GCM aborda culto evangélico na Praça da Sé; pastores questionam legalidade da ação

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Guarda municipal interrompe culto em praça pública e é questionada sobre base legal para ação

Um culto evangélico realizado na Praça da Sé, centro de São Paulo, foi interrompido por guardas civis municipais. O incidente foi registrado em vídeo e divulgado por perfis voltados a missões urbanas. A programação, promovida por projetos sociais, incluía pregação do Evangelho e orações para pessoas no local, muitas delas em situação de rua.

Durante a abordagem, um dos pregadores questionou a legalidade da interrupção, solicitando aos agentes que apresentassem a legislação que fundamentava a ação. “Mas cadê a lei? Me mostra a lei”, disse um dos religiosos, que também ressaltou o direito à liberdade religiosa e o fato de nunca terem enfrentado problemas anteriores no local.

A fala foi reforçada por pessoas que estavam ao redor, que também mencionaram a liberdade religiosa. Após a conversa, os guardas municipais se afastaram, e o culto pôde continuar normalmente. O vídeo mostrou diversas pessoas recebendo orações e demonstrações de emoção.

O culto que a GCM interrompeu! Liberdade de culto é nosso direito!

A publicação sobre o episódio gerou forte repercussão nas redes sociais, com milhares de comentários em apoio aos pregadores de rua e em defesa da liberdade religiosa. O grupo social manifestou solidariedade aos evangelistas e criticou tentativas de impedir a evangelização em espaços públicos.

Internautas expressaram apoio aos missionários, com comentários como “Permaneçam firmes, meus irmãos. Deus é com vocês” e “Muita força, meus irmãos, ‘Pastores de Rua’. O Senhor está com todos vocês”. Outra mensagem destacou: “Continuem, Pastores de Rua, com seus trabalhos. Deus os protegerá”.

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