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sexta-feira, 13 fevereiro 2026
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Projetos de lei buscam proibir uso ofensivo de símbolos religiosos no Carnaval

Multidão em desfile de Carnaval com símbolo religioso em alegoria, gerando debate.

Projetos em tramitação em diversas esferas do poder público visam coibir representações religiosas consideradas desrespeitosas em festas populares, como o Carnaval.

O uso de símbolos religiosos, especialmente cristãos, tem se tornado um ponto sensível durante o Carnaval, provocando debates sobre o equilíbrio entre liberdade de expressão artística, laicidade do Estado e respeito à liberdade religiosa. Fantasias, alegorias e performances que utilizam imagens sagradas de forma vista como ofensiva ou sensualizada têm impulsionado iniciativas legislativas em diferentes níveis de governo.

No cenário federal, um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Pastor Gil (PL-MA), propõe proibir em todo o território nacional o emprego de imagens sacras e símbolos da fé cristã de maneira desrespeitosa em desfiles de escolas de samba e eventos carnavalescos. A proposta, que ainda não foi aprovada, prevê sanções e até a suspensão de atividades de eventos infratores.

Iniciativas estaduais também avançam. No Distrito Federal, projetos em tramitação buscam restringir o uso ofensivo de símbolos religiosos em eventos culturais, com a previsão de multas e remoção de infratores dos locais. Em São Paulo, um projeto de lei específico pretende vedar o uso satírico ou desrespeitoso de símbolos religiosos em eventos públicos, abrangendo não apenas os cristãos.

Um exemplo mais avançado é a lei promulgada em julho de 2023 pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo. A norma, publicada no Diário Oficial, proíbe sátiras, paródias e atos depreciativos contra religiões em eventos culturais e sociais no estado. A legislação estabelece sanções administrativas, como multas e a proibição de realizar eventos que dependam de autorização governamental por até cinco anos, além de impedir o repasse de recursos públicos para entidades que pratiquem ofensas religiosas.

No âmbito municipal, Salvador (BA) registra o caso mais avançado com o Projeto de Lei nº 28/2025, aprovado pela Câmara de Vereadores. A proposta institui o “Programa de Combate à Cristofobia”, proibindo o uso desrespeitoso de símbolos cristãos durante o Carnaval e outros eventos. O projeto prevê multas que podem ultrapassar R$ 4,5 mil e impede a contratação pública de artistas que façam esse tipo de representação, aguardando sanção ou veto do prefeito Bruno Reis.

Especialistas ressaltam que a Constituição Federal garante a laicidade do Estado e a liberdade religiosa. Decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) indicam que símbolos cristãos em espaços públicos não violam a laicidade quando integram a tradição cultural brasileira e não promovem discriminação. Juristas também pontuam que a laicidade e a liberdade de expressão não autorizam a ofensa à fé alheia, que é constitucionalmente protegida.

O avanço dessas propostas tem gerado controvérsias jurídicas, especialmente pela dificuldade em definir o que constitui “desrespeito” ou “ofensa” religiosa. Críticos alertam para o risco de censura à expressão artística, enquanto defensores argumentam que o objetivo é combater a discriminação religiosa. O debate permanece aberto e tende a se intensificar à medida que o Carnaval se aproxima e as discussões legislativas progridem.

Supremo Tribunal Federal Redesenha Investigação do Banco Master com Novo Relator Após Debates Sobre Ministros

Fachada do Supremo Tribunal Federal em Brasília

Ministro André Mendonça assume relatoria de inquérito contra o Banco Master após pedido de redistribuição

O ministro André Mendonça foi designado por sorteio para conduzir o inquérito que apura o Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão desta quinta-feira (12) marca uma nova fase na investigação após o ministro Dias Toffoli ter deixado a relatoria do caso, conforme informações divulgadas pelo jornal Gazeta do Povo.

A saída de Toffoli da relatoria ocorreu após uma reunião de emergência convocada pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, para analisar um relatório da Polícia Federal. Embora os ministros tenham decidido não declarar a suspeição ou impedimento de Toffoli, optou-se pela redistribuição do inquérito visando a preservação da regularidade das investigações.

O colegiado do STF firmou o entendimento de que todos os atos praticados por Dias Toffoli até o momento, tanto no inquérito principal quanto em processos vinculados, mantêm sua plena validade. Consequentemente, as provas coletadas sob sua condução permanecem válidas.

O inquérito que investiga o Banco Master teve sua origem na 10ª Vara Federal de Brasília. Posteriormente, o caso foi remetido ao STF mediante um pedido da defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador da instituição financeira. A defesa apresentou uma reclamação fundamentada em um contrato imobiliário que envolvia um deputado e o empresário, documento que, contudo, não faz parte do escopo da investigação.

Durante o curso do processo, veículos de imprensa noticiaram que parentes de Dias Toffoli haviam vendido participação acionária em um resort no Paraná a um fundo ligado ao Banco Master. Em resposta, o gabinete do ministro declarou que o pedido de suspeição feito pela Polícia Federal baseava-se em ilações.

Posteriormente, Dias Toffoli admitiu ser sócio, juntamente com seus irmãos, da empresa Maridt, que possuía participação no resort Tayayá. Ele esclareceu que as cotas da empresa foram alienadas em 2021 para o Fundo Arleen e, posteriormente, em 2025, para a PHD Holding.

Pais “suficientemente bons” abandonam a busca por perfeição e curam lares: a ciência e a fé mostram o caminho real

Pais demonstrando afeto e compreensão com seu filho em um ambiente familiar realista.

A busca pela perfeição na parentalidade é um mito prejudicial que gera culpa e esgotamento, segundo especialistas que defendem o modelo do “suficientemente bom” para a saúde familiar.

A constante exposição a imagens idealizadas nas redes sociais tem criado uma pressão insustentável por pais e mães “perfeitos”, o que está adoecendo lares e minando a espontaneidade da criação de filhos. Essa autocobrança excessiva, no entanto, é não apenas impossível de atingir, mas também prejudicial ao equilíbrio emocional de pais e ao desenvolvimento saudável das crianças, conforme apontam análises clínicas e teológicas. Ser um pai ou uma mãe “suficientemente bom” é o caminho que cura e promove a saúde psíquica.

Valceli Leite, psicanalista e teoterapeuta, destaca que a Bíblia não apresenta modelos de famílias impecáveis, mas sim relatos de realidades humanas com conflitos e falhas. Personagens bíblicos como Jacó, Davi e Eli demonstram essa imperfeição, e a graça divina não se destina aos que acertam sempre, mas aos que reconhecem suas limitações e buscam sabedoria em Deus. A tentativa de viver sem a Graça, pautada na busca incessante pela perfeição, leva inevitavelmente ao esgotamento emocional.

Do ponto de vista clínico, o conceito de “mãe suficientemente boa”, introduzido pelo psicanalista Donald Winnicott, oferece uma perspectiva libertadora. A perfeição na criação de filhos, ao invés de educar, pode sufocar o desenvolvimento infantil. Crianças necessitam de pequenas frustrações para amadurecer, entender limites, tolerar a realidade e construir suas próprias ferramentas internas de enfrentamento. Pais que tentam suprir todas as necessidades o tempo todo criam um ambiente ansioso e rígido, impedindo esse processo fundamental. Permitir-se ser humano, presente e amoroso, mas não impecável, cria um ambiente familiar mais saudável e encoraja a criança a aceitar sua própria humanidade.

A teopsicoterapia, por sua vez, enfatiza o valor terapêutico da vulnerabilidade responsável. Contrariando o mito de que pedir perdão aos filhos fragiliza a autoridade parental, essa abordagem demonstra que admitir erros e buscar o perdão fortalece os laços familiares. Ao dizer “Filho, eu errei. Você me perdoa?”, pais ensinam humildade, regulação emocional e a importância da restauração, em vez da perfeição. Essa prática desmonta idealizações e fomenta um ambiente onde o Evangelho é vivido concretamente, fortalecendo o vínculo e a confiança mútua. O que os filhos realmente precisam é de uma pessoa real, presente e disposta a reparar suas falhas.

Aliviar o peso da culpa parental é possível. Para pais que se sentem constantemente devendo e sob pressão insustentável para acertar em tudo, a Teopsicoterapia oferece um caminho. O método auxilia na regulação de expectativas irreais, na integração da fé com a saúde emocional e no desenvolvimento de um estilo parental mais saudável e factível. O foco deve ser em ser “suficientemente bom” e espiritualmente consciente, atendendo às necessidades reais dos filhos.

A fonte original desta matéria é Guiame, com autoria de Valceli Leite, Psicanalista, Teoterapeuta, Pastor e Pós-graduado em diversas áreas, com atendimento presencial e online, além de ser palestrante sobre autoconhecimento.

América Latina registra explosão de leitura bíblica em 2026 impulsionada por plataformas digitais inovadoras

Pessoas na América Latina engajadas na leitura da Bíblia através de seus dispositivos móveis, destacando o uso de plataformas digitais.

Plataformas digitais disparam engajamento com a Bíblia na América Latina atingindo patamares inéditos no início de 2026

O primeiro trimestre de 2026 marcou um período de envolvimento sem precedentes com a leitura da Bíblia na América Latina, impulsionado significativamente pelo uso de plataformas digitais. Essa ascensão, que vai além de um pico comum de início de ano, manteve-se estável e coincide com o primeiro aniversário do escritório regional do aplicativo YouVersion na Cidade do México, criado para aprimorar o suporte a comunidades religiosas de língua espanhola, de acordo com a agência de notícias El Mensaje Comunicaciones.

Os números apresentados são notáveis. Apenas no primeiro dia de janeiro, quase 2 milhões de pessoas aderiram a planos de leitura da Bíblia. No primeiro domingo do mesmo ano, o aplicativo registrou mais de 22,2 milhões de usuários ativos em um único dia. Esse crescimento de 20% em comparação com o ano anterior sinaliza uma intensa busca espiritual na região, que procura respostas nas Escrituras em face dos desafios atuais.

O México testemunhou seu recorde histórico de usuários ativos em um único dia em 11 de janeiro de 2026, com 500 mil acessos. Países como Colômbia, Argentina e El Salvador também apresentaram níveis de engajamento que quebraram recordes, com diversos dias de janeiro figurando entre os dez com maior atividade histórica em seus respectivos mercados.

Esse aumento no interesse pelas Escrituras não se restringe ao ambiente digital, refletindo um movimento cultural mais amplo em busca de esperança e estabilidade. A estratégia das plataformas, conforme relatado pelo jornal El Mensaje Comunicaciones, foca em “ouvir, criar conteúdo relevante e acompanhar o que Deus está fazendo em comunidades, ministérios e igrejas em toda a América Latina”.

O sucesso dessas ferramentas digitais é atribuído à sua capacidade de cultivar um hábito espiritual diário. Os dados revelam um cenário onde muitos indivíduos buscam “orientação espiritual, estabilidade e esperança” através do acesso constante aos ensinamentos bíblicos. Com atuação em 18 países hispanofalantes, os esforços para adaptar a mensagem bíblica ao contexto local continuam a gerar resultados expressivos no crescimento da Igreja na América Latina.

Carnaval de Salvador 2026: Bloco Sal da Terra celebra 25 anos com show internacional de reggae gospel e atrações culturais vibrantes

Bloco Sal da Terra com a banda Christafari durante o Impacto de Carnaval em Salvador

Bloco Sal da Terra comemora 25 anos de impacto evangelístico no Carnaval de Salvador com programação especial e show internacional em 2026

O Bloco Sal da Terra, iniciativa da Igreja Batista Missionária da Independência, prepara uma edição comemorativa de 25 anos para o Impacto de Carnaval em 2026. Entre os dias 13 e 17 de fevereiro, o Circuito Batatinha, que abrange Pelourinho e Praça da Sé, em Salvador, será palco de uma série de atividades gratuitas com o objetivo de levar evangelismo durante o período festivo. A programação anunciada pelo bloco conta com artistas nacionais e internacionais, além de manifestações culturais diversas.

Um dos grandes destaques confirmados para a celebração é a banda norte-americana Christafari, reconhecida mundialmente por seu trabalho no gênero reggae gospel. O grupo se apresentará no domingo, 15 de fevereiro, prometendo animar o público com sua música. A iniciativa busca aliar fé e cultura, ocupando espaços públicos com arte e mensagens cristãs.

A programação musical também contará com o MC carioca Bruninho, conhecido por sua fusão de funk e temáticas cristãs, que se apresentará na segunda-feira, 16 de fevereiro. Artistas locais como Tirza Almeida, Samuel Semeadores e a banda Primícias Roots também integram o line-up, oferecendo uma variedade de estilos para o público.

Além dos shows musicais, o Impacto de Carnaval de 2026 incluirá apresentações de dança, teatro e rodas de capoeira. O grupo de danças urbanas Projeto Mochila, o Ministério de Percussão Sal da Terra, o Ministério Equilíbrio e o Ministério Elohim, assim como o projeto infantil Salzinho, também farão parte das atrações cênicas e artísticas oferecidas gratuitamente.

O Bloco Sal da Terra tem um histórico de evangelismo no Centro Histórico de Salvador desde sua criação em 2000. Em suas edições, o projeto costuma reunir cerca de 500 integrantes e já recebeu nomes como o cantor Lázaro e a própria banda Christafari, que agora retorna para a edição de 25 anos.

A estrutura do evento prevê a abertura oficial na sexta-feira (13) às 20h na Praça da Sé. De sábado a terça-feira de Carnaval, o bloco desfilará a partir das 15h, com saída na Rua das Laranjeiras e trajeto até a Praça da Sé. Durante o percurso, a banda de percussão do Sal da Terra, instrumentistas, dançarinos e personagens infantis animarão os foliões. A partir das 17h30, o palco da Praça da Sé receberá apresentações de teatro, dança e shows musicais com diversidade de gêneros, intensificando a programação artística noturna.

Cuidado: A dependência emocional disfarçada de amor cristão pode destruir sua identidade e dignidade

Mulher em consultório terapêutico refletindo sobre sua identidade e relacionamentos.

Dependência emocional: a linha tênue entre devoção e distorção espiritual que afeta mulheres

Muitas mulheres interpretam o sofrimento em relacionamentos como prova de devoção, acreditando que quanto mais suportam, mais demonstram amor. Contudo, essa visão confunde fé com distorção emocional, mascarada de espiritualidade. A interpretação equivocada de passagens bíblicas pode levar à normalização da negligência, abuso emocional e relações marcadas pelo sacrifício unilateral. Clinicamente, essa dinâmica não se configura como amor, mas sim como dependência emocional, um padrão de fusão psíquica que compromete a identidade, a autonomia e a dignidade da pessoa.

A Teopsicoterapia, abordagem que une teologia e psicologia, ressalta a importância de distinguir o verdadeiro sacrifício cristão, um ato de amor maduro, da autodestruição psíquica, que se assemelha à autopunição emocional. Néia Leite, psicanalista e teoterapeuta, alerta que o Evangelho não prega a autoaniquilação. O mandamento de amar ao próximo como a si mesmo (Marcos 12:31) implica reciprocidade e autorrespeito, não anulação pessoal em benefício do outro.

O complexo de Messias e a fuga do vazio interior

Mulheres que operam sob esse padrão frequentemente assumem o papel de salvadoras de parceiros com vícios, irresponsabilidades ou instabilidade emocional. Essa postura, erroneamente vista como amor sacrificial, na verdade usurpa um papel divino. O Evangelho não exige a destruição pessoal para sustentar o desequilíbrio de outra pessoa adulta. Essa dinâmica codependente organiza a vida em torno da ilusão de indispensabilidade, mascarando feridas narcísicas e evitando o confronto com o próprio vazio interior, carência, solidão e partes fraturadas.

O drama do outro funciona como um analgésico para a dor da pessoa dependente. O chamado ganho secundário reside na sensação ilusória de valor ao ser “a única que aguenta”, o que paradoxalmente destrói a autoestima real e configura uma sofisticada forma de autoabandono.

Restaurando a identidade através do limite e do autocuidado

A cura da codependência passa pela imposição de limites claros, que não devem ser confundidos com frieza, mas entendidos como um mecanismo de proteção da identidade emocional e espiritual. Cristãos frequentemente associam limite ao egoísmo, quando, na verdade, ele é fundamental para o autocuidado.

A prática teopsicoterapêutica sugere a cessação do amortecimento das quedas alheias, permitindo que os indivíduos enfrentem suas próprias consequências. Ajudar não significa carregar responsabilidades que não são suas. Dizer “não” a abusos, manipulações ou dependência unilateral é um “sim” à dignidade, ao autocuidado e ao mandamento de amar a si mesmo. Amar, na perspectiva cristã, é possuir e compartilhar uma estrutura sólida com alguém que também se responsabiliza pela sua, e não desaparecer no outro.

Se a dinâmica envolver mendigar afeto, dar excessivamente em troca de migalhas e temer a solidão, isso não é amor, mas um vínculo de sobrevivência psíquica que necessita de tratamento. A Teopsicoterapia busca fortalecer o Eu, reestruturar limites, tratar a raiz da carência e restaurar a capacidade de se relacionar por escolha, e não por dependência.

Pastor Cosme Felippsen defende o carnaval e critica igrejas que promovem retiros, desafiando visões conservadoras

Pastor evangélico orando durante ensaio de carnaval na Sapucaí, no Rio de Janeiro.

Pastor evangélico defende o carnaval na Sapucaí e critica retiros de igrejas, questionando posições conservadoras

Durante um momento de oração nos ensaios técnicos do carnaval na Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro, o pastor Cosme Felippsen, líder da Assembleia de Deus Esperança, manifestou apoio à festa popular e criticou segmentos evangélicos por optarem por retiros durante o período.

O religioso, falando em meio à chuva no sambódromo, procurou tranquilizar os presentes com uma declaração sobre a queda de raios. “Porque raio só cai na cabeça de falsos fundamentalistas”, disse, fazendo alusão a um incidente ocorrido em Brasília. A intervenção do pastor ocorreu na última quinta-feira (5).

Felippsen expressou descontentamento com a atitude de cristãos que abandonam a cidade durante o feriado. “Lamento profundamente por muitos dos meus irmãos em Cristo abandonarem a cidade em época de carnaval e fazerem retiros, dizendo que a cidade está na mão de Satanás”, declarou.

Ele refutou a ideia de que o carnaval e a cidade pertencem ao diabo. “Digo a vocês que a cidade e o carnaval não é do demônio, é sim dos cariocas, é de todos que amam a vida”, afirmou.

O pastor traçou um paralelo entre a festa popular e problemas sociais, como a fome. “Demônio não é o samba, demônio é a fome que muitas famílias ainda passam em nossa cidade enquanto grandes igrejas continuam enriquecendo seus pastores, que também podem ser chamados de falsos profetas e usurpadores da fé”, pontuou.

Em sua fala, Felippsen defendeu que o carnaval em si não configura pecado, mas sim a “ganância” e o “racismo religioso”. Ele também fez um apelo por respeito às religiões de matriz africana, como umbanda, candomblé e quimbanda.

Alabama considera transformar interrupção de cultos em crime grave com pena de até 10 anos de prisão após protestos

Prédio de igreja em Alabama, EUA, com arquitetura solene.

Deputados do Alabama avaliam tornar crime a interrupção de cultos religiosos com pena de até 10 anos de prisão

Os legisladores do estado do Alabama, nos Estados Unidos, estão examinando um projeto de lei que visa criminalizar a interrupção de cultos religiosos. A proposta, identificada como Projeto de Lei 363 (HB 363), prevê que a condenação possa resultar em até 10 anos de reclusão.

A medida, que pode ser votada em breve pela Câmara dos Representantes do estado, classificaria a interrupção de um culto como um crime de Classe C. A lei seria aplicada a indivíduos que intencionalmente entrassem em uma igreja com o propósito de perturbar a cerimônia, participar de protestos ilegais, causar tumultos ou qualquer outra conduta desordeira.

Além disso, a proposta abrange punições para aqueles que assediarem cristãos ou obstruírem as entradas e saídas dos locais de congregação. Em casos de reincidência, onde o indivíduo cometer o crime novamente, a pena mínima obrigatória seria de cinco anos de detenção.

O deputado republicano Greg Barnes apresentou o projeto em janeiro deste ano. A proposta já obteve aprovação de uma comissão da Câmara e aguarda o voto plenário. Barnes declarou que a interrupção de cultos é inaceitável e viola o direito à prática religiosa livre.

“Não vamos tolerar isso. No Alabama, não ficaremos de braços cruzados enquanto pessoas desequilibradas intimidam nossas mulheres e crianças em nossas igrejas. Simplesmente não toleraremos isso”, disse Barnes, conforme reportado pelo portal Alabama Political Reporter.

A iniciativa legislativa foi motivada por um protesto ocorrido no mês anterior na Cities Church, em St. Paul, Minnesota. Durante um culto, manifestantes invadiram o templo para expressar descontentamento com a ligação de um dos pastores a um escritório local do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE).

Um relatório do portal KARE 11 detalha que um dos manifestantes impediu pais de acessarem seus filhos, e um membro da congregação sofreu ferimentos ao tentar deixar o local. De acordo com a acusação formalizada no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito de Minnesota, os manifestantes executaram um “ataque coordenado no estilo de tomada de poder”, que incluiu intimidação e obstrução física.

“Como resultado da conduta dos réus, o pastor e a congregação foram forçados a encerrar o culto da igreja, os fiéis fugiram do prédio da igreja com medo por sua segurança, outros fiéis tomaram medidas para implementar um plano de emergência e crianças pequenas ficaram se perguntando, como disse uma criança, se seus pais iriam morrer”, aponta a acusação.

O incidente gerou um debate nacional sobre a proteção de protestos pela Primeira Emenda da Constituição dos EUA e sobre a violação de leis federais que visam proteger locais de culto contra intimidação física.

Polícia Civil investiga historiador Peninha por declarações consideradas crime de discriminação religiosa contra evangélicos

Distintivo da Polícia Civil em foco com objetos relacionados a investigação ao fundo

Polícia de Porto Alegre abre inquérito para apurar falas discriminatórias de Peninha contra evangélicos, sugerindo restrição de voto.

A Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância, localizada em Porto Alegre, deu início a um inquérito para investigar o escritor e historiador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha. A apuração visa determinar se o intelectual cometeu crimes de discriminação religiosa através de declarações feitas em vídeo e publicadas em seu canal no YouTube.

As declarações sob investigação sugerem que a comunidade evangélica deveria ter o direito ao voto restringido. De acordo com o delegado Vinicius Naham, responsável pelo caso, as falas de Bueno se enquadram no artigo 20 da Lei Federal 7.716/89, que define crimes de discriminação ou preconceito religioso. O interrogatório de Eduardo Bueno está agendado para ocorrer até o mês de março.

No vídeo, intitulado “Com Mil Raios” e divulgado em 28 de fevereiro, Peninha fez comentários irônicos sobre um incidente envolvendo um raio durante uma manifestação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). A partir daí, ele expandiu sua crítica para a participação política de evangélicos em geral.

“Evangélico tem que ficar no culto, tem que ficar pastando junto com o pastor. Devia ser proibido evangélico votar, porque eles não votam para pastor! Por que eles têm que votar para vereador, para deputado estadual, etc.?”, afirmou Eduardo Bueno no vídeo.

Em resposta às declarações, o Instituto Brasileiro de Direito Religioso (IBDR) emitiu uma nota pública repudiando o conteúdo, classificando-o como “discriminação religiosa e incitação ao ódio”.

Paralelamente à investigação no Rio Grande do Sul, o deputado estadual Leonardo Siqueira (NOVO-SP) protocolou uma representação junto ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Siqueira solicita a apuração do caso por possível “discurso de ódio” e “intolerância religiosa”, argumentando que as falas ultrapassam os limites da liberdade de expressão e causam dano coletivo. O parlamentar também pediu a retirada do vídeo das plataformas digitais.

A Câmara Municipal de Novo Hamburgo (RS) também se manifestou sobre o ocorrido, aprovando por unanimidade uma moção de repúdio às falas do historiador. A iniciativa, proposta pelo vereador Joelson de Araújo (Republicanos) e endossada por outros cinco parlamentares, critica a tentativa de “exclusão de cidadãos do exercício do direito fundamental ao voto em razão de sua religião”.

Eduardo Bueno tem um histórico de polêmicas envolvendo declarações contra figuras políticas e personalidades alinhadas à direita. O escritor já manifestou comemoração pela morte do ativista conservador americano Charlie Kirk e desejou a morte de personalidades como Olavo de Carvalho, Roger Moreira e a deputada Ana Campagnolo.

Em sua defesa, Eduardo Bueno declarou à imprensa que suas gravações no YouTube frequentemente contêm “excessos, exageros e metáforas”, negando ter qualquer intolerância religiosa. Ele argumenta que sua crítica é direcionada ao que chama de “voto retrógrado”, e não à fé dos eleitores.

Missão que leva sem-teto para rodízio de pizza com propósito divino busca impactar vidas no RS

Pessoas em situação de rua participam de um rodízio de pizza promovido pela missão Sul, Missões e Graça.

Missão cristã oferece refeição completa e momento de reflexão a mais de 130 pessoas em situação de rua em São Leopoldo

Em uma iniciativa voltada para a demonstração do amor divino aos mais necessitados, a missão “Sul, Missões e Graça” (SMG) reuniu mais de 130 pessoas em situação de rua para um rodízio de pizza em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, no início de fevereiro. A ação, que contou com a reserva da pizzaria Agliardi e o custeio total pela organização, buscou oferecer não apenas uma refeição farta, mas também um momento de esperança e espiritualidade.

O pastor Sandro Fontoura, líder da SMG, detalhou o evento. “Servimos pizzas com refrigerante e sorvete à vontade para 138 irmãos em situação de rua”, disse em entrevista ao Guiame. Voluntários da missão organizaram o transporte, utilizando um ônibus e carros particulares, para levar o grupo até o local.

Antes do momento gastronômico, os participantes foram envolvidos em atividades de louvor e pregação do Evangelho. “Tivemos em torno de duas horas de louvor e testemunhos de pessoas que tiramos das ruas, em especial debaixo do Viaduto da Conceição”, explicou o líder. A iniciativa ressalta a filosofia da missão de acolhimento incondicional.

“Existem lugares onde ninguém chama você pelo nome e existe a mesa de Deus. Mesa onde ninguém é invisível, mesa onde não se pergunta de onde você veio, apenas se você quer sentar. Na mesa de Deus, todos têm lugar”, refletiu o pastor Sandro Fontoura.

Segundo Fontoura, a ideia para a ação surgiu após a missão ser impedida de distribuir alimentos em locais públicos. A SMG atua em Porto Alegre e outras cidades gaúchas, com o objetivo de alcançar os cerca de 5 mil em situação de rua na capital e mais de 15.000 em todo o estado. A organização já realizou outras grandes ações, como a distribuição de 4.300 pizzas e 1.600 galetos.

O trabalho da SMG, que é um projeto interdenominacional, resultou na retirada de 14 pessoas da situação de rua apenas no dia do evento. Em ações anteriores, mais de 250 pessoas aceitaram Jesus ou se reconciliaram, e 131 foram retiradas das ruas, com encaminhamento de viciados para centros de recuperação.

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