voo.

No Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, o cenário era mais caótico, com grandes aglomerações de passageiros ansiosos e funcionários da TSA orientando o público por megafones para evitar empurrões. O secretário de Transportes, Sean Duffy, manifestou preocupação com a incerteza sobre os tempos de espera diários.

“Eles não sabem até o dia do voo ou até a tarde do dia do voo se precisam chegar uma hora e meia antes ou quatro horas antes. Se pudermos aliviar isso, o presidente quer tirar esse ponto de alavancagem dos democratas e tornar as viagens mais fáceis para o povo americano”, disse Duffy.

Por outro lado, o líder democrata na Câmara, Hakeem Jeffries, expressou oposição à medida, alertando contra a designação de agentes do ICE considerados “não treinados” em aeroportos. As declarações de Homan foram dadas em entrevistas aos programas “State of the Union” e “Fox News Sunday”, enquanto Duffy participou do “This Week” e Jeffries do CNN.

Machismo disfarçado de espiritualidade é violência com maquiagem sagrada

Mulher pensativa em frente a elementos religiosos sombrios, simbolizando a violência disfarçada de espiritualidade.

A análise de Clarice Ebert aponta que ideias de superioridade masculina, disfarçadas de espiritualidade, legitimam um sistema de controle e medo contra mulheres.

Ideias que estabelecem posições desiguais entre homens e mulheres, sugerindo que um deve mandar e o outro obedecer, ainda persistem. Esses discursos frequentemente promovem o mito da superioridade masculina, alimentando um sistema baseado em controle, medo e silêncio, segundo a psicóloga Clarice Ebert.

Essa mentalidade, muitas vezes apresentada como espiritualidade, transforma opressão em “ordem” e submissão em “virtude”. A dinâmica de parceria dá lugar ao domínio e o cuidado se converte em controle, caracterizando o que Ebert chama de “violência com maquiagem sagrada”.

Nessa visão distorcida, o homem é visto como superior e a mulher como um recurso, um objeto a serviço de suas vontades. A interpretação machista de textos religiosos pode levar homens a crerem ter o direito de gritar, humilhar, vigiar, punir, agredir e até matar, em uma lógica de provedor e dono da mulher. “É abuso. E abuso não vira sagrado só porque alguém cita um texto bíblico”, ressalta a autora.

Ebert critica a interpretação de que amar “como Cristo amou” significa assumir controle sobre a vida das mulheres. Para ela, o chamado bíblico é para um amor de entrega que não oprime, não invade e não violenta. A submissão feminina, segundo a análise, não se refere a mandos e comandos, mas sim ao acolhimento e à correspondência a esse amor sacrificial.

A especialista lamenta que, enquanto essa verdade não for plenamente compreendida, muitas mulheres continuarão sendo orientadas a sofrer em silêncio, acreditando que suportar abusos é demonstração de fé. “Silêncio não redime violência. Opressão não gera cura. E, acima de tudo, não reflete nenhum princípio de vida, dignidade ou paz”, afirma.

Para Clarice Ebert, homens e mulheres existem para caminhar lado a lado, e qualquer relação que não reflita essa parceria precisa ser revista com coragem e honestidade. Ela defende a necessidade urgente de romper com interpretações que aprisionam e de dar voz a uma espiritualidade que sustente a vida, a dignidade, o amor e o respeito. “Nenhuma mulher nasceu para ser dominada. Todas nasceram para viver em plenitude, liberdade e honra”, conclui.

Ator Chuck Norris, ícone de ação e fé, morre aos 86 anos no Havaí

Chuck Norris em pose de luta

Morre o ator e lutador de artes marciais Chuck Norris aos 86 anos no Havaí

O ator e mestre de artes marciais Chuck Norris faleceu aos 86 anos. A notícia de sua morte, ocorrida na quinta-feira (19) no Havaí, foi divulgada pela família através das redes sociais nesta sexta-feira (20). Norris era reconhecido mundialmente como um símbolo de força no cinema de ação e também por sua profunda fé cristã.

A família do artista prestou uma homenagem destacando sua dedicação pessoal. “Para o mundo, ele era um artista marcial, ator e um símbolo de força. Para nós, ele era um marido dedicado, um pai e avô amoroso, um irmão incrível e o coração da nossa família”, declarou o comunicado familiar. A causa do falecimento não foi informada.

Segundo informações do portal TMZ, Norris havia sido hospitalizado na ilha de Kauai, no Havaí, após uma emergência médica ocorrida durante a semana. Considerado um dos grandes nomes do cinema de ação, o ator compartilhava sua fé em Jesus Cristo desde a juventude.

Norris entregou sua vida a Jesus aos 12 anos e participou de uma cruzada evangelística de Billy Graham. “Eu entreguei a minha vida ao Senhor e fui batizado também aos 12. E isso foi crescendo dentro de mim”, revelou Chuck em entrevista à CBN News. Contudo, ele admitiu que os bastidores de Hollywood o afastaram inicialmente de sua fé.

Na vida adulta, o ator retornou aos caminhos de Deus, vivenciando uma significativa transformação. Ele compartilhou que sua vida era marcada pela raiva e um vazio interior. O reencontro com a fé se intensificou após se casar com uma mulher devota, que lia a Bíblia diariamente em casa. Ao ser convidado por ela para ouvir a leitura, Norris iniciou um processo de retorno.

“Então eu sentei e ela começou a ler a Bíblia em voz alta para mim, todas as manhãs. Finalmente, eu disse: ‘Bem, deixe-me ler’, e assim comecei a ler a Bíblia em voz alta. E então foi como se Deus me dissesse: ‘Chuck, é hora de voltar para casa. Já passou tempo suficiente’. Agora meu coração está cheio de novo”, declarou o ator.

Chuck Norris atribuía o sucesso de sua carreira diretamente a Deus, e não à sorte. “As pessoas vêm até mim e dizem: ‘Chuck, você é o cara mais sortudo do mundo, porque é um campeão mundial de caratê e uma estrela de cinema e da TV’. Quando eles me dizem isso, eu simplesmente sorrio e respondo que a sorte não teve nada a ver com isso. Meu sucesso não tem nada a ver com sorte, mas sim com Deus”, afirmou.

Nascido Carlos Ray em 10 de março de 1940, nos Estados Unidos, Norris enfrentou uma infância difícil marcada pelo alcoolismo paterno e bullying. Cresceu introvertido e franzino, o que o tornou alvo fácil. Aprendeu a lutar após ser ensinado por um funcionário de um posto de gasolina a se defender.

Após o ensino médio, alistou-se na Força Aérea em 1958, onde aprendeu artes marciais na Coreia do Sul. Concluiu o serviço militar em 1962 e passou a abrir escolas de karatê, destacando-se em competições. Conquistou o título de campeão de karatê de peso médio do World Professional Full-Contact em 1968, mantendo-o até sua aposentadoria em 1974.

Seu trabalho com o karatê o aproximou de figuras como Priscilla Presley e Steve McQueen. McQueen o incentivou a seguir carreira como ator. Norris teve uma pequena participação em “The Wrecking Crew” (1969) e atuou ao lado de Bruce Lee em “Way of the Dragon” (1972). Sua carreira decolou com o filme “Good Guys Wear Black” em 1978, que arrecadou US$ 18 milhões.

8 em cada 10 brasileiros discordam da indicação de Erika Hilton para Comissão da Mulher, aponta pesquisa

Reunião tensa na Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados.

Maioria da população brasileira se posiciona contra a escolha de Erika Hilton para presidir a Comissão da Mulher na Câmara dos Deputados, indica levantamento

Um estudo realizado pelo instituto Real Time Big Data revelou que 8 em cada 10 brasileiros desaprovam a indicação da deputada Erika Hilton para assumir a presidência da Comissão da Mulher na Câmara dos Deputados. A pesquisa, divulgada após a deputada ter presidido sua primeira reunião no cargo, aponta que 84% dos entrevistados discordam da nomeação, enquanto apenas 16% se manifestaram a favor.

O levantamento ouviu 1.200 eleitores em todo o território nacional entre os dias 17 e 18 de março de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. Os dados indicam que 82% dos participantes tinham conhecimento sobre a indicação, e 18% desconheciam o assunto.

A análise por perfil demográfico e socioeconômico detalha a rejeição à nomeação. Entre os jovens de 16 a 34 anos, a concordância com a indicação foi de 25%. Esse índice diminui para 14% entre pessoas de 35 a 59 anos e cai para 8% entre os maiores de 60 anos. Por gênero, 20% dos homens apoiam a escolha, contra 12% das mulheres. Em relação à renda, o maior percentual de apoio, 27%, foi registrado entre aqueles que ganham mais de cinco salários mínimos. O apoio é de 15% para quem aufere até dois salários mínimos e de 11% para quem recebe entre dois e cinco salários mínimos.

O recorte religioso também apresentou diferenças significativas. Entre católicos, 23% concordaram com a indicação, enquanto o percentual entre evangélicos foi de 5%. A pesquisa também abordou a repercussão de declarações recentes do apresentador Carlos Roberto Massa, conhecido como Ratinho, sobre o tema.

Segundo o levantamento, 61% dos entrevistados consideraram a fala de Ratinho como correta e afirmaram que diriam o mesmo. Outros 20% avaliaram a declaração como correta, porém exagerada, e 19% a classificaram como preconceituosa.

Durante seu programa exibido pelo SBT, Ratinho comentou:

“Ela é trans. Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias. Eu sou contra. Eu acho que deveria deixar uma mulher”

O jornalista Alexandre Garcia também comentou o caso em vídeo publicado no YouTube, abordando a questão da indenização por danos morais coletivos em decorrência das declarações:

“Indenização por danos morais coletivos porque questionou a eleição de deputada Erika Hilton para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara e ter afirmado que ela não é mulher. Criou-se o dilema do Ratinho, porque se ele afirma que não é mulher, tem R$ 10 milhões de indenização de pena. E se afirma que é mulher, como é que fica os milhões de espectadores e fãs? Como ele vai afirmar o que ele sabe o que não é?”

Missão Cristã Entrega Mais de 500 Cestas Básicas a Famílias Deslocadas no Líbano

Voluntários distribuem cestas básicas para famílias deslocadas pela guerra no Líbano.

Samaritan’s Purse e parceiros locais distribuem ajuda emergencial a libaneses forçados a fugir de suas casas devido ao conflito

Mais de 500 famílias no Líbano já foram beneficiadas com cestas básicas e outros itens essenciais através de uma iniciativa conjunta da missão Samaritan’s Purse e igrejas locais. A ação visa auxiliar a população libanesa deslocada pela guerra que assola o Oriente Médio. Cerca de um milhão de pessoas, o equivalente a um sexto da população do país, foram forçadas a deixar seus lares.

Enquanto muitas famílias encontram abrigo temporário com parentes ou em hotéis, uma parcela significativa, estimada em 128 mil libaneses, reside em acampamentos improvisados. Há também aqueles que enfrentam a dura realidade de viver nas ruas. As igrejas locais têm desempenhado um papel crucial na identificação das pessoas em situação de maior necessidade, atuando em parceria com a Samaritan’s Purse para prover assistência emergencial.

As doações entregues incluem cestas básicas com alimentos como leite, arroz, macarrão, lentilhas e feijão, além de óleo para o preparo das refeições. Complementarmente, as famílias recebem kits de higiene pessoal, roupas de cama e vales para aquisição de itens fundamentais em estabelecimentos comerciais da região.

A ação social tem gerado um impacto positivo na confiança dos deslocados, incluindo muitos muçulmanos, abrindo oportunidades para o compartilhamento da mensagem cristã. “As pessoas frequentemente se surpreendem com a ajuda e demonstram gratidão às nossas igrejas parceiras por sua compaixão e cuidado”, relatou a missão.

Durante visitas para prestar auxílio, uma equipe identificou indivíduos doentes sem acesso a medicamentos. No dia seguinte, retornaram com os suprimentos necessários e alimentos adicionais. A distribuição de alimentos tem sido utilizada como um meio para compartilhar a fé. “Louvamos a Deus porque as famílias estão experimentando o seu amor e misericórdia por meio de irmãos e irmãs cristãos”, declarou a Samaritan’s Purse.

A missão solicita orações pelo Líbano, pelas famílias desabrigadas em busca de segurança, pela proteção de suas equipes e para que Deus atraia muitas pessoas através da assistência e encorajamento prestados aos libaneses afetados.

O Líbano enfrenta as consequências dos confrontos iniciados em março entre o grupo Hezbollah e as Forças de Defesa de Israel. Aproximadamente 800 mil pessoas deixaram suas casas, especialmente no sul do país, migrando para cidades como Sidon e Beirute. O Ministério da Saúde libanês contabiliza mais de 680 mortes no conflito até o momento.

A escalada da violência começou em 5 de março, com um ataque israelense contra o Hezbollah, sediado no Líbano e aliado do Irã. Esta ação foi uma resposta aos ataques com mísseis e drones lançados pelo Hezbollah contra o norte de Israel em 2 de março. O grupo terrorista alegou que o ataque foi em retaliação ao assassinato de Ali Khamenei, aitolá iraniano, atribuído a EUA e Israel.

Anteriormente aos bombardeios, as Forças de Defesa de Israel haviam emitido um alerta de evacuação para os subúrbios ao sul de Beirute, área considerada um reduto do Hezbollah.

Música evangélica e mascote inusitado marcam vitória histórica do Coritiba

Jogadores de futebol do Coritiba comemorando um gol em campo.

Coritiba quebra invencibilidade histórica com coincidência envolvendo música gospel e o mascote do adversário

O Coritiba conquistou um feito inédito ao vencer o Mirassol pelo placar de 1 a 0, em partida realizada no interior paulista. O resultado, que encerrou uma sequência de 23 jogos sem derrota do time da casa em seu estádio desde a promoção para a elite do futebol nacional, ganhou contornos curiosos devido a um episódio ocorrido na véspera do confronto. A informação foi veiculada pelo Gospel Mais.

Na concentração da equipe paranaense antes da partida, o cantor Marquinhos Zacca fez uma visita ao grupo de jogadores. Durante o encontro, uma das canções entoadas foi “Escape”, do grupo Renascer Praise, que traz em sua letra o verso “tira a força do fogo e faz o leão jejuar”.

O detalhe que chamou a atenção dos atletas após o apito final foi a conexão com o símbolo do Mirassol, cujo mascote é um leão. A coincidência fez com que muitos jogadores do Coritiba entrassem em contato com o músico, relatando a percepção de que o louvor cantado na véspera teria exercido um efeito simbólico no resultado da partida.

Alguns membros da equipe chegaram a classificar o episódio como um “ato profético”. É importante notar que, no momento em que a música foi cantada, nem todos estavam cientes da ligação com o adversário que enfrentariam no dia seguinte. A vitória fora de casa contra um time até então invencível em seus domínios reforçou essa percepção entre os jogadores.

Nikolas Ferreira denuncia ameaças de morte em cartazes e pichações na UFMG

Deputado federal Nikolas Ferreira denuncia cartazes com ameaças na UFMG.

Deputado Nikolas Ferreira denuncia cartazes e pichações na UFMG com incitação à sua morte

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) usou suas redes sociais nesta quinta-feira (19) para denunciar o que chamou de ativismo ideológico violento dentro da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). As publicações apresentadas pelo parlamentar incluem materiais gráficos e pichações que, segundo ele, promovem ódio e incitam violência contra ele e outras figuras conservadoras.

Em uma das postagens, Nikolas Ferreira exibiu um cartaz intitulado “Calourada Unificada Antifascista e Anti-imperialista”. A arte continha ilustrações suas, do ex-presidente dos EUA Donald Trump e do ativista conservador Charlie Kirk, com alvos desenhados sobre suas cabeças.

“Banner da calourada na UFMG. Universidade virou linha de produção de militante, que não esconde mais o desejo de matar seu opositor por divergência de ideia. Até aí Zero novidade. Mas sempre bom lembrar que tudo isso você banca através dos seus impostos. A direita precisa de um plano pra quando chegar ao poder, mudar essa patifaria.”

Em outro vídeo, divulgado na plataforma X, o deputado mostrou uma pichação encontrada nas paredes da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da UFMG. A inscrição dizia “Que o Nikolas seja o Kirk de amanhã”.

A mensagem faz referência ao ativista americano Charlie Kirk, que foi assassinado em 10 de setembro de 2025 enquanto realizava um discurso em uma universidade nos Estados Unidos. O parlamentar relacionou o conteúdo encontrado a uma crítica sobre a formação dos futuros profissionais da instituição.

“Os futuros profissionais das diversas áreas sairão daqui. E ainda tem gente que acha que o problema do país é eleição. Sem uma mudança radical na estrutura da nossa educação e política, nada adiantará.”

O episódio ocorre em meio a um cenário de tensões entre setores conservadores e instituições de ensino superior, com frequentes críticas sobre a alegada presença de ativismo ideológico em universidades públicas brasileiras. A UFMG ainda não emitiu um comunicado oficial sobre as denúncias feitas pelo deputado.

Cuba em Apuros Cristãos sofrem com 2h de luz e fome extrema

Família cubana em casa com pouca luz durante apagão

Cristãos em Cuba sofrem com racionamento de energia e escassez de alimentos que afeta 60% do país e paralisa rotinas diárias

Cristãos em Cuba relatam uma situação crítica com acesso a apenas duas horas de energia elétrica por dia, reflexo de uma crise econômica que também causa escassez severa de alimentos e medicamentos. A Missão Portas Abertas Brasil informa que as manifestações contra os apagões, que afetam cerca de 10 milhões de cubanos, já completam mais de três semanas no país. Em Havana, um “panelaço” foi realizado na segunda-feira (16) como protesto contra as constantes interrupções no fornecimento de eletricidade.

O pastor Gregorio, que atua em Cuba, descreveu à Portas Abertas a dura realidade enfrentada pela população. “O barulho das panelas não para”, relatou ele sobre os protestos. A falta de energia, somada à carência de itens básicos, impacta diretamente igrejas e famílias cristãs. “A maioria das pessoas recebe apenas cerca de duas horas [de eletricidade] por dia”, explicou Gregorio. Em regiões fora da capital, os apagões podem se estender por 22 a 24 horas, atingindo 60% do território cubano, conforme dados divulgados pelo Infobae.

Crise afeta necessidades básicas e produção de alimentos

A severa crise econômica cubana elevou os preços de itens essenciais a níveis proibitivos. O litro da gasolina, por exemplo, pode custar o equivalente a dois salários mínimos. Os alimentos também sofreram aumentos expressivos, com os ovos chegando a custar mais que um salário mensal, segundo relatou Luis, outro pastor que apoia comunidades vulneráveis. A falta de combustível prejudica a produção e o transporte de alimentos, resultando em prateleiras vazias nos mercados e em muitas famílias enfrentando fome.

O pastor Gregorio detalhou as consequências da insegurança alimentar. “Algumas famílias vão dormir sem jantar e acordam sem café da manhã, e muitas crianças deixam de ir à escola porque a fome as vence antes de chegarem lá”, lamentou. A crise energética também compromete o abastecimento de água, pois cerca de 80% do sistema hídrico cubano depende de eletricidade, afetando inclusive hospitais. “Dias sem água ou energia tornam a vida quase impossível. Pessoas estão morrendo porque não há medicamentos nem suprimentos”, acrescentou o pastor Luis.

Apagões impactam segurança e cultos religiosos

As frequentes quedas de energia representam um risco à segurança das igrejas cubanas. “Sem energia, as igrejas se tornam alvos fáceis para ladrões”, alertou o pastor Luis. Como medida de precaução, diversas congregações precisaram suspender seus cultos noturnos e implementar vigias para proteger seus espaços. Mesmo diante das adversidades e com recursos limitados, as igrejas buscam auxiliar os necessitados. “Acordamos às três da manhã, mesmo exaustos, para preparar as refeições. É claro que a situação nos afeta, mas somos chamados a servir”, declarou Gregorio.

Laura*, integrante da equipe da Portas Abertas no país, descreveu o cenário de caos. “Apagões recorrentes estão dificultando a comunicação e a resposta a emergências em todo o país. A real extensão da situação só ficará clara quando a energia for restabelecida”, afirmou.

Perseguição e fé em igrejas domésticas

Cristãos representam cerca de 85% da população cubana, sendo a maioria católica e aproximadamente 11% evangélicos, segundo o Banco de Dados Cristão Mundial. No país, a comunidade cristã enfrenta detenções arbitrárias, ameaças e assédio. Embora cultos sejam permitidos, a abertura de novas igrejas é proibida. Em resposta à repressão, milhares de cristãos têm encontrado refúgio espiritual em igrejas domésticas. Essas pequenas comunidades, que se reúnem em residências de pastores ou membros, funcionam sem identificação oficial e muitas vezes sob vigilância constante, tornando-se essenciais para a manutenção da fé na ilha.

Dados da associação ASCE Cuba indicam a existência de 20 mil a 30 mil igrejas domésticas ativas. Cuba figura na 24ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2026 da Missão Portas Abertas.

Jack osbourne desmente ocultismo do pai e revela fé verdadeira

Jack Osbourne falando sobre as crenças de seu pai, Ozzy Osbourne

Comentários de jack osbourne lançam nova luz sobre a vida espiritual do ‘príncipe das trevas’, contradizendo anos de especulações públicas

Jack Osbourne, filho do icônico músico Ozzy Osbourne, abordou recentemente os persistentes rumores de que seu pai estava envolvido com o ocultismo ou práticas satânicas. Em uma entrevista ao comediante Jamie Kennedy, o filho do “Príncipe das Trevas” negou categoricamente tais alegações, afirmando nunca ter presenciado qualquer atividade desse tipo em seu lar. O filho do vocalista do Black Sabbath enfatizou que Ozzy Osbourne, falecido em julho do ano passado em decorrência do mal de Parkinson, era um “crente em Cristo”, possuía a Bíblia e usava uma cruz diariamente, de acordo com informações da CBN News.

“Eu nunca vi isso. Nada de mal jamais esteve em nossa casa nessa capacidade.”

As questões sobre as crenças espirituais do roqueiro britânico não são infundadas. Sua persona artística incluía teatralidades chocantes, como o incidente de 1981, quando ele teria mordido a cabeça de uma pomba durante a assinatura de seu primeiro contrato solo com a CBS Records. Um evento similar ocorreu em 1982, durante um show, envolvendo um morcego atirado no palco por um fã.

O próprio Ozzy Osbourne tentou desmentir os boatos de ocultismo em 1986, quando declarou à revista SPIN ser cristão e ter frequentado a escola dominical na infância.

Mídia sob críticas e a percepção da fé

Jack Osbourne atribuiu à mídia a disseminação de rumores e insinuações sobre seu pai. Em sua conversa com Kennedy, ele chegou a criticar a imprensa, indicando que a experiência de seu pai é um exemplo de “por que você não pode… jamais confiar nas notícias.”

“Seria em toda a CNN ou noticiários, ‘Oh, Ozzy é um satanista que vai fazer tudo isso porque se você vir esta parte em uma música, pode ser isso e aquilo’.”

Dada a personalidade complexa de Ozzy Osbourne e a compreensão bíblica de que a plenitude do coração de uma pessoa é conhecida apenas por ela mesma (1 Coríntios 2:11), a real profundidade da fé cristã do cantor permanece uma questão de perspectiva. Contudo, a Escritura sugere que as ações e comportamentos de um indivíduo refletem sua constituição espiritual (Mateus 7:16-20).

Um encontro com o evangelista e um presente especial

No ano passado, Dylan Novak, conhecido como o “Celebrity Evangelist”, compartilhou com a CBN News detalhes de um encontro ocorrido em 2023 com Ozzy e Jack Osbourne. Novak descreveu Ozzy como “incrivelmente gentil” e relatou ter compartilhado o Evangelho com Jack durante aproximadamente 30 minutos na mesma ocasião.

“Ozzy foi incrivelmente gentil.”

Durante o encontro com Ozzy, Novak expressou sua preocupação pela alma do músico.

“Chego perto dele, aperto a mão, disse que era uma honra conhecê-lo, e depois de uma breve introdução, disse: ‘A razão pela qual vim te encontrar hoje é porque eu te amo e me importo com você e com sua alma’.”

Duas semanas após o primeiro contato, Novak encontrou Jack Osbourne novamente. Na conversa, Jack revelou o profundo apreço de seu pai por um presente especial:

“Você não tem ideia do quanto papai amou aquilo.”

O presente em questão era uma Bíblia personalizada na tradução New Living Translation, oferecida por Novak. Jack explicou que Ozzy mantinha a Bíblia em sua mesa de cabeceira e a mostrava orgulhosamente a todos os visitantes, enfatizando o caráter honroso do gesto.

“Aquela Bíblia e seu presente — estão na mesa de cabeceira dele, e todos que vieram, ele lhes mostrou a Bíblia, mostrou que o nome dele está lá, que é onde ele pode entender. Ele disse, não é de forma alguma como, ‘Oh, olhe, alguém me trouxe uma Bíblia.’ É como, ‘Estou honrado por ter recebido este presente’.”

Filho adotivo é principal suspeito de assassinato de diácono nos EUA

Fachada de delegacia de polícia em Omaha, Nebraska, à noite, com carros de polícia.

Diácono John Zak, 69, encontrado morto em casa; filho adotivo Martin Zak, 36, é principal suspeito do crime em Nebraska, EUA

Um episódio de violência chocou a comunidade religiosa e local em Omaha, Nebraska (EUA), com o assassinato do diácono John Zak, de 69 anos. Conhecido por seu trabalho religioso, atuação na área de saúde e por ter adotado 13 filhos com sua esposa Mary Zak, ele foi dado como desaparecido na noite de 11 de março após faltar ao trabalho e a um compromisso na igreja.

Segundo o Departamento de Polícia de Omaha, o principal suspeito do crime é Martin Zak, de 36 anos, filho adotivo da vítima. Ele foi detido no dia seguinte à ocorrência ao tentar fugir e a Justiça manteve sua prisão, formalizando a acusação de homicídio em primeiro grau. A polícia encontrou vestígios de sangue na residência, que apontavam para o quarto de Martin, no porão, como local de maior indício de violência.

O corpo do diácono foi localizado apresentando ferimentos causados por arma branca. Evidências foram apreendidas em diversas áreas da casa, segundo o processo. Mary Zak relatou que, ao retornar do trabalho no dia do incidente, encontrou sinais de arrombamento e inconsistências na residência, o que a levou a acionar as autoridades.

Pessoas próximas à família indicaram que Martin Zak enfrentava desafios relacionados à saúde mental, e que os pais buscavam equilibrar apoio com a necessidade de estabelecer limites. Preocupações com a segurança doméstica já existiam antes do ocorrido.

A tragédia reside não apenas na violência do ocorrido, mas também na perda de um homem cuja vida foi profundamente dedicada a Deus, à família e ao próximo.

A paróquia onde John Zak atuava emitiu nota lamentando o ocorrido e destacando sua dedicação à vida religiosa e ao serviço comunitário. A CHI Health, instituição de saúde onde o diácono trabalhou por 38 anos como supervisor de terapia respiratória, também comunicou o falecimento, ressaltando sua contribuição ao cuidado de pacientes e ao apoio às equipes.

A igreja anunciou uma vigília em memória do diácono, seguida de cerimônia fúnebre marcada para sexta-feira, 21 de março. Líderes religiosos afirmaram que a trajetória de John Zak será lembrada por sua fé, dedicação e atuação junto à comunidade. O caso segue sob investigação das autoridades locais, conforme informações do portal The Christian Post.