A prática da fé cristã está diretamente ligada a índices mais elevados de felicidade e estabilidade na vida matrimonial de casais americanos
Uma pesquisa conduzida pelo Institute for Family Studies (IFS) identificou que a frequência em igrejas atua como um fator determinante para a qualidade dos relacionamentos. O levantamento, divulgado pelo Guiame, analisou a relação entre fé e vida familiar a partir de dados coletados com 3.125 adultos casados nos EUA.
Os dados indicam que a participação ativa em comunidades religiosas, em vez de apenas a afiliação, é o ponto central para o sucesso da união. Enquanto 74% dos protestantes que congregam classificam o casamento como muito ou extremamente feliz, a taxa entre pessoas sem religião é de 66%.
Estabilidade e divórcio
O estudo destaca que a taxa de divórcios é significativamente menor entre os cristãos praticantes. Entre os protestantes que frequentam a igreja, a incidência de separações ou divórcios é de 34%, caindo para 27% entre católicos praticantes. Em contrapartida, grupos sem religião apresentam um índice de 40%.
Além da permanência na união, a oração diária é apontada como um hábito que fortalece os laços. Indivíduos que oram com frequência relatam 1,50 vezes mais chances de felicidade conjugal e 1,48 vezes mais probabilidade de estabilidade no matrimônio do que aqueles que oram raramente.
Satisfação sexual
O relatório do IFS também refuta estereótipos sobre a vida sexual de religiosos. A pesquisa demonstra que 60% dos protestantes que congregam mantêm relações sexuais semanalmente, superando os 47% registrados entre os entrevistados sem religião. A percepção de uma vida sexual excelente ou muito boa também é maior entre os frequentadores de igrejas.
Juntos, crenças compartilhadas, compromisso, comunidade e oração regular parecem especialmente importantes para fomentar casamentos fortes. A fé, em outras palavras, não apenas leva casais ao altar. Isso dá a eles um motivo para ficar, e uma forma de experimentar a felicidade quando fazem isso.
