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sexta-feira, 6 março 2026

EUA e Israel desferem ataque conjunto contra o Irã em madrugada de sábado, elevando tensão no Oriente Médio

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Ofensiva militar conjunta EUA Israel contra Irã tem início na madrugada de sábado, gerando escalada no Oriente Médio

Israel e os Estados Unidos deram início a uma ofensiva militar conjunta contra o Irã na madrugada deste sábado (28), um movimento que representa uma significativa escalada nas tensões recentes do Oriente Médio. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou a ação, que visa neutralizar ameaças do regime iraniano. A ação foi detalhada pelo líder israelense em comunicado.

Netanyahu justificou os ataques citando a postura do regime iraniano. “Durante 47 anos, o regime dos aiatolás gritou ‘Morte a Israel’, ‘Morte à América’. Derramou nosso sangue, assassinou muitos americanos e massacrou seu próprio povo.” Ele acrescentou que a ação conjunta “criará as condições para que o corajoso povo iraniano tome as rédeas do seu destino”, referindo-se ao regime como “terrorista assassino”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o país iniciou “grandes operações de combate” com o objetivo de neutralizar ameaças consideradas iminentes vindas do regime iraniano. Analistas apontam que a mudança de regime no Irã seria um dos objetivos americanos.

“Estamos falando de um incremento importante. Este regime terrorista assassino não deve se armar com armas nucleares que lhe permitam ameaçar toda a humanidade.”

O príncipe herdeiro Reza Pahlavi dirigiu-se ao povo iraniano através de suas redes sociais, solicitando que permaneçam em suas casas e se mantenham vigilantes. Ele declarou que a “ajuda que o presidente dos Estados Unidos prometeu ao povo corajoso do Irã chegou” e que se trata de uma “intervenção humanitária”, direcionada “à República Islâmica, ao aparato de repressão e à sua máquina de matar, e não ao grande país e povo do Irã”.

Explosões foram registradas em várias cidades iranianas, incluindo a capital Teerã, segundo agências internacionais. Autoridades confirmaram que a operação envolve ataques coordenados por ar e mar contra alvos estratégicos. De acordo com fontes americanas e israelenses, o objetivo é atingir instalações militares, infraestrutura de mísseis e impedir o avanço do programa nuclear iraniano.

Relatos indicam que diversos pontos do território iraniano foram atingidos quase simultaneamente. Mísseis de cruzeiro foram avistados cruzando montanhas em direção a alvos do regime. Testemunhas relataram colunas de fumaça e fortes explosões em Teerã e outras regiões. O governo israelense afirmou que a operação vinha sendo planejada por meses em coordenação com Washington.

A ofensiva ocorre após meses de crescentes tensões em torno do programa nuclear do Irã e negociações diplomáticas inconclusivas. Líderes israelenses consideram Teerã uma ameaça existencial, enquanto autoridades americanas enfatizam a prioridade estratégica de impedir o desenvolvimento de armas nucleares iranianas.

Em resposta aos primeiros ataques, o Irã lançou mísseis e drones em direção a Israel e a bases americanas na região. Vários países do Oriente Médio, como Iraque, Síria, Líbano, Jordânia e o norte da Arábia Saudita, fecharam temporariamente seu espaço aéreo. Em Israel, sirenes de alerta foram acionadas, e a população foi orientada a buscar abrigo.

Analistas internacionais alertam para o risco de um conflito regional mais amplo, envolvendo aliados do Irã e forças militares ocidentais na região. Governos ao redor do mundo pedem contenção e monitoram atentamente o potencial de uma escalada militar de grandes proporções.

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