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quinta-feira, 5 março 2026

Cristãos e Judeus Se Unem em Oração e Louvor nos Bunkers de Israel em Meio a Escalada Militar Contra o Irã

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Em meio a ondas de ataques do Irã, cristãos e judeus buscam refúgio e fé nos bunkers de Israel revelando resiliência e união espiritual.

Uma ofensiva militar conjunta entre Israel e Estados Unidos contra o Irã, iniciada na madrugada de sábado (28), intensificou a tensão no Oriente Médio. Moradores do norte e centro de Israel precisaram se abrigar em bunkers devido ao soar de sirenes, cenário que se tornou palco de momentos de fé.

Segundo o guia turístico Isaque Levy, o Irã reagiu com três ondas de ataques contra território israelense já pela manhã. Vídeos divulgados em redes sociais capturaram grupos de cristãos e judeus em momentos de oração e adoração dentro dos abrigos. Isaque compartilhou em seu Instagram imagens de cristãos intercedendo e louvando com as mãos erguidas.

O analista político Saul Sadka, por sua vez, publicou um vídeo com judeus cantando e dançando em um bunker na capital Tel Aviv. Paralelamente, imagens mostraram civis iranianos celebrando os ataques contra o regime de Ali Khamenei.

De acordo com a Reuters, a ação militar israelense teria como alvos o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, e o presidente Masoud Pezeshkian, embora os resultados da operação ainda não tenham sido confirmados oficialmente.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, justificou os ataques, citando que “Durante 47 anos, o regime dos aiatolás gritou ‘Morte a Israel’, ‘Morte à América’”. Ele acrescentou que o regime “Derramou nosso sangue, assassinou muitos americanos e massacrou seu próprio povo”. Netanyahu declarou que a ação conjunta visa criar condições para que o povo iraniano “tome as rédeas do seu destino”, impedindo o regime de se armar com armas nucleares.

O presidente Donald Trump mencionou que os EUA iniciaram “grandes operações de combate” para neutralizar ameaças consideradas iminentes vindas do Irã, com analistas apontando para um objetivo de mudança de regime.

Reza Pahlavi, príncipe herdeiro, dirigiu-se ao povo iraniano, pedindo foco no objetivo final de retomar o controle do Irã e aconselhando a manterem a calma e a vigilância para um retorno às ruas no momento oportuno.

Explosões foram registradas em diversas cidades iranianas, incluindo Teerã, segundo agências internacionais de notícias. Autoridades confirmaram ataques coordenados por ar e mar contra alvos estratégicos, com o objetivo de atingir instalações militares e infraestrutura de mísseis, além de frear o programa nuclear iraniano, conforme autoridades americanas e israelenses.

Relatos iniciais descrevem uma ofensiva contínua com bombardeios ininterruptos, envolvendo dezenas de mísseis. Testemunhas em Teerã e outras regiões relataram colunas de fumaça e fortes explosões. O governo israelense afirmou que a operação foi planejada por meses em coordenação com Washington.

A ofensiva ocorre após meses de tensão centrada no programa nuclear iraniano e negociações diplomáticas inconclusivas. Israel considera Teerã uma ameaça existencial, enquanto os EUA priorizam impedir o desenvolvimento de armas nucleares iranianas.

Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e bases americanas na região. Vários países do Oriente Médio, como Iraque, Síria, Líbano, Jordânia e Arábia Saudita, fecharam temporariamente seu espaço aéreo. Em Israel, sirenes de alerta soaram, orientando a população a buscar abrigo.

Analistas internacionais alertam para o risco de um conflito regional mais amplo, envolvendo aliados do Irã e forças ocidentais na região. Governos globais pedem contenção e monitoram o risco de uma escalada militar significativa.

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