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segunda-feira, 16 fevereiro 2026

Mulher com mais de 6 tumores no abdômen encontra força na fé e no amor divino em meio a batalha contra o câncer

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Cristã com múltiplos tumores abdominais relata fé inabalável e confiança no amor divino apesar da progressão da doença

Simone Moura, diagnosticada com câncer de ovário em 2023, vive uma batalha contra mais de seis tumores em seu abdômen, além de outras lesões menores. A doença tem progredido mesmo sob tratamento com quimioterapia e cirurgias, e a paciente relata que novas intervenções para remoção dos tumores são inviáveis devido à aderência aos órgãos.

Apesar do quadro clínico desafiador, Simone tem testemunhado um forte amparo espiritual. Ela expressou que sua condição de saúde atual a faz crer ainda mais no poder e amor de Deus, que a têm mantido viva e proporcionado milagres cotidianos.

“Ainda que as coisas não aconteçam como eu gostaria, Deus já me deu evidências suficientes do seu amor, não há razão para duvidar apenas porque uma ou outra circunstância não é como eu desejo.”

Em um momento de reflexão, Simone compartilhou com seu filho de 16 anos a importância de manter a fé, mesmo que o milagre da cura física não se concretize. Ela ressaltou que a esperança na ressurreição e na vida eterna através de Jesus Cristo representa um milagre ainda maior.

“Filho, mesmo que Deus não me cure aqui, mesmo que o milagre completo não aconteça, quando Jesus voltar eu quero estar entre os salvos. E Ele vai me ressuscitar e eu nunca mais vou morrer, e esse milagre é muito maior do que se Jesus me curasse agora.”

Simone também compartilhou um período de profunda dificuldade, quando a fé chegou a vacilar após dois meses de mal-estar intenso, perda de qualidade de vida e dificuldades de locomoção e atividades domésticas. Foi nesse momento que ela expressou o desejo de morrer, mas sentiu uma voz interior que a encorajou, afirmando sua força.

Aprendendo com o sofrimento, a cristã acredita que a forma como os cristãos reagem às adversidades é um testemunho para o mundo. Ela compara essa resiliência à atitude de Jesus na cruz, que enfrentou a dor sem blasfemar ou reagir, como um cordeiro.

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