Casa Branca defende posição de Sophie Cunningham sobre inclusão de homens em esportes femininos
A Casa Branca manifestou apoio à postura da jogadora da WNBA Sophie Cunningham, que defende a exclusão de homens em competições esportivas femininas. A atleta declarou que seu objetivo é “proteger as jovens jogadoras”.
Em entrevista ao canal ESPN, Cunningham refutou acusações de transfobia, afirmando que seu intuito é estender amor, mas com honestidade. Ela expressou a necessidade de proteger meninas em vestiários e no ambiente esportivo, que não deveriam competir contra homens biológicos.
Durante um briefing na Casa Branca, a secretária de imprensa Karoline Leavitt defendeu a atleta, que enfrentou críticas por sua posição. Leavitt rebateu as acusações de que Cunningham seria uma “MAGA Barbie” por defender a exclusão de atletas do sexo masculino.
Ao ser questionada sobre o posicionamento do presidente Trump, Leavitt indicou que ele acompanha o caso e compartilha da opinião de que homens não deveriam competir em esportes femininos. Segundo ela, a ideia de apoiar tal participação é “completamente absurda” e que a fala de Cunningham, uma atleta de destaque, é uma “verdade” que não deveria gerar tanta repercussão negativa.
“É ainda mais absurdo que você tenha Sophie Cunningham, uma atleta feminina, muito realizada por si só, vindo à tona e falando essa verdade de que os homens não deveriam jogar em esportes femininos, queremos proteger mulheres e meninas – e o contra-ataque que ela está recebendo de democratas e figuras de esquerda em todo o país é chocante.”
Leavitt classificou a oposição à fala de Cunningham como um distanciamento do público americano e uma questão de “senso comum”, baseada em “fatos biológicos básicos”.
Recentemente, antes do início da temporada da WNBA, Cunningham também compartilhou publicamente sua fé cristã, anunciando seu batismo. Em suas redes sociais, ela celebrou o momento e incentivou outros a experimentarem sua fé.
